domingo, 31 de dezembro de 2017

Feliz 2018 com muita evolução individual e progresso material


A figura é a representação dos Sete Pecados Capitais por Bosch
Fonte: Wikipedia

Os homens nascem iguais entre si. Daí, a cada dia que passa, são influenciados pelos mais variados ambientes e se tornam diferentes a ponto de um considerar-se melhor que outro e assim começam os conflitos que podem ser controlados pelo estado, mas não com imposições de perda de liberdade ou de mudança da natureza humana. 

A mudança, percebida a partir do primeiro dia de vida, ocorre em cada um. Isto é, você pode mudar sua personalidade a cada vez que conhece uma idéia, um objeto, uma pessoa ou que você mesmo invente algo novo. No entanto, você não muda sua natureza humana. Por isso, o indivíduo que mudou de favelado a milionário não pode querer que seu filho nasça com as características que foram adquiridas pelo pai ao longo da vida. Vale a quase regra: Pai rico, filho nobre e neto pobre. 

Depois do nascimento, a evolução individual passa pelas situações de amor e ódio misturados com os pecados da avareza, luxúria, preguiça, ira, soberba, gula, inveja, ganância e outros defeitos ou virtudes que mudam aquele ser que, ao nascer, tinha todos os instintos básicos do ser humano, mas era inocente e despreparado para viver e para se reconhecer como filho de Deus. 

O erro (mais provável que seja má fé pelo poder) dos evolucionistas, progressistas, socialistas, ambientalistas e outros é pretender que a evolução individual torne-se evolução coletiva. Esses indivíduos não conservadores pensam que o estado pode criar um novo homem que viveria mil anos, não precisaria de sexo para se reproduzir e que nunca mais haveria humanos portadores dos pecados originais do recém-nascido. 

Discordo dessa visão evolucionista, pois prefiro acreditar que o homem foi criado por Deus a acreditar que o homem veio do macaco. O que desejo aos que me leem é evolução individual, progresso material coletivo, riqueza e felicidade advinda de reconhecer que não estamos livres dos pecados originais e que devemos pedir perdão a Jesus Cristo e não ao estado, haja vista que este elabora leis para nos tirar a liberdade e a vida. 

Portanto, nesse ano que inicia e nos próximos, desejo que você reconheça sua natureza imutável criada por Deus. Uma natureza que pode evoluir individualmente, mas que precisa, antes do final da vida, reconhecer a filiação divina. Isso significa que você deve lutar por mudanças em você mesmo, mas não nos outros. A mudança imposta aos outros pelo estado nunca ocorre por que este não é doador de nossa vida e nem de nossa liberdade. 

Vida e liberdade são atributos que ganhamos e conquistamos seguindo os dez mandamentos da vida, da liberdade, da riqueza e da felicidade escritos por Deus nas tábuas de Moisés.

Feliz 2018!

sábado, 30 de dezembro de 2017

UMA TÍPICA MENTIRA ABORTISTA

Uma típica mentira abortista
Escrito por Hélio Angotti Neto e publicado no Mídia Sem Máscara, 30 de dezembro de 2017.
Se proibir, aumenta? Enquadrando a discussão.

Nas conversas entre aquelas pessoas a favor da vida humana e aquelas a favor do direito de decidir ou, em termos mais diretos, nas brigas entre os que são contra e os que são a favor do aborto, respectivamente, alguém do último grupo sempre costuma apelar para um dado curioso. Segundo a sabedoria abortista, proibir o aborto aumenta o número de casos. Se o aborto fosse legalizado, segundo eles, os casos de aborto tendem a diminuir.

Para muitos isso pode parecer contraditório. E, na maioria dos casos, é pura contradição mesmo!

Essa é mais uma das muitas mentiras a respeito do aborto que são veiculadas por iluminadas cabeças pensantes em meio à sociedade. Se continuarem pensando com essa qualidade, há de se questionar onde chegarão, senão na aniquilação da inteligência e da capacidade de apreender a realidade.

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

LEMBRETE DE NATAL 2017

Lembrete de Natal 2017
Escrito por Olavo de Carvalho, 26 de dezembro de 2017, no Mídia Sem Máscara.
De cem a cento e cinquenta mil cristãos continuam sendo assassinados anualmente em países islâmicos e comunistas, e número aproximadamente igual sofre toda sorte de humilhações, boicotes e constrangimentos nas democracias ocidentais. Aí a retórica anticristã da mídia, das universidades e dos organismos internacionais torna-se cada vez mais ostensiva e desinibida, denotando uma intenção clara de passar, em breve, do genocídio moral e cultural ao assassinato em massa.

Ser cristão tornou-se tão perigoso que já não concebo outra saudação de Natal para enviar aos meus amigos e leitores senão a boa e velha advertência de que não nascemos para este mundo, mas para a vida eterna. Foi não apenas para trazer, mas para cumprir esse aviso que Nosso Senhor veio ao mundo e morreu por nós. Seu Nascimento não faria sentido nenhum sem a Sua Morte, e Sua Morte sem a Ressurreição. Também a Ressurreição não faria sentido se não tivesse deixado outro sinal na Terra senão a lembrança na mente de umas poucas testemunhas, dois milênios atrás. Mas as marcas da presença de Jesus no mundo são tantas e tão constantes que a única maneira de ignorá-las é desviar os olhares e tapar os ouvidos. Sempre vejo algum humorismo involuntário quando me falam na “fé em milagres”. Um milagre, por definição, acontece no mundo físico e é percebido com os cinco sentidos, sem nenhum apelo ao auxílio sobrenatural da fé. Afinal, o paralítico andou ou apenas acreditou que andou? O cego enxergou ou apenas pensou, com muita fé, que enxergava? Lázaro ressuscitou ou apenas, no fundo do túmulo, acreditava erroneamente estar vivo?

Também me parece que, se em vez de fazer o Sol dançar diante dos olhos de todos, Nossa Senhora tivesse, num estalar de dedos, instantaneamente, feito apenas oitenta mil pessoas acreditarem nisso sem ver nada, teria sido um milagre mais extraordinário ainda.

