terça-feira, 27 de dezembro de 2016

História da mais memorável melodia de Natal: Noite Feliz

História da mais memorável melodia de Natal
Escrito por Plinio Maria Solimeo, 27 de dezembro de 2016, na ABIM
Natal Noite Feliz
A mais tocante, universal, terna e profunda melodia de Natal: o “Stille Nacht” — “Noite Feliz”, em português — teve como autor um humilde e desconhecido professor, numa aldeia na Áustria.

A história de como essa melodia celeste se tornou conhecida, é cheia de vais-e-vens curiosos, nos quais se vê a mão da Providência guiando os acontecimentos. Eis como se deu:

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Congresso Brasil Paralelo: Uma nova mídia que surge

Escrito por Aluízio Amorim e publicado no Blog do Aluízio em 26/12/2016.

O Congresso Brasil Paralelo é sem dúvida o maior projeto de mídia independente na era da internet do Brasil. Trata-se de uma iniciativa pioneira e, mais do que isso, auspiciosa pelo fato de que se tornou realidade pelas mãos de gente jovem. Afinal, os jovens são o futuro do país. No caso brasileiro é um alento verificar que toda a lavagem cerebral esquerdista levada a efeito pela grande mídia, escolas, universidades ainda não conseguiu abater completamente o direito de pensar e refletir sobre a realidade brasileira que não seja por meio das categorias e conceitos da ideologia marxista.

De certa forma o Congresso Brasil Paralelo organiza e expõe numa série de episódios em vídeos o que há alguns anos fermenta nos cérebros de um estrato da sociedade brasileira inconformado com a destruição do país. Inconformismo esse que explodiu nas ruas de todo o Brasil principalmente nos últimos dois anos e que detonou o projeto comunista do PT.

Vendo os episódios do Congresso Brasil Paralelo dá para ter uma ideia do quanto o Brasil e os brasileiros perderam nas últimas décadas. Nenhuma ação política, social ou econômica acontece sem que antes seja mentalizada, isto é, pensada. Se os elementos que nutrem o pensar que antecede uma ação têm vertente ideológica o resultado será sempre desastroso. Neste aspecto, o Congresso Brasil Paralelo traz à tona a verdade dos fatos, ou seja, um olhar sobre os problemas brasileiros sem a fantasia ideológica. Ao mesmo tempo revela aos brasileiros o quanto a grande mídia nacional e internacional promove a lavagem cerebral das massas por meio da desinformação ou pela ocultação deliberada de determinados fatos. A rigor, já estamos vivendo sob o tacão da censura. Não mais a censura clássica levada a efeito pelo Estado. A censura, neste caso, é operada pelos próprios jornalistas que se transformaram em militantes da causa esquerdista.

Por tudo isso o Congresso Brasil Paralelo é o maior projeto de mídia independente que já vi ao longo dos meus mais de 45 anos de jornalismo. Para começar a entender todo esse turbilhão de iniquidades que levou o Brasil ao fundo do poço é imperioso ir às raizes dos problemas. Aliás, este é o mote do vídeo acima: "As raízes do problema".

E para saber tudo sobre o Congresso Brasil Paralelo clique AQUI. Você irá se surpreender. E também entenderá por que esse projeto é ignorado pela grande mídia enquanto está bombando na internet, principalmente nas redes sociais, blogs e sites independentes. Cada vez mais a mídia tradicional deixa de ser um referencial para saber a verdade.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Mensagem de Natal do presidente do Partido Conservador - PACO

Nesses dias que festejamos o nascimento de Cristo, nosso Deus, quero lembrar que somos todos iguais. Cristo nos criou iguais. Para Ele, amanhã o presidente de hoje pode ser o menor dos seres humanos e vice-versa.
Somos iguais e nada muda nossa natureza humana. Para Cristo, a única mudança que existe é a da quantidade dos bens materiais. O pobre de hoje pode ser o rico de amanhã e vice-versa, mas a natureza humana do novo rico ou novo pobre não mudou. Países também, país rico hoje pode ser pobre amanhã e vice-versa.
Quero lembrar que somos iguais, mas imperfeitos. Nada, nenhuma ação estatal ou outra qualquer que não a ação divina retirará nossos defeitos e nos deixará só com nossas virtudes. Para convivermos em harmonia com nossos semelhantes cheios de defeito, Cristo nos apontou o perdão. Se você quiser construir um mundo melhor, tente perdoar o seu próximo, mas nunca tente mudá-lo. 
Nunca, jamais, em nenhuma hipótese, queira usar o aparelho estatal para mudar a natureza humana, pois isso é o mesmo que os ditadores, todos socialistas e sanguinários, fizeram na Rússia, na Alemanha de Hitler, na China, na Coréia do Norte, em Cuba e em todos os lugares que o socialismo deu certo. 
Em países socialistas, só a morte espera aquele que discordar do dirigente estatal. Não há perdão, pois o estado socialista e totalitário, que são termos sinônimos, assumiu o lugar de Cristo.
Fiquemos ao lado de Nosso Senhor Jesus Cristo e seremos agraciados com abundância de vida e de liberdade.
Feliz Natal!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

SÃO PEDRO CANÍSIO: Um grande jesuíta que combateu a Pseudo-reforma protestante de Lutero

