quinta-feira, 28 de março de 2019

SÍNODO DA AMAZÔNIA: Mídia brasileira, extrema esquerda, quer jogar governo contra Igreja.

Sínodo da Amazônia: Mídia de esquerda quer jogar governo contra Igreja
Escrito por Marcos Machado* e publicado na ABIM, 14 de fevereiro de 2019

A mídia de esquerda continua dando provas de seu antipatriotismo.

Afoita, como sempre, em explorar declarações ou divergências entre membros do governo — que com frequência redundam em “tiros pela culatra”, pois a população continua conservadora, ordeira e vigilante —, essa mídia dá agora um passo mais ousado: antepõe e indispõe a Igreja Católica e o Governo Federal a pretexto do Sínodo da Amazônia.

Eis alguns exemplos:
“O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, ironizou o fato de a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), a mando do General Heleno [foto ao lado], estar espionando os bispos da CNBB; “Vaticano comuna: Bolsonaro vê Igreja Católica como opositora, por discutir temas considerados de esquerda, como situação de povos indígenas e quilombolas, e mudanças climáticas”, disparou Haddad.1

“O coordenador do MTST, Guilherme Boulos, condenou a espionagem do governo Bolsonaro, através da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), aos bispos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB); “Governo Bolsonaro usa a Abin para espionar reuniões de bispos da CNBB sobre a defesa da Amazônia, que seriam ‘agenda de esquerda’ e ‘ingerência externa’. ‘A saudade da ditadura se transforma em reencontro com velhas práticas’, disse Boulos”.2

Progressismo não é a Igreja Católica
No jornal “O Estado de S. Paulo” de 10 de fevereiro, Tânia Monteiro, com um título equivocado — “Planalto vê Igreja Católica como potencial opositora” — confunde o progressismo e “esquerda católica” com a Igreja Católica:

“O Palácio do Planalto que conter o que considera um avanço da Igreja Católica na liderança da oposição ao governo Jair Bolsonaro, no vácuo da derrota e perda de protagonismo dos partidos de esquerda. Na avaliação da equipe do presidente, a Igreja é uma tradicional aliada do PT e está se articulando para influenciar debates antes protagonizados pelo partido no interior do País e nas periferias”.
Mais adiante, a notícia do “Estado de S. Paulo” corrige-se a si mesma: “setores da Igreja aliados a movimentos sociais e partidos de esquerda, integrantes do chamado ‘clero progressista’, pretenderiam aproveitar o Sínodo para criticar o governo Bolsonaro e obter impacto internacional”.3

CPT, CIMI, setores da “esquerda católica” da CNBB não podem ser confundidos com a Igreja Católica. Pelo contrário, são aliados fanáticos da esquerda, conforme comprova o livro A Igreja ante a Escalada da ameaça comunista: apelo aos bispos silenciosos, de autoria do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, largamente difundido em todo território nacional.4 (baixe o livro em PDF gratuitamente no link abaixo).

O Brasil é católico e o católico é brasileiro
“Anima humana naturaliter christiana” (A alma humana é naturalmente cristã), escreveu Tertuliano. Assim também, o brasileiro é naturalmente inclinado ao catolicismo.

A movimentação religiosa em torno do Santuário de Nossa Senhora Aparecida, a monumental procissão do Círio de Nazaré, os contingentes católicos que elegeram o presidente Bolsonaro, o vazio em que caíram as declarações de bispos esquerdistas aconselhando votar no PT nas eleições de 2018 aí estão para provar que o brasileiro católico soube rejeitar o “clero progressista”, a “esquerda católica” e a “teologia da libertação”.
O maior abaixo assinado da nossa história contra o comunismo na Igreja

Em 1968, a TFP (Tradição, Família e Propriedade) coletou em ruas e praças públicas do Brasil 1.600.368 (um milhão, seiscentas mil, trezentas e sessenta e oito assinaturas!) contra a infiltração comunista na Igreja [foto ao lado].5

Esse memorável abaixo assinado, realizado por ocasião da primeira visita de um Papa à América Latina, contou com o apoio de dezenas de arcebispos e bispos, de centenas de sacerdotes, de ministros de Estado, governadores, parlamentares e homens públicos.

