quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Os fundamentos gerais do Partido Conservador – PACO – são os dez mandamentos de Deus.

No capítulo 20 do Livro Êxodo do Pentateuco da Bíblia, Deus pronunciou todas estas palavras:

1.“Eu sou o Senhor teu Deus, que te fez sair do Egito, da casa da servidão.

2.Não terás outros deuses diante de minha face. Não farás para ti escultura, nem figura alguma do que está em cima, nos céus, ou embaixo, sobre a terra, ou nas águas, debaixo da terra. Não te prostrarás diante delas e não lhes prestarás culto. Eu sou o Senhor, teu Deus, um Deus zeloso que vingo a iniqüidade dos pais nos filhos, nos netos e nos bisnetos daqueles que me odeiam, mas uso de misericórdia até a milésima geração com aqueles que me amam e guardam os meus mandamentos.


3.“Não usará o nome do Senhor, teu Deus, em prova de falsidade, porque o Senhor não deixa impune aquele que pronuncia o seu nome em favor do erro.


4.Lembra-te de santificar o dia de sábado. Trabalharás durante seis dias, e farás toda a tua obra. Mas no sétimo dia, que é um repouso em honra do Senhor, teu Deus, não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem teu servo, nem tua serva, nem teu animal, nem o estrangeiro que está dentro de teus muros. Porque em seis dias o Senhor fez o céu, a terra, o mar e tudo o que contêm, e repousou no sétimo dia; e por isso. o Senhor abençoou o dia de sábado e o consagrou.

5.Honra teu pai e tua mãe, para que teus dias se prolonguem sobre a terra que te dá o Senhor, teu Deus.

6.Não assassinarás.

7.Não cometerás adultério.

8.Não roubarás.

9.Não levantarás falso testemunho contra teu próximo.

10.Não cobiçarás a casa do teu próximo; não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem seu escravo, nem sua escrava, nem seu boi, nem seu jumento, nem nada do que lhe pertence.”


INTRODUÇÃO AOS VÍDEOS SOBRE OS DEZ MANDAMENTOS DE DENNIS PRAGER

O site Tradutores de Direita legendou em português a série de vídeos sobre os Dez Mandamentos (de Deus) da Prager University. Dennis Prager comenta cada um dos mandamentos, levando em consideração os escritos originais (em hebraico) e as versões traduzidas e mais populares, demonstrando como eles são essenciais para a civilização ocidental em vários aspectos, incluindo o político.

Veja o vídeo da introdução no link: http://tradutoresdedireita.org/os-dez-mandamentos-e-a-civilizacao-ocidental-introducao/ 

1º MANDAMENTO

Dennis Prager nos apresenta algumas lições importantes a serem tomadas deste mandamento: a moralidade absoluta, o conceito de monoteísmo ético, a importância e significado de liberdade e o quanto Deus despreza a escravidão.

No caso específico da liberdade, lembra-se que esta ideia é um dos principais pilares dos Estados Unidos da América: a ideia de que “Deus quer que nós sejamos livres”. Alguma semelhança com o discurso de posse de Ronald Reagan em 1980?

Por outro lado, liberdade não é um fim em si, pois um povo que faz o que quiser não pode ser verdadeiramente livre. Liberdade vem do autocontrole moral — como amplamente discutido por Olavo de Carvalho no seu antigo programa True Outspeak, ao analisar a ideologia libertária.

Veja o vídeo do 1º mandamento no link: http://tradutoresdedireita.org/os-dez-mandamentos-no-1/

2º MANDAMENTO

Não terás outros deuses diante de mim.

Muitos de nós não levamos em conta este mandamento, por considerá-lo antiquado. Porém, Dennis Prager mostra que, ironicamente, este mandamento mostra-se mais importante do que nunca, pois a civilização moderna também possui os seus falsos deuses – alguns mais sutis do que outros. Até mesmo coisas universalmente consideradas benéficas, como arte e educação, quando idolatradas, podem inspirar pessoas a fazer o mal.

Por fim, Prager convida o espectador a realizar um experimento mental, que demonstra o quão facilmente nós colocamos, sem pensar, outras coisas como mais importantes que a vida humana. Corroborando o que foi dito nos vídeos anteriores, não devemos ficar muito confiantes na ideia de que os homens sabem discernir o certo do errado, afinal, mesmo quando o conseguem, ainda assim escolhem o errado.

Veja o vídeo do 1º mandamento no link: http://tradutoresdedireita.org/os-dez-mandamentos-no2/

3º MANDAMENTO

“Não carregar o nome do Senhor, teu Deus em vão, porque o Senhor não o terá por inocente.”

Em poucos minutos, Dennis Prager explica como este mandamento é mal-interpretado e corrige esta falha. Como resultado, aprendemos algo fundamental sobre a moralidade absoluta derivada do monoteísmo ético:

Existe um pecado pior do que os outros? Será que Deus considera o roubo de um objeto de escritório igual a um assassinato?

O maior mal de todos é o mal feito em nome de Deus. Muitos descrentes baseiam-se em crimes cometidos por religiosos para desqualificar Deus. Prager mostra que a estes mal-feitores está reservado o maior de todos os castigos, pois Deus não os perdoará.

Veja o vídeo do 1º mandamento no link: http://tradutoresdedireita.org/os-dez-mandamentos-no-3/

4ºMANDAMENTO

Lembra-te do dia do Sábado para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda sua obra. Mas o sétimo dia é o Sábado do Senhor, teu Deus. Não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho ou filha, nem ou teu servo ou serva, nem os seus animais, nem o forasteiro de tuas portas pra dentro.

Este mandamento é pouco considerado até mesmo dentre alguns cristãos. Como resultado disto, perdem-se lições extremamente valiosas, às quais Dennis Prager brilhantemente nos relembra.

De modo geral, o quarto mandamento reforça o desejo de Deus de que os seres humanos sejam livres. Exceto em casos em que seja necessário, a pessoa que escolhe trabalhar durante todos os dias da semana acaba por se tornar escravo de mestres como o trabalho ou o dinheiro.

Todos nós temos, em algum momento, a experiência de ver um ente querido se afastar devido ao trabalho excessivo. Amizades, casamentos e laços familiares são criticamente enfraquecidos por conta desta escravidão. O remédio para este mal está no quarto mandamento e está acessível para todos, independente da sua religião.

Veja o vídeo do 1º mandamento no link: http://tradutoresdedireita.org/os-dez-mandamentos-no-4/

5ºMANDAMENTO

Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias sobre a terra que o Eterno, teu Deus, te dá.

Este mandamento está intimamente ligado com a nossa realidade atual, onde muitos pais “modernos” têm medo de serem vistos como figuras autoritárias, frente aos seus filhos. Ao invés disto, agem como “pares adultos”, buscando apenas ser “amados”, comprando bens materiais ou aprovando incondicional a conduta dos filhos, mesmo quando reprovável. Como resultado, observamos as novas gerações tornarem-se cada vez mais dependentes e incapazes de agirem em situações adversas. “Pais podem querer ser honrados, mas as crianças PRECISAM honrar os seus pais.”

Outro aspecto importante deste mandamento é a importância da família. Torna-se claro como água o motivo de ativistas, intelectuais e políticos de extrema-esquerda buscar, com todas as forças, a destruição da família: ela é a maior arma contra governos totalitários. Governos deste tipo têm como objetivo primário usurpar a tutela dos pais para com seus filhos, para torná-lo submisso apenas ao Estado desde a mais tenra idade.

Por fim, Prager dá a fórmula de como ensinar os seus filhos a te honrarem: crianças aprendem, basicamente, por imitação. Portanto, comece honrando os seus pais, hoje.

Veja o vídeo do 1º mandamento no link: http://tradutoresdedireita.org/os-dez-mandamentos-no-5/

6ºMANDAMENTO

“Não assassinarás.”

De acordo com Dennis Prager, este mandamento é um dos mandamentos mais mal-compreendidos de todos. A razão para isto se dá devido à evolução da língua inglesa, que levou a tradução a ficar desatualizada, visto que a palavra “matar” do Inglês de 1600 equivale à “assassinar” no inglês atual (e hebraico original).

Prager mostra como essa interpretação incorreta leva as pessoas a se apoiarem na Bíblia ao defenderem atitudes imorais, como o pacifismo. Lembramos a distinção fundamental feita por Olavo de Carvalho entre o ser pacífico e o ser pacifista, onde o primeiro vê na violência um meio de ação que deve ser usado apenas em última instância, enquanto o segundo acredita que a violência não deve ser utilizada em nenhuma circunstância. Esta atitude é intrinsecamente imoral, pois, para que o mal vença, basta apenas que o bem não o combata.

Embora Prager não tenha comentado especificamente sobre isso, nós conhecemos outro engodo que é embasado nesta tradução errônea do sexto mandamento: o desarmamento. Em minutos, fica provado que esta defesa não é somente equivocada, mas imoral.

Porém, nem por um momento, nos enganamos a ponto de acreditar que este argumento é sincero (apesar de equivocado). O desarmamento compõe uma estratégia de escravização de uma nação. O governo ditatorial (ou aspirante a) simultaneamente viola o direito de um indivíduo de defender a sua vida e enfraquece as forças de segurança pública, colocando a população de joelhos, frente à violência que este próprio governo fomenta. Esta é a estratégia responsável pelos mais de 50 mil homicídios anuais no Brasil e o fim do desarmamento compõe a solução deste problema.

Veja o vídeo do 1º mandamento no link: http://tradutoresdedireita.org/os-dez-mandamentos-no-6/

7ºMANDAMENTO

“Não adulterarás.”

Prager comenta neste vídeo que, enquanto a maioria das pessoas acredita que este é o mandamento mais difícil de honrar, quando não o cumprimos trazemos consequências devastadoras para a sociedade. Todos os membros da unidade familiar – pai, mãe e filhos – têm as suas vidas afetadas pelo pecado do adultério. Prager explica que a família é a base da sociedade e por isso é impossível construir uma sociedade saudável sem que a família seja protegida.

Embora as causas particulares que possam nos levar à tentação de violar este mandamento não devam ser menosprezadas, é notável a narrativa implantada na sociedade ocidental (a carne é fraca, a vida é curta, casamentos nunca dão certo), que exclui por completo do processo o poder de decisão do indivíduo que, dentro de uma visão do que é moral e necessário, deve escolher lutar contra o seu instinto. Nas palavras de Salomão, “Melhor é o que domina seu espírito do que o que toma uma cidade” (Pv 16:32).

Veja o vídeo do 1º mandamento no link: http://tradutoresdedireita.org/os-dez-mandamentos-no-7/

8º, 9º e 10º MANDAMENTO

8-“Não roubarás.” (9-Não dirás falso testemunho. 10-Não cobiçarás o que for do próximo)

Prager mostra que existe uma tese de que este é o único mandamento que engloba todos os outros mandamentos. Esta tese é tão verossímil que até o comediante George Carlin, um popular crítico da Bíblia, dedicou parte do seu show para falar sobre isso, reduzindo os Dez Mandamentos a apenas um mandamento: ”Serás sempre honesto e fiel.”

Assim como no caso do 3º e 6º mandamentos, outra falácia anticristã é desfeita pela explicação de Prager: a alegação de que a Bíblia defende abertamente a escravidão, no sentido atual da palavra, é falsa, sendo proveniente de um desconhecimento do significado das palavras à época ou de má-fé do crítico. É interessante observar como um mínimo de aprofundamento sobre estes mandamentos são suficientes para destruir os argumentos anticristãos mais populares.

Por fim, somos desafiados a olhar para dentro de nós mesmos, ao notar que existem modalidades mais sutis de roubo (alguns considerados como “crimes sem vítima”): humilhação, calúnia, fofoca e pirataria. O desafio de evitar estas condutas e grandes e a nossa natureza imperfeita torna a falha mais provável do que gostaríamos de admitir. Esta é a realidade bruta que muitos procuram ignorar, mas que reforça a religião cristã como pilar de uma sociedade estável e próspera.

Veja o vídeo do 1º mandamento no link: http://tradutoresdedireita.org/os-dez-mandamentos-no-8/

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