Um grande jesuíta que combateu a Pseudo-reforma protestante de Lutero
Escrito por Plinio Maria Solimeo e publicado na ABIM em 21 de dezembro de 2016
Pintura de São Pedro Canísio na Igreja da Santíssima Trindade, da Universidade de Innsbruck
Pintura de São Pedro Canísio na Igreja da Santíssima Trindade, da Universidade  dos Jesuítas em Innsbruck (Alemanha)
Nesses dias em que, a pretexto do 500º aniversário da Pseudo-reforma protestante, surgem notícias que promovem uma espécie de reabilitação de Lutero, convém muito conhecer a vida de São Pedro Canísio, cuja festividade é celebrada no dia 21 de dezembro. 
Esse grande santo, consultado por Papas, Reis e Bispos, combateu os erros de Lutero que contagiavam o clero e a sociedade da época. Ele reconduziu tantos alemães à verdadeira fé, que mereceu do Papa Leão XIII o título de “segundo apóstolo da Alemanha.”1

SÃO PEDRO CANÍSIO
Plinio Maria Solimeo (*)
         
SÃO PEDRO CANÍSIO
Pedro Canísio nasceu em Nimega, atual Holanda, então parte da Alemanha, no dia 8 de maio de 1521. Seu pai, Jacó Canísio, foi várias vezes prefeito da cidade e incumbido de importantes missões em diversas cortes. Sua mãe faleceu quando ele era ainda pequeno. Naquele mesmo ano Lutero rompia definitivamente com Roma, e Inácio de Loyola, ferido no cerco de Pamplona, renunciava as coisas mundanas.

Um quartel mais tarde, após estudar artes, direito e teologia nas universidades de Colônia e Louvain, era a vez de Pedro Canísio fazer o mesmo…

Na primavera de 1543, ao saber que São Pedro Fabro, primeiro discípulo de Santo Inácio e cofundador da Companhia de Jesus, se encontrava em Mainz, fez com ele os Exercícios Espirituais. Saiu tão transformado que ingressou no Noviciado da Companhia de Jesus, tornando-se o seu primeiro apóstolo na Alemanha. Na semana anterior a Pentecostes de 1546 recebeu a ordenação sacerdotal.

domingo, 11 de dezembro de 2016

SE A PETROBRÁS FOSSE EMPRESA PRIVADA, NADA DISSO TERIA OCORRIDO

Se a Petrobrás fosse privada, nada disso teria acontecido
Escrito por Luciano Ayan no Ceticismo Político em 11 de dezembro de 2016
É curioso como se fala tão pouco em desestatização da Petrobrás numa época em que o Brasil se vê horrorizado com um dos maiores escândalos de corrupção do mundo. Fala-se muito em “luta contra a corrupção”, mas pouco se comenta a respeito do que levou a corrupção a tal patamar.

Bastaria uma folheada no magistral livro “A Maldição do Petróleo”, de Michael Ross. O autor mostra que, à exceção da Noruega, todos os países com petrolíferas estatais monopolistas destruíram suas nações com autoritarismo e corrupção.

Não há nada de muito espantoso nisso. Uma vez que o fornecimento de petróleo não é uma atividade que deveria ficar nas mãos do estado e ainda pode fornecer uma alta lucratividade – que setores estatais como saúde, segurança e educação não geram -, vai sobrar muita grana nas mãos dos políticos. Desde os tempos de Lord Acton já sabemos que se o poder corrompe, o poder absoluto corrompe absolutamente.

A existência de estatais desnecessárias como a Petrobrás sempre serviu a isso: alimentar a corrupção. Mas ficamos brincando de riscar fósforo perto de um tonel de gasolina por muito tempo. Pois no início de 2003, começava, com Lula, um governo bolivariano, que salivou ao visualizar a Petrobrás e toda a grana que dela saía. Eles tinham um projeto de poder totalitário em mãos para nos transformar em uma Venezuela. Para isso, precisavam da grana da Petrobrás para bancar a corrupção, que envolveria diversos partidos. Em resumo: a Petrobrás sempre foi fonte de corrupção, mas com o início do governo petista ela foi levada a um nível jamais visto para tentar nos transformar em escravos de uma ditadura miserável.

O resultado de não termos estatizado a Petrobrás está aí: ela serviu para alimentar um escândalo de corrupção inédito e que ajudou – junto com o crime fiscal de Dilma – a destruir intencionalmente nossa economia.

Com certeza, se a Petrobrás não fosse estatal, estaríamos hoje pagando no máximo R$ 2,00 pelo litro de gasolina. Mas o que recebemos ao longo dos anos foi uma gasolina caríssima. Faça as contas de tudo que você já gastou em combustível em sua vida e calcule os danos que a estatização te causou. Mas você vai ficar ainda mais revoltado quando perceber os custos indiretos por causa de nosso altíssimo preço da gasolina. Só um exemplo: produtos são transportados, mas para isso é preciso de… gasolina. Quer dizer: com uma gasolina pela metade do preço, seu custo de vida seria muito mais baixo.

E ainda assim continuamos a falar de luta contra a corrupção sem falar em desestatizar a Petrobrás. Ou seja, não nos livramos da maldição do Petróleo. Mas todo o escândalo de corrupção da Lava Jato não teria existido se a Petrobrás fosse privada.

sábado, 10 de dezembro de 2016

Carlos Sodré Lanna escreveu "Princípio da civilização cristã nas Américas". Conta a grandiosa epopeia dos portugueses e espanhóis na colonização e evangelização do nosso imenso continente iniciada em 12 de outubro de 1492. Terríveis e numerosos sacrifícios humanos eram feitos em honras aos deuses pagãos. 80.000 vidas em um só dia de posse de um ditador socialista. Socialista sim porque tudo era do estado ou do soberano das terras e das vidas.

