quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Geoffrey Leonard Cheschire ou Barão de Cheschire foi um valoroso militar inglês da 2ª Guerra que pesquisou, procurou e encontrou Cristo na Igreja Católica

Militar audaz, altamente condecorado, converteu-se ao catolicismo
Escrito por Plinio Maria Solimeo na ABIM em 24 de outubro de 2017.
Geoffrey Leonard Cheschire [foto] foi um dos homens mais destacados de sua geração. Militar audaz e admirado na Segunda Guerra Mundial, ele se tornou o mais jovem capitão de grupo da Royal Air Force e um dos pilotos dessa guerra mais altamente condecorados. Entre as honras recebidas, está a Cruz da Vitoria — a mais alta condecoração concedida em toda a Comunidade Britânica por bravura em combate. Ateu, ele se converteu à fé católica e fundou várias obras de caridade.

O capitão Leonard Cheschire, Barão Cheschire desde 1991, nasceu no dia 7 de setembro de 1917 em Chester, no Reino Unido, oriundo de uma família acomodada e de alto nível intelectual. Seu pai, Geoffrey Chevalier Cheschire, era importante jurista que contribuiu de forma notável para a renovação do direito mercantil britânico.

Graduado em jurisprudência pela Universidade de Oxford em 1939, certa vez Leonardo apostou uma cerveja com um amigo, de que seria capaz de caminhar até Paris (excetuando-se o Canal da Mancha) somente com alguns centavos no bolso. E ganhou a aposta. Outra vez, em 1936, em visita à Alemanha, quis assistir a um comício de Hitler, e escandalizou a muitos por não querer fazer a saudação nazista.

Quando a Segunda Guerra Mundial se aproximava, a RAF (Royal Air Force) recorreu aos campos universitários, para formar pilotos fora de seus quadros. Cheschire alistou-se no esquadrão de sua escola, qualificando-se logo como piloto na Força de Voluntários da Reserva da RAF, em abril de 1937. Promovido três anos depois a oficial aviador no Esquadrão 102, ele participou da Batalha da Inglaterra quando a RAF, em inferioridade numérica diante dos incessantes bombardeios da Luftwaffe, soube aproveitar-se dos erros do inimigo para impedir a invasão do país.
Após bombardear as instalações alemãs perto de Hamburgo, a perícia demonstrada por Cheschire ao voltar à sua base com um avião inteiramente avariado, mereceu-lhe a Ordem do Serviço Distinguido. Ele a receberia em três outras ocasiões, além da Cruz do Serviço de Voo.

Promovido a líder de esquadrão, ordenou a realização de diversas melhorias no Esquadrão 76 da RAF, sob o seu comando, a fim de levantar o moral da unidade. Inspirava tal confiança em seus subordinados, que eles exclamavam: “Somos os pardais de Cheschire”.

Depois de muitos atos de bravura e heroísmo, em julho de 1944 Cheschire recebeu a máxima distinção militar britânica — a Cruz da Vitória —, “pela valentia e determinação de um chefe excepcional”. Ele cumpriu ao todo 102 missões de voo, e sua liderança no mítico Esquadrão 617 — um dos que arrasava as rampas de lançamento dos famosos misseis V1 e V2 alemães — tornou-o uma legenda.

Em junho de 1941 ele se apaixonou por uma atriz americana mais velha do que ele 21 anos, com quem se casou. Como ambos eram ateus, o casamento foi só no civil. Isto deu ensejo a que mais tarde, com o fracasso dessa união e sua conversão à Religião católica, ele se casasse em abril de 1959 na catedral católica de Bombaim (Índia) com Sue Ryder [ao lado foto do casal], também uma convertida ao catolicismo. Eles tiveram dois filhos.
Embora em sua infância Cheschire pertencesse à Igreja da Inglaterra, ele se tornara ateu na juventude. Em 1945, durante uma conversa em um clube de Londres, ele chegou a afirmar que era um absurdo crer na existência de Deus. Alegava que foi o homem quem O inventou para explicar a voz de sua consciência.