Ele foi o porta voz dos católicos brasileiros que pediam ao Papa Paulo VI medidas eficazes contra a infiltração comunista na Igreja.6

A luta entre anticomunistas católicos e católicos progressistas tem uma longa e gloriosa história. E prova, ao contrário do que insinua a mídia, que essa minoria de esquerda não pode ser confundida com a Igreja Católica.7

Saibamos dissipar a confusão veiculada pela mídia de esquerda
Uma sábia campanha de esclarecimento, tato e jeito da parte de nossas autoridades — mostrando que essa minoria progressista não representa a Igreja — manterá sempre os católicos em defesa do Brasil, da soberania nacional e da integridade de nosso território.

O Sínodo da Amazônia envolve outros aspectos, inclusive os internos da Igreja, mas isso desviaria o objetivo central de nosso artigo que é desfazer a fumaça da confusão espalhada pela mídia de esquerda.

Nossa Senhora Aparecida ajude e esclareça os católicos a discernir quais são os verdadeiros Pastores da Santa Igreja e a rejeitar a heresia progressista.
____________ 

Notas:
1.https://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/383403/Haddad-ironiza-espionagem-de-governo-na-igreja-Vaticano-comuna.htm?utm_source=social_monitor&utm_medium=widget_vertical

quarta-feira, 27 de março de 2019

POR QUE ATEUS NÃO SÃO CONSERVADORES.

     O ateu não pode ser conservador por que tende a acreditar naquilo que não vem de Deus e isso o torna um esquerdista. Por exemplo, o ateu acredita no evolucionismo, no ambientalismo, no estatismo e em outros ismos que nunca dão origem aos valores morais cristãos adotados pelo verdadeiro conservador. Por isso, o Partido dos Conservadores não quer ateus em seus quadros, bem como também não quer ambientalistas, estatistas ou evolucionistas. Assistam ao vídeo:

terça-feira, 26 de março de 2019

PEQUENA HISTÓRIA DO PADRE PIO DE PIETRELCINA, UM GRANDE SANTO DO SÉCULO XX.

     Padre Pio nasceu em 25/5/1887 na cidade de Pietrelcina e morreu em 23/9/1968 em San Giovanni Rotondo, Itália. Seu nome era Francesco Fortione, em homenagem a São Francisco de Assis. Porém, com quinze anos de idade entrou no noviciado em Morcone adotando o nome de Frei Pio de Pietrelcina em honra de São Pio V e de sua cidade natal. 
Vista panorâmica do Santuário do Padre Pio de Pietrelcina (San Giovanni Rotondo). 

O corpo do Padre Pio de Pietrelcina exposto para veneração pública (desde 2008) no Santuário em San Giovanni Rotondo

     Desde cedo, Padre Pio via Jesus, Maria e o Anjo da Guarda. Contou isso a seus pais aos cinco anos de idade. Tinha um ardente desejo de ser sacerdote. Foi consagrado em 10/8/1910 na catedral de Benevento/Itália, tornando-se membro da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos. 

     O pai de Padre Pio não estava na cerimônia de consagração por que tinha ido para a América ganhar algum dinheiro para os estudos do filho. Em 1910, alguns meses depois da ordenação, Padre Pio recebeu os estigmas visíveis na mão. Ele pediu ao Senhor Jesus para tirá-los. Foi atendido quanto às marcas externas, mas as dores ficaram. Era o período de estigmas invisíveis. 

     Em 1911, ficou novamente doente por quarenta dias. Tinha febres altíssimas. Cinquenta graus. É febre que ninguém tem, mas ele teve. Nesse período de febres além do normal recebeu visões celestes, bem como tentações diabólicas. De novo, ele via Jesus com chagas, Maria e o anjo da guarda. Maria que, segundo ele, era bela e seus olhos resplandeciam mais que o Sol. Retornou a Pietrelcina para se tratar e lá ficou até setembro de 1916. 

