domingo, 24 de março de 2019

Cristo é a água para nossa sede mais profunda, é a verdade eterna, é nosso pai, espera nossa conversão, é o criador e o sustentáculo do Universo. Ou: Evangelho todo deturpado por Padre da Teologia da Libertação

Prezados, 
     Relato aqui nesse texto, o que vi e senti na missa do terceiro domingo da quaresma, 24/3/2019, 9h, na Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe em Curitiba/PR. 

     Logo na chegada, estava o Padre portando-se como um político: querendo agradar àqueles à sua volta com sorrisos falsos, atenções e cortesias. O Padre havia sido convidado a substituir o Padre Manzotti naquela missa. Abriu a missa e já se alongou em assuntos não apropriados à fé católica, mas foi cortado, meio que sem querer, pela comentarista. Em seguida vieram às três leituras: O Padre da Teologia da Libertação mandou que um dos leituristas mudasse a leitura da primeira carta de São Paulo aos Coríntios pela leitura da passagem da samaritana à beira do poço d’água. 

     Fez isso por que queria falar da samaritana como uma excluída da sociedade capitalista e que Jesus não queria outra coisa a não ser acabar com a exclusão social. Falou que devemos ter cuidado ao aproximar-se de Cristo (imitando o Papa Francisco). Como se fosse perigoso aproximar-se daquele que nos ama profundamente. Alongou-se, alongou-se, alongou-se nas exclusões sociais e terminou falando que o Congresso Nacional eleito em 2018 apoia a tortura. 

     Depois desse alongamento exagerado para falar daquilo que não tem nada a ver com a verdadeira mensagem de Cristo, suprimiu a maior parte da Oração Eucarística (15, III), só mandando que todos rezassem o pai nosso. Quase todos perceberam a excessiva devoção do Padre ao mundo dos “excluídos”, mas não ao Senhor Jesus Cristo. 

     A leitura que foi suprimida era a seguinte: 
  • Os nossos pais estiveram todos debaixo da nuvem e todos passaram pelo mar; todos foram batizados em Moisés, sob a nuvem e pelo mar; e todos comeram do mesmo alimento espiritual, e todos beberam da mesma bebida espiritual; de fato, bebiam de um rochedo espiritual que os acompanhava – e esse rochedo era Cristo -. (1Cor 10, 1-6. 10. 12)
     É lógico concluir que o Padre da Teologia da Libertação não queria falar do Cristo como o Deus que era o rochedo que fornecia água ao povo de Moisés ou que dava forças a Moisés, haja vista que os teólogos da libertação não acreditam no Deus que dá vida eterna e que faz milagres todos os dias em nossas vidas, mas sim no deus-estado que tira de uns e dá para outros em nome da distribuição de renda. Sabe-se onde esse deus-estado desses teólogos conduz: Conduz à pobreza material e espiritual da Venezuela, da China e dos países socialistas que fizeram o holocausto de judeus na Alemanha, de cristãos pelo resto do mundo e de qualquer um que não substitua Jesus pelo deus-estado. 

     Meus leitores: Jesus Cristo é o Deus que existia antes do caos. É aquele que existia antes de qualquer coisa. Jesus é aquele que mandou as dez pragas para libertar o povo judeu da escravidão do Egito, Jesus é aquele que sustentou a mão de Moisés com o cajado que abriu o Mar Vermelho até que o povo judeu passasse. Jesus é aquele que existia antes de qualquer coisa do Universo, que veio nos dizer, em pessoa, como devemos viver e que existirá para todo o sempre. 

     Se algum dia o Planeta desaparecer, será por ação de Cristo e não por qualquer coisa referente ao aquecimento ou desaparecimento da estrela solar por que tudo isso está sob as mãos de Jesus Cristo. É isso que os teólogos da libertação ignoram. Ou melhor: É isso que os padres da teologia da libertação, como representantes do diabo, querem que todos pensem. Isto é: Querem que retiremos a existência de Cristo como o Deus criador de tudo, inclusive da vida, e que transformemos Cristo apenas no Deus dos "excluídos" ou dos mais pobres, o que é uma mentira.

     A Igreja Católica precisa libertar-se da CNBB e da Teologia da Libertação, sob pena de sofrermos muito antes da libertação que o Cristo certamente fará.

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