domingo, 29 de janeiro de 2017

Quem é feliz tem muitos filhos, vida longa, riqueza ..., mas não só ...

A FELICIDADE NO REINO
Escrito por Pe. Flávio Cavalca de Castrro - C. Ss.R* 
A busca da felicidade é que motiva e orienta toda a vida humana. O que não é de estranhar porque fomos criados para a felicidade. Importante, pois, é saber onde está a felicidade e chegar a ela.

Simplificando muito, percebemos uma evolução das ideias no Antigo Testamento. Felicidade é servir a Deus e seguir seus caminhos. Quem o faz, e feliz tem muitos filhos, longa vida, celeiros repletos, frandes rebanhos... Aos poucos foi ficando claro que nem sempre era essa a recompensa dos amigos de Deus. Mas eles podiam ser felizes mesmo sem filhos, nem riquezas, nem saúde. A felicidade podia estar na fecundidade espiritual, na vida de bondade e de justiça, na paz da consciência, na fraternidade, e em tantos bens que não nos podem ser roubados.

Jesus anuncia a chegada do Reino de Deus, a ação poderosa do Senhor para nos trazer salvação e felicidade, a realização das promessas.

O início do capítulo quinto do Evangelho de Mateus traz a proclamação da lei definitiva da felicidade. "Vendo a multidão, Jesus subiu à montanha. Sentou-se e seus discípulos aproximaram-se dele. Começou então a falar e os ensinava assim": Feliz é quem tem um coração de pobre, e não põe sua felicidade nas riquezas. Feliz é quem tem sua consolação em Deus. Feliz é quem não se deixa levar pela violência. Feliz é quem procura em tudo seguir a vontade de Deus. Feliz é quem tem o coração livre do pecado. Feliz é quem promove a paz. Feliz é quem, mesmo sendo perseguido, faz o que é certo.

Todos queremos a felicidade, a verdadeira. Esse tem de ser nosso objetivo na vida: a felicidade possível agora, a felicidade completa para sempre. Jesus aponta-nos um caminho, ou melhor, o caminho, o único possível. Não só nessa passagem de Mateus, mas em todo o seu anúncio de salvação.

*Fonte: Semanário Litúrgico da Igreja Católica do Brasil, 29/01/2017

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

PETIÇÃO PARA GARANTIR A VIDA DO NASCITURO

PETIÇÃO PARA GARANTIR A VIDA DO NASCITURO
Autoria IPCO, 26 de janeiro de 2017
Contra a decisão do STF, que permitiu o aborto até o 3º mês de gestação, uma das faixas ostentadas na manifestação na Av. Paulista no dia 4 de dezembro de 2016 [Foto PRC]
Contra a decisão do STF, que permitiu o aborto até o 3º mês de gestação, uma das faixas ostentadas na manifestação na Av. Paulista no dia 4 de dezembro de 2016
Iniciativa do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira promove abaixo-assinado a fim de se obter um Projeto de Emenda Constitucional (PEC) para garantir a vida do nascituro desde a concepção. 

Na tripartição dos poderes, proposta por Montesquieu e aplicada por aqui, cabe ao parlamento legislar, incorporando as demandas da sociedade às leis do país. Ao judiciário, cabe julgar os fatos, aplicando as leis que foram votadas pelo parlamento.

Não cabe ao judiciário criar leis segundo critérios de seus integrantes, muitos deles influenciados pela onda do “politicamente correto”. A função de criar leis é do legislativo, cujos integrantes foram votados em eleições e recebem, com isso, um mandato para representar a vontade de seus eleitores. Ao menos, assim deveria ser em uma democracia.

Infelizmente, não é isso que temos visto no Brasil.

Uma recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) cria jurisprudência — uma decisão que pode ser citada por outros juízes e tribunais como um precedente — para possibilitar que o aborto seja permitido em todo o território nacional até os três meses de vida do bebê.

Já a legislação nacional, votada pelo Parlamento, é taxativa ao considerar o aborto como crime em qualquer momento da gestação. Mas aqueles que deveriam velar pelo cumprimento estrito da lei, interpretando-a segundo a intenção de quem a promulgou, consideraram-na inadequada para o contexto social em que vivemos.

Tratou-se, então, de interpretá-la segundo os critérios mais amplos da Constituição. Tão amplos como amplos são os conceitos de “direitos humanos”, “igualdade” etc.

Se a interpretação pode ir contra a vontade do legislador e até mesmo contra a própria letra da lei, de que importa a lei? Torna-se um mero dispositivo que será usado pelo seu intérprete para impor uma nova concepção de sociedade, mesmo que em oposição à esmagadora maioria da população a quem ambos, em uma democracia, devem servir, tanto o legislador e sua lei, como o juiz, que é o seu intérprete.

O voto vencedor foi proferido pelo Min. Luís Roberto Barroso, o mesmo que, em algumas ocasiões, disse que caberia ao STF o papel de uma vanguarda iluminista. Sobre isso, caberia perguntar: a quem serve essa vanguarda iluminista?

Participe do abaixo-assinado
Jovens do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, empregando seus dias de férias escolares, em Caravanas percorrem regiões do Brasil para coletar assinaturas para a mencionada PEC. Mas você também pode participar por meio do link abaixo. Preencha o formulário, coloque seu nome e compartilhe essa petição. Vamos fazer algo para barrar a tal “vanguarda da morte” e, assim, garantir a vida do inocente no ventre materno!
Plinio Correa de Oliveira


[texto do abaixo-assinado]
SENHORES CONGRESSISTAS,
— tendo em vista as inúmeras tentativas de liberar ou de ampliar o aborto no Brasil, seja através de decisões judiciais ou de projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional; 
— tendo em vista que o aborto voluntário constitui um assassinato de uma criança inocente, uma grave violação da Lei Natural e da Lei de Deus, sendo contrário ao desejo da imensa maioria de nossa população.

