quinta-feira, 17 de novembro de 2016

O socialismo é um grande sucesso. Exatamente por isso você deve lutar contra ele…

O socialismo é um grande sucesso. Exatamente por isso você deve lutar contra ele…
Escrito por Luciano Ayan e publicado no Ceticismo Político em 17 de novembro de 2016
Li hoje o seguinte em algum lugar algo mais ou menos nessa linha:
Em Cuba, o socialismo fracassou. Na Rússia, o socialismo fracassou. Na China, o socialismo fracassou. Na Coreia do Norte, o socialismo fracassou. Na Alemanha Oriental, o socialismo fracassou. Na Venezuela, o socialismo está fracassando. Até quando vão aprender?

Sinto dizer, mas o socialismo deu certo em todos estes lugares.

Em todas estas nações o totalitarismo foi construído e seus líderes vivem ou viveram como sultões. Logo, o plano foi atingido à risca.

Dizer que o socialismo “fracassou” é o mesmo que dizer que todos os assaltos fracassaram. Nada disso. Cada assalto em que o assaltante não foi capturado e a vítima foi assaltada é um sucesso na visão do assaltante. Alguém pode até dizer que o assalto sempre “fracassa” por não gerar uma alocação voluntária de recursos. Mas quem disse que o objetivo do assalto é esse? Na verdade, o objetivo do assalto é a usurpação coercitiva de recursos. Logo, se um assaltante consegue seu intento e não é capturado isso significa que ele teve sucesso.

Igualmente, se o socialismo gera o totalitarismo e uma vida nababesca aos seus líderes – às custas do inferno lançado para o povo – isso é um sinal de que ele teve sucesso. E exatamente por ser a metodologia totalitária de maior sucesso na história da humanidade ele é perigosíssimo e deve ser combatido.

Combatemos o socialismo não por ter “dado errado”. Mas por ter dado certo para os totalitários.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

È POR ELES QUE OS SINOS DOBRAM...

É por eles que os sinos dobram…
Escrito por Jose Carlos Sepulveda da Fonseca e publicado na ABIM em 10/11/2016.
Cemitério
A civilização moderna, voltada para o culto ao corpo, carregada de superstições da saúde perfeita, inebriada pela superficialidade despreocupada, não gosta de refletir sobre o sofrimento e a morte.

A Igreja, Mãe sábia e mestra da Verdade, pelo contrário, dedica um dos dias do ano à recordação daqueles que já partiram. Ela nos convida a rezar pelos que adormeceram na paz do Senhor; e nos ensina a encarar a morte com serenidade, com grandeza, mesmo no que ela tem de aflitivo e catastrófico.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

A esquerda é submissa às ditaduras e ao islamismo porque tende ao totalitarismo

Escrito por Giulio Meotti* e publicado no Mídia Sem Máscara em 6/11/2016.

Aponte o traje ofensivo − ou a hipocrisia. 
A Amazon retirou o traje "Burca Sexy" (à esq.), após as acusações de "islamofobia". 
E apesar dos protestos clientes católicos, a "Freira Sexy" (à dir.) continua à venda.

Amazon, o maior portal de compras do mundo, vende muitas fantasias de Halloween. Uma das novidades de 2016 é a "Burca Sexy", manto típico obscurantista que os talibãs e o Estado Islâmico impõem às mulheres. Mas a burca sexy, que na Amazon UK, foi lançada a £18,99, não durou muito no portal.

O colosso comercial de Jeff Bezos removeu o item do website, depois que a Amazon foi inundada com acusações de "racismo" e "islamofobia" por comercializar uma vestimenta islâmica com o rosto branco de uma modelo usando "um artigo de vestuário religioso para fins comerciais". "Vocês são nojentos, minha cultura não é moda feminina", salientaram muitos clientes da fé islâmica. Outros fizeram uso de um tom menos simpático: "sejam vocês quem forem, vocês devem temer Alá. Isto não é brincadeira".

O porta-voz da Amazon se pronunciou de imediato: "todos os vendedores no mercado devem seguir nossas diretrizes de vendas e aqueles que não as acatarem estarão sujeitos a tomada de sérias providências, incluindo possibilidade da remoção de nossa lista de clientes. O produto em questão não está mais disponível ao público".

De modo que essa paródia do símbolo global da opressão feminina de Halloween foi censurada. Isto porque os véus islâmicos contradizem os valores ocidentais de liberdade, igualdade e dignidade humana de forma tão abrangente que essa mentalidade progressista relativista defende esses véus islâmicos, como o faz com o burquíni, de forma resoluta.

