terça-feira, 17 de abril de 2018

A ditadura chinesa e a repressão aos fiéis católicos chineses facilitada pela administração do Papa Francisco.

O drama dos católicos fiéis: “O Vaticano está vendendo a Igreja Católica na China”
Escrito por Luis Dufaur e publicado em 17/4/2018 na ABIM

O acordo entre a Santa Sé e Pequim é o modelo do novo relacionamento do Vaticano com governos de esquerda no mundo inteiro: Rússia, Ucrânia, América Latina, entre outros.

Em outubro de 2017, diplomatas vaticanos tentaram convencer bispos instituídos canonicamente pela Santa Sé a entregarem suas dioceses a bispos ilegítimos, submissos ao Partido Comunista Chinês. Dom Pedro Zhuang Jianjian, de Shantou (Guangdong), foi convidado por carta a entregar sua diocese a um bispo excomungado. Mas se recusou, declarando: “Aceito levar a cruz por desobedecer”.

Em dezembro, Dom Zhuang foi retirado da sua diocese no sul do país e escoltado até Pequim, limitando-se a polícia a informar que “um prelado estrangeiro” o aguardava. Ficou “sob controle” — leia-se: preso. Apesar de sua idade avançada (88 anos), sua debilidade física e intenso frio em Pequim, foi-lhe negada assistência de um médico ou de um sacerdote.

Conduzido à sede da Associação Patriótica e do fictício Conselho dos Bispos da China — uma espécie de CNBB instituída pelo regime comunista —, Dom Zhuang foi interrogado pelos bispos ilegítimos Ma Yinglin, Shen Bin e Guo Jincai, presidente, vice-presidente e secretário-geral dessa “CNBB chinesa”. Foi também levado perante três representantes da Administração Estatal de Assuntos Religiosos.

Não obtendo os resultados visados, os agentes o conduziram até onde se encontravam o “bispo estrangeiro” e três sacerdotes do Vaticano. O “bispo estrangeiro” era Mons. Claudio Maria Celli, encarregado pela diplomacia vaticana das negociações com o Partido Comunista. Explicou que a Santa Sé deseja um acordo com o governo marxista, mediante a entrega de dioceses aos designados por Pequim, e pediu que Dom Zhuang entregasse sua Sé episcopal ao bispo ilegítimo José Huang Bingzhang, deputado no Parlamento (Assembleia Nacional do Povo). Dom Zhuang manteve sua recusa. Todas estas informações são de AsiaNews em 22-1-18.
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Na foto abaixo: Dom Lucas Li Jingfeng, Bispo de Fengxiang (Shaanxi), faleceu com 95 anos, após sofrer uma vida de perseguições
Uma carta ao Papa Francisco
Enquanto Dom Zhuang era chantageado em Pequim, a delegação vaticana se deslocava até Fujian, no sul do país, para tentar convencer o legítimo bispo diocesano de Mindong, Dom José Guo Xijin, a permitir que sua diocese fosse ocupada por Vicente Zhan Silu, bispo ilegítimo a serviço do regime comunista. Dom José Guo havia passado quase um mês encarcerado antes da Semana Santa de 2017, tendo os agentes do governo feito de tudo para que ele assinasse um documento aceitando “voluntariamente” a imoral proposta.

Após a mencionada tentativa de outubro, o Cardeal Zen, arcebispo emérito de Hong Kong e figura de maior destaque do episcopado chinês, fez chegar a Dom Sávio Hon Taifai, responsável na Cúria Romana dos assuntos chineses, um relatório sobre os brutais fatos. Dom Sávio levou o caso ao Papa Francisco, que prometeu estudar o assunto. O próprio cardeal, em carta publicada por AsiaNews (29-1-18), descreveu as violências que sofrera.

Ficava assim a impressão de que a investida tenderia a arrefecer, mas em dezembro ocorreu a nova pressão policialesca que relatamos acima. Dom Zhuang, em lágrimas, pediu ao Cardeal Zen que levasse ao Papa um relatório, na esperança de que ele interviesse. O cardeal aceitou a incumbência, apesar de recear que o Pontífice pudesse não querer receber a correspondência do prelado resistente.