Nós, abaixo-assinados, solicitamos que seja aprovada uma emenda constitucional que proteja a vida das crianças que ainda estão no ventre materno.

Nesse sentido, pedimos que o aborto continue proibido em nosso País para garantir a vida do nascituro, sem permitir que sejam ampliados os casos em que o aborto, pela legislação atual, não é punido.

Senhores Congressistas, nascer também é um direito, um direito fundamental, e precisa ser defendido em nossa Constituição de forma clara, para que não se torne mais um dos direitos negligenciados e para que, em nosso Brasil, seja a defesa da vida dos indefesos uma das estrelas que brilham, em nosso firmamento, ao lado do Cruzeiro do Sul.
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Não deixe de assinar. Click aqui

domingo, 22 de janeiro de 2017

Discurso de posse de Donald Trump - Linguagem direta ao povo, clara, sem uso de termos da linguagem falsa do "politicamente correto", sem leitura. Excelente discurso


Escrito por Donald Trump

Traduzido e comentado por Filipe G. Martins
Presidente da Suprema Corte, Juiz Roberts; Presidente Carter; Presidente Clinton; Presidente Bush; Presidente Obama; meus concidadãos dos Estados Unidos da América; e cidadãos de todo o mundo; muito obrigado.
dtsp
Nós, o povo americano, estamos nos unindo hoje em um esforço para reconstruir o nosso país e restaurar a esperança para todos os americanos. Juntos, iremos determinar os rumos da América e influenciar a direção do mundo por muitos e muitos anos. Não tenham dúvidas de que teremos de enfrentar desafios e que momentos difíceis virão, mas nós faremos o que tem de ser feito e alcançaremos êxito e sucesso.

De quatro em quatro anos, nos reunimos nestas escadas para realizar uma transferência pacífica e ordeira do poder e, hoje, somos gratos ao Presidente Obama e à sua esposa, Michelle, pela ajuda que nos ofereceram durante a transição. Meus agradecimentos!

A cerimônia de hoje, entretanto, tem um significado muito especial, pois hoje não estamos assistindo apenas a transferência de poder de um presidente para outro; estamos assistindo a transferência de poder de Washington para vocês, o povo americano.

Por muito tempo, um pequeno grupo encastelado na capital do nosso país desfrutou das benesses do poder, colocando as despesas e os custos desses privilégios sobre as costas cansadas do povo americano.

O socialista não acredita no que ele próprio diz. Quem pensa que o marxista acredita no socialismo morrerá fisicamente por determinação do ditador socialista

O marxismo é a crença em esperanças aterradoras
Escrito por Luciano Ayan no Ceticismo Político13 de agosto de 2016
A direita brasileira possui dois problemas centrais, que precisam ser levados à mesa de discussão. O primeiro é a incapacidade de jogar fora a visão infantil da política, em direção a uma visão adulta. Tenho chamado isso de negacionismo da política. O segundo problema, tão grave quanto, é a fé cega na crença, fator mais presente em liberais do que em conservadores.

A fé cega na crença não tem a ver com acreditar ou não em coisas como socialismo. Em vez disso, o crente acredita que seu adversário socialista realmente acredita naquilo que ele realmente não acredita. Desta forma, ele não consegue mais visualizar seu adversário como ele é, mas, de forma paternal, percebe-o como um “coitado enganado”. Podemos definir isso como uma fé cega, pois não há indício algum de que os socialistas, por exemplo, acreditem no que dizem. Por exemplo, quando um socialista diz “eu acredito na sociedade sem classes” na verdade ele quer dizer outra coisa, em direção oposta: “eu acredito no poder que a narrativa de crença em sociedade sem classes pode me prover”. Em cima desta narrativa, o socialista emitirá truques para obtenção de poder. A forma pela qual eles se agarram ao poder, bem como escondem os crimes cometidos nessa luta, é uma das diversas provas de que eles não são “coitados enganados”, mas sórdidos dissimulados.

A fé cega na crença, tragicamente, impede que o crente veja seu adversário desta forma. A adoção de um tom compassivo o torna incapaz de prever os próximos passos esquerdistas. É por isso que hoje existe tanta gente surpresa com o aparelhamento petista da Lei Rouanet e das verbas de mídia. Para quem não possui a fé cega na crença, não há surpresa alguma.

Pense nas possibilidades: imagine que poder de predição e contenção das iniciativas totalitárias teríamos se metade dos liberais e conservadores que adotam a fé cega na crença a abandonassem por completo. Simplesmente, teríamos mentes mais preparadas para lidar com as artimanhas do outro lado. Mas uma mente que só consegue visualizar um fraudador como “coitado enganado” perde toda capacidade de previsão dos próximos passos oponentes.

Vi um texto de Thiago Kistenmacher, do Instituto Liberal, que – independentemente de seus méritos como estudioso de filosofia e literatura – comete vários lapsos nesse sentido. Insistentemente, ele parece apegado demais à crença de que seus adversários socialistas são pessoas “acreditando em esperanças vazias”. Eu não sei onde milhões (ou bilhões) de verbas estatais são “esperanças vazias”. Na verdade, são concretas até demais.