Só há um meio de negar os milagres: é negar-se a olhar os fatos, é trocá-los por pensamentos. É trocar, como diria o Bruno Tolentino, o “mundo como rapto” pelo “mundo como ideia”. Infelizmente, noventa por cento dos filósofos não fazem outra coisa.

Tanto quanto os milagres, o mal e horror do mundo nos falam, e o que dizem é a mesma coisa: não somos daqui, somos da eternidade.

Que nenhum de vocês se esqueça disso são os meus mais sinceros votos de Feliz Natal neste ano de 2017.

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Cidades vazias, desertos populacionais, desperdício de vidas humanas, acúmulo de infelicidades, prisões de inocentes, assassinatos de fetos ou de bebês é o resultado da aplicação do socialismo na China. A organização PT quer conduzir o Brasil para o mesmo desastre.

Babeis vazias na China

Escrito por Luís Dufaur*, 14/10/2014, e publicado no blog Pesadelo Chinês
Kangbashi: não e filme fiction mas é mais uma cidade fantasma da China
Kangbashi: não e filme fiction mas é mais uma cidade fantasma da China
É uma cidade fantasma, mas não é um cenário de novela. Está despovoada, mas não é uma cidade como as da Antiguidade. 

Kangbashi, na Mongólia Interior, norte da China, pode dar moradia a um milhão de habitantes, más nela só há 50.000 pessoas, noticiou“La Nación” de Buenos Aires. 

É um cidade brilhante pela sua modernidade. Milagre da planificação socialista, ela possui largas avenidas, enormes prédios, parques impecáveis e gigantescos shoppings, além de um museu e uma pista de corrida de carros ‘novinha em folha’. 

Só que não tem gente.

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Os fundamentos gerais do Partido Conservador – PACO – são os dez mandamentos de Deus.

No capítulo 20 do Livro Êxodo do Pentateuco da Bíblia, Deus pronunciou todas estas palavras:

1.“Eu sou o Senhor teu Deus, que te fez sair do Egito, da casa da servidão.

2.Não terás outros deuses diante de minha face. Não farás para ti escultura, nem figura alguma do que está em cima, nos céus, ou embaixo, sobre a terra, ou nas águas, debaixo da terra. Não te prostrarás diante delas e não lhes prestarás culto. Eu sou o Senhor, teu Deus, um Deus zeloso que vingo a iniqüidade dos pais nos filhos, nos netos e nos bisnetos daqueles que me odeiam, mas uso de misericórdia até a milésima geração com aqueles que me amam e guardam os meus mandamentos.


3.“Não usará o nome do Senhor, teu Deus, em prova de falsidade, porque o Senhor não deixa impune aquele que pronuncia o seu nome em favor do erro.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

"MINHA MULHER NÃO TRABALHA"

“Minha mulher não trabalha”
Escrito por Plinio Maria Solimeo e publicado na ABIM em 20 de dezembro de 2017
Quanto trabalha uma dona de casa hoje em dia? É preciso considerar que as atuais leis trabalhistas transformaram a maioria das empregadas domésticas em reivindicadoras sindicalizadas que só pensam em seus direitos e muito pouco em seus deveres. Contratá-las atualmente é expor-se ao risco de muitos problemas trabalhistas. Já foi o tempo em que uma boa empregada doméstica acabava sendo quase que uma extensão da família, em que o trato entre patroa e empregada era pautado pelo entendimento, pela cordialidade e, em muitos casos, também pelo afeto mútuo.

Mas, voltando ao caso, para muitos o trabalho de uma dona de casa é leve, cheio de remansos, dando-lhe tempo livre para leituras, repouso etc. Mas a coisa não é assim.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Identidade dos conservadores do PACO - Partido Conservador - O conservador capitalista é o verdadeiro trabalhador que progride materialmente e continuamente, mas o esquerdista socialista é o verdadeiro explorador que regride materialmente e espiritualmente.

Resultado de imagem para imagens do diabo e do santoOs conservadores identificam-se com liberdade, democracia, economia de mercado e com conservação dos bons valores. Na verdade, os conservadores conservam os bons costumes e liberam o progresso na economia e os liberais querem o governo para impor novos costumes e intervir na economia em nome da mentira do progresso e da igualdade material entre pessoas. 

Nada mais contraditório no mundo de hoje, mas quem acompanha com inteligência o xadrez político sabe da verdade da liberalidade econômica dos conservadores e do intervencionismo na economia efetivado pelos liberais americanos ou pelos esquerdistas no Brasil.

A maioria dos conservadores é cristã e prefere ser considerada filha de Deus ao invés de ser considerada cria de macaco (ou darwinista) e sabe que a evolução individual existe tanto materialmente quanto espiritualmente, mas sabe que a evolução espiritual coletiva não existe. Conservador, à medida que o tempo passa, mais tem certeza que a natureza humana criada por Deus é imutável.

domingo, 17 de dezembro de 2017

Considerações sobre a ignorância ou: A Igreja Católica e Apostólica é o único caminho instituído por Deus para que os homens sejam salvos.

Considerações sobre a ignorância
Escrito por Jorge Ferraz e publicado no site Deus lo Vult
A Igreja Católica e Apostólica é o único caminho instituído por Deus para que os homens sejam salvos. A salvação de cada homem, assim, só é possível no grêmio da Igreja de Cristo, «fora da qual não há salvação» (extra ecclesiam nulla salus). O dogma é pouco conhecido e pior compreendido, muitas vezes mesmo por aqueles que têm alguma compreensão do que significa ignorância invencível.
O engraçado é que não tem como ser diferente. Dado que existe uma única natureza humana da qual todos os homens participam, dado que esta natureza humana encontra-se ferida após a Queda dos nossos primeiros pais, dado que nenhum homem finito é capaz de, por conta própria, reparar as ofensas causadas à Majestade infinita de Deus, dado que Nosso Senhor Jesus Cristo, sendo simultaneamente Homem e Deus, é o único que pode oferecer à divindade a propiciação de que a humanidade necessita, dado que Ele instituiu pessoalmente uma Igreja para continuar na História a Sua obra salvífica, enfim, levadas em consideração todas essas coisas, a conclusão não pode ser outra: para que a pessoa alcance o Céu ela precisa receber a salvação deste canal de graças que é a Igreja.

sábado, 16 de dezembro de 2017

O TOLO E SEU INIMIGO: Esse é o título do livro de Jeffrey Nyquist, um dos melhores analistas de política dos Estados Unidos. É uma boa leitura do panorama sócio-político mundial

Jeffrey Nyquist em português
Artigo escrito por Olavo de Carvalho, 11 de dezembro de 2017, e publicado no Mídia Sem Máscara
Por fim, o Jeff Nyquist em português. Ele é um dos melhores analistas politicos dos EUA, se não o melhor.