Princípio da civilização cristã nas Américas
Escrito por Carlos Sodré Lanna e publicado na ABIM em 13 de outubro de 2016.
Pintura de John Vanderlyn representa o desembarque da armada de  Cristóvão Colombo em 12 de outubro de 1492
Pintura de John Vanderlyn representa o desembarque da armada de Cristóvão Colombo em 12 de outubro de 1492
A grandiosa epopeia dos portugueses e espanhóis na colonização e evangelização do nosso imenso continente iniciada em 12 de outubro de 1492.
Nossa Senhora de Guadalupe, Padroeira das Américas, apareceu em 1531, no México, ao índio Juan Diego, manifestando sua predileção maternal para com os indígenas
Nossa Senhora de Guadalupe, Padroeira das Américas, apareceu em 1531, no México, ao índio Juan Diego, manifestando sua predileção maternal para com os indígenas

Qual foi a realidade que encontraram nas praias e montanhas, selvas e planícies da América, os europeus que aqui chegaram há 524 anos? Correspondeu ela ao mito do “bom selvagem” numa América paradisíaca?

Que as coisas não eram bem assim, logo se tornou evidente. Nem inocentes, nem sempre amáveis ou pacíficos, nem tão ávidos em aprender eram os nativos.

Nas Américas, antes do Descobrimento, encontrava-se um conjunto heterogêneo de tribos nômades e semi-nômades, avessas a qualquer organização superior, frequentemente guerreando entre si.

Havia algumas sociedades maiores, dirigidas por tiranias mágico-religiosas como a dos astecas e a dos maias, no México, bem como a dos incas, no Peru, que possuíam cidades e mesmo rudimentos de um Estado primitivo, frágil e estagnado.

Predominavam, de norte a sul das Américas, práticas de sacrifícios humanos e canibalismo.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

A destrambelhada e ilegal liminar de Marco Aurélio Mello aumentou os poderes da ditadura da corporação de juízes e promotores

Pantomima de Marco Aurélio tira da pauta abuso de autoridade

Patuscada de ministro teve ao menos um efeito desejado por juízes e procuradores; abusos continuarão sem punição. E ainda dizem ser essa a voz das ruas

Por Lilian Mahfud
Escrito por Reinaldo Azevedo e publicado no Blog do Reinaldo na Veja

Autoridades que dizem ser a voz das ruas não querem punir o abuso de autoridade. Por que será? (iStock)


A destrambelhada e ilegal liminar de Marco Aurélio Mello já surtiu um dos efeitos desejados: Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado, desistiu de pôr para votar o projeto que muda a lei que pune abuso de autoridade. Vamos ser claros? Era ou não era o que queriam os sindicatos de juízes? Era ou não era o que queriam os promotores? Era ou não era o que queriam os procuradores?

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

A "notícia falsa” incorporada ao vocabulário esquerdista da grande mídia prenuncia a mais vasta e temível operação de controle ditatorial da opinião pública que já se viu neste mundo

Escrito por Olavo de Carvalho e publicado no Mídia Sem Máscara em 8/12/2016
fs
Desde que a expressão "notícia falsa", novo nome da "teoria da conspiração", se incorporou ao vocabulário politicamente correto de rótulos infamantes, a mendacidade crônica da grande mídia nacional e internacional recebeu o mais poderoso dos estímulos, perdendo o último resquício de inibição que ainda pudesse ter.

Repetindo o New York Times, o repórter Felipe Santana (foto), da Globonews, informou à multidão de patetas que Michael Flynn Jr., filho do general Michael T. Flynn, este cotado para assessor de Donald Trump no Departamento de Defesa e aquele integrante ele próprio da equipe de Trump como ajudante do pai, espalhou "sem base nenhuma" a notícia de que muitos imigrantes ilegais haviam votado, de maneira portanto igualmente ilegal, na última eleição.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

TÉTRICA COLETA FORÇADA DE ÓRGÃOS HUMANOS NA CHINA

Tétrica coleta forçada de órgãos humanos na China
Postado por Luis Dufaur às 18:35 no Blog Pesadelo Chinês
Protesto contra a extração forçada de órgãos de dissidentes religiosos
Protesto contra a extração forçada de órgãos de dissidentes religiosos
























O “The New York Post” e a CNN apresentaram relatórios da “sombria colheita órgãos humanos na China”, citados por “Clarin”. 

Segundo eles, a China praticaria anualmente entre 60 mil e 100 mil transplantes de órgãos, enquanto o governo diz que faz só 10 mil! Ninguém ao certo sabe o número exato, pois muitos acontecem em sigilo despedaçando presos nos cárceres.

A CNN cita relatório feito pelo ex-legislador canadense David Kilgour, o advogado de direitos humanos David Matas e o jornalista Ethan Gutmann.

O trabalho revela a gigantesca discrepância entre os números oficiais e os dos hospitais chineses. A investigação aponta um conluio entre o governo chinês, o Partido Comunista e o sistema de saúde, incluindo médicos e hospitais.

“O PC diz que o número legal de transplantes é de 10 mil por ano. Mas olhando para dois ou três dos maiores hospitais essa cifra fica superada muito facilmente”, escreve David Matas.

A extração forçada de órgãos é vista pelo governo socialista como um método para fazer desaparecer opositores e obter imorais lucros
A extração forçada de órgãos é vista pelo governo socialista
como um método para fazer desaparecer opositores e obter imorais lucros







































A brecha entre os 10 mil casos oficiais e os mais de 60 mil “reais” é preenchida com órgãos tirados de prisioneiros executados, muitos deles prisioneiros de consciência. Não há cifras oficiais das execuções, mas o tráfego não é um segredo.