Compassivamente, Thiago diz:
A julgar pela forma como o mundo anda, quer dizer, considerando o relativismo e as causas mais absurdas que surgem a cada semana, é interessante que nos perguntemos: os sujeitos que defendem coisas como ideologia de gênero, comunismo, e mesmo a honestidade de um ex-sindicalista conhecido, realmente acreditam nisso? Talvez seja difícil acreditar, mas acreditam.

O mais duro é notar que, ao menos nos casos dos principais arquitetos dessas ideias, a realidade vai na contramão: eles não acreditam, pois não precisam acreditar. Na realidade, é melhor que não acreditem. No filme Scarface, o líder do trafico de drogas, Sosa (Robert Loggia), diz para Tony Montana (Al Pacino), que está iniciando na “profissão”: “Nunca se vicie em seu próprio produto”, que é a cocaína. Vale o mesmo para o socialismo: se você quiser ter sucesso com a obtenção do poder socialista, nunca acredite no socialismo, mas sim no poder que ele pode prover. Quem deve se “drogar” com o socialismo são os outros, sejam os militantes funcionais (que só servem como massa de manobra), como também seus adversários, que devem acreditar que você acredita de verdade no socialismo (pela fé cega na crença).

Thiago argumenta:
Dando um salto no tempo, pensemos: até que ponto um petista acredita na inocência de Dilma Rousseff? Até que ponto um militante do PSTU que vive em 2016 acredita no comunismo? Um black block que quebra ônibus na Av. Paulista realmente acredita na abolição completa da autoridade ou sabe que defende algo que não se concretizará? Em suma, uma pessoa que usufrui dos produtos oriundos da livre concorrência realmente crê que seria melhor se o Estado controlasse a economia? Ainda que pessoas digam que alguém pode ser um cachorro, ou uma árvore, por exemplo, será que ela acredita realmente nisso? Parece impossível, mas é possível.

Na verdade, só os militantes funcionais acreditam, mas, de novo, eles são apenas as peças manipuláveis no tabuleiro. Tanto Thiago deve acreditar que eles acreditam, como os militantes funcionais devem acreditar de verdade nas crenças socialistas. Mas os dois estão apenas sendo utilizados pelos mais espertos no jogo: aqueles que precisam ter ciência de que o socialismo é uma fraude, para somente então capitalizar com a fraude.

Para compreender como o método funciona basta avaliar como pensam os hackers que invadem as organizações. Não encontramos até hoje nenhum fraudador de cartão de crédito que acreditasse estar utilizando um cartão legítimo. O que ocorre novamente é o exato oposto: a ciência da ilegitimidade do cartão permite que o fraudador consiga definir os melhores métodos para cometer a fraude. Quando prevenimos as pessoas para não clicar em emails de phishing (que servem para roubar as senhas do outro), não lutamos para aprendermos a clicar em links “enviados por engano”, mas para não clicarmos em links enviados por pessoas que intencionalmente querem roubar nossas senhas.

Uma mente que não consegue entender o phishing como uma fraude para roubar senhas, não conseguirá assimilar os métodos dos fraudadores. Por isso, não conseguirá se precaver. Pessoas assim se tornam riscos organizacionais. O mais divertido é vê-las com pena do fraudador, que na verdade nem identificam como tal, achando que “os links vieram por engano”. Fica clara a razão pela qual a fé cega na crença é um colapso cerebral.

Sigamos:
De duas, uma, ou o sujeito está tão mentalmente doutrinado que acredita nisso tudo ou no fundo, sabe que é mentira, mas tenta fazer de tudo para crer. Confesso que eu mesmo me perguntava, no encontro com militantes comunistas, se eles acreditavam naquilo que estavam falando e, desgraçadamente, parecia que sim.

Na verdade, o maior esforço que existe (é um esforço descomunal) é fazer de tudo para crer que “ele realmente acredita”. A pergunta que deveria ser feita é: quem está ganhando poder com uma crença? Não é o liberal que acredita que o socialista “é um tontinho que crê no socialismo”. É o socialista, que ganha poder a partir de verbas estatais (seja via Lei Rouanet, ou atuando em sindicatos, bem como qualquer outra forma de aliança com o poder estatal). A pergunta que devemos a fazer a Thiago é: você realmente acredita que eles acreditam no socialismo? Desgraçadamente, a resposta é sim. Este é o problema que precisamos resolver.

Mais:
Disso tudo decorre dois graves problemas: se o indivíduo acredita de verdade, não vai medir esforços para concluir seus projetos megalomaníacos, todavia, se não acredita, o fato de querer acreditar pode transformá-lo num ressentido que, perdido num turbilhão de conflitos, vá para o tudo ou nada. Enfim, de qualquer forma, seres assim causam arrepios.

Não devemos nos arrepiar tanto, mas nos preparamos. Mas o fator mais assustador é a insistência de pessoas bem intencionadas como Thiago em quererem acreditar que o socialista “realmente acredita” no socialismo. Já devíamos ter ultrapassado a fase de ficar batendo cabeça com a questão “ele acredita ou não no socialismo”. Provas suficientes mostram que todos aqueles que importam, no jogo socialista, não acreditam na tese, mas no poder que a tese pode prover. A única realidade (a mais dura de todas) mostra que sempre que as instâncias de jogo socialista são ativadas, aquele que “diz crer no socialismo” sai em vantagem na frente de um oponente que acredita que o socialista “é só ilusão”.

