terça-feira, 3 de janeiro de 2017

O presidente do Partido Conservador - PACO - apresenta "Proposta de constituição de um novo país chamado Brasil" em e-book de 1.180 páginas ou em versão resumida e impressa de 120 páginas

PROPOSTA DE CONSTITUIÇÃO DE UM NOVO PAÍS CHAMADO BRASIL
O livro trata principalmente de política, mas o tempero da religião, da economia e do meu conceito de liberdade dentro da vida que nos foi dada o torna interessante para quem pretende acompanhar as transformações atuais no Brasil e no mundo. Há duas versões do livro:
1) E-book gratuito de 1180 páginas que consta do endereço eletrônico: www.partidoconservador.org.br/livro/navarroHTML/codigos_index.html
2) Uma versão impressa com 120 páginas a venda (R$ 20,00) nas Livrarias Curitiba, em Curitiba, ou no sítio eletrônico das Livrarias Curitiba.
Vejam a capa e a contracapa do livro AQUI ou na imagem a seguir:
O livro é uma proposta conservadora de Constituição de um novo país chamado Brasil, tendo a firme convicção de que a natureza humana é essencialmente capitalista. Ninguém é socialista, porque, se o fosse, venderia suas propriedades e seu trabalho e os entregaria ao estado para que este fizesse a distribuição dos seus bens.

Ao longo da história, nota-se que o progresso do homem foi apenas um progresso material e que a soma do trabalho e da solidariedade natural do ser capitalista proporcionou a riqueza social. Mas, o socialista, em nome de se criar um novo homem, transformou a mulher cubana em geradora de fetos para exportação; transformou o norte-coreano em chorão de praça pública e adorador do “deus” Kim; tornou o venezuelano um escravo do colombiano Maduro e quer transformar o brasileiro num idiota.

O cristão acredita no paraíso celeste e não se subordina ao estado-deus, o qual sempre tem um ditador que se considera o deus do paraíso terrestre. Por isso, cristãos são perseguidos pelos ditadores atuais, todos essencialmente esquerdistas. O paraíso na terra não existe, mas a vida do ser humano sempre capitalista seria melhor aqui na terra se não houvesse as tentativas dos socialistas de criar um novo homem vivendo num paraíso terrestre sem Deus.

O leitor perceberá que a desvalorização da mulher é característica das ditaduras socialistas ou das ditaduras islâmicas, que também são socialistas. Os habitantes das sociedades democráticas e, consequentemente, predominantemente conservadoras, amam suas famílias e valorizam a mulher, seguindo o preceito cristão: família é a união de um homem e uma mulher com o objetivo de viver gerando novas vidas. Não é esse o caso dos islâmicos, não é esse o caso dos socialistas.

Uma proposta conservadora é pela conservação da vida, da liberdade, da propriedade e da religião cristã. A oposta proposta progressista está descrita no Manifesto Comunista, que explicitamente declara ser uma ruptura radical com as relações de propriedade tradicionais, com o cristianismo e com a liberdade, e acrescente-se: é uma proposta satânica de extinção do ser humano.

O que há de novidade na proposta de Constituição de um novo país chamado Brasil é a de mudar o estado, mas não mudar o seu povo. Não se acusa o povo de ser mal informado ou de ter defeitos, mas sim de que esse homem sempre capitalista, imperfeito e de natureza imutável tem direito de ser livre para progredir dentro de um estado que apenas lhe presta serviços jurisdicionais.

Existe o progresso material e existe a constante mudança individual, mas não há progresso coletivo em termos de o homem mudar sua natureza sempre capitalista. Nesse sentido, todas as estruturas do estado que procuram suprir falhas ou imperfeições humanas são eliminadas para se seguir o mandamento: não se muda o homem, mas se muda o estado.

Esse preceito demanda a medida certa de distribuição de poder entre os líderes do Brasil que, por isso, não devem receber poder concentrado, mas sim diluído em 57 estados e 52 territórios. O sistema administrativo e eleitoral proposto evita a predominância do poder econômico, possibilitando que o eleitor cobre fidelidade do parlamentar eleito por meio do voto distrital e facultativo. Não são novas leis que irão melhorar a sociedade, mas sim a efetiva e correta aplicação das leis vigentes. Assim, qualquer ato, decreto, portaria ou documento emitido pelo Poder Executivo poderia ser revogado pelos parlamentares, bem como qualquer ato judicial com indícios de vícios poderia ser objeto de representação de um único deputado ou senador.

Edson NAVARRO Tasso
Presidente do Partido Conservador - PACO

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