Em sua 103ª missão, Cheschire foi como observador ao bombardeamento nuclear de Hiroshima. A violência que presenciou com a bomba atômica levou-o a ter duvidas sobre o futuro da civilização. Queria então fazer algo por ela. Por isso, pouco depois, embora sendo o capitão mais novo da RAF, decidiu abandonar o serviço ativo, alegando razões médicas.

Cheschire começou então a dedicar-se a obras filantrópicas, auxiliando especialmente os ex-combatentes que se encontravam em necessidade. Isso desfechou na criação das Casas VIP, acrônimo do latim Vade in Pace, residências que ajudariam antigos combatentes a começar uma nova vida. Ele foi auxiliado nessa inciativa por Joan Botting, viúva de outro piloto.

Considerando que suas obras ficariam sem sentido se não as amparasse um ideal mais elevado, com a ajuda dessa viúva começou a investigar muitas religiões, entre elas os Adventistas do Sétimo Dia, os Metodistas, a Alta Igreja Anglicana, à procura de uma resposta. Mas não encontrou nelas nenhuma resposta que o convencesse.
Foi então que um ex-combatente da Segunda Guerra lhe pediu um local para morar, enquanto se restabelecia de uma cirurgia. Ao saber que o doente tinha um câncer terminal, Cheschire dedicou-se a ele. E vindo depois a falecer, cuidou de seu funeral. Esse ato de caridade lhe abriu o caminho para a fé, pois nessa ocasião conheceu o livro Um Senhor, uma Fé, escrito por um ex-pastor anglicano convertido ao catolicismo, que afirmava: “Eu não pude resistir à reivindicação da Igreja Católica de ser a única verdadeira Igreja fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo para guardar e ensinar a verdade. Só Ela possui a autoridade e a unidade necessárias para essa vocação divina”. Ao ler essas palavras, Cheschire procurou instruir-se na Religião católica, sendo nela recebido na vigília de Natal de 1948.

Ao ingressar na Igreja católica, Cheschire encontrou o sentido para suas obras. Fiel a Jesus Cristo, dedicou os 44 anos seguintes de sua vida a tornar mais suportável a existência daqueles que sofriam alguma deficiência. Daí surgiu a maior estrutura assistencial britânica para deficientes, excetuando o serviço de saúde publica.

Tornado barão de Cheschire em 1991, Leonardo Cheschire faleceu no dia 31 de julho do ano seguinte, aos 74 anos de idade, vendo sua obra irradiar-se por 50 países.
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sábado, 21 de outubro de 2017

Estatística dos furacões nos EUA: Eles jamais foram resultado de algum aquecimento global (aquecimento global não existe)

Furacão Harvey atinge o Texas

O último período estival no Golfo do México foi, como todos os anos, marcado pelos furacões. 

O fenômeno é cíclico e muito bem conhecido pela população e, a fortiori, pelos cientistas. Há até um método alfabético especial para ir lhes atribuindo um nome em série.

Neste ano houve alguns furacões poderosos. Também foi cíclica a demagogia ecologista.

No dia 28 de agosto em Politico, o climatólogo Eric Holthaus se erguia como profeta do Apocalipse com argumentos assaz repetidos: “O Harvey é o rosto da mudança climática, chegou a hora de abrir os olhos e nos preparar para o mundo que está vindo”, dramatizou.

Se for a julgar pelos furacões, o “mundo que está vindo” será igual àquele em que vivemos desde que o homem existe: nos próximos verões teremos furacões semelhantes aos dos anos passados.

Alan Reynolds, do Cato Institute e ex-diretor de pesquisa econômica no Hudson Institute, sublinhou o bafo de ignorância que infecciona o alarmismo, em artigo reproduzido por Newsweek

Reynolds recomendou aos ambientalistas exageradores que em vez de cobrar dos outros a abertura dos olhos se esforcem em fechar a própria boca para conter as tolices.
Desastres naturais por ano: estabilidade nos eventos, oscilações nas vítimas, diminuição dos danos. 