Thiago conclui com mais compassividade ainda, com uma candura que seria até comovente:
Talvez essa seja uma questão aberta e um tanto quanto abstrata, especulativa, todavia, acreditando ou não em tudo o que pregam, o que importa é que essas loucuras realmente incomodam e ameaçam quem quer somente viver o mundo tal como ele é, livre de esperanças vazias que prometem o que a realidade, inflexível por natureza, não pode conceder.

Nada disso. O aspecto mais incômodo é que algumas pessoas de direita se recusam a ver o oponente socialista como ele é, e isso é uma das principais ameaças para aqueles que querem viver uma vida livre. A fé cega na crença impossibilita o combate ao socialismo por retirar todos os estímulos de predição diante da fraude oponente. Para criar uma fantasia reconfortante onde nosso oponente (que só adquire cada vez mais poder) é um “coitado iludido”, nos recusamos a ver os projetos de poder do adversário como eles são.

Retorno ao exemplo já utilizado no passado em relação ao custo com prostitutas. O exemplo pode parecer incômodo, mas é um potente aniquilador da fé cega na crença.

Um amigo comentou a respeito de uma “casa da luz vermelha”, que frequentava. Perguntei quanto ele pagava por programa. Ele me disse: 150 reais. Em alguns casos até 200. E no caso de uma atriz dos filmes das Brasileirinhas, 250 reais. Eu mostrei-lhe uma matéria na qual José Dirceu teve uma noite com a argentina Antonella, ex-BBB, ao custo de 30 mil reais. Questionei, em seguida: “e você é o espertão e ele o coitadinho enganado?”. Meu amigo engoliu em seco. Creio que ali surgiu uma reflexão sobre a fé cega na crença.

Thiago fala de pessoas que vivem atrás “de esperanças vazias que prometem o que a realidade, inflexível por natureza, não pode conceder”. Na verdade, o problema são as esperanças concretas, que o poder estatal certamente pode conceder. Nosso problema não está nas “esperanças frustradas” dos socialistas, mas nos sonhos que eles concretizam, traduzidos em escravidão, opressão, devastação econômica e morte.

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domingo, 15 de janeiro de 2017

Ministro Kassab trabalhando contra a liberdade na Internet. Fiquemos de olho! Se perdermos essa liberdade seremos aprisionados como foram os cubanos e os venezuelanos

Ideia socialista de Internet limitada sempre foi jogo das grandes emissoras contra o Netflix
Escrito por Luciano Ayan, 14 de janeiro de 2017, no Ceticismo Político


A ideia de estabelecer uma franquia de dados na banda larga fixa iniciada em 2016, foi retomada nesta semana. O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, havia afirmado que, a partir do segundo semestre deste ano, as operadoras poderiam ofertar pacotes com acesso limitado a download e upload de dados.

As declarações de Kassab repercutiram e a hashtag #NaoAOLimiteDeInternet chegou ao topo da lista de Trending Topics no Twitter do Brasil na sexta-feira 13. Pelo Twitter, o ministro recuou da proposta, em mensagem enviada no fim da tarde desta sexta-feira: “Gostaria de esclarecer e reafirmar que não haverá mudanças no atual modelo de planos de banda larga fixa”, diz seu comunicado. “Não sou contra a internet ilimitada”, disse.

Evidentemente, a pressão vinda de todos os lados foi fundamental para essa “mudança de opinião” do ministro. Mas o que sempre esteve em jogo?

É claro que tudo tem cheiro de lobby feito pelas grandes emissoras de televisão – em especial a Rede Globo – que não aturam mais perderem para o Netflix, que alcança muito mais retorno e com menor investimento, entregando valor aos seus clientes. A melhor forma de tirar os serviços de streaming do jogo é inviabilizar o uso da Internet ilimitada pela população. Eis de novo o capitalismo de laços tão adorado pelo socialismo dando o tom.

Se há um motivo para termos lutado contra o estabelecimento de franquia é este: é uma ação típica do capitalismo de compadres que, como tal, atende aos interesses socialistas, que sempre beneficiam uma elite de empresários em detrimento do povo, que acaba sendo triturado e amputado de seu direito de escolher os produtos que quiser comprar. Regulações “marotas” entram no jogo, de modo maledicente, apenas para ferrar a população.

Entendendo os interesses sórdidos por trás dessa medida alcançaremos mais conscientização para evitar que esse papo besta alcance força de novo no futuro. E atenção: outras propostas surgirão, sempre com o fito de quebrar o galho da Globo e congêneres, prejudicando serviços de streaming como Netflix. Fiquem de olho.

sábado, 14 de janeiro de 2017

O Brasil é de fato uma República Socialista disfarçada com pitadas de liberdade econômica e política.

Escrito por Aluízio Amorim, janeiro 14, 2017, no Blog do Aluízio Amorim
A verdade é que o Brasil é de fato uma República Socialista disfarçada com pitadas de liberdade econômica e política. O Estado é tão grande, mas tão grande que ninguém sabe o seu tamanho exato. Quantas empresas estatais existem? Qual é o número de funcionários públicos? Quantos funcionários públicos disfarçados de trabalhadores na inciativa privada existem, mas que mamam nas tetas estatais por meio das ditas "empresas estatais" e/ou de "economia mista"? Se for feito um inventário verdadeiro do tamanho do Estado brasileiro ver-se-á que se trata de uma república socialista. Ao mesmo tempo a população brasileira é ensinada as querer e a defender a ampliação do Estado. É a cultura do funcionalismo público incentivada. Todos querem uma "boquinha" para mamar. Por isso não houve até agora um governo na história no Brasil que não tenha ampliado os tentáculos do Estado.

