segunda-feira, 19 de março de 2018

NECESSIDADE DE DIMINUIÇÃO DA DÍVIDA PÚBLICA

Todo país tem dívida pública. Ela é uma das variáveis das contas públicas. Existe a dívida pública interna e a externa. Infelizmente, a dívida pública nacional está próxima dos R$ 3,5 trilhões, o que exige um altíssimo pagamento de juros sobre juros provocando acréscimo de mais dívida pública. É um círculo vicioso em benefício do governo, mas em detrimento da população. 

A dívida interna ocorre quando o governo gasta mais do que arrecada. Todo governo socialista gasta mais de propósito. Os socialistas jamais buscam o equilíbrio por que o que querem não é o bem estar da população, mas sim o bem estar do governo. Por isso, o governo socialista provoca déficits e depois se financia junto aos credores internos que são, principalmente, os bancos. 

A dívida externa é aquela adquirida quando há déficit na balança comercial. Alguns países até acham vantajoso ter dívida pública desde que seja com base na dívida externa, haja vista que o povo desfruta dos produtos mais baratos vindos do exterior. 

O problema que o Partido Conservador - PACO - detecta no estado atual tem mais a ver com a dívida interna que precisa ser diminuída até um mínimo ou eliminá-la, mas sem deixar de pagar nenhum juro devido aos credores para não espantar o investimento externo. 

Os governos socialistas usam a dívida para aumentar os impostos e aumentar o tamanho do estado tornando a sociedade mais dependente do poder central e, consequentemente, mais socialista. É uma estratégia escrita lá no manifesto comunista. Por isso, propomos diminuir a dívida pública até eliminá-la. 

Na prática, a dívida pública obriga a que todos paguem juros da dívida emitida pelo governo por meio do dinheiro arrecadado via impostos ou da emissão de dinheiro que acaba por desvalorizar a moeda corrente produzindo inflação. 

O governo Temer entrou e já fixou um déficit de R$ 170 bilhões de aumento da dívida pública no primeiro ano. No ano seguinte fixou em 159 bilhões. Socialistas não largam o vício não. 

Não quer diminuir a dívida porque é bom para ele. Se não fizesse isso teria que fechar diversos ministérios, mas perderia votos no Congresso correspondentes àqueles deputados ou senadores que teriam seus apaniguados exonerados dos cargos públicos. 

O Partido Conservador, para diminuir a dívida pública fecharia ministérios inúteis e respectivas autarquias, fundações e empresas públicas, bem como privatizaria ou fecharia grande parte das sociedades de economias mistas: 

Fecharíamos o Ministério da Cultura - Meio Ambiente - Reforma Agrária - Direitos Humanos - Desenvolvimento Social - Ciência e Tecnologia – Turismo – Esporte - Integração Nacional – Trabalho e outros que só funcionam como cabide de empregos públicos. 

Ainda, propomos a Privatização de Petrobrás, privatização ou fechamento dos Correios e de outras empresas com participação de capital do governo. 

Propomos a venda ou fechamento do BNDES que pega nosso dinheiro e dá para a JBF, Odebrecht, OAS e outras bem conhecidas na Lava Jato. Ou seja, tira dos mais pobres e dá aos mais ricos que agradecem e ajudam nas campanhas milionárias sustentadas com dinheiro público. 

Ou seja, a diminuição da dívida pública tem três objetivos: 

a) Quebrar o financiamento das campanhas políticas dos esquerdos, socialistas ou estatistas; 

b) Quebrar a formação do estado totalitário socialista em curso; 

c) Sanear as contas públicas.

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