sexta-feira, 24 de junho de 2016

A pancada mortal na União Européia e o que você tem com isso?


Escrito por Aluízio Amorim no Blog do Aluízio em 24/6/2016


"Estamos fora', a manchete do Daily Mirror.

Não tem preço ver a choradeira dos comunistas da grande mídia nacional e internacional. Não escapa ninguém, nenhum "coleguinha" que esteja trabalhando nesses veículos de comunicação em nível nacional internacional consegue esconder seu desapontamento pela surra que os comunistas levaram no Reino Unido.

A Folha de S. Paulo, no que tange ao jornalismo doméstico, chega a ser surrealista. Leva de cara o troféu "bundalelê" prêmio que acabo de instituir ...hehe... aqui no blog para distinguir aquele veículo de comunicação ou jornalista campeão da idiotia e da estupidez. 

Entretanto, se fosse apenas a idiotia e a estupidez vá lá. Afinal - e infelizimente - a esmagadora maioria dos seres humanos é dotada de cérebro fracote. Não fosse assim o mundo não seria essa gaiola de loucos e tarados de todos os gêneros. Depois que os comunistas conseguiram fechar os hospícios esses semoventes, livres da camisa de força, têm alçado à condição de presidente de diversos países. Nisso e apenas nisso, nos igualamos aos Estados Unidos que sagrou por duas vezes Barak Obama lá e cá a estupidez reinante deu biz ao Lula e Dilma.

Mas o staff da União Europeia ganha de lavada. É lá que se concentra o maior número de malucos de todos os gêneros. É lá que está o tenebroso laboratório de 'engenharia social' que tem em vista um governo mundial. É lá que se processa o esquema da novilíngua "politicamente correta" que faz rodar a diabólica máquina de moer todas as conquistas sociais, econômicas, tecnológicas e políticas alcançadas pela civilização ocidental.

O objetivo é o domínio global por um bando de vagabundos que vivem a vida de nababos em Bruxelas. Quem se levanta contra esses criminosos é logo taxado de "intolerante". Ódio, intolerância, homofobia, são alguns dos vocábulos da novilíngua. E ainda tem a criação de modismos completamente idiotas que a maioria imbecil descerebrada assimila por meio da mídia que faz o serviço de divulgação e lavagem cerebral das massas. Dentre os modismos idiotas tem-se, por exemplo, o ciclismo que vem embalado na tal "mobilidade urbana". E tome ciclovias nos centros urbanos, o que é o cúmulo da estupidez, se não fosse criminoso porque já levou à morte um número enorme de imbecis que resolveram andar por aí de bike.

É proibido falar em "trânsito", "engarrafamento". Fala-se em "mobilidade urbana". Outra palavra da moda produzida pela engenharia social na esteira do ecochatismo é a tal "sustentabilidade". Como podem ver, essas palavras todas, que já se tornaram "conceitos", têm valor e sentido universais e são reverberadas em todos os idiomas. 

Se fosse modismo passageiro tudo bem. Mas essas palavras tem em mira um único e exclusivo mister que é fazer picadinho da liberdade individual. Matreiros, os engenheiros sociais da União Europeia, da ONU e demais organizações multilaterais sabem muito bem que a maioria das pessoas tem cérebro no máximo mediano e além do mais praticamente a totalidade é egoísta. A maioria, portanto, não ousa se insurgir. Alguns até que percebem a arapuca mas preferem o conforto de seguir o mainstream. 

Mais algum tempo e esses tarados da UE, ONU e afins terão condições de decidir onde as pessoas devem morar, o que devem comer, que veículos podem usar para se locomover, em quais escolas podem estudar e as roupas que devem vestir. Nesta altura a liberdade individual será uma quimera. A humanidade será uma massa obediente. Os recalcitrantes serão denunciados e punidos com a prisão perpétua ou quiçá com o fuzilamento puro e simples.

Parece ficção? Sim, parece. Mas infelizmente é a verdade nua e crua que se apresenta para todos nós. E é por isso que esse evento denominado Brexit, a saída do Reino Unido da Inglaterra tem essa dimensão, esse impacto global. Atentem para este fato. É primeira vez que os vagabundos da engenharia social que pretendem o governo mundial levam uma rasteira de tamanho impacto.

O PODER DA DESINFORMAÇÃO
Notem, no entanto, que tudo isso que acaba de acontecer foi cuidadosamente escamoteado da opinião pública internacional. Jornais e televisões noticiavam muito pouco sobre o Brexit. Tinha de manter a opinião pública anestesiada. 

Falaram apenas - e isso é muito estranho - sobre o misterioso assassinato da deputada do Partido Trabalhista, militante da causa bundalelê da União Europeia. E mais: usaram a morte da jovem deputada para fazer campanha pela permanência do Reino Unido na União Europeia. Um sujeito estranho com cara de debilóide assassinou a mulher com um tiro. Ela estava acompanhada de sua secretária, uma mulher islâmica, segundo se constatou em reportagem do Daily Maily.

Seja como for, este é o pano de fundo de tudo que aconteceu na madrugada desta sexta-feira, quando o povo do Reino Unido em maioria resolveu detonar a União Europeia. À grande mídia e seus jornalistas amestrados coube a tarefa de "desinformar". A desinformação não se restringe a deixar de veicular alguma notícia. Desinformação quer dizer emitir uma informação cujo objetivo é obter determinado resultado. 

A turma da União Europeia encastelada em Bruxelas, não contava com essa derrota acachapante. Eles estão desesperado e histéricos. É a primeira vez que essa canalhada politicamente correta é triturada sem dó nem piedade. E isto é apenas o começo de uma abençoada guinada política global desde a queda do Muro de Berlim e do esfacelamento da ex-URSS.

Como já afirmei inúmeras vezes aqui neste blog a debacle do comunismo russo e a reunificação da Alemanha não consistiu no fim do comunismo. Houve, isso sim, uma mudança no modus operandi do movimento comunista internacional. Nada mais de ataque armado com fizeram os comunistas no passado para chegar ao poder. Agora os povos indefesos estão à mercê um projeto mais eficaz, mais diabólico e terrível, que se qualifica como "marxismo cultural".

Quando você, que gosta de ser "moderninho", inserido no mainstream, vestir aquele uniforme ridículo e trepar numa bike e sair pedalando e brigando com os automóveis, você já sofreu uma trepanação virtual. O mesmo acontece se você começar a usar nas conversas palavras como "mobilidade urbana", "homofobia", "aquecimento global", "mudança climática", "sustentabilidade" ou sair por aí a defender a União Europeia, o Mercosul ou a ONU. Em ambos os casos você foi uma vítima da "desinformação", ou seja, os comunistas espertalhões do século XXI transformaram você num "imbecil útil".

Se a maioria das pessoas compreendessem isso tudo que acabo de declinar neste artigo, por certo essa violência, corrupção e mentiras não teriam adquirido esse lamentável status de normalidade. 

Todavia, nunca é tarde para a ficha cair. O ato seguinte é ter a coragem de enfrentar esses demolidores da lei, da ordem, da segurança, da decência e do respeito. Velhos de guerra, os britânicos deram o primeiro empurrão. Resta a todos os cidadãos bons, honestos e trabalhadores juntarem-se nessa luta em defesa da civilização ocidental, ou seja, a luta pela liberdade individual que é inegociável sob todos os aspectos.

Tags: Aluízio Amorim, Brexit, Inglaterra, Reino Unido, União Européia, Nigel Farage, David Cameron, o poder da desinformação, Daily Mirror, we're out

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