     Mas queria prestar serviços a Jesus e, assim, mesmo com péssima saúde, foi mandado a San Giovanni Rotondo. Passou a se dedicar à oração, à penitência e aos deveres de um padre como ouvir confissões e rezar missas. Nunca mais saiu de San Giovanni onde fez cinquenta anos de sua história. 

     Nos dias 5/6 e 7 de agosto de 1918, Padre Pio recebeu de Jesus Cristo, novamente e visivelmente, dois dons maravilhosos: O primeiro foi a transverberação que era uma lança espiritual entrando no lado esquerdo do coração e o segundo foram os cinco estigmas. A chaga do lado esquerdo era em forma de cruz e foi dada nos dias 5/6 e 7 de agosto de 1918 e os outros estigmas foram dados quarenta dias depois da transverberação. 

     Os estigmas eram espécies de sangramentos permanentes nos dois pés, nas duas mãos e mais um no peito. Essas chagas ficaram com ele até a morte do seu corpo em 23 de setembro de 1968, mas desapareceram sem deixar cicatrizes no dia da morte. Elas foram examinadas pelos médicos durante a vida dele, bem como depois da morte, mas não sabiam o que estava ocorrendo no corpo do Santo. Viveu 50 anos no convento de San Giovanni. Construiu um hospital que chamou Casa Alívio do Sofrimento, inaugurada em 5 de maio de 1956. 

     As pessoas começaram a perceber que ele era um grande santo. Nas confissões que recebia ele se irritava com os mentirosos. Alguns não alcançavam o perdão dele na primeira vez, mas voltavam arrependidos de verdade e eram perdoados. Mesmo sabendo disso, alguns esperavam até duas semanas para fazer a confissão. 

     Padre Pio fazia predições. Disse que Karol Wojtyla (João Paulo II) iria ser papa. Disse que a Alemanha perderia a guerra, mesmo quando parecia que aquela ditadura esquerdista venceria. Fez muitas outras predições pessoais e coletivas. 

     Os estigmas desapareceram quando morreu. Ninguém leva nada daqui deste mundo, mas Padre Pio levou os estigmas consigo. O corpo de Padre Pio permanece incorrupto na Catedral de Benevento/Itália. 

     O procedimento que levou à sua canonização teve início com o nihil obstat de 29 de novembro de 1982. Em 20 de março de 1993 foi começado o processo diocesano para sua canonização. Em 21 de janeiro de 1990 Padre Pio foi proclamado "venerável", beatificado em 2 de maio de 1999 e foi canonizado em 16 de junho de 2002, proclamado na Praça de São Pedro pelo pontífice Papa João Paulo II como São Pio de Pietrelcina. A sua festa litúrgica é celebrada dia 23 de setembro.

domingo, 24 de março de 2019

Cristo é a água para nossa sede mais profunda, é a verdade eterna, é nosso pai, espera nossa conversão, é o criador e o sustentáculo do Universo. Ou: Evangelho todo deturpado por Padre da Teologia da Libertação

Prezados, 
     Relato aqui nesse texto, o que vi e senti na missa do terceiro domingo da quaresma, 24/3/2019, 9h, na Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe em Curitiba/PR. 

     Logo na chegada, estava o Padre portando-se como um político: querendo agradar àqueles à sua volta com sorrisos falsos, atenções e cortesias. O Padre havia sido convidado a substituir o Padre Manzotti naquela missa. Abriu a missa e já se alongou em assuntos não apropriados à fé católica, mas foi cortado, meio que sem querer, pela comentarista. Em seguida vieram às três leituras: O Padre da Teologia da Libertação mandou que um dos leituristas mudasse a leitura da primeira carta de São Paulo aos Coríntios pela leitura da passagem da samaritana à beira do poço d’água. 

     Fez isso por que queria falar da samaritana como uma excluída da sociedade capitalista e que Jesus não queria outra coisa a não ser acabar com a exclusão social. Falou que devemos ter cuidado ao aproximar-se de Cristo (imitando o Papa Francisco). Como se fosse perigoso aproximar-se daquele que nos ama profundamente. Alongou-se, alongou-se, alongou-se nas exclusões sociais e terminou falando que o Congresso Nacional eleito em 2018 apoia a tortura. 