Doente e debilitado, o cardeal Zen, de 85 anos, viajou de Hong Kong a Roma para chegar na hora da audiência geral do Papa, no dia 10 de janeiro. Ingressou inesperadamente durante a cerimônia, ocupando o lugar reservado aos cardeais. Num momento dramático, pôs a carta nas mãos do Santo Padre, acrescentando que viajara só para isso, e esperava que o Pontífice consentisse em ler a carta.

Rezar em locais não autorizados pelo governo comunista passou a ser crime
O Vaticano não quer um novo “caso Mindszenty”
O cardeal ficou surpreso quando, no mesmo dia, o Papa Francisco mandou chamá-lo para uma audiência privada. Informou que havia lido a carta, e se explicou: “Eu falei para eles [seus colaboradores na Santa Sé] que não criem outro caso Mindszenty!”. O próprio cardeal divulgou esses fatos na citada carta de 29 de janeiro, e concluiu: “Ou se rende ou se aceita a perseguição. Pode-se imaginar um acordo entre São José e o Rei Herodes?”. Perguntado se “acredita que o Vaticano está vendendo a Igreja Católica na China”, respondeu: “Sim, absolutamente”. Segundo o jornal britânico “The Tablet” de 30-1-18, a sala de imprensa da Santa Sé reagiu de modo fora do comum e contradisse as palavras do Cardeal Zen.

Yi-Zheng Lian, professor na Universidade Yamanashi Gakuin, de Kofu (Japão), escreveu no “The New York Times” (8-2-18) que a política do Papa Francisco ante um governo ateu e comunista “não é inteiramente transparente”. Para o “The Wall Street Journal” (2-2-18), a imagem do Pontífice como “defensor dos oprimidos” está ficando sem sentido, e acrescenta que ele não ajuda os ucranianos invadidos pela Rússia, dá as costas aos católicos chineses perseguidos e se alia aos seus algozes. Um grupo de intelectuais católicos influentes de Hong Kong lançou uma petição internacional, visando impedir o iníquo acordo entre a Santa Sé e Pequim (Hong Kong Free Press, 15-2-18).

Simultaneamente, Dom Marcelo Sánchez Sorondo, chanceler das Pontifícias Academias de Ciências e Ciências Sociais, voltou da China afirmando que “os chineses são os que melhor aplicam a doutrina social da Igreja”. O Dr. Samuel Gregg, professor de filosofia política e diretor de pesquisas do Acton Institute, comparou a atual diplomacia do Vaticano com a moda dos anos 20 e 30. E acentuou que nessa época intelectuais progressistas e esquerdistas voltavam de viagem à URSS comemorando com elogios a “primeira grande experiência do comunismo”, enquanto a realidade era bem outra, com muitos milhões morrendo de fome. O escritor comentou as longas declarações de Dom Sánchez Sorondo (argentino muito próximo do Papa) como um sinal de que “a irrealidade e a incoerência reinam no Vaticano” (Law & Liberty, 8-2-18).
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Abaixo, fotos da Igreja Católica de Xinjiang, antes e depois de ser profanada por agentes do regime comunista

Uma nova Revolução Cultural
Em publicação no “The Catholic Herald” (31-8-17), o Pe. Alexander Lucie-Smith, doutor em moral e teologia, perguntou: “Como é possível que o Vaticano negocie com a China, que continua demolindo as igrejas?”. A destruição sacrílega mais recente foi documentada em Yining, diocese de Urumqi, no noroeste do país. Cruzes, estátuas, torres dos sinos, relevos religiosos, cruzes do cemitério e do interior do templo, incluindo a Via Sacra — tudo isso foi destruído. Análogos atentados foram perpetrados contra as igrejas de Manas e Hutubi, na mesma diocese, segundo noticiou UCANews (1-3-18). Em Yining tudo foi destruído enquanto as delegações chinesa e vaticana preparavam um “histórico acordo” para a nomeação dos bispos católicos pelo regime anticristão.