Sinopse:

O Tolo e Seu Inimigo

Análise acurada e vigorosamente conduzida do atual panorama sócio-político mundial e de suas conseqüências inescapáveis.

O autor parte da tensão tipicamente contemporânea entre a necessidade de defender a civilização contra seus inimigos e a desagregação da própria sociedade ocidental que recusa não só a condição de indefesa como a existência mesma de seus inimigos. O resultado, como não poderia deixar de ser, é o suicídio da sociedade e o colapso de toda a civilização.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

POR QUE A GRANDE MÍDIA TRANSFORMOU JAIR BOLSONARO NO JUDAS DA POLÍTICA BRASILEIRA? ENTENDA O QUE ESTÁ POR TRÁS DESSA JOGADA.

O pré-candidato presidencial deputado Jair Bolsonaro esteve nesta quinta-feira em Manaus, onde participou de diversos atos incluindo a solenidade de formatura do Colégio da Polícia Militar, proferiu palestra e discursou uns 15 minutos para uma multidão que o aguardava no Aeroporto de Manaus.

O vídeo acima dá uma ideia da recepção de seus apoiadores. Repetiu-se em Manaus o que tem ocorrido em todas as cidades onde Bolsonaro aparece. Há sempre uma multidão animada cercando o presidenciável, ainda que continue a ser alvo de ataques e fake news produzidas pela grande mídia.

Por isso Jair Bolsonaro dialoga com seus eleitores diretamente pelas redes sociais. Só em sua página oficial no Facebook, Bolsonaro deverá registrar nos próximos dias 5 milhões de seguidores.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Antevisão: Lula condenado, inelegível, solto e a fazer campanha em favor de um ungido. E isso nem é o pior!!!

Escrito por Reinaldo Azevedo no Blog do Reinaldo na Rede TV
Sim, leitores, isso aí acima é uma jararaca…

O PT já tem um ativo eleitoral gigantesco nas mãos: a condenação de Lula em tempo recorde. E que se note: a esta altura, é de uma irrelevância danada denunciar que o partido foi financiado pelo capiroto… Os brasileiros já estão algo anestesiados e abestados pelo denuncismo doidivanas. Até Tiririca vira referência intelectual de certo colunismo hoje em dia. Santo Deus…

A vanguarda do atraso, como se nota, dá frutos. Ora, se ninguém presta, isso inclui Lula e o PT. Se inclui Lula e o PT e se ninguém presta, por que, então, dizer “não” a Lula e ao PT? Nesse caso, conclui o povão, faz mais sentido hostilizar aqueles que antes combatiam os petistas e que foram alvejados pelo MPF. Entenderam?

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

SOBRE A PROPOSTA DISTRIBUTIVISTA DE CHESTERTON CONSTANTE DO LIVRO “UM ESBOÇO DA SANIDADE”

        Gilbert Keith Chesterton foi um escritor inglês nascido em Londres em 29 de Maio de 1874 e que faleceu em 1936. Ele se declarava cristão, protestante e ortodoxo, até que em 1922 converteu-se ao catolicismo romano.

         Ele adotou a profissão de escritor em 1895 quando iniciou trabalho na editora londrina Redway e nunca mais parou de escrever livros, peças teatrais, criticar, conferenciar e ser comentarista de emissora de rádio. “O homem que foi quinta feira” e a “série de contos sobre o padre detetive” são os trabalhos que se destacam dentre a centena de livros que escreveu.

         Chesterton publicou o livro “The Outline of Sanity” (Um esboço da sanidade) em 1926.

domingo, 10 de dezembro de 2017

O poder estatal é formado por bandidos que conquistaram o direito de confiscarem a riqueza dos cidadãos do poder social de determinado território. Ou: SOBRE MURRAY ROTHBARD E SEU PEQUENO LIVRO “A ANATOMIA DO ESTADO”

Murray Newton Rothbard nasceu em Nova Iorque em 2 de março de 1926. Aderiu à Escola Austríaca de pensamento econômico e filosófico. Definiu-se como um libertário e, como tal, ajudou a definir o que seria libertarianismo.

De 1963 a 1985, Rothbard lecionou no Instituto Politécnico da Universidade de Nova Iorque e de 1986 até sua morte foi professor da Universidade de Nevada. Em 1995, quando faleceu, o obituário do New York Times o chamou de "um economista e filósofo social ferozmente defensor da liberdade individual" e absolutamente contra a intervenção do governo." Dentre seus trabalhos escritos destacam-se o livro Man, Economy and State, publicado em 1962, bem como o opúsculo "A anatomia do estado", publicado em 1968, do qual faço resumo nos parágrafos seguintes.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Você gostaria de passar a vida inteira na pobreza sendo sofredor ou não ter existido?

Assista ao vídeo a seguir e veja a opinião de Edir Macedo sobre o aborto e do Padre Paulo Ricardo sobre o que é a conservação da vida.

Papa Francisco é ditador? Parece que sim. Veja o conflito dele com três cardeais que dele discordam

Os Cardeais Burke-Brandmüller-Müller e “O Papa ditador”
Escrito por Roberto de Mattei (*) na ABIM

Nas últimas semanas houve três entrevistas de alguns eminentes cardeais. A primeira foi concedida em 28 de outubro de 2017 pelo cardeal Walter Brandmüller a Christian Geyer e Hannes Hintermeier, do Frankfurter Allgemeine Zeitung; a segunda foi dada em 14 de novembro pelo cardeal Raymond Leo Burke a Edward Pentin, do National Catholic Register; e a terceira, do cardeal Gerhard Müller ao jornalista Massimo Franco, apareceu em 26 de novembro nas colunas do Corriere della Sera.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

O título de mulher do ano de 2017 deve ser dado à Professora Heley de Abreu Silva Batista

Quem é a mulher do ano?
Eu sei que os títulos de mulher do ano costumam ser concedidos para celebridades do meio artístico, dos palcos, das câmeras e das passarelas. Isso tem muito a ver com a superficialidade das relações sociais, vulgarmente incapazes de avançar um milímetro sequer sobre as aparências. Ao afirmá-lo, não estou emitindo juízo de valor sobre quem quer que seja.

