terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Leia entrevista de James Delingpole, o arauto da liberdade que detona a idiotia ecológica. Veja como os ecologistas querem desfilar no carnaval.

Terça-feira, fevereiro 28, 2017
JAMES DELINGPOLE, O ARAUTO DA LIBERDADE QUE DETONA A IDIOTIA ECOLÓGICA.
Escrito por Aluízio Amorim no Blog do Aluízio Amorim
Zapeando pela internet acabei encontrando um entrevista concedida à revista Veja, em 2012, pelo jornalista, escritor e novelista inglês James Delingpole, autor do livro “Watermelons’” (Os melancias) detonando o “ecochatismo”, ou seja, o movimento ambientalista que prega a extinção dos seres humanos. 
Segundo esses malucos, os seres humanos são os maiores inimigos da Terra. Logo, a população terráquea tem de ser diminuída a um patamar ínfimo. Daí as insistentes campanhas pró-aborto e casamento homossexual que seguem na esteira do pensamento politicamente correto turbinado pelos hipsters esquerdistas da grande mídia incluindo Hollywood e seus oscaritos.
Providencialmente o jornalista Michelson Borges, religioso adventista que edita o blog “Criacionismo”, publicou a entrevista de James Delingpole em 18 de junho de 2012, algo impossível de acontecer agora, isto é, depois que o passaralho vermelho deu um voo rasante sobre a redação da revista Veja. A mostrar o quanto que a grande imprensa, agora em sua totalidade, foi dominada pela canalhada globalista, ou seja, os neo-comunistas do século XXI que manejam a União Europeia, ONU, OEA e controlam os ditos “blocos econômicos”, primeiros ensaios destinados a destruir os “Estados-Nação”. 
Alcançado tal desiderato ter-se-á um “governo mundial”, espécie de “anarquia organizada”, que derreterá a liberdade individual. Nessa altura os ecochatos já estarão controlando a proliferação da raça humana por meio de “regulações bundalelês”. Os recalcitrantes serão esterilizados para salvar a “mãe terra”... Pelas ruas no lugar dos automóveis transitarão hordas de ciclistas nus...
A reação dos jornalistas da grande mídia contra o Presidente Donald Trump é justamente porque ele se levanta contra tudo isso. Ao se insurgir Trump ameaça os interesses desses trapaceiros que obviamente estão ganhando dinheiro com a destruição da Civilização Ocidental. Levado a termo esse projeto sinistro do dito globalismo a fome e miséria atenderá aos ditames do ecochatismo. A maior parte da miséria que castiga astronômica parte dos povos da Terra decorre do fechamento de empresas industriais e das “regulações” que proíbem a atividade industrial, principalmente na área energética.
Por enquanto é aquela parcela tradicionalmente mais vulnerável que vai sendo assassinada pela fome, miséria e doenças. Logo adiante será a dita classe média, a menos que se ponha fim, nem que for à força das armas, a esse projeto diabólico que vem sendo chefiado pela baranga comunista Angela Merkel e seus asseclas da União Europeia, da ONU e de uma miríade de ONGs que mamam dinheiro público e são abençoadas pelas contribuições de George Soros e seus sequazes. 
Portanto, a entrevista do jornalista James Delingpole, que transcrevo abaixo, está atualíssima, embora tenha sido originalmente publicada em 2012. Se fosse o Presidente Donald Trump nomearia imediatamente Delingpole como seu assessor direto na Casa Branca para assuntos de “ecochatismo”. Tenho certeza que a produção de “fake news” ecochatas pelo mainstream media sofreria um considerável abalo. Go Mr. Trump. Make America Great Again!
Segue a entrevista de James Delingpole. Ele fala por todos os homens e mulheres decentes e inteligentes do mundo inteiro. Leiam:
James Delingpole: o terror do ecochatismo globalista e acima a foto da capa de seu famoso livro "Watermelons - As verdadeiras cores do movimento verde".
DENUNCIANDO A TRAPAÇA