Estamos aqui portanto diante do padrão de dois pesos e duas medidas. E quanto ao traje de Halloween da "Freira Sexy", traje este que zomba da Igreja Católica? Apesar dos protestos de um grande número de clientes católicos, a "Freira Sexy" continua à venda na Amazon. Neste caso não se trata de uma forma de "cristianofobia"? Além disso, a freira é uma figura religiosa, ao passo que a burca é uma mera tira de tecido.

Tomemos o The Guardian, o mais famoso jornal britânico da esquerda liberal. Quando os artistas do Pussy Riot colocaram em cena o show supostamente ofensivo de 3 minutos na Catedral do Cristo Salvador em Moscou, pelo qual dois dos três artistas preferiram ficar na prisão em vez de repudiar o texto (o terceiro pediu desculpas para evitar o xilindró), o jornal os defendeu como "pura poesia de protesto." Quando o grupo político PEGIDA conclamou a realização de protestos contra a islamização da Alemanha, o mesmo jornal o detonou como "um vampiro que deve ser morto." O mesmo padrão de dois pesos e duas medidas também emergiu durante a briga em torno da construção de uma Mesquita perto do Marco Zero, quando a mídia de esquerda tomou partido da comunidade muçulmana.

Em janeiro de 2006, o mais famoso cartunista da Noruega, Finn Graff, anunciou que estava se autocensurando em relação a Maomé. Graff nunca teve problemas em fazer brincadeiras com os cristãos, os quais ele retratou vestidos com camisas marrons e suásticas. Graff também desenhou uma série de representações gráficas controversas contra Israel, uma delas retratando o primeiro-ministro israelense Menachem Begin como comandante de um campo de concentração nazista.

O mesmo aconteceu com o cineasta alemão-americano Roland Emmerich, diretor de muitos filmes de catástrofes. Ele abandonou um projeto de destruir o local mais sagrado do Islã na tela de cinema por medo de atrair contra si uma fatwa (decreto religioso) decretando sua morte. Em seu filme, "2012", Emmerich planejava demolir a Caaba, a icônica estrutura em forma de cubo na Grande Mesquita de Meca. "É perfeitamente aceitável detonar símbolos cristãos, mas se fizer o mesmo com um símbolo árabe, a consequência será uma fatwa", ressaltou Emmerich. Pelo menos ele foi sincero.

Após o massacre da maioria do staff da revista satírica francesa Charlie Hebdo, todos os principais jornais liberais da esquerda Ocidental, redes de televisão e agências de fotojornalismo, começando com os "Big Three" (MSNBC, CNN e AP), que competiam entre si para justificar a decisão vergonhosa de censurar a capa da Charlie Hebdo, na qual o profeta islâmico Maomé diz "está tudo perdoado." A CNN emitiu um comunicado dizendo que a reprodução da capa poderia ofender "as suscetibilidades do público muçulmano". Um ano mais tarde, quando o Charlie Hebdo publicou uma nova capa, representando um judeu-cristão "assassino de Deus" em vez do profeta islâmico, a CNN a reproduziu.

Em 2015, a BBC descreveu a capa da Charlie Hebdo sem mostrá-la, a rede britânica não repetiu aquela forma de apresentação um ano mais tarde, quando a Charlie Hebdo lançou a nova capa anticristã. O mesmo padrão de dois pesos e duas medidas foi adotado pelo jornal conservador britânico, Daily Telegraph, que cortou a capa com a caricatura de Maomé, mas publicou a outra, com o Deus de Abraão.

Em 2015 a Associated Press também censurou as charges islâmicas da Charlie Hebdo. O motivo? "Deliberadamente afrontoso." Em 2016 a agência não teve nenhum problema em mostrar a nova capa retratando não Maomé e sim o Deus judaico-cristão.

Esse duplo padrão moral da elite de esquerda também apareceu no New York Times, que em nome do "respeito" em relação à fé muçulmana censurou as caricaturas de Maomé da Charlie Hebdo − para depois decidir, em total desrespeito, que a Gray Lady (The New York Times) poderia e deveria publicar a obra "Eggs Benedict" de Nikki Johnson, exibida no Milwaukee Art Museum, na qual preservativos de diversas cores formam o rosto do Papa Bento XVI.