Este vídeo acima, produzido pelo grupo de mídia independente Brasil Paralelo explica como há mais de meio século esse estado de coisas é fomentado e ampliado por meio de uma mega lavagem cerebral operada por meio das escolas, universidades e a grande mídia e, ainda, pelo conjunto das áreas de produção cultural, como as editoras de livros e de material escolar.


Essa funesta realidade é o gargalo que não só tem impedido o progresso do brasil mas que acaba de lançar a Nação no fundo do poço. Estamos há poucos milímetros de cair no precipício da mesma desgraça que fustiga Cuba e os cubanos há mais de meio século. Mais recentemente o mesmo esquema comunista devorou a Venezuela.

Os governos de Lula e seus sequazes estavam apenas a alguns milímetros de assestar o golpe comunista cujos efeitos imediatos seriam a escassez de alimentos, medicamentos e demais bens de consumo como ocorreu recentemente na Venezuela. Na verdade escapamos por pouco, embora esse fantasma tétrico da cubanização do Brasil não foi afastado. Haja vista o governo mambembe de Michel Temer.

A rigor, não não nenhum sinal de que esse Estado gigante será reduzido ao seu tamanho necessário, como também não há qualquer ação destinada a coibir a deletéria propaganda comunista por meio da grande mídia sustentada, em grande medida, pelo Estado, por meio das empresas estatais.
Não há também nenhum sinal de qualquer medida do Ministério da Educação, por exemplo, para banir das escolas e universidades a bandalha comunista que continua doutrinando o alunado.

Enfim, esta rápida reflexão que acabo de declinar resume ligeiramente as razões pelas quais o Brasil está perigosamente sob a corda bamba. Os vídeos produzidos pelo Brasil Paralelo, como este que ilustra este post, são excelentes para a compreensão da precária situação do Brasil e as formas para revertê-la.

Desligue a televisão da grande mídia e dê pelo menos uma olhada no acervo do Brasil Paralelo. O vídeo acima tem apenas 47 minutos de duração. É apenas uma amostra de um fabuloso levantamento da realidade brasileira. Compreendê-la é o primeiro passo para operar a mudança, ou seja, derrubar a República Socialista do Brasil.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Por que tanta vontade de trucidar nascituros? Como se explica tanto alarde contra quem “assassina” uma capivara ou uma sucuri — crime qualificado como inafiançável — enquanto exime de toda responsabilidade quem pratica um aborto em nome do “direito” da mulher de decidir sobre a manutenção de sua gravidez, porque somente ela pode conceber?

Escrito por Padre David Francisquini (*) na ABIM
Agencia Boa Imprensa
Às vésperas do Natal, a partir do caso específico de suspensão da prisão preventiva de pessoas que trabalhavam numa clínica clandestina de aborto no Rio de Janeiro, o Supremo Tribunal Federal acabou por liberar a sua prática até os três meses de gestação, fato que vem provocando acirrada polêmica no País.

Abortar constitui crime não apenas para um católico, mas para todos os homens, em todos os tempos e lugares, como decorrência da Lei natural, pois ninguém tem o direito de praticá-lo simplesmente pelo fato de formar opinião individual de que o mesmo não importa em crime.

Com efeito, os princípios da lei natural inscritos nos corações de todos os homens são acessíveis à razão e se impõem a todos, independentemente de suas crenças religiosas — ou descrenças —, ainda que eles ocupem situação de preeminência na vida social, política ou mesmo no Judiciário.

Vimos verificando que o Estado brasileiro, apesar de se dizer laico ou neutro, acaba por impor sua ideologia pela introdução de leis ao gosto de minorias que postulam uma vida social e pública desvinculada de qualquer fator religioso, contrariando, aliás, o Direito natural e divino.

Trata-se de um confessionalismo ideológico agnóstico e laico, de um estranho estado de direito democrático e pluralista, no qual, na prática, apenas os ditos incrédulos modelam e impõem as leis a seu talante. Nesse sentido, foi significativa a decisão — na calada da noite — da nossa Suprema Corte sobre o aborto.

No exato momento em que, desdenhando as cinzas do sanguinário ditador Fidel Castro, cultuadas em Cuba por dois ex-presidentes petistas, o Brasil enlutado pranteava a tragédia ocorrida com o time da Chapecoense, algo de muito mais trágico acontecia entre as quatro paredes do STF: a descriminalização do aborto até o terceiro mês de gestação, condenando, ipso facto, milhões de brasileiros indefesos à morte atroz.

Quando os egrégios ministros do STF deveriam estar voltados contra a corrupção que se alastrou em todos os campos da sociedade brasileira, sobretudo no meio político, sua preocupação era paradoxalmente de autorizar o crime contra os inocentes.
Agencia Boa Imprensa

Apenas para recordar, o caso ocorrido na clínica clandestina carioca foi parar no STF, onde o Ministro Marco Aurélio Melo votou pela liberdade dos funcionários por entender que não cabia prisão preventiva. Contudo, o Ministro Luís Roberto Barroso [foto ao lado] apresentou um voto ampliado, descriminalizando, na prática, o aborto.

Recordemos ainda que, antes de se tornar Ministro do STF, o Dr. Luís Roberto Barroso, quando ainda advogava, impetrou ação que passou a vigorar contra os anencefálicos, pondo assim a guilhotina para funcionar contra as crianças portadoras de deficiências, alegando tratar-se de duro fardo para as mães de filhos especiais.

