quarta-feira, 27 de julho de 2016

Muçulmanos degolaram padre francês em plena missa matinal dando um exemplo de como os muçulmanos tratam os cristãos ("os infiéis")

França — Sacrílego e bárbaro atentado do terrorismo islâmico: sacerdote católico é degolado

Escrito por Paulo Roberto Campos*, 27/7/2016, e publicado na ABIM

Jacques Hamel
Na manhã de ontem (26 de julho) dois muçulmanos degolaram o Padre Jacques Hamel, de 84 anos [foto].

Armados com facas, os seguidores de Maomé, enquanto o sacerdote celebrava a Missa, invadiram a Igreja em Saint-Etienne-du-Rouvray (no Norte da França), gritando “Allah Akbar” (Alá é Grande) e louvores ao “Estado Islâmico”. Eles tomaram como reféns alguns assistentes da missa matinal, entre os quais duas freiras, e com suma crueldade e covardia, obrigando o sacerdote ajoelhar-se diante deles, o degolaram. Ademais, feriram gravemente um dos paroquianos. Uma religiosa, irmã Danielle, conseguiu fugir e chamou a polícia, que cercou a Igreja e abateu os dois terroristas islâmicos.

O “Estado Islâmico” já assumiu a autoria de mais este cruel atentado na França, confirmando que os terroristas eram “dois de nossos soldados”.

O sacerdote degolado mantinha relações cordiais com os muçulmanos da cidade, inclusive a mesquita local fora construída há 16 anos num terreno oferecido pela paróquia de Saint-Etienne-du-Rouvray… É bem o caso de recordar o dito espanhol: “Cria cuervos que te sacarán los ojos” (“Criem corvos, e eles te arrancarão os olhos”…).

Enquanto alguns chefes de Estado europeus abrem indiscriminadamente suas fronteiras para a entrada de “imigrantes” maometanos, estes vão se estabelecendo e sendo aliciados e preparados por seus líderes para perpetrarem futuros grandes atentados terroristas visando colocar a Europa de joelhos e dominá-la. Sempre no projeto de organizar uma espécie de gigantesca contra-cruzada pela destruição da Cruz Cristo e a implantação do Crescente de Maomé!

Jacques Hamel
Ao fundo, a Igreja em Saint-Etienne-du-Rouvray, onde o idoso sacerdote francês foi degolado pelos muçulmanos
Segundo a Agência de Notícias “Zenit”, o Pe. Federico Lombardi (porta-voz da Santa Sé) difundiu uma nota à imprensa na qual lamenta o fato. Sem denunciar o islamismo, escreve: “Sigamos a situação e esperemos mais informações para compreender melhor o que aconteceu”.

A fim de se “compreender melhor o que aconteceu”, seria bem o caso de relembrar ao porta-voz da Santa Sé a ameaça a Roma proferida em 1962 por Gamal Abdel Nasser (presidente do Egito entre 1954 a 1970): “O Crescente arrastou a Cruz na lama… Só uma cavalgada muçulmana é que nos poderá restituir a glória de outrora. Essa glória não será reconquistada senão quando os cavaleiros de Alá tiverem pisoteado São Pedro de Roma e Notre Dame de Paris”. (“Nouvelles de Chrétienté”, Nº. 362, de 13-9-62).

Melhor ainda seria relembrar, por exemplo, que quando a Europa no século XVI esteve prestes a ser invadida por mar pelos maometanos, o Papa São Pio V conclamou os príncipes europeus a se unirem numa frente comum contra o inimigo. Reuniu uma pequena esquadra, que entregou ao comando de Dom João d’Áustria, pedindo-lhe que partisse logo ao encontro do inimigo. No dia 7 de outubro de 1571 deu-se o combate no golfo de Lepanto. Dom João d’Áustria mandou hastear o estandarte oferecido pelo Papa e bradou: “Aqui venceremos ou morremos”, e deu a ordem de batalha contra os seguidores de Maomé.
Quadro "A Batalha de Lepanto", transcorrida no dia 7 de outubro de 1571. A vitória da esquadra católica impediu a invasão maometana na Europa
Quadro “A Batalha de Lepanto”, travada no dia 7 de outubro de 1571. A vitória da esquadra católica impediu a invasão maometana na Europa
Os primeiros embates marítimos foram favoráveis aos muçulmanos, que, formados em meia-lua, desfecharam violenta carga. Os católicos, com o terço ao pescoço, prontos a dar a vida por Deus e tirar a dos infiéis, respondiam aos ataques com o máximo vigor possível. Por um surpreendente auxílio da Santíssima Virgem aos cristãos, a esquadra muçulmana bateu-se em retirada. Os infiéis perderam 224 navios (130 capturados e mais de 90 afundados ou incendiados), quase 9.000 maometanos foram capturados e 25.000 morreram. Ao passo que as perdas católicas foram bem menores: 8.000 homens e apenas 17 galeras perdidas.

Com esta célebre vitória católica em Lepanto, a Europa viu-se livre da dominação islâmica naqueles idos. (Cfr. William Thomas Walsh, Felipe II, Espasa-Calpe, Madrid, 1951, p. 575).
Cristianofobia

E em nossos dias? Os europeus assistirão de braços cruzados a nova tentativa de domínio do continente europeu? Permitirão que o perigo maometano se agigante em tais proporções que depois não adiantará fazer mais nada?

No ano passado, após um dos atentados do terrorismo islâmico em Paris, Aboubakar Shekau, líder do grupo muçulmano Boko Haram, declarou“Estamos muito felizes com o que aconteceu no centro da França. Oh, franceses, vocês que seguem a religião da democracia, entre vocês e nós a inimizade é eterna”.

Um ano antes dessa patética declaração, Dom Amel Nona, arcebispo de Mosul (a terceira maior cidade do Iraque), depois de relatar atrocidades praticadas pelos maometanos em sua região, como abuso de meninas, incêndios de igrejas, escravidão de mulheres que viram seus maridos serem degolados etc. afirmara: “Nossos sofrimentos de hoje são um prelúdio daqueles que também vós, europeus e cristãos ocidentais, padecereis no futuro próximo, se não reagirem a tempo”.

Cristianofobia
Quantas cabeças ainda precisarão rolar na Europa para que as autoridades tomem providências sérias e não fiquem mais nesse blábláblá “politicamente correto”, como a repetição do “mantra” de que o“islamismo é uma religião de paz”…; ou disparates como a afirmação do primeiro ministro francês Manuel Valls em 15 de julho p.p. — no dia seguinte ao atentado terrorista islâmico em Nice, que atropelou centenas de pessoas e matou quase 100:“Entramos em uma nova era. E a França terá que conviver com o terrorismo.”

Ou seja, “conviver com o terrorismo”, significa que todos dias teremos que continuar a levantar da cama nos perguntando: “E hoje em que lugar terá sido o atentado do terrorismo islâmico?”. “Quantos morreram?” — Isto até que acordemos banhados em sangue ou voando pelos ares num dos atentados?

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