O “New York Post” reconstituiu a sorte de um prisioneiro destinado a fornecer órgãos. 

“Imagine que você é sequestrado e encerrado numa cela onde você vai passar vários meses ou anos sem acusação nem sentença”.

A descrição prossegue com as autoridades torturando e aplicando métodos de “lavagem de cérebro” para obrigar o preso a se alinhar com a ótica do regime comunista. 

Periodicamente você é tirado da superpovoada cela e levado a uma sala onde lhe extraem todo o sangue que podem.

Outros prisioneiros vão colaborar prendendo você enquanto médicos lhe tiram amostras e você é submetido a procedimentos médicos invasivos.

“Ninguém vai responder a seus gritos implorando ajuda. Ninguém vai lhe explicar nada. O processo vai se repetir várias vezes. Você pode sair vivo após anos de brutal tratamento. Ou pode ser executado secretamente.

“Também há grande possibilidade de você morrer num quirófano após ser anestesiado por cirurgiões que vão lhe extrair um por um seus órgãos enquanto você continua vivo.

“O governo simplesmente vai dizer que você desapareceu. Ou que na realidade você jamais passou pela prisão. O mais provável é que não fale nada. 

Presos são usados como fornecedores forçados de órgãos.
Presos são usados como fornecedores forçados de órgãos.





























“Entrementes membros do aparato partidário comunista ou simplesmente ricos – da China ou vindos do exterior para isso – vão se inscrever nos hospitais construídos especialmente para o transplante de órgãos e onde há uma vasta oferta de rins, fígados e outros órgãos humanos.

“A colheita de órgãos é um negócio lucrativo para o governo chinês”, conclui o Post.

A sádica e imoral prática está em andamento em centros de detenção de prisioneiros políticos, campos de trabalho forçado e outras prisões “negras” em toda a extensão do país socialista.

A associação “Doctors Against Forced Organ Harvesting (DAFOH)” –Médicos Contra a Extração Forçada de Órgãos – concentrou sua atenção na China porque “diversamente de qualquer outro país do mundo, é o único lugar onde prossegue a sistemática colheita forçada de órgãos em escala massiva, sob o olhar do Estado”.

Segundo Sophia Bryskine, porta-voz de DAFOH, “não há leis que proíbam essa prática” ferozmente anti-humana.

Só falta que alguma Planned Parenthood, ou clínica do aborto brasileira amparada por decisão de alto tribunal, passe a competir nesse satânico mercado!

Tags: ditadura, repressão, tráfico de órgãos

domingo, 4 de dezembro de 2016

O PT não é como o partido-símbolo da corrupção, mas como o partido-símbolo de uma organização de algo que vai muito além da corrupção tradicional: um projeto totalitário de poder com base em corrupção. A Organização PT é a sede que o maligno possui para atingir seus fins anticristãos

É absurdo considerar o PT apenas como o partido-símbolo da corrupção. Ou: a luta é contra algo ainda pior.
Escrito por Luciano Ayan no Ceticismo Político em 4 de dezembro de 2016
Recente pesquisa mostrou que os petistas hoje são considerados pelo povo brasileiro como o partido-símbolo da corrupção, o que pode dar para muitos a sensação de que está justiça está sendo feita em relação ao senso comum.

Mas ainda falta algo. Não podemos apenas demonstrar o PT como o partido-símbolo da corrupção, mas como o partido-símbolo de algo que vai muito além da corrupção tradicional: um projeto totalitário de poder com base em corrupção.

A diferença é simples: a corrupção é qualquer ato de se corromper para obtenção de vantagens ilícitas em negociatas ou quaisquer outras funções. Já um projeto totalitário de poder utiliza os eventos de corrupção ao máximo para destruir as instituições e comprar poder, para que finalmente a corrupção se torne o núcleo mantenedor do sistema.

É por isso que países totalitários levam a corrupção a um nível ainda maior do que vemos no Brasil. A corrupção endêmica estabelecida pelo PT só chegou a tal dimensão porque sustentava a criação de um projeto totalitário que, no final, foi derrubado (e apenas parcialmente, pois ainda temos trabalho pela frente).

A diferença mais clara da simples corrupção para o projeto totalitário de poder baseado em corrupção se vê na Rússia: ali um quilômetro de estrada custa 36 vezes do que custaria nos Estados Unidos. É evidente que o totalitarismo cria brechas no estado para que a corrupção alcance níveis diluvianos. Corrupção é algo que ocorre nos Estados Unidos e na Europa. Já projetos totalitários de poder com base em corrupção é o que aconteceu no governo petista, bem como é o que acontece na Rússia, na China e em todos os países plenamente socialistas.

Por isso, é preciso tomar cuidado com manifestações “contra a corrupção”. Claro que elas são eficientes, mas estabelecem um radar incapaz de perceber algo muito pior: os projetos totalitários baseados na corrupção.

O ser humano é uma máquina de percepção. Ou seja, ele reage aos eventos do mundo de acordo com suas percepções sobre os eventos. Se as percepções estão nubladas, suas ações serão desfocadas.

Imagine, por exemplo, que os Julgamentos de Nuremberg – que julgaram os crimes nazistas – não falassem de genocídio, mas apenas de “agressão”. Obviamente, teríamos um erro de percepção, pois o que Hitler praticou é algo muito maior do que apenas “agressão”. Agressão é o pontapé que um sujeito dá no outro em um jogo de futebol. Agressão é o escracho que adversários políticos fazem diante de outro. Claro que o genocídio de Hitler se baseou em agressão, mas foi muito além da tradicional agressão.

