terça-feira, 28 de novembro de 2017

A ditadura comunista chinesa foi assumida por um novo ditador. Ao contrário do que os áulicos dizem, a pobreza aumentará na mesma proporção do aumento do poder do estado comunista. É quase o mesmo que o inferno na terra.

Escrito por Luis Dufaur e publicado no Blog Pesadelo Chinês
Xi Jinping 'o próximo imperador(The Economist, outubro 2017).  Entre as nomenklaturas comunistas e o alto capitalismo há curiosas consonâncias
Xi Jinping 'o próximo imperador(The Economist, outubro 2017).
Entre as nomenklaturas comunistas e o alto capitalismo há curiosas consonâncias






Encerrou-se em Pequim a teatralização quinquenal máxima do XIX Congresso do Partido Comunista Chinês. O telão do teatro já baixou.

Como de praxe, as políticas que regerão a China nos próximos anos e as verdadeiras decisões já haviam sido tomadas antes. 

A peça, encenada por 2.300 figurantes ou “representantes do povo”, foi executada ao pé da letra. Um só erro poderia acarretar a execução do infeliz discordante do coro.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

A maioria silenciosa, estúpida ou oportunista, ao fugir do debate político, é a principal responsável pelo estado de calamidade em que se encontra o Brasil.

A MAIORIA SILENCIOSA, ESTÚPIDA E OPORTUNISTA, AO FUGIR DO DEBATE POLÍTICO É A PRINCIPAL RESPONSÁVEL PELO ESTADO DE CALAMIDADE EM QUE SE ENCONTRA O BRASIL.
Escrito e publicado por Blog do Aluizio Amorim
A página Embaixada da Resistência está entre as melhores no Facebook no que refere ao debate político. E o "Embaixador" desta feita foi direto ao ponto. Escreveu um texto em que analisa o dito "apolítico", ou seja, aquele tipo que abre a bocarra para afirmar que não tolera a política. Outros desse tipo, mais matreiros, simplesmente nem sequer pronunciam a palavra política. Fogem do debate político como o diabo foge da cruz.

Viver é um risco permanente, afinal bactérias, virus e outros migro-organismos patogênicos podem levar um cidadão sadio para o cemitério. Mas pior do que esses males invisíveis que a intervenção médica ainda pode mitigar são os políticos, mormente aqueles ditos de "esquerda" ou ainda outros que mesmo não rezando pela cartilha vermelha os toleram pelo seu silêncio oportunista. Afinal, exemplos no Brasil desses gêneros de sub-cidadãos, rematados boçais, abundam. E, por isso mesmo, deu no que deu. O Brasil está no vinagre, ou melhor, os brasileiros em sua esmagadora maioria estão à deriva num mar revolto de corrupção e roubalheiras.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Hitler era um esquerdista. Irmão siamês dos comunistas. O ódio dele era o mesmo ódio dos comunistas. Veja como a extrema esquerda atual está voltando com o maior ídolo deles: Hitler

Escrito e publicado no Blog do Aluizio Amorim 
Mais um vídeo traduzido pela sempre sensacional Embaixada da Resistência. Afinal, resistir é preciso. No desenho animado com duração de pouco mais de 5 minutos que está aí acima é possível matar a charada, como se diz na gíria.

Hitler retorna ao século XXI e jura de pés juntos que não é mais nazista, mas que se transformou num arauto da "diversidade", conceito estranho e ao mesmo tempo aplicável a qualquer área do conhecimento, indo da "diversidade bundalelê" que nega a distinção entre os gêneros masculino e feminino (diversidade sexual) até o denominado "multiculturalismo" ou "diversidade cultural".

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

É melhor "Jair se acostumando" vira tema do cancioneiro popular sulista na voz do cantor e compositor catarinense Jucemar da Silva.

"É MELHOR 'JAIR' SE ACOSTUMANDO" VIRA TEMA DO CANCIONEIRO POPULAR SULISTA NA VOZ DO CANTOR E COMPOSITOR CATARINENSE JUCEMAR DA SILVA.
Escrito e publicado no Blog Aluizio Amorim
À medida em que o tempo vai passando célere rumo a 2018 a pré-candidatura presidencial do deputado Jair Messias Bolsonaro vai rasgando fronteiras e se espraia pelo Brasil inteiro. Esta é uma verdade insofismável.

Tanto é que que inspirou um artista catarinense compositor e intérprete da música popular regional do Sul do Brasil. Trata-se de Jucemar da Silva, de Araranguá, cidade do extremo-sul de Santa Catarina, que compôs e acaba de gravar "É Melhor Jair se Acostumando".

O título da música é o grito de guerra dos apoiadores do presidenciável baseado no seu primeiro nome "Jair", junção do advérbio 'já' com o verbo 'ir'. Como podem reparar a letra da música resume em versos o estado de degenerescência moral, política e econômica em que o desgoverno do PT mergulhou o Brasil e que veio à tona após a descoberta do 'petrolão' pela Operação Lava Jato.

E, como não poderia deixar de ser, o refrão da música adverte: "É melhor já ir se acostumando/ Bolsonaro/ está chegando pra fazer o Brasil mudar/ É melhor já ir se acostumando/ Bolsonaro está chegando/ e o Brasil vai melhorar.

sábado, 11 de novembro de 2017

ANTIFA: Grupo radical comunista - A origem da organização pode ser rastreada a partir da ‘frente unida’ da Internacional Comunista da União Soviética

Antifa: a origem comunista do grupo radical
Escrito por Joshua Philipp, 11 de novembro de 2017 - 18:20:44, publicado no Mídia Sem Máscara
Membro do grupo radical Antifa vandaliza fachada de uma loja em Nantes, na França, em 14 de fevereiro de 2014. (Frank Perry/AFP/Getty Images)

O grupo extremista anarco-comunista Antifa esteve presente nas manchetes devido aos recentes confrontos violentos em Charlottesville, na Virgínia. No entanto, embora a organização tenha sido aplaudida por alguns meios de comunicação de esquerda por incluir nacionalistas brancos e neonazistas em sua lista de alvos, a organização nem sempre combateu o fascismo, como afirma.