É a primeira vez na História do Brasil que o aborto amplo e irrestrito passa a vigorar juntamente com o aborto decorrente de estupros. Do alto de seu “notável saber jurídico e reputação ilibada”, o Dr. Barroso, elevado à condição de ministro do STF, ao favorecer a causa do aborto passou a trabalhar à revelia das disposições constitucionais que garantem a inviolabilidade do direito à vida.

Seus argumentos são lastreados nos jargões mais surrados dos defensores do aborto um pouco por todo o mundo, ou seja, que sua criminalização é incompatível com os direitos fundamentais da mulher, entre eles os sexuais e reprodutivos, bem como de sua autonomia e integridade física e psíquica, além dos da igualdade.

Isso tem como base o pressuposto hedonista, segundo o qual a vida sexual seria destinada ao prazer das partes, e não relacionada com a vida em família e a procriação e a vida em família.

Ao alegar que só a mulher engravida, o Sr. Ministro acaba por minimizar o direito fundamental de todo ser humano, direito inalienável decorrente de sua própria constituição enquanto ser racional e volitivo, ontológico e com direito à vida.

Do ato entre um homem e uma mulher é gerado um novo ser, que deve ser respeitado e garantido pela própria Constituição e pelo Supremo Tribunal, ao invés de ser simplesmente eliminado. Todos os tratadistas de filosofia aristotélico-tomista defendem o direito à vida como direito fundamental do próprio ser racional.

Por exemplo, como se explica tanto alarde contra quem “assassina” uma capivara ou uma sucuri — crime qualificado como inafiançável — enquanto exime de toda responsabilidade quem pratica um aborto em nome do “direito” da mulher de decidir sobre a manutenção de sua gravidez, porque somente ela pode conceber?

Por que tanta vontade de trucidar nascituros? Será que, data venia, o Sr. Ministro está a serviço de minorias ideologizadas, que recorrem à Justiça para mudar leis e costumes nos moldes da ativista colombiana Mónica Roia, visando um impacto sentimental para mover a opinião pública?

Parece ter sido este o ponto de convergência entre os ministros, que a Suprema Corte acolheu. Nada disso é novo, pois esta cantilena foi denunciada há muito em meu livro Catecismo contra o aborto (Capítulo VII – Aborto, Saúde Pública e Estado Leigo – p. 37, Artpress, 2009).

Que os parlamentares abram os olhos para o delineamento de um ativismo ditatorial do Judiciário em prol do aborto, se não quiserem perder a prerrogativa de legisladores. Na realidade, estamos assistindo à maior debilitação do vínculo familiar, com a consequente destruição da família instituída pelo Redentor da Humanidade, Nosso Senhor Jesus Cristo.

Cumpre, portanto, fazer valer o direito da Santa Igreja de ser ouvida. Direito que não está vinculado a maioria alguma, mas à suma autoridade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que também foi Mestre, independentemente de as multidões O aclamarem.
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(*) Sacerdote da Igreja do Imaculado Coração de Maria — Cardoso Moreira (RJ).

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Esquerdistas manifestam desprezo pelas vítimas dos bandidos. Logo, não têm moral para falar em empoderamento de pessoas

Quem ignora as vítimas inocentes dos criminosos não tem moral para falar em empoderamento
Escrito por Luciano Ayan no Ceticismo Político
Se há um grupo que não tem moral para falar em empoderamento de pessoas é a esquerda, principalmente após tantas e recorrentes manifestações de desprezo pelo sofrimento das vítimas inocentes de bandidos.

Uma vítima inocente de bandidos é aquela pessoa que não está envolvida no mundo do crime mas, mesmo assim, é vítima de criminosos. Com certeza muitos dos leitores já passaram por isso: mesmo sem ter um histórico de crimes, ter uma arma apontada em sua direção. Pior ainda é quando desse ato de coerção existe violência.

Quase todas as vítimas inocentes de bandidos dão a mesma declaração: o momento em que uma arma é apontada em sua direção é um momento de impotência. Impotência significa absoluta incapacidade de exercer qualquer tipo de poder. Pessoas honestas são obrigadas a ficar quietas sob a mira de uma arma. Logicamente, tal situação de impotência é o inverso do empoderamento.

A única atitude moral diante disso é se preocupar com as vítimas inocentes de bandidos. Atitudes incluiriam: revogar o estado do desarmamento, eliminar a progressão de pena para crimes violentos (nos quais existe o uso de coerção armada), aumentar as penas para crimes envolvendo coerção armada, reduzir a maioridade penal e outras medidas do tipo. Não que essas medidas iriam empoderar de vez as vítimas inocentes de bandidos, mas já ajudariam bastante.

Como a esquerda (especialmente a extrema-esquerda) se recusa a defender tais propostas, posiciona-se, então, do lado da classe de seres humanas mais opressora da humanidade: os bandidos violentos, ou seja, aqueles lançam mão da coerção física ou armada contra as vítimas inocentes de bandidos.