Quer dizer: é claro que devemos nos posicionar contra a “agressão” – um mundo mais pacífico e com menos agressões é sempre melhor -, mas não é só contra isso que o mundo lutou quando se posicionou contra Hitler, assim como não é apenas contra isso que o Brasil está lutando quando se posiciona contra os projetos totalitários de poder com base em corrupção. Podemos até encontrar um termo mais simples: organizações criminosas, conforme aponta Marco Villa.

O que importa é tomar muito cuidado com manifestações “contra corrupção”. A luta é contra algo muito pior do que apenas corrupção, que já é um flagelo em si. Mas o flagelo trazido pelas organizações de corrupção totalitária é muito mais devastador.

UM IMPREVISÍVEL DESFECHO PARA O ESTADO BRASILEIRO. Nós, os conservadores, trabalhamos para que seja bom.

Um imprevisível desfecho para o Estado brasileiro
Escrito por José Carlos Sepúlveda da Fonseca e publicado na ABIM em 4/12/2016.
Aborto 3º mês
Nesta 3ª feira, 29 de novembro, a primeira turma do STF, capitaneada pelo Ministro-ativista, Luís Roberto Barroso [foto], de costas voltadas para o País, atropelando as prerrogativas do Legislativo, espezinhando a Constituição, o Código Penal, o Direito Natural e a Moral, em decisão aberrante abriu as portas para a matança de inocentes até aos três meses.
* * *
Câmara dos Deputados
Nesta 3ª feira, 29 de novembro, ainda sob o trauma do acidente aéreo com a equipe de futebol da Chapecoense, boa parte da Câmara dos Deputados, após as falsas promessas feitas na coletiva de Domingo pelo presidente Michel Temer, por Renan Calheiros e por Rodrigo Maia, aprovou na calada da noite as tramoias, já apelidadas de AI-5 da corrupção, que visam proteger os destroços da máquina lulo-petista, seu comandante e a banda podre do mundo político que se prostitui nesse esquema de poder.

*       *       *
Câmara dos Deputados
Nesta 3ª feira, 29 de novembro, as tropas de choque do lulo-petismo (UNE, MST, etc.), travestidos de “estudantes”, em ações premeditadas e sob o anonimato das máscaras, espalharam o terror em Brasília, invadindo e depredando prédios públicos, jogando coquetéis Molotov na polícia, virando e queimando automóveis, com o apoio explícito de deputados e senadores da esquerda.

Previsão e advertência
Ao analisar este cenário caótico, lembrei-me de uma previsão e de uma advertência, feita há três décadas.

Como uma antevisão invejável, Plinio Corrêa de Oliveira, em seu livro “Projeto de Constituição angustia o País”, apontava os descaminhos de esquerdização para os quais nos conduzia o Brasil de superfície, o Brasil legal, o Brasil de boa parte do mundo político, do mundo acadêmico, do mundo jornalístico, do mundo eclesiástico; e o profundo desacerto que se gestava deste Brasil de superfície com o Brasil profundo, o Brasil real, majoritário, em ascensão, fiel a si próprio e em legítima continuidade com seu passado.
Os eventos desta 3ª feira, 29 de novembro, com tudo o que anunciam, evocam esta análise que passo a transcrever:
“Convém insistir em que o divórcio entre o País legal e o País real será inevitável. Criar-se-á então uma daquelas situações históricas dramáticas, nas quais a massa da Nação sai de dentro do Estado, e o Estado vive (se é que para ele isto é viver) vazio de conteúdo autenticamente nacional.
Em outros termos, quando as leis fundamentais que modelam as estruturas e regem a vida de um Estado e de uma sociedade, deixam de ter uma sincronia profunda e vital com os ideais, os anelos e os modos de ser da nação, tudo caminha nesta para o imprevisto. Até para a violência, em circunstâncias inopinadas e catastróficas, sempre possíveis em situações de desacordo, de paixão e de confusão.
Para onde caminha assim a nação? Para o imprevisível. Por vezes, para soluções sábias e orgânicas que seus dirigentes não souberam encontrar. Por vezes, para a improvisação, a aventura, quiçá o caos.[...]
É de encontro a todas essas incertezas e riscos que estará exposto a naufragar o Estado brasileiro, desde que a Nação se constitua mansamente, jeitosamente, irremediavelmente à margem de um edifício legal no qual o povo não reconheça qualquer identidade consigo mesmo.
Que será então do Estado? Como um barco fendido, ele se deixará penetrar pelas águas e se fragmentará em destroços. O que possa acontecer com estes é imprevisível” (Projeto de Constituição angustia o País, 1987, p. 201).

Se o sujeito está em cima do muro, deixe que só o outro lado atire nele. Se sobreviver, ele acabará pulando para o seu lado. Ou:

Escrito por Olavo de Carvalho e publicado no Mídia Sem Máscara em 3/12/2016.
passion
Por que meditar a Paixão de Cristo? Porque ela é o centro, o eixo em torno do qual tudo gira, 
o único acontecimento, desde a Criação do Mundo, que se passou sem jamais passar.

Eu jamais apresentaria qualquer proposta de lei ao presente Congresso, simplesmente porque NÃO RECONHEÇO AUTORIDADE LEGISLATIVA em criminosos. Não reconheço nem muito menos respeito. Eles que votem o que quiserem. Para mim não passa de papel pintado.