Já quando olhamos ao nosso redor, provavelmente todos temos a quem outorgar esse destaque. Num círculo mais estreito de relações, onde conhecimentos e sentimentos são mais profundos, quase sempre há alguém que é, a um só tempo, rainha, deusa, leoa, obreira infatigável de incontáveis tarefas, pessoa de vontades contidas e interesses postergados, primeira e espontânea oferta no altar dos sacrifícios. Meu louvor, meu apaixonado louvor à essa multidão anônima de mulheres do ano!

Ao pesquisar no Google sobre a mulher do ano de 2017, vejo tantas referências à cantora Anitta, que não posso deixar de dizer: tal escolha constrange a nação. É sintoma de que o torneado do corpo se impõe ao torneado da alma, e que as formas obscurecem a beleza e a nobreza das virtudes.

Neste ano de 2017, ninguém se ergueu acima de Heley de Abreu Silva Batista! Foi ela que entrou em luta corporal com um louco incendiário. Foi ela que retirou 25 crianças de uma creche em chamas, salvando-as de morrerem no trágico acontecimento do dia 5 de outubro em Janaúba MG. Horas depois, não resistindo às queimaduras, Heley morreu.

Em João 15:13, numa alusão ao que viria a acontecer consigo mesmo, Jesus diz: “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos seus amigos”. Amor supremo, cuja imposição vem do coração e chega à superação dos mais naturais instintos humanos. Quando enunciou o mandamento do amor, Jesus disse que devemos amar o próximo “como” (tanto quanto) a nós mesmos. Ele não nos exige o que Ele fez. Ele não pediu a Heley o que Heley realizou. Ela agiu voluntariamente. Amor ao próximo além do amor próprio é altruísmo, virtude das almas mais nobres, dos santos, dos heróis, dos que se erguem à reverência de todos nos altares, nos monumentos e nas páginas da História.

Por isso, quando a agenda de 2017 começa a buscar na prateleira seu lugar ao lado das precedentes, eu me uno aos que escolhem Heley de Abreu Silva Batista e digo: Professora, este ano não tem para mais ninguém! Dê um abraço em Jesus por mim.

SOBRE CHESTERTON E SEU LIVRO “O QUE HÁ DE ERRADO COM O MUNDO”

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Gilbert Keith Chesterton foi um escritor inglês nascido em Londres em 29 de Maio de 1874 e que faleceu em 1936. Ele se declarava cristão, protestante e ortodoxo, até que em 1922 converteu-se ao catolicismo romano.

Ele adotou a profissão de escritor em 1895 quando iniciou trabalho na editora londrina Redway e nunca mais parou de escrever livros, peças teatrais, criticar, conferenciar e ser comentarista de emissora de rádio. “O homem que foi quinta feira” e a “série de contos sobre o padre detetive” são os trabalhos que se destacam dentre a centena de livros que escreveu.

Chesterton casou-se com Frances Blogg em 1901 e assim permaneceu durante toda a vida dele. No livro “O que há de errado com o mundo”, escrito em 1910, aparece a sua linguagem realista (conservadora) sobre o papel dos sexos, bem como aparecem críticas fortes contra o socialismo e contra o capitalismo. 

Depois da primeira grande guerra, Chesterton se tornou líder do movimento distributivista defendendo a ideia da divisão da propriedade privada em unidades menores que deveriam ser distribuídas por toda a sociedade. Essa proposta era uma tentativa de evitar a instalação do socialismo na Inglaterra, mas ninguém a adotou por ser impraticável sem existência de um estado totalitário que era exatamente contra aquilo que ele lutava.

O livro intitulado “O que há de errado com o mundo” foi publicado pela Editora Ecclesiae, São Paulo, 2013. Tal livro está dividido em cinco partes:

Parte I)O desabrigo do homem. Resumo: O homem vive fora de casa e a mulher dentro.

Parte II)O imperialismo ou o erro acerca do homem. Resumo: o homem erra quando elege um imperador para resolver problemas simples do mundo externo a sua casa.

Parte III)O feminismo ou o erro em relação à mulher. Resumo: A mulher erra quando quer resolver problemas de fora de casa.

Parte IV)A educação ou o erro em relação à criança. Resumo: A educação não existe. Não é a educação que muda as pessoas. O professor apenas transmite seus dogmas. A verdade na escola será sempre a do professor e se ele não souber transmitir o que é a verdade dele então não será um educador. A educação fora de casa não existe e não é solução para as mazelas humanas.

Parte V)O lar do homem. Resumo: Há duas instituições que sempre foram fundamentais para a humanidade: a família e o estado. O lar do homem seria o estado. A mulher prefere o lar da casa privada e o homem prefere a casa pública, o barzinho e o parlamento. Os socialistas gostam mais do estado que da família. Por isso, são perigosos, pois preferem uma sociedade de insetos facilmente comandados que uma sociedade de humanos rebeldes agrupados em famílias que se protegem contra o estado. E, para se evitar a instalação do estado socialista, seria necessário, rapidamente, dividir a propriedade e distribuí-la para o maior número de famílias.

Sobre o que há de ERRADO no mundo, Chesterton dizia que:

domingo, 3 de dezembro de 2017

O Brasil está numa encruzilhada perigosa: Você quer liberdade e segurança, mas os esquerdistas querem fome, miséria, opressão e morte.

domingo, dezembro 03, 2017 por Aluizio Amorim

No momento em que a Folha de S. Paulo publica a última pesquisa do ano de 2017, sondando as preferências neste momento dos eleitores brasileiros no que tange às pré-candidaturas presidenciais é muito importante que se faça uma reflexão definitiva.