Nenhum agravamento
Atribuir culpas à “mudança climática” sem olhar para os fatos é típico daquilo que o filósofo Karl Popper chamou de “pseudociência”.

A teoria que não pode ser testada não é ciência. Exemplos arquetípicos de “pseudociência” segundo Popper são o comunismo e a psicanálise.

Reynolds também passou em revista outros profetas de desgraça que sempre que faz mal tempo, o atribuem a mudança climática.

Mas nunca fazem o mesmo quando temos bom tempo.

O perito do Cato Institute observou que as chuvas trazidas pelo Harvey – apresentadas como sinais da morte futura do planeta – são estatisticamente indistinguíveis das do furacão Amélia, de há 48 anos.

O aumento da temperatura das águas do Golfo do México tampouco diz nada a respeito de um aumento global da temperatura dos mares ou de intensificação dos furacões. É só matéria de fé de profetas sem provas. 

Desde 1998 a 2012, houve quatro grandes estudos para medir a temperatura da superfície dos mares. Dois concluíram um “fraco aquecimento” e outros dois um “esfriamento coincidente com o estancamento da temperatura da superfície global”, diz Reynolds. Nada relevante

Reynolds conclui com simplicidade: o clima é altamente mutável. É impossível atribuir um furacão ou uma enchente a uma ligeira mudança de temperatura. 

“Que o furacão Irma nos sirva de lição!”, bramou o Ministro francês da Transição Ecológica, Nicolas Hulot. “A força de negar a realidade, ela vai nos pegar e nós não estamos prontos para isso”, disse para completar as banalidades reproduzidas por “Le Parisien”. 

Hulot é um velho agitador ambientalista, mas o cada vez mais desprestigiado presidente francês Emmanuel Macron, nomeou-o ministro do meio ambiente.

Hulot falou de balanços desastrosos após a passagem do furacão Irma pelas Antilhas francesas e atemorizou o público de France 2 com uma “provável multiplicação de fenômenos do gênero por causa do aquecimento global”.

“O pior está diante de nós”, profetizou. E anunciou o engajamento de todos os recursos do Estado francês para cortar o avanço impiedoso do clima que muda.
Nicolas Hulot, ativista verde feito ministro de Meio Ambiente da França profetizou um futuro pior
Ele insistiu no ritornelo das mudanças climáticas extremas que submergiriam países inteiros estabelecidos em arquipélagos. Segundo as velhas profecias esses já deveriam ter desaparecido. Mas o fato é que até estão aumentando de superfície

O furacão Irma causou devastações importantes nas Antilhas, mas os recordes ficaram por conta da exploração político-midiática sensacionalista. 

Essa despertou mal-estar porque a dor e os danos que sofreram incontáveis seres humanos foram manipulados por interesses ideológicos. 

Nos EUA por volta de seis milhões de habitantes da Florida migraram de suas cidades por medidas de emergência ou temor pessoal.

Nos EUA, a abundância de infraestruturas e a riqueza dos habitantes permitem esse enorme esforço. As vítimas fatais foram muito poucas e os danos ficaram abaixo do previsto porque os cidadãos estão acostumados de longa data a esses fenômenos e constroem com critérios de segurança especiais, observou a AFP

Mas, não foi assim nos países em que os cidadãos não tem esse nível econômico. Pensemos sobre tudo em Cuba, o maior e mais atingido país do Caribe. 

Os vídeos nos apresentam a crua realidade: o socialismo transformou cidades como Havana em imensas concentrações de cortiços que há décadas veem caindo aos pedaços, e os cidadãos vivem na miséria à mercê das desgraças, com infraestruturas abaixo do mínimo indispensável e carência quase total de sistemas de auxílio. 

Pelos menos 27 pessoas teriam morrido em circunstâncias miseráveis, alguns eletrocutados, outros esmagados por uma sacada que desabou sobre um ônibus e quedas estrepitosas de prédios apodrecidos. 