As profanações obedecem ao projeto do ditador Xi Jinping de “achinesar” a Igreja, submetendo-a às políticas do Partido Comunista, e ele o deixou bem claro no XIX Congresso do PC, em outubro de 2017: “A cultura […] deve ser aproveitada para a causa do socialismo, de acordo com a orientação do marxismo”. Acrescentou que a religião deve ter por isso uma “orientação chinesa” e se adaptar à sociedade socialista guiada pelo partido (“The Washington Post”, 18-10-17). O ditador definiu “achinesar” como a obrigatoriedade de “aderir e desenvolver as teorias religiosas, mas com características chinesas”. Um comentário se tem generalizado, enquanto se multiplicam esses episódios de perseguição religiosa: “É uma nova Revolução Cultural”, batizada agora de “achinesar”.

Perseguição religiosa e Igreja clandestina
Essa posição anticatólica de Xi Jinping deve ser avaliada não apenas como uma série de violências de caráter transitório, pois ele acaba de reformar a Constituição comunista, proclamando-se ditador sem prazo de mandato. Estaríamos assim diante de uma nova revolução cultural, cujas características não podem diferir muito do verdadeiro genocídio praticado por Mao Tsé-Tung. No campo religioso, tal revolução implicaria:
Aplicar o princípio da “independência”, significando ruptura com a Santa Sé;
Adaptar a religião à sociedade socialista, transformando-a numa força de propulsão comunista;
Resistir às “infiltrações religiosas do exterior”, banindo os símbolos religiosos, os missionários e as Ordens religiosas vindos de fora.

Assim sendo, já se podem ver com antecipação exemplos do que acontecerá aos católicos chineses, com a nova orientação comunista:
O Cruzeiro, símbolo da Redenção, é qualificado agora como “infiltração religiosa proveniente do exterior”, e foi arrancado com satânico impulso na igreja de Yining;
O princípio de “independência” proíbe rezar, inclusive no interior dos lares. Se a polícia encontrar duas pessoas rezando juntas em sua casa, vai prendê-las e obrigá-las a passar por uma “reeducação”, que implica reclusão num campo de concentração.
Hoje só está permitido o culto nas igrejas registradas na burocracia marxista, e nos horários fixados pelo governo. Um ato piedoso em outro lugar é tido como feito em “local ilegal” e sujeito a prisão, multas, e até expropriação do prédio.
Nas residências particulares, toda conversa religiosa ou oração ficou proibida.
Na porta das igrejas deve ser legível a proibição do ingresso aos “menores de 18 anos”. Crianças e jovens não podem participar nos ritos, receber catequese, instrução religiosa nem preparação para os sacramentos, explicou o Pe. Bernardo Cervellera, diretor da agência AsiaNews (2-3-18), do Pontifício Instituto para as Missões Estrangeiras.

Diplomacia vaticana favorecendo os carrascos
O Partido Comunista ficou como “guia ativo” das religiões. Sob a inspiração suprema de Xi Jinping, dependerá do PC a vida ou morte de qualquer entidade religiosa cristã, para o que não lhe faltará o apoio dos seus amigos do Vaticano, sempre tendentes à concessão. O controle ditatorial e asfixiante está sendo exercido através do medo. No passado recente, os católicos chineses já haviam enfrentado esse medo assassino e o venceram, mas desta vez a diplomacia vaticana se põe do lado dos carrascos.

Há uma renascença religiosa na China. Mais de 80% da população tem religião, e pelo menos uma quinta parte dos membros do Partido Comunista pratica alguma delas em segredo. Incapaz de convencer o povo com as ideias comunistas, o regime recorre a medidas de força. Mas, sendo essas insuficientes, apela para eclesiásticos ligados de um modo ou de outro à “Teologia da Libertação”. Disse um fiel de Urumqi à AsiaNews: “Estou muito triste pelo fato de o Vaticano se rebaixar ao fazer pactos com este governo. Agindo desse modo, ele se converte em cúmplice de quem quer a nossa aniquilação”.
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Fonte: Revista Catolicismo, Nº 808, abril/2018.

sexta-feira, 6 de abril de 2018

IDEOLOGIA. OU: O CONSERVADOR VERDADEIRO NÃO TEM IDEOLOGIA

O conservador considera que recebeu corpo e vida de Deus que o criou uma única vez na matriz que começou com Adão e Eva. Não houve evolução desde a única vez que ocorreu a criação divina do ser humano. 

