terça-feira, 20 de março de 2018

SOBRE A POLÍTICA DO SALÁRIO MÍNIMO

Quem instituiu o salário mínimo foi o ditador Getúlio Vargas, por meio de uma lei que passou a vigorar no dia primeiro de maio de 1940. Logo em seguida, 1943, veio a CLT que engessou mais ainda a economia de mercado inviabilizando o desenvolvimento do Brasil até os dias de hoje. 

Tanto o salário mínimo quanto a CLT surgiram por conta da estratégia comunista que já existia em 1930. Alegavam que o salário pago à mulher era baixo em relação ao homem. Isto é, já existia aquela estratégia vitimista ou de minorias discriminadas que os esquerdistas usam ainda hoje. 

Porém, de 1940 a 1965, os salários médios de homens e mulheres diminuíram. Isso ocorreu por que os empregadores não tinham mais liberdade de contratar e os trabalhadores eram escravos dos sindicatos e do governo por meio do salário mínimo e da CLT. 

O salário mínimo impede a contratação de trabalhadores por meio período. Prejudica a mulher que quer trabalhar meio período e depois cuidar dos filhos. Impede o trabalho por tarefa e coloca muitas outras dificuldades na geração de emprego e de renda. 

Por outro lado, quando o governo determina o valor do salário mínimo ele funciona como um tabelamento de preços, o que vai contra o principal instrumento do mercado mais eficiente e concorrencial que exige absoluta liberdade dele fixar o preço. 

Se o valor do salário mínimo fixado for alto demais haverá excesso de oferta de mão-de-obra e escassez de demanda — logo, haverá desemprego. Se for baixo demais haverá excesso de demanda e escassez de oferta — logo, pleno emprego, só que com um agravante: caso o governo não estivesse determinando um salário mínimo, os salários médios poderiam ser muito maiores. 

Isto é, a política do salário mínimo não passa de mais uma estratégia comunista ou fascista para destruir a economia e implantar o poder totalitário socialista que depende do empobrecimento da população.

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