domingo, 31 de dezembro de 2017

Feliz 2018 com muita evolução individual e progresso material


A figura é a representação dos Sete Pecados Capitais por Bosch
Fonte: Wikipedia

Os homens nascem iguais entre si. Daí, a cada dia que passa, são influenciados pelos mais variados ambientes e se tornam diferentes a ponto de um considerar-se melhor que outro e assim começam os conflitos que podem ser controlados pelo estado, mas não com imposições de perda de liberdade ou de mudança da natureza humana. 

A mudança, percebida a partir do primeiro dia de vida, ocorre em cada um. Isto é, você pode mudar sua personalidade a cada vez que conhece uma idéia, um objeto, uma pessoa ou que você mesmo invente algo novo. No entanto, você não muda sua natureza humana. Por isso, o indivíduo que mudou de favelado a milionário não pode querer que seu filho nasça com as características que foram adquiridas pelo pai ao longo da vida. Vale a quase regra: Pai rico, filho nobre e neto pobre. 

Depois do nascimento, a evolução individual passa pelas situações de amor e ódio misturados com os pecados da avareza, luxúria, preguiça, ira, soberba, gula, inveja, ganância e outros defeitos ou virtudes que mudam aquele ser que, ao nascer, tinha todos os instintos básicos do ser humano, mas era inocente e despreparado para viver e para se reconhecer como filho de Deus. 

O erro (mais provável que seja má fé pelo poder) dos evolucionistas, progressistas, socialistas, ambientalistas e outros é pretender que a evolução individual torne-se evolução coletiva. Esses indivíduos não conservadores pensam que o estado pode criar um novo homem que viveria mil anos, não precisaria de sexo para se reproduzir e que nunca mais haveria humanos portadores dos pecados originais do recém-nascido. 

Discordo dessa visão evolucionista, pois prefiro acreditar que o homem foi criado por Deus a acreditar que o homem veio do macaco. O que desejo aos que me leem é evolução individual, progresso material coletivo, riqueza e felicidade advinda de reconhecer que não estamos livres dos pecados originais e que devemos pedir perdão a Jesus Cristo e não ao estado, haja vista que este elabora leis para nos tirar a liberdade e a vida. 

Portanto, nesse ano que inicia e nos próximos, desejo que você reconheça sua natureza imutável criada por Deus. Uma natureza que pode evoluir individualmente, mas que precisa, antes do final da vida, reconhecer a filiação divina. Isso significa que você deve lutar por mudanças em você mesmo, mas não nos outros. A mudança imposta aos outros pelo estado nunca ocorre por que este não é doador de nossa vida e nem de nossa liberdade. 

Vida e liberdade são atributos que ganhamos e conquistamos seguindo os dez mandamentos da vida, da liberdade, da riqueza e da felicidade escritos por Deus nas tábuas de Moisés.

Feliz 2018!

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