Sendo assim, todos são iguais por terem a mesma natureza imutável. Então não há razão para que se aceitem sistemas ideológicos que se propõem a mudar o ser humano como é o caso dos sistemas que se opõem ao conservadorismo.

O conservador considera que o ser humano nasceu capitalista e a sociedade é capitalista por que assim é o ser humano. O capitalismo não passa de uma descrição de como todo ser humano se comporta. Não existe homem socialista por que isso é incompatível com a descrição da natureza humana.

Mas quem foi que inventou essa história de que o capitalismo e o conservadorismo são ideologias? Foi Marx e todos os socialistas que não conseguem ver o mundo sem que seja pela viseira da ideologia comunista. Se eles têm ideologia então os outros também têm! É o que pensam. 

A história humana sempre foi a descrição dos humanos que agiram conforme seus instintos, mas teve um marco que ficará para sempre: A vinda de Jesus Cristo que mostrou a todos a igualdade da natureza humana e a necessidade de servir a Deus.

Isto é, o conservador tem história. Toda história humana prova a verdade cristã e prova o comportamento capitalista e conservador do ser humano.

Mas o marxista não tem história, haja vista que o manifesto comunista foi publicado em 1848 e o livro “O Capital” foi publicado em 1865 e todo o passado foi reinventado conforme a viseira marxista.

No entanto, aqueles que não aceitam a verdade dizem que Cristianismo é uma ideologia. Será? Se você está convencido que cristianismo é uma ideologia então você terá que se convencer que carrega os seguintes conceitos: 

1- A verdade é relativa.Mas se a verdade existe então ela é uma só para sempre.

2- Cristo ou Deus não é a verdade. - Isto é, você acha que Deus não existe.

3- Que o homem nasceu a partir do big-bang. Primeiro foi o big-bang e depois, por uma série de acasos fortuitos, houve o aparecimento do ser humano. - Você precisa ter mais fé que o cristão por acreditar nisso.

4- Não há igualdade de natureza humana por que todos foram criados de maneira diferente. - O conservador tem certeza que a natureza humana é igual, mas imperfeita.

5- E, por último, se você acredita que a verdade cristã é uma ideologia, que o conservadorismo é uma ideologia e que o capitalismo é uma ideologia, então você é um comunista e tudo a sua volta deve ser entendido conforme a viseira marxista. 

O conservador é negação da ideologia. Ele não acredita em big-bang. Por isso, conclui-se que o conservador está firmemente convencido que Deus criou o ser humano e que o criou de natureza igualitária, capitalista e conservadora. 

Isto é, o conservador não tem ideologia por que não foi inventado por um ser humano qualquer, mas o socialista, o comunista, o liberalista, o marxista e outros não conservadores consideram que há ideologia no conservador por que não conseguem livrar-se da viseira ideológica marxista.

quinta-feira, 5 de abril de 2018

SITUAÇÃO MILITAR E CONTROLE DAS FRONTEIRAS BRASILEIRAS

Os traficantes de drogas, os membros de máfias e os terroristas entram livremente no Brasil. Se por acaso forem contidos nos portos e aeroportos, então podem entrar livremente pela fronteira terrestre por que as forças armadas brasileiras falham por falta de recursos e de pessoal na fiscalização de 16.145km da fronteira terrestre nacional.

Os governos comunistas do PSDB e do PT não fizeram nada para proteger as fronteiras. Aliás, fizeram o contrário. Ao invés de aumentar os efetivos dando emprego e profissão aos jovens, preferiram diminuir os efetivos militares.

Isto é, havia uma população de 149,4 milhões em 1990 e um efetivo ativo de 296.334 soldados e oficiais. Em 2016, de uma população de 207,7 milhões havia um efetivo ativo de 228.751 soldados e oficiais. Quer dizer, o Brasil que em 2016 deveria ter um efetivo militar 80% superior ao de 1990 (aproximadamente 540.000) tem um efetivo 45% inferior (menos da metade).