O resultado dessa pesquisa não traz qualquer novidade. Os números se repetem. Lidera a pesquisa um condenado em um dos processos abertos contra ele na esteira da Operação Lava Jato.

terça-feira, 28 de novembro de 2017

A ditadura comunista chinesa foi assumida por um novo ditador. Ao contrário do que os áulicos dizem, a pobreza aumentará na mesma proporção do aumento do poder do estado comunista. É quase o mesmo que o inferno na terra.

Escrito por Luis Dufaur e publicado no Blog Pesadelo Chinês
Xi Jinping 'o próximo imperador(The Economist, outubro 2017).  Entre as nomenklaturas comunistas e o alto capitalismo há curiosas consonâncias
Xi Jinping 'o próximo imperador(The Economist, outubro 2017).
Entre as nomenklaturas comunistas e o alto capitalismo há curiosas consonâncias






Encerrou-se em Pequim a teatralização quinquenal máxima do XIX Congresso do Partido Comunista Chinês. O telão do teatro já baixou.

Como de praxe, as políticas que regerão a China nos próximos anos e as verdadeiras decisões já haviam sido tomadas antes. 

A peça, encenada por 2.300 figurantes ou “representantes do povo”, foi executada ao pé da letra. Um só erro poderia acarretar a execução do infeliz discordante do coro.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

A maioria silenciosa, estúpida ou oportunista, ao fugir do debate político, é a principal responsável pelo estado de calamidade em que se encontra o Brasil.

A MAIORIA SILENCIOSA, ESTÚPIDA E OPORTUNISTA, AO FUGIR DO DEBATE POLÍTICO É A PRINCIPAL RESPONSÁVEL PELO ESTADO DE CALAMIDADE EM QUE SE ENCONTRA O BRASIL.
Escrito e publicado por Blog do Aluizio Amorim
A página Embaixada da Resistência está entre as melhores no Facebook no que refere ao debate político. E o "Embaixador" desta feita foi direto ao ponto. Escreveu um texto em que analisa o dito "apolítico", ou seja, aquele tipo que abre a bocarra para afirmar que não tolera a política. Outros desse tipo, mais matreiros, simplesmente nem sequer pronunciam a palavra política. Fogem do debate político como o diabo foge da cruz.

Viver é um risco permanente, afinal bactérias, virus e outros migro-organismos patogênicos podem levar um cidadão sadio para o cemitério. Mas pior do que esses males invisíveis que a intervenção médica ainda pode mitigar são os políticos, mormente aqueles ditos de "esquerda" ou ainda outros que mesmo não rezando pela cartilha vermelha os toleram pelo seu silêncio oportunista. Afinal, exemplos no Brasil desses gêneros de sub-cidadãos, rematados boçais, abundam. E, por isso mesmo, deu no que deu. O Brasil está no vinagre, ou melhor, os brasileiros em sua esmagadora maioria estão à deriva num mar revolto de corrupção e roubalheiras.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Hitler era um esquerdista. Irmão siamês dos comunistas. O ódio dele era o mesmo ódio dos comunistas. Veja como a extrema esquerda atual está voltando com o maior ídolo deles: Hitler

Escrito e publicado no Blog do Aluizio Amorim 
Mais um vídeo traduzido pela sempre sensacional Embaixada da Resistência. Afinal, resistir é preciso. No desenho animado com duração de pouco mais de 5 minutos que está aí acima é possível matar a charada, como se diz na gíria.

Hitler retorna ao século XXI e jura de pés juntos que não é mais nazista, mas que se transformou num arauto da "diversidade", conceito estranho e ao mesmo tempo aplicável a qualquer área do conhecimento, indo da "diversidade bundalelê" que nega a distinção entre os gêneros masculino e feminino (diversidade sexual) até o denominado "multiculturalismo" ou "diversidade cultural".

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

É melhor "Jair se acostumando" vira tema do cancioneiro popular sulista na voz do cantor e compositor catarinense Jucemar da Silva.

"É MELHOR 'JAIR' SE ACOSTUMANDO" VIRA TEMA DO CANCIONEIRO POPULAR SULISTA NA VOZ DO CANTOR E COMPOSITOR CATARINENSE JUCEMAR DA SILVA.
Escrito e publicado no Blog Aluizio Amorim
À medida em que o tempo vai passando célere rumo a 2018 a pré-candidatura presidencial do deputado Jair Messias Bolsonaro vai rasgando fronteiras e se espraia pelo Brasil inteiro. Esta é uma verdade insofismável.

Tanto é que que inspirou um artista catarinense compositor e intérprete da música popular regional do Sul do Brasil. Trata-se de Jucemar da Silva, de Araranguá, cidade do extremo-sul de Santa Catarina, que compôs e acaba de gravar "É Melhor Jair se Acostumando".

O título da música é o grito de guerra dos apoiadores do presidenciável baseado no seu primeiro nome "Jair", junção do advérbio 'já' com o verbo 'ir'. Como podem reparar a letra da música resume em versos o estado de degenerescência moral, política e econômica em que o desgoverno do PT mergulhou o Brasil e que veio à tona após a descoberta do 'petrolão' pela Operação Lava Jato.

E, como não poderia deixar de ser, o refrão da música adverte: "É melhor já ir se acostumando/ Bolsonaro/ está chegando pra fazer o Brasil mudar/ É melhor já ir se acostumando/ Bolsonaro está chegando/ e o Brasil vai melhorar.

sábado, 11 de novembro de 2017

ANTIFA: Grupo radical comunista - A origem da organização pode ser rastreada a partir da ‘frente unida’ da Internacional Comunista da União Soviética

Antifa: a origem comunista do grupo radical
Escrito por Joshua Philipp, 11 de novembro de 2017 - 18:20:44, publicado no Mídia Sem Máscara
Membro do grupo radical Antifa vandaliza fachada de uma loja em Nantes, na França, em 14 de fevereiro de 2014. (Frank Perry/AFP/Getty Images)

O grupo extremista anarco-comunista Antifa esteve presente nas manchetes devido aos recentes confrontos violentos em Charlottesville, na Virgínia. No entanto, embora a organização tenha sido aplaudida por alguns meios de comunicação de esquerda por incluir nacionalistas brancos e neonazistas em sua lista de alvos, a organização nem sempre combateu o fascismo, como afirma.