Delingpole diz que a tese dos ambientalistas se tornou uma enorme indústria e que sob ela se oculta um programa político global contrário à democracia [o Vaticano também se aproveitou da “onda”]. “Em 2009, quando vazaram e-mails nos quais pesquisadores do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) combinavam manipulações de dados, Delingpole popularizou, em seu blog no jornal The Telegraph, a expressão ‘climagate’, referência a Watergate, como é conhecido o escândalo que derrubou o presidente americano Richard Nixon”, diz Veja, no texto de abertura da entrevista. E mais: “Delingpole é um provocador, mas mesmo suas provocações mais extremas são embasadas em fatos. Em Os Melancias, ele faz questão de citar estatísticas segundo as quais a população de ursos-polares – que se tornaram um ícone intocável do alarmismo contra o aquecimento global – permanece estável”. Delingpole, como outros pensadores, mostra que certa dose de ceticismo sempre é bem-vinda e que nem sempre a maioria tem razão em certos assuntos.
Da sua perspectiva de cético, a conferência Rio+20 faz algum sentido?
Não. É uma irrelevância, uma distração dos problemas reais, como a atual crise econômica, que pode ser a maior que o mundo já enfrentou [e que também pode ser usada para levar a cabo medidas antidemocráticas]. E o que é nojento nessa baboseira do Rio é que o ambientalismo, de certo modo, é uma das causas da crise. A maior parte das pessoas, de todos os quadrantes do espectro político, deseja um mundo limpo, gosta de biodiversidade e não quer ver mais espécies extintas. Mas o ambientalismo tem sido usado para propósitos muito diferentes. Tornou-se um ataque ao sistema capitalista e à liberdade de mercado. Isso ajudou a incrementar taxações e regulamentações que se revelaram um suicídio, e que estão aprofundando a crise.
De que modo o ambientalismo exerce impacto econômico?
A pior coisa que o ambientalismo fez ao mundo foi lançá-lo na busca das chamadas “energias alternativas”. Temos a grande mentira do aquecimento global antropogênico, essa ideia de que o CO2 está aumentando a temperatura global de forma catastrófica. É ciência fajuta, um artigo de fé religiosa que não resiste a um escrutínio científico cuidadoso. Isso levou a ideia de que os combustíveis fósseis são ruins. Essa noção, por sua vez, pressionou governos de todo o mundo a substituir suas fontes tradicionais de energia – petróleo, gás, carvão – por fontes caras e pouco confiáveis, como energia solar e eólica. A energia, por consequência, se tornou mais cara para o consumidor individual e para a indústria. Faltam estudos para quantificar isso, mas diria, tirando um número da cartola, que a energia hoje está 20% ou 25% mais cara do que deveria custar. E isso exerce um impacto negativo sobre o PIB dos países tolos o bastante para adotar novas políticas de energia. É claro que a China ou a Índia não estão fazendo de tudo para se adequar ao Protocolo de Kyoto. São os países da União Europeia e os Estados Unidos de Obama que caíram nesse surto de histeria coletiva.
Passados já três anos do escândalo do climagate, qual a extensão do dano para os que defendem a tese do aquecimento global produzido pelo homem?
Se você acredita nos cientistas pegos na mentira, o climagate foi só um bando de cientistas batendo um bom papo. Mas qualquer um com um grama de integridade que examine os e-mails vazados só pode concluir que está diante de um golpe, de uma fraude lamentável. Os cientistas envolvidos não eram pesquisadores de segunda categoria, mas figuras de enorme relevância no Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). O presidente Obama descreveu o IPCC como o “padrão-ouro” da ciência climática. Portanto, esses cientistas têm uma responsabilidade enorme. Se eles erram, o mundo sofre, pois políticas globais são feitas a partir das predições deles. E o que vemos nas mensagens eletrônicas é que, em privado, esses cientistas estão muito menos seguros da ameaça do aquecimento global do que eles professam em seus relatórios públicos. Exageram a ameaça por razões políticas. Comportam-se, assim, mais como ativistas do que como cientistas. Houve vários inquéritos sobre o climagate – e adivinhe só: todos isentaram os culpados. Foi assim porque há muito dinheiro na indústria da mudança climática. Homens públicos como Al Gore construíram a carreira em torno dessa fraude, e instituições financeiras como a Goldman Sachs já lucraram com compensações de carbono. Ninguém quer ver a fraude exposta.


O ambientalista jame Lovelock recentemente admitiu que as previsões mais catastróficas sobre aquecimento global estavam erradas. Isso representa um golpe para o movimento ambientalista?
Sim. Para os verdes, Lovelock é um guru, um profeta do Antigo Testamento. Ele, afinal, inventou a Hipótese Gaia, que James Cameron usou em Avatar: tudo se conecta, o planeta todo é um organismo vivo em que tudo se inter-relaciona. É uma ideia persuasiva. O problema é que muitos ambientalistas acreditam que o homem não tem lugar algum nessa biosfera, e que Gaia estaria muito melhor sem ele. Há um componente misantrópico forte no movimento verde. O Clube de Roma (think tank dedicado a temas ambientais fundado em 1968), nos anos 70, já dizia: “A Terra tem um câncer, e o câncer é o homem.”
O senhor consegue imaginar outros expoentes do movimento verde revisando suas posições?
Nos próximos anos, cientistas de caráter vão admitir que os dados não sustentam suas conclusões. Mas duvido que pessoas como Al Gore revisem suas posições. Elas estão muito comprometidas com a causa, e não são cientistas. O debate sobre aquecimento global, aliás, nunca foi científico, mas político. O debate científico está encerrado. A temperatura da Terra segue seus ciclos. As emissões de carbono aumentaram dramaticamente desde os anos 90, mas a temperatura não subiu no mesmo ritmo. Não há correlação óbvia entre as duas coisas, e os que propõem causas humanas para o aquecimento não conseguem explicar essa disparidade de forma satisfatória.
E qual seria a agenda política do movimento verde?
É a exploração da histeria pública para contornar o processo democrático [como a imposição de salvar a "mãe terra", por exemplo]. No lugar de representantes eleitos, eles querem que burocratas e tecnocratas sem rosto de órgãos como as Nações Unidas determinem que caminhos o mundo deve seguir [governo totalitário global]. A ideia é que a salvação do planeta é tão importante que não pode ser confiada a indivíduos, nem sequer ao governo de cada país. Seria preciso uma elite iluminada, do alto de uma espécie de governo global. para fazer o que é certo. Seria, claro, um fascismo global. Não acredito em teorias da conspiração, mas essas ideias estão nos textos de referência do movimento ambiental por exemplo, nos livros do Clube de Roma e nos textos de Maurice Strong, idealizador da Eco 92. [...]

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