Os dados de 1990 foram retirados da Lei 7.150 de 17 de julho de 1990 e os dados de 2016 foram retirados de exposição do Ministro da Defesa Raul Jungmann (Ex-PCB e atual PPS) em 25/11/2016. Na exposição, o Ministro da Defesa estava junto com o Ministro Aloyzio Nunes (ex-motorista do terrorista Marighella (PSDB)). Vejam quem está controlando os militares!

O Governo Temer, por sua vez, aprovou essa nova Lei de Imigração (Lei 13.445/2017) que escancarou as portas de entrada do pior tipo de migrante, bem como reduziu a metade o efetivo de policiamento das fronteiras terrestres. Além disso, os oficiais reclamam do progressivo e quase total sucateamento dos equipamentos militares.

Outro fato é o número de recrutas incorporados a cada ano ao serviço militar obrigatório. Em 2002, aproximadamente 70 mil jovens de 18 anos eram recrutados para o serviço militar, mas em 2018, o número máximo de recrutas foi fixado em 32.000. Esse número máximo não será atingido por contingenciamento financeiro. O policiamento de fronteira também terá os efetivos reduzidos de aproximadamente 24.000 para 11.000 em 2018.

Quer dizer, os governos comunistas de FHC e seguintes até o atual querem destruir a economia, destruir as forças armadas nacionais e eliminar fronteiras. Isso é exatamente um dos propósitos do Governo Mundial comunista que está em estágio adiantado de implantação no Brasil.

O Partido Conservador pretende aumentar vinte vezes o efetivo das forças armadas. Isso empregará grande maioria dos jovens em idade do serviço militar. Aumentará também em vinte vezes a segurança das fronteiras do Brasil.

Os recursos financeiros necessários a isso viriam do fechamento dos ministérios cabide de empregos como os Ministérios da Cultura, Esporte, Meio Ambiente, Reforma Agrária, Funai e muitos outros dentre os mais de trinta que existem atualmente.

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Opinião do Presidente do PACO sobre parlamentarismo e monarquia: GOVERNOS BONS NÃO FAZEM, MAS DEIXAM O POVO FAZER.

Escrevi o livro denominado “Proposta de Constituição de um Novo País Chamado Brasil”. O sistema eleitoral proposto é o de eleição do Presidente por dois anos, sem reeleição, por intermédio do voto dos parlamentares do Congresso Nacional que votariam em um candidato surgido entre os parlamentares.

Sou monarquista e parlamentarista. Considero que o período governado pelo Monarca Dom Pedro II foi o melhor da história do Brasil tanto em liberdade política quanto em liberdade econômica. 

O Brasil era a quarta economia do mundo, bem como era uma potência militar. Basta analisar a Guerra do Paraguai para se concluir sobre o poderio militar brasileiro à época.

A república, que foi um golpe, acabou com a liberdade política, acabou com a liberdade econômica, desestruturou a economia brasileira que hoje está lá pela décima do mundo e, em termos militares, parece que até a Venezuela pode invadir o país e prevalecer militarmente.

Apesar de ser parlamentarista, vejo alguns defeitos no sistema. Por exemplo, a Senhora Ângela Merkel governa a Alemanha desde 2005. Há quatorze anos que aquela comunista, abortista e simpatizante da invasão islâmica governa a Alemanha. Aquilo é uma ditadura travestida de parlamentarismo.

Assim também já ocorreu na França que teve o comunista François Miterrand dirigindo o país por quatorze anos, já ocorreu na Espanha com o socialista Felipe Gonzales, na Inglaterra com o trabalhista (que é socialista) Tony Blair ou com a conservadora Margareth Thatcher. Isto é, o parlamentarismo não está imune às ditaduras.

Por isso, a proposta que está escrita no meu livro "Proposta de Constituição de um novo país chamado Brasil" é parlamentarista, mas o mandato do presidente do Brasil é fixado em dois anos sem reeleição. 

Por que só dois anos? Por que os governos nada fazem. Governos bons são aqueles que não aparecem. Governos bons são aqueles que deixam a economia e a vida florescerem. Governos bons não “fazem”, mas deixam o povo fazer e, por isso, não precisam de mandatos maiores que dois anos. 