A conclusão só pode ser uma: a esquerda é inimiga do empoderamento dos cidadãos. No fundo, eles ficam do lado daqueles que colocam as vítimas inocentes sob a pior situação possível de impotência humana. Assim, não tem moral alguma para falar em empoderamento, no qual eles definitivamente não acreditam.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Assista ao vídeo intitulado "SE EU FOSSE O DIABO" e perceba como é a atuação do representante do mal nas políticas esquerdistas

O DIABO A TIRANIA BUNDALELÊ
Escrito por Aluízio Amorim, 5/1/2017, e publicado no Blog do Aluízio amorim
A excelente página do Facebook intitulada "Embaixada da Resistência", fez a postagem do vídeo acima. Trata-se de um texto do consagrado radialista conservador norte-americano Paul Harvey escrito em 1965. O título dessa mensagem em tom de crônica faz todo o sentido na atualidade. Astuto e perspicaz não deixou escapar o que testemunhou nos anos 60 do século passado quando os jagunços comunistas da "guerra cultural" davam os primeiros passos no sentido de demolir a civilização ocidental. A cereja do bolo, os Estados Unidos, como não poderia deixar de ser, sofreria a primeira investida dos teóricos bundalelês da famigerada Escola de Frankfurt tendo à frente psicopatas como Herbert Marcuse, Adorno, Horkheimer et caterva e que por incrível que pareça continuam sendo cultuados à farta pelos "intelequituais" de mestrados e doutorados das universidades.

Paul Harvey foi dos primeiros a sentir o cheiro de carne queimada. Por isso escreveu um texto em tom de mensagem intitulado: "Se eu fosse o diabo". Os recursos da tecnologia permitem um mix do texto com imagens comprovando linha por linha o que Harvey intuíra há mais de 50 anos.

Vale a pena ver o vídeo e refletir. A reflexão sobre bases evidentes - os fatos - é a melhor forma de entender os fenômenos políticos, sociais e culturais. Entendendo a jogada, como se diz na gíria, é possível então efetuar análises mais concretas repelindo e denunciado as mentiras propagadas pela vagabundagem midiática, principalmente a televisão, os jornalões, escolas e universidades. 

Não é à toa que os sabujos dessa "guerra cultural" destinada a destruir a nossa Civilização Ocidental estão pesquisando fórmulas para censurar a internet, mais exatamente as redes sociais e os sites e blogs independentes que como este aqui metem o dedo na ferida. Assim, sendo, resistir é preciso. Portanto, estimados leitores, não deixem de compartilhar este post e sigam este blog também no Facebook e no Twitter. Isto é fundamental para combater a tirania bundalelê.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

O presidente do Partido Conservador - PACO - apresenta "Proposta de constituição de um novo país chamado Brasil" em e-book de 1.180 páginas ou em versão resumida e impressa de 120 páginas

PROPOSTA DE CONSTITUIÇÃO DE UM NOVO PAÍS CHAMADO BRASIL
O livro trata principalmente de política, mas o tempero da religião, da economia e do meu conceito de liberdade dentro da vida que nos foi dada o torna interessante para quem pretende acompanhar as transformações atuais no Brasil e no mundo. Há duas versões do livro:
1) E-book gratuito de 1180 páginas que consta do endereço eletrônico: www.partidoconservador.org.br/livro/navarroHTML/codigos_index.html
2) Uma versão impressa com 120 páginas a venda (R$ 20,00) nas Livrarias Curitiba, em Curitiba, ou no sítio eletrônico das Livrarias Curitiba.
Vejam a capa e a contracapa do livro AQUI ou na imagem a seguir:
O livro é uma proposta conservadora de Constituição de um novo país chamado Brasil, tendo a firme convicção de que a natureza humana é essencialmente capitalista. Ninguém é socialista, porque, se o fosse, venderia suas propriedades e seu trabalho e os entregaria ao estado para que este fizesse a distribuição dos seus bens.

Ao longo da história, nota-se que o progresso do homem foi apenas um progresso material e que a soma do trabalho e da solidariedade natural do ser capitalista proporcionou a riqueza social. Mas, o socialista, em nome de se criar um novo homem, transformou a mulher cubana em geradora de fetos para exportação; transformou o norte-coreano em chorão de praça pública e adorador do “deus” Kim; tornou o venezuelano um escravo do ditador Maduro e quer transformar o brasileiro num idiota.

O cristão acredita no paraíso celeste e não se subordina ao estado-deus, o qual sempre tem um ditador que se considera o deus do paraíso terrestre. Por isso, cristãos são perseguidos pelos ditadores atuais, todos essencialmente esquerdistas. O paraíso na terra não existe, mas a vida do ser humano sempre capitalista seria melhor aqui na terra se não houvesse as tentativas dos socialistas de criar um novo homem vivendo num paraíso terrestre sem Deus.

O leitor perceberá que a desvalorização da mulher é característica das ditaduras socialistas ou das ditaduras islâmicas, que também são socialistas. Os habitantes das sociedades democráticas e, consequentemente, predominantemente conservadoras, amam suas famílias e valorizam a mulher, seguindo o preceito cristão: família é a união de um homem e uma mulher com o objetivo de viver gerando novas vidas. Não é esse o caso dos islâmicos, não é esse o caso dos socialistas.

Uma proposta conservadora é pela conservação da vida, da liberdade, da propriedade e da religião cristã. A oposta proposta progressista está descrita no Manifesto Comunista, que explicitamente declara ser uma ruptura radical com as relações de propriedade tradicionais, com o cristianismo e com a liberdade, e acrescente-se: é uma proposta satânica de extinção do ser humano.

O que há de novidade na proposta de Constituição de um novo país chamado Brasil é a de mudar o estado, mas não mudar o seu povo. Não se acusa o povo de ser mal informado ou de ter defeitos, mas sim de que esse homem sempre capitalista, imperfeito e de natureza imutável tem direito de ser livre para progredir dentro de um estado que apenas lhe presta serviços jurisdicionais.