Tal vez nunca se saiba o número de cubanos mortos. Desde a chegada do Irma o governo socialista exibia impotência para apresentar um número aproximado.
Todos os furacões nos EUA por violência. Nenhuma tendência de aumento.
Uma apuração das perdas em vidas e danos seria prejudicial ao comunismo cubano que mantém o país na mais degradante penúria.

Tampouco a confraria verde-vermelha quis indagar muito para não incomodar seus amigos da ditadura cubana. 

Para encontrar um furacão igual ou superior ao Irma é preciso remontar até o ano 1935! Mas isso prova também que não há intensificação de furacões.

O furacão Allen em 1980 atingiu recordes maiores de velocidade. 

Enquanto o alarmismo espalhava pânicos, muitos especialistas se perguntavam “porque eles têm que mentir tanto”?

O National Hurricane Center americano tem uma página com a listagem das maiores tempestades tropicais e furacões no Atlântico desde 1851 até 2014. 

O blog “Watts Up With That” destaca que os únicos aumentos estatísticos se devem apenas às melhoras dos sistemas de medição. 

Se os furacões se devessem ao aquecimento da temperatura da água ou global, a humanidade não teria sobrevivido no Período Quente Medieval. 

No Período Quente Minoano (1450-1300 a.C.) deveria ter havido furacões categoria 9 – algo insonhável hoje – todos os anos!

Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Veja vídeo Bia Kicis-Olavo de Carvalho: Pedofilia, globalismo, direita-esquerda, curso do Olavo de Carvalho e conclua que o objetivo da vida é trabalhar exclusivamente para Deus

Texto publicado no Blog do Aluizio Amorim 
Este vídeo é a gravação de uma entrevista realizada pela brava e incansável Bia Kicis com Olavo de Carvalho, diretamente da Virgínia, Estados Unidos. Como não poderia deixar de ser o papo está ótimo. Bia Kicis está nos Estados Unidos para participar de evento em New York. Ela explica.

E o título desta postagem?, indagaria o leitor. Esclareço na sequência. É porque o gancho que abre o bate-papo com Olavo de Carvalho gira em torno da inusitada onda bundalelê que varre o Brasil por conta dos tarados esquerdistas da grande mídia e artistas que pretendem impor aos cidadãos brasileiros que as crianças devem ser o objeto de mostras e manifestações ditas "artísticas", onde o destaque são cenas de nudismo e pornografia envolvendo criaturas inocentes.

O nome disso é pedofilia. Quem comanda essa campanha indecente e criminosa são todos os esquerdistas e seus esbirros travestidos de jornalistas, artistas e novelistas das redes de televisão capitaneados pelos irmãos Marinho, donos da Rede Globo. Numa outra frente de ataque estão os ditos "acadêmicos", aqueles conhecidos idiotas que sempre são convidados para opinar na Globo News.

Aliás, nas redes sociais o repúdio a essa onda imoral e criminosa é enorme. Tirante os tarados esquerdistas que constituem evidentemente uma minoria, a esmagadora maioria da população brasileira e de todo o Ocidente deploram essas cenas deletérias elevadas à categoria de arte por meia dúzia de tarados estúpidos e criminosos.

No vídeo porque Olavo de Carvalho explica a origem dessa onda de imoralidade e seu objetivo de poder totalitário sobre todo o planeta a partir de uma "guerra cultural" que tenta detonar os alicerces ético, moral e religioso sobre os quais repousa a matriz cultural que deu vida à "cultura ocidental".

Daí lembrei da velha lenda segundo o qual os comunistas comem criancinhas. Não é à toa que já há um vasto material fotográfico e literário na internet abordando esta lenda, tão velha quanto os comunistas que já nos seus primeiros ataques à cultura ocidental sofreram a repulsa da maioria dos povos da Terra. Mas como são psicopatas os comunistas insistem.