Aqueles que querem grandes mandatos com reeleição são os comunistas, mas não é para fazer e sim para se perpetuarem no poder. Dizem que em quatro anos não daria para fazer nada. 

Ora, não daria para fazer nem em oito anos por que governos nunca fazem, mas apenas são necessários para pacificar conflitos entre cidadãos livres.

O Senhor Fernando Henrique Cardoso aliciou com cargos e vantagens os votos dos parlamentares para aprovar a própria reeleição dizendo que precisava fazer mais, mas o segundo período acabou até por desfazer alguma coisa boa que ele, por descuido, tinha deixado que o povo fizesse. 

Se o Senhor Fernando Henrique Cardoso fosse democrático não teria imposto a própria reeleição que acabou por possibilitar a ditadura petista que o povo brasileiro sofre até hoje.

Portanto, deixo o meu recado aos conservadores que se interessam pelo PACO. Somos monarquistas. Queremos a volta da família real de Dom Pedro II porque seus membros são conservadores. Somos parlamentaristas, mas com limitação do mandato do presidente em dois anos.

terça-feira, 3 de abril de 2018

SOBRE EMANCIPAÇÃO DO ÍNDIO, DEMARCAÇÃO DE TERRAS INDÍGENAS, DEMARCAÇÃO DE QUILOMBOLAS

O ser humano é igual. Deus criou o índio, o europeu e o africano ao mesmo tempo e os criou iguais. Portanto, restringir o índio ou o negro de participar com igualdade da vida civil é discriminação praticada por esquerdistas.

Está certo que o português chegou ao Brasil em condições tecnológicas superiores ao índio que aqui já estava, mas isso não o torna um ser humano superior ou inferior ao índio ou ao negro escravizado que veio depois dele.

Portanto, os artigos 231, 232, 216, § 5º e 68 da ADCT da Constituição do Brasil que tratam das questões indígena e quilombola deveriam ser revogados.

Esses artigos submetem e escravizam a vida do índio à Funai – Fundação Nacional do Índio - que os marginaliza e os discrimina. 

Veja o que diz o artigo 8º da Lei 6.001/73 (Estatuto do índio): Art. 8º São nulos os atos praticados entre o índio não integrado e qualquer pessoa estranha à comunidade indígena quando não tenha havido assistência do órgão tutelar competente.

O índio não pode comprar nem uma geladeira a crédito sem autorização da Funai! E há pessoas más que se aproveitam dessa condição do índio colocando-o como mero ser subserviente para invadir áreas rurais cultivadas. Quem faz isso são os esquerdos do CIMI – Conselho Indigenista Missionário - e outras organizações como o MST, por exemplo. 

A emancipação dos índios está na mão do Presidente da República que a pode fazer mediante um simples decreto, como disposto no artigo 11 do Estatuto do Índio:
  • Art. 11. Mediante decreto do Presidente da República, poderá ser declarada a emancipação da comunidade indígena e de seus membros, quanto ao regime tutelar estabelecido em lei, desde que requerida pela maioria dos membros do grupo e comprovada, em inquérito realizado pelo órgão federal competente, a sua plena integração na comunhão nacional.
Portanto, o Partido Conservador, acaso assuma o poder, não fará nenhuma demarcação de terra indígena. Ao contrário, propõe-se o fechamento da Funai.

O direito de propriedade será dado àqueles que tiverem a posse da terra, que foi o caso do Brasil desde 1500. Vocês lembram-se do Tratado de Tordesilhas? Foi um tratado assinado em 1494 entre Portugal e Espanha.

Pelo Tratado de Tordesilhas, a coroa portuguesa só seria dona das terras a Leste da Linha de Tordesilhas que é um meridiano que passa, ao Norte do Brasil, na capital do Pará – Belém – e, ao Sul, passa na cidade de Laguna em Santa Catarina. 

Porém, os portugueses avançaram muito além da linha e incorporaram toda a Amazônia e praticamente todo o Sul e Centro Oeste brasileiro. Os espanhóis, evidentemente, reclamaram tendo a questão sido decidida pelo Tratado de Madrid em 1750. 