*
Quando vão entender que, nas presentes condições, qualquer confiança nas "nossas instituições" é loucura pura e simples?

*
O verbete da Wikipédia a meu respeito não menciona NENHUMA das minhas idéias filosóficas, apenas opiniões episódicas emitidas em artigos de jornal ou programas de rádio, colocando-as, absurdamente, no próprio centro definidor do meu pensamento. Erra na cronologia, ao dizer que depois de estudar com o Pe. Ladusans participei de um curso de astrologia na PUC (foi bem antes). Falsifica completamente ao dizer que "atuo na área da astrologia" profissão que larguei há exatos TRINTA E SETE ANOS, decerto bem antes do nascimento do autor dessa porcaria. Omite todos os elogios feitos à minha obra por escritores e filósofos de fama mundial, e sai ciscando críticas até em figuras insignificantes como o Rodrigo Cocô e um engenheirinho de Boston que ninguém sabe quem é. E assim por diante. Não adianta consertar. A merda volta de novo e de novo e de novo.

*
Se tenho um certo orgulho de haver higienizado um pouco o ambiente intelectual brasileiro, nunca dei grande valor aos meus escritos antipetistas e anti-Foro-de-São Paulo. Eram apenas o cumprimento de uma obrigação jornalística elementar que os coleguinhas em geral se recusavam obstinadamente a cumprir. Também é certo que ocasionalmente esses escritos serviram para ilustrar conceitos e métodos que expus nos meus cursos de filosofia política, mas sua importância não vai além disso. 

Se essa parte do meu trabalho ajudou acidentalmente alguns oportunistas a subirem na vida, estimulando-os a brilhar como criadores retroativos das minhas opiniões, não me parece que estivesse ao meu alcance controlar todos os efeitos colaterais das minhas ações. E, se a mídia esquerdista não consegue me distinguir dessas criaturas, é porque está no nível delas e não no meu. Na verdade, para usar uma expressão clássica do Eric Voegelin, a quase totalidade do que se escreve sobre política neste país, na gama inteira do espectro ideológico, está abaixo da possibilidade de uma discussão racional e só pode ser objeto de estudo sociopsicológico, no mais das vezes sociopatológico.

*
A esta altura, não tenho nada contra uma "intervenção militar", mas a ânsia de tirar os criminosos do poder não me endoida ao ponto de me fazer esquecer que os vinte anos durante os quais os militares governaram o Brasil foram precisamente aqueles em que a "revolução cultural" gramsciana tomou corpo sem que eles sequer notassem e acabou por dominar hegemonicamente o espaço mental brasileiro. 

Também não tenho pressa de me livrar dos comunolarápios ao ponto de esquecer que uma revolução cultural não depende de quem está no governo e sim da livre iniciativa dos intelectuais. Um governo de direita, como o demonstrou abundantemente o caso dos militares, é perfeitamente compatível com uma revolução cultural de esquerda. 

É curioso como os mais fervorosos adeptos da livre iniciativa em economia não enxerguem a importância dela na esfera sociocultural e, como estatistas que se ignoram, continuem acreditando que a prioridade máxima é mudar de governo.

*
Não sei se vocês já notaram, mas permito que muita gente use minha página no Facebook para promover seus livros, seus cursos e até sua pessoa, e em contrapartida não uso JAMAIS as páginas alheias como espaço de propaganda. 

Desde que praticamente sozinho abri um espaço público para que uma "direita" adquirisse o direito de falar, muitos trataram de ocupar esse espaço -- uns, com mensagens úteis, outros apenas com a ânsia de fazer do antipetismo uma profissão o mais rapidamente que pudessem.

Não está ainda na hora de separar o trigo do joio, os carneiros dos bodes. Mas um dia vai ser necessário fazer isso

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Se algum dia eu tiver de depor no Senado ou na Câmara -- o que, espero, jamais acontecerá --, prometo desde já não chamar de "eminente" nenhum membro de qualquer dessas duas Casas, nem antepor a qualquer argumento a expressão "com todo o respeito".

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Sem os rituais e salamaleques do poder, as incelenças perdem toda a segurança psicológica, já que toda a sua força advém do cargo e não das suas personalidades, que são nulas e débeis. Lembrem-se de que a Dilma começou a cair quando o povão começou a mandá-la tomar no cu.

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Para o Geraldo Ribeiro: A última crônica do João Pereira Coutinho é boa, como em geral as anteriores, mas o final dá a entender que fenômenos como o Brexit e a vitória do Trump são apenas males tornados necessários pela estupidez e covardia mental da esquerda. Na verdade, só são males desde o ponto de vista, justamente, dos estúpidos e covardes. Para todos os outros, eles são uma promessa de melhores dias. A força da hegemonia mental esquerdista é tão onipresente e avassaladora, que se torna difícil, mesmo para notórios anti-esquerdistas, enfocar esses acontecimentos sem ser pela ótica (ou cacoete) da semelhança com o fascismo. Quem quer que tenha REALMENTE estudado o fascismo sabe que essa semelhança só existe naquelas cabeças fumegantes de ódio que não se conformam de que alguém não se curve em adoração ante a santidade dos seus crimes.

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Afirmei que o fabianismo ainda é a corrente de pensamento mais influente no mundo Ocidental, e um bostinha no youtube me contestou citando uma "História da Sociedade Fabiana" publicada EM 1916!