A organização era anteriormente parte da frente de operações da União Soviética para implantar uma ditadura comunista na Alemanha, e que rotulou todos os partidos rivais como ‘fascistas’.

domingo, 5 de novembro de 2017

Regalia, crueldade e falsidade são os três traços do movimento revolucionário socialista que sangrou a Rússia, Alemanha, Cuba, Venezuela e que avançam no Brasil.

TRÊS FACES DA REVOLUÇÃO
Escrito por Plinio Corrêa de Oliveira e publicado na ABIM
Como sucessivas vezes temos exposto em Catolicismo, a explosão protestante do século XVI, a Revolução Francesa, a Revolução comunista constituem como que as três fases de um imenso movimento, uno pelo espírito, pelos objetivos e até pelos métodos.

Na figura de três de seus chefes, a secção “Ambientes, Costumes, Civilizações” procura fazer ver hoje alguns dos traços de alma desse movimento, isto é, algo do espírito da Revolução.
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No retrato de Lutero morto (quadro de Lucas Fortnagel, Biblioteca da Universidade de Leipzig), uma análise detida revela, na grosseria dos traços, a nota característica do demagogo cheio de si, do arruaceiro cuja pregação tantos erros e tanta revolta espalhou, e tanto sangue fez verter. Mas a impressão que salta desde logo aos olhos, e se torna definitiva no espírito do observador, é a sensualidade, o amor exagerado aos regalos de toda ordem, que provoca já no primeiro olhar uma sensação confrangedora.
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Em Robespierre,cuja máscara mortuária conservada no Museu Tussaud aqui reproduzimos, o que se exprime principalmente é o ódio. Um ódio tão profundo, tão avassalador, que, sem ter abolido a sensualidade, constitui a nota dominante da fisionomia. Esses lábios cerrados para sempre parecem entretanto ainda destilar algo das pregações de violência e de morte da era do Terror. Esses olhos que já não veem parecem conservar uma expressão de ódio viperino. A fronte abaulada dá a sensação de ainda ruminar peças oratórias incendiárias e planos de subversão. Ele todo não é senão ódio igualitário, tanto no plano especulativo como no militante, desejo imenso de destruir tudo quanto, a qualquer título, lhe é superior.
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O terceiro clichê apresenta Ernesto “Che” Guevara, o argentino transplantado para Cuba, que exprime tão autenticamente o cunho marxista da revolução cubana.

Os cabelos, que parecem não ser de há muito nem cortados nem lavados, um bigode ralo e esfiapado cujas extremidades acabam por se unir a uma barbicha de contornos incertos, formando tudo para o rosto uma só moldura de desalinho e desordem, causam repulsa instintiva, mas visam despertar uma impressão de naturalidade e despretensão, levada ao extremo.

De sua parte, o olhar, de uma luminosidade incomum, e o sorriso procuram dar uma certa idéia de bonomia e afabilidade um pouco mística.

Este homem dulçuroso é um dos suportes do regime do “paredón” onde tantas vítimas têm sido cruelmente imoladas. Do regime que esta movendo contra a Igreja uma perseguição inteiramente do estilo de Robespierre ou de Lenine.
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Se a fisionomia de Lutero exprime sobretudo a avidez dos prazeres do corpo, e a de Robespierre sobretudo o ódio igualitário, a de “Che” Guevara representa uma das máscaras mais recentes da Revolução, isto é, a bonomia insincera, a velar a pior das violências.
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Fonte: Catolicismo, Nº 121, Janeiro/1961

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Cremação: indício da atual descristianização

Cremação: indício da atual descristianização
Postado por Nelson Ribeiro Fragelli na ABIM
Georges D. era aposentado, gozava de boa pensão e possuía atraente cultura. Bom observador, sua acuidade penetrava a realidade dos acontecimentos, degustava-a, e, ao narrá-la, integrava seus interlocutores na cena descrita. Quem o ouvia tinha a impressão de ter participado no evento narrado.

Os amigos renunciavam ao teatro ou ao futebol para estar num domingo à tarde com ele. Francês de velha estirpe burguesa, Georges manejava com naturalidade e despretensão a arte da conversa. Nascido e criado na Lorena, próximo da fronteira alemã, começara ainda moço sua carreira de engenheiro de minas, durante a Segunda Guerra Mundial.

Sobreviveu aos dias de provação que se seguiram ao conflito mundial. As dificuldades lhe ensinaram a distinguir as situações e a conhecer as mentalidades. Este conhecimento era o sal de sua conversa. Embora casado havia mais de 50 anos, sua esposa Jeanne também não se cansava de ouvi-lo. Ele era de fato interessante.

Georges faleceu. Não houve enterro – fato que estranhou os amigos, embora ninguém dissesse nada. Houve cremação. Expedita, com orações ecumênicas gravadas em fita magnética e música New Agebanhando com gotas de inquietante mistério aquela despedida. Nenhum ritual piedoso, embora ele e a mulher fossem católicos. Nunca se soube qual dos dois optou pela cremação.

Jeanne depositou as cinzas do marido dentro de uma caixa em forma de livro e “arquivou-a” em sua estante, acima da televisão, na sala de visitas, entre seus volumes de arte culinária. Quem quisesse fazer uma oração ou levar uma flor à sepultura do amigo, relembrar as conversas com ele, as tardes de domingo passadas juntos, seus ditos, a subtilidade de suas observações, não podia.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Geoffrey Leonard Cheschire ou Barão de Cheschire foi um valoroso militar inglês da 2ª Guerra que pesquisou, procurou e encontrou Cristo na Igreja Católica

Militar audaz, altamente condecorado, converteu-se ao catolicismo
Escrito por Plinio Maria Solimeo na ABIM em 24 de outubro de 2017.
Geoffrey Leonard Cheschire [foto] foi um dos homens mais destacados de sua geração. Militar audaz e admirado na Segunda Guerra Mundial, ele se tornou o mais jovem capitão de grupo da Royal Air Force e um dos pilotos dessa guerra mais altamente condecorados. Entre as honras recebidas, está a Cruz da Vitoria — a mais alta condecoração concedida em toda a Comunidade Britânica por bravura em combate. Ateu, ele se converteu à fé católica e fundou várias obras de caridade.