A organização era anteriormente parte da frente de operações da União Soviética para implantar uma ditadura comunista na Alemanha, e que rotulou todos os partidos rivais como ‘fascistas’.

domingo, 5 de novembro de 2017

Regalia, crueldade e falsidade são os três traços do movimento revolucionário socialista que sangrou a Rússia, Alemanha, Cuba, Venezuela e que avançam no Brasil.

TRÊS FACES DA REVOLUÇÃO
Escrito por Plinio Corrêa de Oliveira e publicado na ABIM
Como sucessivas vezes temos exposto em Catolicismo, a explosão protestante do século XVI, a Revolução Francesa, a Revolução comunista constituem como que as três fases de um imenso movimento, uno pelo espírito, pelos objetivos e até pelos métodos.

Na figura de três de seus chefes, a secção “Ambientes, Costumes, Civilizações” procura fazer ver hoje alguns dos traços de alma desse movimento, isto é, algo do espírito da Revolução.
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No retrato de Lutero morto (quadro de Lucas Fortnagel, Biblioteca da Universidade de Leipzig), uma análise detida revela, na grosseria dos traços, a nota característica do demagogo cheio de si, do arruaceiro cuja pregação tantos erros e tanta revolta espalhou, e tanto sangue fez verter. Mas a impressão que salta desde logo aos olhos, e se torna definitiva no espírito do observador, é a sensualidade, o amor exagerado aos regalos de toda ordem, que provoca já no primeiro olhar uma sensação confrangedora.
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Em Robespierre,cuja máscara mortuária conservada no Museu Tussaud aqui reproduzimos, o que se exprime principalmente é o ódio. Um ódio tão profundo, tão avassalador, que, sem ter abolido a sensualidade, constitui a nota dominante da fisionomia. Esses lábios cerrados para sempre parecem entretanto ainda destilar algo das pregações de violência e de morte da era do Terror. Esses olhos que já não veem parecem conservar uma expressão de ódio viperino. A fronte abaulada dá a sensação de ainda ruminar peças oratórias incendiárias e planos de subversão. Ele todo não é senão ódio igualitário, tanto no plano especulativo como no militante, desejo imenso de destruir tudo quanto, a qualquer título, lhe é superior.
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O terceiro clichê apresenta Ernesto “Che” Guevara, o argentino transplantado para Cuba, que exprime tão autenticamente o cunho marxista da revolução cubana.

Os cabelos, que parecem não ser de há muito nem cortados nem lavados, um bigode ralo e esfiapado cujas extremidades acabam por se unir a uma barbicha de contornos incertos, formando tudo para o rosto uma só moldura de desalinho e desordem, causam repulsa instintiva, mas visam despertar uma impressão de naturalidade e despretensão, levada ao extremo.

De sua parte, o olhar, de uma luminosidade incomum, e o sorriso procuram dar uma certa idéia de bonomia e afabilidade um pouco mística.

Este homem dulçuroso é um dos suportes do regime do “paredón” onde tantas vítimas têm sido cruelmente imoladas. Do regime que esta movendo contra a Igreja uma perseguição inteiramente do estilo de Robespierre ou de Lenine.
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Se a fisionomia de Lutero exprime sobretudo a avidez dos prazeres do corpo, e a de Robespierre sobretudo o ódio igualitário, a de “Che” Guevara representa uma das máscaras mais recentes da Revolução, isto é, a bonomia insincera, a velar a pior das violências.
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Fonte: Catolicismo, Nº 121, Janeiro/1961

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Cremação: indício da atual descristianização

Cremação: indício da atual descristianização
Postado por Nelson Ribeiro Fragelli na ABIM
Georges D. era aposentado, gozava de boa pensão e possuía atraente cultura. Bom observador, sua acuidade penetrava a realidade dos acontecimentos, degustava-a, e, ao narrá-la, integrava seus interlocutores na cena descrita. Quem o ouvia tinha a impressão de ter participado no evento narrado.

Os amigos renunciavam ao teatro ou ao futebol para estar num domingo à tarde com ele. Francês de velha estirpe burguesa, Georges manejava com naturalidade e despretensão a arte da conversa. Nascido e criado na Lorena, próximo da fronteira alemã, começara ainda moço sua carreira de engenheiro de minas, durante a Segunda Guerra Mundial.

Sobreviveu aos dias de provação que se seguiram ao conflito mundial. As dificuldades lhe ensinaram a distinguir as situações e a conhecer as mentalidades. Este conhecimento era o sal de sua conversa. Embora casado havia mais de 50 anos, sua esposa Jeanne também não se cansava de ouvi-lo. Ele era de fato interessante.

Georges faleceu. Não houve enterro – fato que estranhou os amigos, embora ninguém dissesse nada. Houve cremação. Expedita, com orações ecumênicas gravadas em fita magnética e música New Agebanhando com gotas de inquietante mistério aquela despedida. Nenhum ritual piedoso, embora ele e a mulher fossem católicos. Nunca se soube qual dos dois optou pela cremação.

Jeanne depositou as cinzas do marido dentro de uma caixa em forma de livro e “arquivou-a” em sua estante, acima da televisão, na sala de visitas, entre seus volumes de arte culinária. Quem quisesse fazer uma oração ou levar uma flor à sepultura do amigo, relembrar as conversas com ele, as tardes de domingo passadas juntos, seus ditos, a subtilidade de suas observações, não podia.