O "Califa" do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, ridicularizado pela revista Charlie Hebdo, desencadeou a autocensura por causa do "discurso de incitamento ao ódio," ao passo que o trabalho de Chris Ofili "A Santa Virgem Maria," na qual a mãe de Jesus é coberta de fezes e imagens de órgãos genitais, foi defendido pelo New York Times como "liberdade de expressão". Isso significa que algumas religiões são mais iguais do que outras?

Se um imã protesta veementemente contra algo, a elite de esquerda sempre apoia a falsa acusação de "islamofobia". Se um protesto pacífico é liderado por um bispo católico, a mesma elite invariavelmente o rejeita em nome da "liberdade de expressão".

Esqueça a "Burca Sexy"". Na noite de Halloween, somente a "Freira Sexy" estará disponível, enquanto o "Califa" Baghdadi poderá estuprar suas escravas sexuais yazidis e cristãs com total impunidade.

*Giulio Meotti, editor cultural do diário Il Foglio, é jornalista e escritor italiano.

Publicado no site do Gatestone Institute.
Tradução: Joseph Skilnik

sábado, 5 de novembro de 2016

O novo Presidente do Peru exalta a cristandade em suas palavras de posse. É um ato a ser exaltado

CRISTANDADE
Escrito por Péricles Capanema, 5/11/2016, na ABIM
Paço dos Duques de Bragança [Foto PRC]
Cristandade, realidade esquecida, até vilipendiada. O progressismo a abomina, tantos católicos, mesmo de boa orientação, substituem o termo por outros, pelo temor de empregar anacronismo não mais aceito, nem sequer tolerado em certos círculos. Na Grécia antiga, pela pena do ostracismo, o cidadão era expulso do convívio de seus pares. A Cristandade parece tê-la sofrido. Fale dela em seus círculos, qualquer que seja, vão torcer o nariz. Deveria ser o contrário.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Os intelectuais que se dizem socialistas estão em busca de um favor dos poderosos socialistas que exploram trabalhadores

Por que alguns intelectuais – realmente – amam o socialismo?
Escrito por Luciano Ayan e publicado no Ceticismo Político em 4 de novembro de 2016
O site Mises Brasil publica um texto intitulado “Por que os intelectuais odeiam o capitalismo?”. É um texto de Jesús Huerta de Soto, inspirado nas ideias de Bertrand de Jouvenel, nomes suficientes para dar uma noção da gravidade do problema que constitui a fé cega na crença, um “gap mental” que acomete boa parte dos liberais.

A fé cega na crença impede que alguém veja o socialista como ele é. Em vez disso, aqueles acometidos por tal colapso cognitivo visualizam o socialista como ele diz ser. Como resultado trágico, essas pessoas não praticam a real crítica política, mas apenas conselhos de pai.

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

OS MEGA ESCÂNDALOS QUE DETONAM A CAMPANHA DE HILLARY CLINTON: 'GOLPE DE ESTADO' E PEDOFILIA. ENQUANTO ISSO, TRUMP DESLANCHA

Escrito por Aluizio Amorim no Blog do Aluizio Amorim
Vídeos legendados em português pelo excelente site Tradutores de DireitaO que está acontecendo nesta semana que antecede a eleição presidencial dos Estados Unidos é de deixar o mundo inteiro embasbacado. Menos os comunistas, esquerdistas, socialistas et caterva, afinal eles fazem parte dessa tramoia fantástica que assombra todas as pessoas de bem. Trocando em miúdos, Hillary Clinton e seu marido Bill Clinton junto com Barack Obama, são os artífices, vejam só, de um "golpe de Estado" incruento, isto é, sem armas, sem canhões, sem violência física. Qualquer semelhança com o que aconteceu no Brasil sob Lula e seus sequazes, que culminou com o impeachment da Dilma não é mera coincidência. O modus operandi dos comunistas, como já afirmei aqui outras vezes, é rigorosamente igual em todos os lugares onde esses criminosos vermelhos fincam as suas garras.

Não é à toa que Donald Trump dá uma fabulosa arremetida nos últimos dias. Todas as pesquisas de institutos e mídia americanos apontam uma subida vertiginosa de Trump que, nestas alturas se transforma em eventual salvador da pátria. Mas nada disso do que estou revelando aqui e agora é noticiado pela grande mídia nacional e internacional. Embora, de alguma forma estejam ajustando as previsões e admitindo que Trump está em ascensão mantêm o bico calado sobre o "coup d'etat" que estava em curso, vejam só, na terra de Tio Sam.