Poderia ao menos ter pesquisado na internet:

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Obama
O Obama passou e vai retornar ao nada sem que ninguém tenha decifrado o mistério da sua identidade. O sujeito é tão insignificante que mesmo ele tendo virado o mundo de pernas para o ar as pessoas continuam tendo preguiça -- ou vergonha -- de investigar quem ele é.

A passagem do Obama pela presidência foi um vexame tão colossal que todo mundo -- suas vítimas tanto quanto seus autores -- só quer uma coisa: esquecê-la o mais rápido possível.

O Obama é como um daqueles momentos de loucura em que o sujeito, sem outro motivo além do tédio, enche a cara e acorda de manhã num motel fedorento, ao lado de uma puta escrotíssima e medonha.

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Sejamos práticos
Se roubaram o bolo com a cereja em cima, pegar a cereja de volta NÃO É o primeiro passo para recuperar o bolo. O primeiro passo é desarmar o ladrão.

Vocês podem pensar de Maomé o que bem desejarem, mas ninguém pode negar que como líder político ele foi um gênio. E uma das lições que ele deixou foi a de não rejeitar o apoio dos hipócritas enquanto a luta não acabar. "Os hipócritas são nossos amigos" dizia ele.

Purismo ideológico ou moral no meio da guerra é frescura suicida.

Ficar em cima do muro é uma falsa esperteza que acaba virando uma espécie de sacrifício involuntário: o murista leva chumbo dos dois lados.

Se o sujeito está em cima do muro, deixe que só o outro lado atire nele. Se sobreviver, ele acabará pulando para o seu lado.

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A Paixão de Cristo e o filme de Mel Gibson
Anoto para não esquecer nunca. Por que meditar a Paixão de Cristo? Porque o padre mandou? Para se fazer de santinho? Para fazer um bonito sermão? Para sofrer sem motivo? Nada disso. Meditá-la porque ela é o centro, o eixo em torno do qual tudo gira, o único acontecimento, desde a Criação do Mundo, que se passou sem jamais passar; que está sucedendo eternamente a todo instante quer você pense nele ou não.
Jamais seremos suficientemente gratos ao Mel Gibson por ter filmado a Paixão de Cristo. O ódio que a turma de Hollywood sentia por ele já passou. Como tudo o que vem da esquerda, era só frescura e pose.
Se aparece um cidadão que dá ordens à tempestade e ela obedece, manda os peixes caírem na rede e eles caem, manda as doenças sumirem e elas somem, manda um morto voltar à vida e ele volta, é mais sensato acreditar nesse cidadão ou numa comunidade de profissionais que estão a todo momento cavando verbas colossais, disputando prestígio e se desmentindo uns aos outros? Só um cretino acha que a comunidade científica é mais confiável do que Nosso Senhor Jesus Cristo.

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De hoje em diante, a bem da brevidade, passarei a chamar os deputados apenas de "deputas".

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Proteger os ovos de tartaruga e exterminar os fetos humanos faz sentido, sim. Afinal, um ovo de tartaruga é apenas uma futura tartaruga, e o feto humano pode ser um futuro juiz do STF.

(Seleção e organização: Edson Camargo, editor-executivo do MSM)



sábado, 3 de dezembro de 2016

Aborto é questão de ideologia, é fuga da realidade divina, é ausência de moral ou é pura psicopatia?

É questão de ideologia…
Escrito por Plínio Maria Solimeo e publicado na ABIM em 3/12/2016

Aborto pecado
Muitos ingênuos se perguntam por que os esquerdistas, quase na totalidade, de modo geral são a favor do aborto, do pseudo “casamento homossexual”, da Ideologia de Gênero e de tantas outras aberrações morais que surgem em nossos dias. Para constatá-lo basta ver as plataformas de nossos partidos da esquerda tupiniquim, para os quais se trata pura e simplesmente de uma questão ideológica, como o é para os verdadeiros conservadores a questão da propriedade privada, da livre iniciativa, da teoria de que a vida se dá desde o primeiro instante da concepção e da diferença salutar existente entre os sexos.
Aborto pecado

Nesse sentido, o diário italiano “Corriere della Sera” publica uma interessante entrevista com o médico Massimo Segato, com o título: “Confissão de um médico a respeito do aborto: ‘Trabalho sujo, como numa guerra’”. E o subtítulo: “O Dr. Segato, radical, socialista, ateu: ‘Eu o faço [o aborto] por senso cívico, por essas mulheres’” que o desejam.

Esse médico de 62 anos, vice-diretor do hospital de Ginecologia de Valdagno, tem nas suas costas — e deve responder por isso a Deus — milhares de abortos, ou seja, de bebês assassinados no ventre materno.

Um fato ocorrido há 30 anos começou a abalar sua ideia sobre o aborto e poderia tê-lo levado a deixar inteiramente de fazê-lo. Mas questões ideológicas o impediram, por ser ele socialista.

Efetuando um aborto naquela ocasião, Segato cometeu uma barbeiragem qualquer e não matou o feto. Como consequência, a criança nasceu normalmente. Em sua aludida entrevista, esse médico abortista declarou ao jornal: “Uma manhã voltei a encontrar-me com essa senhora, que acabava de dar à luz. Ela me deteve, e me disse: ‘Doutor, lembra-se de mim? Vê isto? É o seu erro’”. E mostrou-lhe o menino não desejado, são e salvo. Continua o médico: Era “um lindo moreninho, já tinha cabelo, e tomava o peito tranquilo. Ela sorria. Foi então quando tive minha primeira crise de consciência”, que não o fez mudar inteiramente sua opinião a respeito do aborto. Hoje aquele menino tem 30 anos, bom trabalho, e dois irmãos maiores. “Foi o erro mais formoso de minha vida”, declara Segato.