Apesar de repudiados os andróides vermelhos persistem no seu afã de esgarçar o tecido social para enfraquece-lo. Neste momento que estão em baixa no mundo inteiro resolveram criar um novo estratagema totalitário. Desta vez pretendem governar o mundo inteiro. Conceitua-se esse esquema de poder como "globalismo", palavra escamoteada de forma diligente pelo jornalismo a soldo dessa canalhada que agora quer ter o domínio global irrestrito.

De sorte que este vídeo é por isso mesmo essencial. Sem o arroubo dos ditos "intelectuais" das universidades Olavo de Carvalho resume tudo em poucas palavras fornecendo informações valiosas para que todos possam entender o que realmente está acontecendo no mundo. E mais do que isso, para que disponham de conhecimento para compreender e, a partir daí, denunciar toda essa vilania.

Ditador da Turquia admite que o Acordo de Paris não foi formulado em função do clima planetário, mas de inescrupulosos benefícios econômicos.

Escrito por Luis Dufaur
Erdogan explica em Hamburgo: o clima do planeta era secundário, essencial era - e segue sendo - tirar dinheiro dos EUA e dos "ricos".

O presidente-ditador da Turquia, Recep Erdogan, admitiu que sua única razão para assinar o Acordo de Paris era tirar dinheiro dos EUA e de outras nações ricas, escreveu o site The Conservative Tree House. 

Os EUA comunicaram oficialmente à ONU em 4 de agosto sua saída do Acordo, noticiou “The New York Times”. Porém, aguardam-se mais algumas tratativas. 

Como com a saída dos EUA do tratado o ditador turco não vê possibilidade de auferir benefícios financeiros, ele afirmou que não parece provável que seus submissos deputados aprovem o Acordo.

Segundo a agência Reuters, Erdogan confessou a oferta venal durante conferência de imprensa na reunião do G20 em Hamburgo. 

Erdogan acrescentou que a França – que exercia a presidência da assembleia da COP21 por acontecer em Paris – prometeu ao líder fundamentalista que seu país seria incluído na lista dos que ganhariam uma compensação financeira. 

“Então nós dissemos que se isso acontecesse o acordo passaria no Parlamento turco. Mas se não, não passaria”, explicou cinicamente Erdogan.
Responsáveis da COP21 comemoram Acordo de Paris. O acordo arranjado com fraudulência deu em fiasco ao pé da letra.
Ele esclareceu ao G20 que o Parlamento de Ancara ainda não se tinha pronunciado, mas que com a decisão americana era muito difícil que aprovasse o acordo. Talvez tivesse em vista alguma barganha econômica com os líderes do G20 ali presentes em troca da assinatura. 

O posicionamento do ditador fundamentalista não acrescenta nada ao que vínhamos descrevendo neste blog.

O Acordo de Paris não foi formulado em função da natureza ou do clima planetário, mas de uma manobra anticivilização ocidental das forças da esquerda. 

Embora procedentes de horizontes ideológicos diversos – islâmicos fundamentalistas, teologias da libertação ou socialistas –, na hora de se unirem contra os restos da civilização ocidental e cristã tais forças fecham fileiras, tirando também inescrupulosos benefícios econômicos.

Postado por Luis Dufaur às 05:30
Luis Dufaur: Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs

O Conselho Federal de Psicologia é o Aiatolá da Mente?

Os Aiatolás da Mente
Escrito por Frei Clemente Rojão OAAO/

A Constituição diz que nada será afastado da Justiça. Ou seja, você pode recorrer de tudo.

Mas o Conselho Federal de Psicologia sabe tudo, suas decisões NÃO PODEM ser discutidas na Justiça. Ele é infalível, inerrável, onisciente e todo-poderoso. Se falou, tá falado, todos devem se curvar a ele, e não ouse nenhum "juizeco de primeira instância" (by Renan Calheiros) e nem sequer de última do STF, ousar ir contra os aiatolás da sua mente.

É viado? Não pode voltar. O CFP disse, Amén!

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Entendem-se críticas de advogados à imprensa, mas o que dizer da omissa OAB?