     Depois desse alongamento exagerado para falar daquilo que não tem nada a ver com a verdadeira mensagem de Cristo, suprimiu a maior parte da Oração Eucarística (15, III), só mandando que todos rezassem o pai nosso. Quase todos perceberam a excessiva devoção do Padre ao mundo dos “excluídos”, mas não ao Senhor Jesus Cristo. 

     A leitura que foi suprimida era a seguinte: 
  • Os nossos pais estiveram todos debaixo da nuvem e todos passaram pelo mar; todos foram batizados em Moisés, sob a nuvem e pelo mar; e todos comeram do mesmo alimento espiritual, e todos beberam da mesma bebida espiritual; de fato, bebiam de um rochedo espiritual que os acompanhava – e esse rochedo era Cristo -. (1Cor 10, 1-6. 10. 12)
     É lógico concluir que o Padre da Teologia da Libertação não queria falar do Cristo como o Deus que era o rochedo que fornecia água ao povo de Moisés ou que dava forças a Moisés, haja vista que os teólogos da libertação não acreditam no Deus que dá vida eterna e que faz milagres todos os dias em nossas vidas, mas sim no deus-estado que tira de uns e dá para outros em nome da distribuição de renda. Sabe-se onde esse deus-estado desses teólogos conduz: Conduz à pobreza material e espiritual da Venezuela, da China e dos países socialistas que fizeram o holocausto de judeus na Alemanha, de cristãos pelo resto do mundo e de qualquer um que não substitua Jesus pelo deus-estado. 

     Meus leitores: Jesus Cristo é o Deus que existia antes do caos. É aquele que existia antes de qualquer coisa. Jesus é aquele que mandou as dez pragas para libertar o povo judeu da escravidão do Egito, Jesus é aquele que sustentou a mão de Moisés com o cajado que abriu o Mar Vermelho até que o povo judeu passasse. Jesus é aquele que existia antes de qualquer coisa do Universo, que veio nos dizer, em pessoa, como devemos viver e que existirá para todo o sempre. 

     Se algum dia o Planeta desaparecer, será por ação de Cristo e não por qualquer coisa referente ao aquecimento ou desaparecimento da estrela solar por que tudo isso está sob as mãos de Jesus Cristo. É isso que os teólogos da libertação ignoram. Ou melhor: É isso que os padres da teologia da libertação, como representantes do diabo, querem que todos pensem. Isto é: Querem que retiremos a existência de Cristo como o Deus criador de tudo, inclusive da vida, e que transformemos Cristo apenas no Deus dos "excluídos" ou dos mais pobres, o que é uma mentira.

     A Igreja Católica precisa libertar-se da CNBB e da Teologia da Libertação, sob pena de sofrermos muito antes da libertação que o Cristo certamente fará.

domingo, 17 de março de 2019

O QUE É GLOBALISMO EM POUCAS PALAVRAS


Globalismo é uma tentação totalitária de um grupo de poderosos esquerdistas que seriam como deuses responsáveis pelo destino da humanidade.
Globalismo é um governo mundial sem fronteiras nacionais sendo contrário à globalização que é o livre comércio por intermédio das fronteiras nacionais.
Ser globalista é defender um estado mundial socialista e superpoderoso a ponto de estabelecer regras comportamentais para evitar o aquecimento global que é uma grande mentira inventada só para o governo mundial ter um inimigo a combater.
Ocorre que o aquecimento global é uma ideia tão inverossímil quanto a existências de extraterrestes que seriam os inimigos naturais do planeta. Então inventaram as mudanças climáticas, termo mais fácil para esconder as mentiras sempre presentes nas propostas deles.
Os globalistas adoram lutar contra conservadores e contra as tradições dos diversos povos.
Em nome dessa falsa luta, os globalistas defendem a redução drástica da população mundial; defendem aborto indiscriminado; combatem conservadores por que seriam perigosos ao meio ambiente; defendem o rompimento das fronteiras nacionais e a destruição das famílias, principalmente da cristã.
Em suma, globalistas são anticristãos, anticapitalistas, antidemocráticos e representam o que há de pior para o futuro da humanidade.
Autor: Edson Navarro