Existe o progresso material e existe a constante mudança individual, mas não há progresso coletivo em termos de o homem mudar sua natureza sempre capitalista. Nesse sentido, todas as estruturas do estado que procuram suprir falhas ou imperfeições humanas são eliminadas para se seguir o mandamento: não se muda o homem, mas se muda o estado.

Esse preceito demanda a medida certa de distribuição de poder entre os líderes do Brasil que, por isso, não devem receber poder concentrado, mas sim diluído em 57 estados e 52 territórios. O sistema administrativo e eleitoral proposto evita a predominância do poder econômico, possibilitando que o eleitor cobre fidelidade do parlamentar eleito por meio do voto distrital e facultativo. Não são novas leis que irão melhorar a sociedade, mas sim a efetiva e correta aplicação das leis vigentes. Assim, qualquer ato, decreto, portaria ou documento emitido pelo Poder Executivo poderia ser revogado pelos parlamentares, bem como qualquer ato judicial com indícios de vícios poderia ser objeto de representação de um único deputado ou senador.

Edson NAVARRO Tasso
Presidente do Partido Conservador - PACO

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Quem é a Nova Direita? O que ela pensa? E por que os "intelectuais" a temem tanto?

Escrito por Adolfo Sachsida II
Quem é a Nova Direita? O que ela pensa? E por que os "intelectuais" a temem tanto?
Cansado de ouvir tantas besteiras na grande imprensa, decidi escrever esse post.

1) Quem é a nova direita?
Resposta) A nova direita é a mesma de sempre: reúne liberais, conservadores e anticomunistas em geral. A nova direita reúne pessoas comuns que só querem ser deixadas em paz, que querem um Estado eficiente e que respeite nossas famílias, nossas liberdades, e nossas instituições. Nós sempre estivemos por aqui, mas a grande mídia, os intelectuais, o "beautiful people", e movimentos organizados (tais como sindicatos, e movimentos estudantis) há muito tempo fazem questão de nos ignorar. Esse pessoal dividiu o mundo entre PT (partido de esquerda) e PSDB (partido de centro esquerda), e passou a chamar qualquer um mais a direita do PSDB de extrema direita, ultra radical conservador, ou neoliberal.
O avanço da internet e de mídias alternativas deu vazão, deu representatividade ao que agora se chama de Nova Direita. Daí a impressão de que nosso crescimento é grande, na realidade os conservadores e liberais no Brasil sempre foram maioria. Eram apenas deixados de lado, mas isso está mudando e incomoda muita gente. Incomoda principalmente os "intelectuais", os partidos de esquerda, e jornalistas que estavam acostumados com o monopólio da bondade da esquerda no debate nacional.

2) O Que a Nova Direita pensa?
Resposta) Valorização do indivíduo e da família como unidade básica da sociedade, isto é, a direita quer menos poder para o Estado e mais poder para o indivíduo. A direita não gosta de coletivos (tais como sindicatos) tomando decisões que deveriam ser tomadas pelo indivíduo. A direita protege a vida desde sua concepção, pois entende que o direito a vida precede qualquer outro direito. A direita defende também o direito do indivíduo defender sua família e sua propriedade. Logo, a direita é a favor da propriedade privada e dos meios privados necessários para defende-la (tal como o porte de armas). A direita é também a favor da responsabilização individual, o que quer dizer que a culpa em última instância pelo ato criminoso é do indivíduo. A direita defende também o direito dos pais educarem seus filhos de acordo com sua crenças e convicções. A direita costuma gostar da tradição, pois entende que as tradições são respostas a problemas já esquecidos pela sociedade, e o abandono de determinadas tradições pode resultar na volta de antigos problemas. Por fim, a direita é sempre favorável a mudanças lentas na sociedade. Isto ocorre por causa de nossa desconfiança na capacidade do Estado. Logo, para evitar grandes rupturas da ordem, o melhor é que a mudança seja sempre gradual. Assim, sempre será possível corrigir eventuais erros antes que os mesmos se transformem em catástrofes.
Em resumo, a direita defende a liberdade individual, a propriedade privada, e a vida humana. Exatamente por que os "intelectuais" temem tanto a direita?

3) Por que os "intelectuais" temem tanto a Direita?
Resposta) Já notou a quantidade de analistas na grande mídia que diz temer o crescimento da direita? Ora, a direita defende a liberdade individual, a propriedade privada, e o direito a vida. Exatamente por que isso é perigoso? É perigoso apenas para os esquerdistas que se acostumaram a ter o monopólio das virtudes. A esquerda domina tanto a academia como os veículos de comunicação em massa, o crescimento da direita representa para eles uma ameaça direta ao seu monopólio na divulgação das ideias, e ver seu monopólio em xeque os assusta.
Note que a esquerda taxa seus inimigos de "canalhas", "xenófobos", "homofóbicos", entre outras ofensas. Em momento algum ela discute ideias, a esquerda perdeu o hábito de debater. Quando você ouvir algum "intelectual" dizendo estar com medo da ascensão da nova direita pergunte a ele o porque dele ter medo das ideias de liberdade, propriedade, e vida. Você verá que ele irá lhe ofender, mas nunca irá lhe responder.

Eu sou um conservador, não sou um radical e nem um canalha. Defendo ideias nobres, ideias que são o coração de nossa sociedade. Basta de ofensas! Eu exijo respeito ao meu pensamento!