Aborto pecado
Apesar disso, como socialista convicto, Segato continuou a praticar abortos, mas reduzindo seu número, pois “cada vez que saía da sala de operações, tinha um sentimento de náuseas. Começava a me perguntar se estava realmente fazendo o correto. Quantas crianças poderiam ser como aquele pequeno?” Entretanto, logo abafava esse movimento da consciência, acrescentando: “Mas respondia-me que sim, que estava bem o que fazia. Pois o fazia por essas mulheres”. Quer dizer, sufocava a voz de Deus em sua alma.

É claro que, para um ateu materialista, continuar a assassinar crianças no ventre materno pode não ser deleitável, mas não causa maiores problemas de consciência.

Quando se deu o caso do referido bebê não desejado, esse médico assassino realizava 300 abortos por ano! Quantas crianças sacrificadas! Isso evidencia a decadência moral da outrora católica Itália. E escandalizava muitos: “As religiosas do hospital, quando me viam, se persignavam; e o capelão dizia que, comparado comigo, Herodes era um diletante, se bem que logo comíamos juntos, e nos tornamos amigos. Eu, entretanto, continuava convencido de minha decisão. Considerava-a honrada e cheia de sentido cívico, respeitosa da vida das mães destinadas a abortar clandestinamente”. E a vida das crianças abortadas? Não lhe causava, por certo, alguma dor de consciência, que ele culposamente não dava atenção?

Hoje, 30 anos depois daquele episódio, Segato prefere não fazer mais abortos. Faz intervenções ginecológicas, partos, ecografias, mas não aborto, embora não tenha para isso objeção de consciência: “Se posso, o evito, e me sinto contente”. Conclusão: se não pode evitar, o faz. E explica essa contradição: “Sim, sei que eu também deveria ser um objetante [de consciência para não fazer o aborto], mas não o sou”. Qual a razão que ele dá? “Para não desdizer-me com relação à minha decisão inicial” [de o fazer]. Quer dizer, é por princípio ideológico que o faz.

Continua ele a descrever essa sua atitude dúbia, de ver o erro, mas cometê-lo: “A verdade é que, quanto mais passam os anos, mais desgosto encontro, e só intervenho em emergências. Mas se acontece, não fico sereno”. Repete que, apesar da inquietação que sente quando tem que fazer um aborto, não deixa de fazê-lo por causa de suas convicções.

Para se justificar dessa atitude dúbia, ele apela à sua ideologia: “Continuava só por compromisso cívico, por coerência [doutrinária]. Alguém tinha de fazer o trabalho sujo, e eu era um desses, e ainda sou. É como para um soldado ir à guerra. Se o Estado decide que tem que ir à guerra, tem que ir”. Qual é o “Estado” que o obriga a fazer abortos e ao qual ele tem que obedecer? Será o Partido Socialista? Não o diz…
Aborto pecado
Ele acrescenta uma coisa que é sabida, mas que na boca de um abortista tem seu peso. Assim como ele não fica sereno quando tem que praticar um aborto, também “não estão [serenas] as mães que durante tantos anos passaram por minha consulta. Jamais vi uma contente com seu aborto. Pelo contrário, muitas são devoradas para sempre pelo sentimento de culpa”. [...] “Quando volto a vê-las, dizem-me: ‘Doutor, ainda tenho aquela cicatriz, que eu levarei para a sepultura’”.

Diante disso tudo, ele deveria ser coerente e deixar de fazer os abortos e, a fim de reparar seus inúmeros pecados, lutar contra a prática abortiva. Mas, não: “Logo raciocinas e te dizes que para muitas delas teria sido pior não fazê-lo, e segues adiante, absolvendo-te a ti mesmo”. Assim se embota uma consciência e se chega mesmo a negar a verdade conhecida como tal. Foi o que ocorreu no dia 29 último no STF (vide artigo publicado ontem neste site).

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Aborto pecado
Há pouco o Papa Francisco estendeu a todos os sacerdotes a absolvição nos casos de aborto, o que antes era reservado aos bispos e motivo de excomunhão. Sem considerar outros aspectos muito delicados da questão, a atitude do Pontífice tem sua contrapartida: procura-se espalhar a impressão de que esse crime hediondo — como o é o assassinato de seres inocentes — ficou transformado num pecado comum que pode ser absolvido por qualquer sacerdote. O que diminui o horror que todo católico bem formado deve ter a esse gravíssimo pecado que clama aos céus e, sobretudo, leva muitas mulheres católicas a abortar, já com a intenção de depois se confessar com qualquer sacerdote…

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

O aborto é um crime e o homossexualismo é um pecado. Ou:

Escrito por Fabio Blanco* e publicado no Midia Sem Máscara em 1/12/2016.
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Se a Igreja for impedida de pregar conforme seus próprios ensinamentos, nenhuma outra entidade ou indivíduo poderá ter garantida a mesma liberdade.

Se o homossexualismo é pecado, é óbvio que ele pode ser prevenido e, inclusive, revertido. Não fosse assim, estaríamos diante de uma pecado infalível, o que, por definição, seria a antítese mesma de pecado. E por mais que o cristão acredite nisso, por força da doutrina que segue, sente que, a cada dia, expor essa convicção tem se tornado algo desagradável. Tratar o homossexualismo como pecado está colocando o cristão à beira de cometer um crime.