terça-feira, 27 de março de 2018

POSIÇÃO DO PACO A RESPEITO DO REGIME MILITAR E UMA POSSÍVEL INTERVENÇÃO HOJE.

João Goulart sucedeu ao Presidente Jânio Quadros em 1961 por que este renunciou. De 1961 até março de 1964, João Goulart tentou instalar a sanguinolenta ditadura comunista no Brasil. Foram justamente os indícios de que ele queria instalá-la que a população clamou pela intervenção dos militares.

Castelo Branco foi eleito indiretamente pelo Congresso Nacional em 10 de abril de 1964, tomou posse em 11 de abril e governou até 15 de março de 1967 quando foi sucedido por Costa e Silva que também havia sido eleito pelo Congresso Nacional em 3 de outubro de 1966.

Castelo Branco não foi ditador. Não prendeu ninguém. Não perseguiu ninguém e permitiu a sua sucessão por eleição do Congresso Nacional. Ele apenas fez a intervenção clamada pela população brasileira que nunca quis a ditadura comunista.

Mas os terroristas daquela época, que eram os mesmos que queriam a ditadura sanguinolenta desejada por João Goulart, praticaram diversos ataques terroristas a partir de 1966. O atentado do Aeroporto de Guararapes em Recife é um exemplo.

Com isso, os sucessores de Castelo Branco (General Costa e Silva e General Médici) foram obrigados a tomar medidas de exceção visando a prender terroristas. 

Por conseqüência desses atos repressivos, a esquerda terrorista, que domina as universidades e as mídias escrita e falada desde aquela época, classificou todo o período que o Brasil foi governado por militares como uma ditadura.

Marco Antonio Villa, um bom historiador do Brasil, no seu livro “Ditadura à Brasileira”, publicado pela Editora Leya, disse que de 2 de abril de 1964 até dezembro de 1968, quando foi imposto o Ato Institucional número 5 (AI-5), bem com de 1979 a 1985, não houve ditadura no Brasil.

Esse historiador disse também que de dezembro de 1968 até 1979 houve ditadura, mas minimizada por eleições em 1974 que elegeu e deu posse a 16 senadores da oposição dentre vinte e dois eleitos.

No entanto, os militares que atuaram no sistema político do Brasil, para evitar a sanguinolenta ditadura socialista, intervieram na economia criando quase uma centena de empresas estatais que acabaram por tornar estado brasileiro mais próximo do estado totalitário socialista.

Além disso, não souberam lutar contra o inimigo do ser humano que trabalha sorrateiramente subvertendo mentes pela guerra cultural financiada pelos globalistas que só lutam pela implantação de ditaduras socialistas. 

Isto é, houve uma intervenção militar em 1964 que afastou temporariamente o perigo, mas que permitiu o inimigo socialista tomando conta das universidades, das redações de jornais, do aparelho estatal de servidores e de empregados públicos de uma maneira tal que, hoje, é praticamente impossível reduzir o tamanho do estado e democratizar o aparelho estatal sem que haja outra intervenção.

Mas isso justifica uma nova intervenção militar? 

Os novos interventores saberão lutar contra os verdadeiros inimigos socialistas? 

Os novos interventores, a exemplo dos militares de 1964 que deveriam ficar por apenas dois anos, mas ficaram até 1985, não ultrapassarão dois anos? 

Por isso, o PACO não é a favor de nova intervenção militar. Acreditamos que é possível lutar pela redução do aparelho estatal até que a democracia volte.

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