Direitos fundamentais estão sendo rendidos na bacia das almas do populismo e do alarido, e entidade se cala. Também é gritante seu silêncio quando advogados são maltratados por juízes

Como vocês leram no post anterior, advogados se reuniram em São Paulo em defesa de suas prerrogativas, com críticas severas à imprensa. Então vamos aqui exercer o sempre necessário papel de advogado do diabo, sem o qual o direito, convenha, não existe.

Ainda que a imprensa erre com frequência, é preciso considerar que a sua missão básica é revelar fatos, não escondê-los. Ela não tem o dever funcional do sigilo — o que não quer dizer, é evidente, que não possa, sob tal manto, cometer erros e até crimes. O evento em defesa dos advogados aconteceu na OAB-SP. O presidente da seccional SP, Marcos Costa, discursou. Também compareceu um representante do Conselho Federal da Ordem: Mário Sérgio Duarte Garcia, que já o presidiu (1983-1985) e também ao conselho estadual. Fez o mais candente discurso em defesa das prerrogativas dos advogados.

Mas voltemos à crítica principal: a imprensa seria uma espécie de regente dos abusos cometidos. Lula e o PT fazem a mesma afirmação e também erram: também eles veem um MPF e uma Lava Jato a obedecer aos desígnios da tal “mídia”. Errado!

A imprensa é que é refém do MPF e, eventualmente, da PF, não o contrário. Em palestra neste sábado, na Casa do Saber, observei que cada “jornalista investigativo’” tem de ter um procurador ou um delegado federal para chamar de seu. Ou não vai entregar os “furos”. O edifício da Lava Jato se sustenta num tripé: quebra de sigilo, delação premiada e vazamento. E conta com seus instrumentos de coerção: prisões preventivas, demonização do habeas corpus e, sim, apoio quase irrestrito da imprensa a tudo o que faz a operação— não importa o quê.

E onde tem estado a OAB neste tempo?

O que pensa a entidade sobre as prisões preventivas indiscriminadas?

O que pensa da punição arbitrária e inconstitucional a parlamentares?

O que pensa do Supremo como legislador — aliás, sobre este particular, farei uma nota de rodapé?

O que pensa da indústria de vazamentos?

O que pensa de sentenças condenatórias que não guardam nenhuma relação com a denúncia?

Dou um exemplo eloquente, para deixar muita gente com os pelos eriçados de ódio burro (como todo ódio!).

O juiz Sérgio Moro tem ido além da linha que distingue a severidade do desrespeito na relação com Cristiano Zanin, advogado de Lula. Saibam os senhores: por lei, há um representante da OAB presente às audiências. Até agora, não se ouviu um pio.

Infelizmente, não só em razão de sua omissão, mas também de sua ação, a entidade tem contribuído para hipertrofiar instâncias que enfraquecem o direito de defesa. Ou não foi a OAB nacional, desatenta às muitas agressões à ordem legal e constitucional presentes nas duas denúncias contra Michel Temer, a pedir o impeachment do presidente?

Ou não foi a OAB, por meio de uma Ação Direita de Inconstitucionalidade, a pedir que o STF se comportasse como legislador no caso do financiamento de campanhas?

Desde que acompanho o trabalho da OAB nacional, e isso remonta a Raymundo Faoro (1977-1979) — pirralho metido!!!—, nunca vi a entidade tão de joelhos a poderes transitórios como de 2007 a esta data. As quatro últimas gestões, incluindo esta em curso, com Cláudio Lamachia, têm prestado bem pouca atenção a direitos fundamentais. De uma certa subordinação intelectual à metafísica petista, saltou-se para a nefasta tolerância com procedimentos que agridem fundamentos do Estado de Direito, agora sob o pretexto de combater a corrupção. É evidente que o comando da ordem tem medo de Sérgio Moro, da Força Tarefa e do MPF.

Será que o evento na OAB-SP marca um ponto de inflexão? É cedo para dizer.