O capitão Leonard Cheschire, Barão Cheschire desde 1991, nasceu no dia 7 de setembro de 1917 em Chester, no Reino Unido, oriundo de uma família acomodada e de alto nível intelectual. Seu pai, Geoffrey Chevalier Cheschire, era importante jurista que contribuiu de forma notável para a renovação do direito mercantil britânico.

Graduado em jurisprudência pela Universidade de Oxford em 1939, certa vez Leonardo apostou uma cerveja com um amigo, de que seria capaz de caminhar até Paris (excetuando-se o Canal da Mancha) somente com alguns centavos no bolso. E ganhou a aposta. Outra vez, em 1936, em visita à Alemanha, quis assistir a um comício de Hitler, e escandalizou a muitos por não querer fazer a saudação nazista.

Quando a Segunda Guerra Mundial se aproximava, a RAF (Royal Air Force) recorreu aos campos universitários, para formar pilotos fora de seus quadros. Cheschire alistou-se no esquadrão de sua escola, qualificando-se logo como piloto na Força de Voluntários da Reserva da RAF, em abril de 1937. Promovido três anos depois a oficial aviador no Esquadrão 102, ele participou da Batalha da Inglaterra quando a RAF, em inferioridade numérica diante dos incessantes bombardeios da Luftwaffe, soube aproveitar-se dos erros do inimigo para impedir a invasão do país.
Após bombardear as instalações alemãs perto de Hamburgo, a perícia demonstrada por Cheschire ao voltar à sua base com um avião inteiramente avariado, mereceu-lhe a Ordem do Serviço Distinguido. Ele a receberia em três outras ocasiões, além da Cruz do Serviço de Voo.

Promovido a líder de esquadrão, ordenou a realização de diversas melhorias no Esquadrão 76 da RAF, sob o seu comando, a fim de levantar o moral da unidade. Inspirava tal confiança em seus subordinados, que eles exclamavam: “Somos os pardais de Cheschire”.

Depois de muitos atos de bravura e heroísmo, em julho de 1944 Cheschire recebeu a máxima distinção militar britânica — a Cruz da Vitória —, “pela valentia e determinação de um chefe excepcional”. Ele cumpriu ao todo 102 missões de voo, e sua liderança no mítico Esquadrão 617 — um dos que arrasava as rampas de lançamento dos famosos misseis V1 e V2 alemães — tornou-o uma legenda.

Em junho de 1941 ele se apaixonou por uma atriz americana mais velha do que ele 21 anos, com quem se casou. Como ambos eram ateus, o casamento foi só no civil. Isto deu ensejo a que mais tarde, com o fracasso dessa união e sua conversão à Religião católica, ele se casasse em abril de 1959 na catedral católica de Bombaim (Índia) com Sue Ryder [ao lado foto do casal], também uma convertida ao catolicismo. Eles tiveram dois filhos.
Embora em sua infância Cheschire pertencesse à Igreja da Inglaterra, ele se tornara ateu na juventude. Em 1945, durante uma conversa em um clube de Londres, ele chegou a afirmar que era um absurdo crer na existência de Deus. Alegava que foi o homem quem O inventou para explicar a voz de sua consciência.

Em sua 103ª missão, Cheschire foi como observador ao bombardeamento nuclear de Hiroshima. A violência que presenciou com a bomba atômica levou-o a ter duvidas sobre o futuro da civilização. Queria então fazer algo por ela. Por isso, pouco depois, embora sendo o capitão mais novo da RAF, decidiu abandonar o serviço ativo, alegando razões médicas.

Cheschire começou então a dedicar-se a obras filantrópicas, auxiliando especialmente os ex-combatentes que se encontravam em necessidade. Isso desfechou na criação das Casas VIP, acrônimo do latim Vade in Pace, residências que ajudariam antigos combatentes a começar uma nova vida. Ele foi auxiliado nessa inciativa por Joan Botting, viúva de outro piloto.

Considerando que suas obras ficariam sem sentido se não as amparasse um ideal mais elevado, com a ajuda dessa viúva começou a investigar muitas religiões, entre elas os Adventistas do Sétimo Dia, os Metodistas, a Alta Igreja Anglicana, à procura de uma resposta. Mas não encontrou nelas nenhuma resposta que o convencesse.
Foi então que um ex-combatente da Segunda Guerra lhe pediu um local para morar, enquanto se restabelecia de uma cirurgia. Ao saber que o doente tinha um câncer terminal, Cheschire dedicou-se a ele. E vindo depois a falecer, cuidou de seu funeral. Esse ato de caridade lhe abriu o caminho para a fé, pois nessa ocasião conheceu o livro Um Senhor, uma Fé, escrito por um ex-pastor anglicano convertido ao catolicismo, que afirmava: “Eu não pude resistir à reivindicação da Igreja Católica de ser a única verdadeira Igreja fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo para guardar e ensinar a verdade. Só Ela possui a autoridade e a unidade necessárias para essa vocação divina”. Ao ler essas palavras, Cheschire procurou instruir-se na Religião católica, sendo nela recebido na vigília de Natal de 1948.

Ao ingressar na Igreja católica, Cheschire encontrou o sentido para suas obras. Fiel a Jesus Cristo, dedicou os 44 anos seguintes de sua vida a tornar mais suportável a existência daqueles que sofriam alguma deficiência. Daí surgiu a maior estrutura assistencial britânica para deficientes, excetuando o serviço de saúde publica.

Tornado barão de Cheschire em 1991, Leonardo Cheschire faleceu no dia 31 de julho do ano seguinte, aos 74 anos de idade, vendo sua obra irradiar-se por 50 países.
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sábado, 21 de outubro de 2017

Estatística dos furacões nos EUA: Eles jamais foram resultado de algum aquecimento global (aquecimento global não existe)

Furacão Harvey atinge o Texas

O último período estival no Golfo do México foi, como todos os anos, marcado pelos furacões. 

O fenômeno é cíclico e muito bem conhecido pela população e, a fortiori, pelos cientistas. Há até um método alfabético especial para ir lhes atribuindo um nome em série.

Neste ano houve alguns furacões poderosos. Também foi cíclica a demagogia ecologista.