Nas discussões do Tratado de Madrid, que versavam sobre de quem seriam as terras ocupadas pelos portugueses a Oeste da Linha de Tordesilhas, quem se destacou foi o Brasileiro Alexandre de Gusmão. 

Ele era um diplomata brasileiro que trabalhava em Portugal. Venceu a discussão alegando o direito de posse. Portugal seria dona de todas as terras a Oeste da Linha de Tordesilhas. Isto é, o Brasil triplicou o território em relação àquilo que teria a Leste de Tordesilhas pelo direito de posse. 

E assim foram e são decididas as questões de propriedades de terra até hoje. Quem tem a posse é dono. Os índios que efetivamente ocuparem as terras receberão o título das terras ocupadas por eles.

Quanto à questão quilombola referente aos negros remanescentes de quilombos que se formaram durante a escravidão, a resolução da questão da terra é da mesma maneira que a indígena: Aquele quilombola que provar a posse receberá o título de propriedade da terra.

segunda-feira, 2 de abril de 2018

CONTRA A LEGALIZAÇÃO DAS DROGAS

Quem já viu pessoas drogadas consumindo crack nas ruas percebeu a tremenda dependência (doença) que acometeu aquelas vítimas. Se pensou um pouco mais na desgraça do drogado viu que a família dele sofre mais que se tivesse morrido um filho.

Mesmo assim, há esquerdos propondo a descriminação do tráfico de drogas alegando que a permissão diminuiria os crimes praticados pelos traficantes e pelos consumidores que furtam seus próprios pais ou pessoas desavisadas para comprar drogas.

Alegam também que seria mais fácil lidar com os danos à saúde, distúrbios psiquiátricos e psicológicos, causados pelo seu consumo do que empregar forças policiais em luta armada a quadrilhas de traficantes enriquecidos pelo comércio ilegal.

Os apologistas da legalização das drogas são esquerdos que sempre mentem para convencer o outro a entrar em desgraça. Parecem o próprio diabo querendo levar alguém para o inferno. 

Imagine você que, em função da descriminação das drogas, eles alegam que a legalização não é a liberação geral do uso, mas sim seria uma regulamentação acompanhada de ações de prevenção com diálogo dentro da família com decisão pelo uso ou não sempre por conta do consumidor de drogas.

Isto é, estão dizendo que quem quisesse ser drogado poderia pedir ao estado que visitasse a família e convencesse (impusesse) a família de que o filho tem liberdade de consumir e que tem também o direito de consumir.

É a mesma coisa que dizer aos pais que seus filhos morrerão ou que os perderão para as drogas, haja vista que o estado está lhe dizendo que "garantiria" o desejo do filho de consumir drogas ou que pagaria a cirurgia de mudança de sexo do filho ou que estariam proibidos de tratar o filho para deixar de ser gay. 

É muito grande a maldade desse pessoal esquerdista. Querem a desgraça completa das famílias e da sociedade só para que tenham poder de praticar políticas assistencialistas ou de simplesmente exercer o poder por intermédio da mentira.

Eles dizem ainda que a legalização das drogas levaria à desmobilização do crime organizado e da rede associada ao tráfico. 

Isso é mentira! O crime organizado, além de outras fontes de renda criminosas como prostituição, furto dos familiares da vítima e encomenda de assassinatos, continuaria a existir muito mais fortalecido e muito mais letal porque teria mais dinheiro advindo do comércio de drogas.

O traficante que vive em cima da desgraça alheia jamais iria querer legalizar-se. Jamais montaria uma farmácia para vender as drogas que hoje são ilícitas, haja vista que seria desmascarado como aquele que pratica o mal.

O Partido Conservador além de propor a mais absoluta perseguição e punição dos traficantes propõe também a criminação do consumidor das drogas ilícitas. A criminação do consumidor facilitaria o combate a esse crime que infelicita todas as famílias brasileiras. 

Não há nenhuma vantagem econômica na legalização das drogas por que nem o traficante é beneficiado, haja vista que se ele não tivesse vida facilitada no tráfico então poderia ser produtivo em outra atividade.