A OAB que está aí parece ter receio de defender garantias constitucionais. Deve temer que as milícias das redes sociais a acusem de ser conivente com a corrupção. Só isso explica que possa assistir à aplicação de uma pena inconstitucional a um senador da República e se cale. Só isso pode explicar que assista à entrega de uma denúncia contra o presidente da República que viola a Constituição e se cale. Só isso explica que seja ela própria a pedir a punição sem atentar para as óbvias ilegalidades que resultaram na denúncia. E que os advogados, no geral, se calem.

Não custa lembrar que a OAB não é uma mera entidade sindical. Seu poder vai muito além disso. Sem a sua chancela, na forma de um exame que ela aplica segundo critérios próprios, ninguém advoga no país. Mais: tem a prerrogativa de cassar a licença profissional. Recentemente, resolveu punir José Dirceu com a tomada da carteirinha. Convenham: brigar com Dirceu já existiu certa coragem, sim, mas entre 2003 e 2005…

Os senhores advogados fazem muito bem em defender suas prerrogativas. Mas cumpre não mirar em alvos errados. É preciso que cobrem de suas próprias entidades mais subordinação à Constituição e aos valores do Estado de Direito.

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Nota de rodapé: dois dos ministros do Supremo mais, como direi?, buliçosos na arte de legislar, o que deveria provocar o repúdio da OAB, são Luiz Fux e Roberto Barroso. Curiosamente, são também os dois ministros mais reverentes às teses e demandas da… OAB!!!

O segredo de aborrecer, como queria Voltaire, é dizer tudo. E eu digo.

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Correção
OBS: Esse texto foi publicado às 23h47 desta segunda e está sendo alterado agora, ás 3h25 de terça. Afirmava-se, anteriormente, que o ato tinha acontecido na OAB-SP, mas sem o seu apoio. Ao contrário: a seccional da ordem promoveu o evento, e seu presidente, Marcos Costa, como fica claro no texto acima, já corrigido, discursou. Também falou Mário Sérgio Duarte Garcia, ex-presidente da OAB Nacional e SP, representando o Conselho Federal da Ordem. Fez uma candente defesa das prerrogativas dos advogados. Como afirmo acima, seria muito bom se isso marcasse uma mudança de postura da OAB, mas, por enquanto, eu me dou o direito da desconfiança. São muitos anos de sujeição para reação certamente eloquente, mas ainda modesta

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Globo abre campanha de ódio contra conservadores e religiosos com matéria difamatória no Fantástico

Escrito no site Ceticismo Político (Luciano Ayan)
Assisti a matéria do Fantástico em que eles atacam as pessoas que criticaram o ato de forçar uma criança a tocar o corpo de um homem nu.

A matéria foi extremamente preconceituosa com todos os cidadãos conservadores e, mais ainda, usou tons de estigmatização e preconceito das pessoas conservadoras e religiosas com o objetivo de causar violência contra essas pessoas.

Se você for conservador e principalmente de perfil religioso e sofrer agressão nos próximos dias, quase com certeza será por causa desta matéria do Fantástico.

O nível de desinformação praticado pela Globo foi tanto que é enoja qualquer ser humano que não é um psicopata. Clique aqui para ver a que ponto chegaram os ataques da Globo.

Um comentarista disse o seguinte:


O fato é que a Globo entendeu que perdeu essa batalha, principalmente após o surgimento da campanha #SomosTodosDonaRegina.

Foi daí que eles visualizaram a única chance na criação de matérias que gerem violência contra pessoas conservadoras e religiosas. Estão com sede de sangue. Tudo porque não arredam o pé de querer expor crianças à nudez e usar a Lei Rouanet.

Nos Estados Unidos, diversos eleitores de Trump foram agredidos porque a mídia executou uma campanha exatamente desse jeito contra a direita.

Agora é hora de reagir, pois a Globo oficializou que está em campanha de ódio contra o povo conservador do Brasil. Diante de tamanha campanha de violência (que significa que a Globo foi para o tudo ou nada), só o boicote a todos os anunciantes do Fantástico serve como parte da solução.