No dia 28 de agosto em Politico, o climatólogo Eric Holthaus se erguia como profeta do Apocalipse com argumentos assaz repetidos: “O Harvey é o rosto da mudança climática, chegou a hora de abrir os olhos e nos preparar para o mundo que está vindo”, dramatizou.

Se for a julgar pelos furacões, o “mundo que está vindo” será igual àquele em que vivemos desde que o homem existe: nos próximos verões teremos furacões semelhantes aos dos anos passados.

Alan Reynolds, do Cato Institute e ex-diretor de pesquisa econômica no Hudson Institute, sublinhou o bafo de ignorância que infecciona o alarmismo, em artigo reproduzido por Newsweek

Reynolds recomendou aos ambientalistas exageradores que em vez de cobrar dos outros a abertura dos olhos se esforcem em fechar a própria boca para conter as tolices.
Desastres naturais por ano: estabilidade nos eventos, oscilações nas vítimas, diminuição dos danos. 

Nenhum agravamento
Atribuir culpas à “mudança climática” sem olhar para os fatos é típico daquilo que o filósofo Karl Popper chamou de “pseudociência”.

A teoria que não pode ser testada não é ciência. Exemplos arquetípicos de “pseudociência” segundo Popper são o comunismo e a psicanálise.

Reynolds também passou em revista outros profetas de desgraça que sempre que faz mal tempo, o atribuem a mudança climática.

Mas nunca fazem o mesmo quando temos bom tempo.

O perito do Cato Institute observou que as chuvas trazidas pelo Harvey – apresentadas como sinais da morte futura do planeta – são estatisticamente indistinguíveis das do furacão Amélia, de há 48 anos.

O aumento da temperatura das águas do Golfo do México tampouco diz nada a respeito de um aumento global da temperatura dos mares ou de intensificação dos furacões. É só matéria de fé de profetas sem provas. 

Desde 1998 a 2012, houve quatro grandes estudos para medir a temperatura da superfície dos mares. Dois concluíram um “fraco aquecimento” e outros dois um “esfriamento coincidente com o estancamento da temperatura da superfície global”, diz Reynolds. Nada relevante

Reynolds conclui com simplicidade: o clima é altamente mutável. É impossível atribuir um furacão ou uma enchente a uma ligeira mudança de temperatura. 

“Que o furacão Irma nos sirva de lição!”, bramou o Ministro francês da Transição Ecológica, Nicolas Hulot. “A força de negar a realidade, ela vai nos pegar e nós não estamos prontos para isso”, disse para completar as banalidades reproduzidas por “Le Parisien”. 

Hulot é um velho agitador ambientalista, mas o cada vez mais desprestigiado presidente francês Emmanuel Macron, nomeou-o ministro do meio ambiente.

Hulot falou de balanços desastrosos após a passagem do furacão Irma pelas Antilhas francesas e atemorizou o público de France 2 com uma “provável multiplicação de fenômenos do gênero por causa do aquecimento global”.

“O pior está diante de nós”, profetizou. E anunciou o engajamento de todos os recursos do Estado francês para cortar o avanço impiedoso do clima que muda.
Nicolas Hulot, ativista verde feito ministro de Meio Ambiente da França profetizou um futuro pior
Ele insistiu no ritornelo das mudanças climáticas extremas que submergiriam países inteiros estabelecidos em arquipélagos. Segundo as velhas profecias esses já deveriam ter desaparecido. Mas o fato é que até estão aumentando de superfície

O furacão Irma causou devastações importantes nas Antilhas, mas os recordes ficaram por conta da exploração político-midiática sensacionalista. 

Essa despertou mal-estar porque a dor e os danos que sofreram incontáveis seres humanos foram manipulados por interesses ideológicos. 

Nos EUA por volta de seis milhões de habitantes da Florida migraram de suas cidades por medidas de emergência ou temor pessoal.

Nos EUA, a abundância de infraestruturas e a riqueza dos habitantes permitem esse enorme esforço. As vítimas fatais foram muito poucas e os danos ficaram abaixo do previsto porque os cidadãos estão acostumados de longa data a esses fenômenos e constroem com critérios de segurança especiais, observou a AFP

Mas, não foi assim nos países em que os cidadãos não tem esse nível econômico. Pensemos sobre tudo em Cuba, o maior e mais atingido país do Caribe. 

Os vídeos nos apresentam a crua realidade: o socialismo transformou cidades como Havana em imensas concentrações de cortiços que há décadas veem caindo aos pedaços, e os cidadãos vivem na miséria à mercê das desgraças, com infraestruturas abaixo do mínimo indispensável e carência quase total de sistemas de auxílio. 

Pelos menos 27 pessoas teriam morrido em circunstâncias miseráveis, alguns eletrocutados, outros esmagados por uma sacada que desabou sobre um ônibus e quedas estrepitosas de prédios apodrecidos. 

Tal vez nunca se saiba o número de cubanos mortos. Desde a chegada do Irma o governo socialista exibia impotência para apresentar um número aproximado.
Todos os furacões nos EUA por violência. Nenhuma tendência de aumento.
Uma apuração das perdas em vidas e danos seria prejudicial ao comunismo cubano que mantém o país na mais degradante penúria.

Tampouco a confraria verde-vermelha quis indagar muito para não incomodar seus amigos da ditadura cubana. 

Para encontrar um furacão igual ou superior ao Irma é preciso remontar até o ano 1935! Mas isso prova também que não há intensificação de furacões.

O furacão Allen em 1980 atingiu recordes maiores de velocidade. 

Enquanto o alarmismo espalhava pânicos, muitos especialistas se perguntavam “porque eles têm que mentir tanto”?

O National Hurricane Center americano tem uma página com a listagem das maiores tempestades tropicais e furacões no Atlântico desde 1851 até 2014. 

O blog “Watts Up With That” destaca que os únicos aumentos estatísticos se devem apenas às melhoras dos sistemas de medição. 

Se os furacões se devessem ao aquecimento da temperatura da água ou global, a humanidade não teria sobrevivido no Período Quente Medieval. 

No Período Quente Minoano (1450-1300 a.C.) deveria ter havido furacões categoria 9 – algo insonhável hoje – todos os anos!

Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs