domingo, 3 de dezembro de 2017

O Brasil está numa encruzilhada perigosa: Você quer liberdade e segurança, mas os esquerdistas querem fome, miséria, opressão e morte.

domingo, dezembro 03, 2017 por Aluizio Amorim

No momento em que a Folha de S. Paulo publica a última pesquisa do ano de 2017, sondando as preferências neste momento dos eleitores brasileiros no que tange às pré-candidaturas presidenciais é muito importante que se faça uma reflexão definitiva.

O resultado dessa pesquisa não traz qualquer novidade. Os números se repetem. Lidera a pesquisa um condenado em um dos processos abertos contra ele na esteira da Operação Lava Jato.

Ele tem o apoio de todos os partidos esquerdistas e da grande mídia e de seus jornalistas a soldo, como também dos astros do show business e dos ditos "intelectuais". Incluem-se no rol de partidos esquerdistas o PMDB que nasceu acoitando comunistas de todos os matizes além de terroristas aos quais ofereceu os meios para sua fuga ao exterior durante o regime militar. Boa parte do velho PMDB hoje está no PSDB e em mais uma miríade de partidos nanicos vermelhos.

Há sem dúvida no ar o que se convencionou denominar de “golpe eleitoral” a ponto do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fazer tábula rasa de uma decisão do Congresso Nacional que aprovou uma lei que determina a troca das urnas velhas, ultrapassadas e suscetíveis de fraudes por novas de última geração que emitem um voto impresso destinado a permitir uma auditoria.

Esse golpe eleitoral está sendo tramado pelos mesmos agentes comunistas que foram derrotados em 1964 e/ou seus epígonos. Eles sempre estiveram unidos mas, desta feita, estão mais unidos do que nunca. Se nos idos dos anos 60 do século passado a grande mídia estava dividida entre entre apoiadores dos comunistas e seus contrários, desta feita a guerra cultural marxista se encarregou de equalizá-los. Todos são comunistas desde criancinhas, tornando-se peças fundamentais do establishment que luta desesperadamente para impedir a libertação do Brasil e dos brasileiros do jugo comunista. O que aconteceu de roubalheiras e corrupção - e que continua acontecendo - é parte da estratégia golpista.

O Brasil está em frangalhos justamente pela ação do movimento comunista hoje em dia o principal braço operador do globalismo, uma versão edulcorada do terror e da opressão. Na Venezuela já conseguiram fincar suas garras. Mas a cereja do bolo é o Brasil, que está entre os maiores países do mundo.

Neste momento estamos a meio termo do processo de comunização do Brasil. Numa espécie de nó que não ata nem desata. Mas não há dúvida de que uma eventual vitória de um dos candidatos do establishment sobrevirá na segunda parte o esquema de dominação comuno-globalista, ou seja, um regime opressivo de viés cubano, um mar de rosas para os ladravazes do erário e um inferno para a maioria dos brasileiros.

O ponto fora da curva e que nem de longe era contemplado pelo establishment chama-se Jair Messias Bolsonaro. Portanto, o establishment faz de tudo para tritura-lo. Por isso mesmo, a eleição Presidencial de 2018 definirá o nosso futuro: a liberdade ou a opressão, a fome, a miséria e a morte. Como aconteceu há 100 anos na ex-União Soviética e depois em todos os países em que o socialismo fincou sua garras. O exemplo mais recente é a Venezuela, um país que já ostentou a quarta renda per capita do planeta!

Ilustrando acima esta postagem um vídeo veiculado pela Embaixada da Resistência em sua página do Facebook para que os leitores reflitam. Faz um rápido inventário do que foram e continuam sendo capazes os comunistas que no momento brincam de “diversidade bundalelê”, espécie de carnavalização da política. Uma vez no poder eles mostram a sua verdadeira face. 
A Embaixada da Resistência que postou o vídeo acima, deixa também um recado curto e grosso. Afinal, isto não é brincadeira, muito menos uma "teoria da conspiraração". É uma guerra! Leiam:
"Comunismo é a ideologia mais mortífera jamais concebida pela humanidade" - Por vezes é bom recordar aquilo que a grande maioria das pessoas ainda não foi capaz de interiorizar.
Sendo que alguns respondem em tom solene e plenos de tranquilidade:
- "Teve que ser, era uma revolução".
Como se a palavra "revolução" justificasse automaticamente a morte de milhões de inocentes e como se o nazismo ou o fascismo não fossem também eles DECLARADAMENTE movimentos revolucionários.

PS - Quando até a televisão estatal russa (RT) publica isto é porque o assunto é sério...

Postado por Aluizio Amorim às12/03/2017 03:52:00 AM no Blog do Aluizio Amorim

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