sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

'VOLUME MORTO' DO JORNALISMO BRASILEIRO FAZ SELFIE COM A SUPOSTA 'PRESIDENTA'

Escrito por Aluízio Amorim no Blog do Aluízio Amorim

Os alegres rapazes e raparigas da grande mídia brasileira fazem selfie com a "presidenta" no Palácio do Planalto. Foto de O Antagonista

O Antagonista anotou o seguinte sobre a foto que está aí acima:
“Os jornalistas que participaram do café da manhã com Dilma Rousseff aproveitaram para fazer um selfie. É o retrato de boa parte da imprensa brasileira: servil, provinciana e aduladora.”
Esta informação serve para corroborar o que tenho reiterado aqui neste blog, ou seja, que a esmagadora maioria dos jornalistas brasileiros, além de escrever muito mal, compõe o pelotão avançado do PT dentro das redações.
São esses tipos, formados nessas espeluncas denominadas cursos de jornalismo, mas que não passam de madraçais destinados à doutrinação comunista, que dominam as redações dos veículos da grande mídia.
São mais do que servis, provincianos e aduladores. Eles cumprem a missão delineada pelo Foro de São Paulo, mesmo aqueles que se se intitulam independentes. É que o cérebro desses jornalistas já foi lavado pelas escolas que, por sua vez, são também dominadas pelos andróides esquerdistas. 
Afinal, uma geração já foi formada sob a estrita orientação dos ideólogos do PT. 
O fato mais interessante é que esse neocomunismo do século XXI nem precisa mais exercer a censura sobre os veículos de mídia porque todos os textos, com raras exceções, são vazados na novilíngua do politicamente correto e levam água ao moinho da “engenharia social” que tem em vista detonar os direitos individuais.
Só para se ter ideia da poderosa influência dessa engenharia social dia desses o próprio site O Antagonista ao referir-se à seca que castigou São Paulo no ano passado, mencionou a “crise hídrica”. Eis aí um jargão politicamente correto cunhado nos laboratórios de engenharia social da ONU, União Européia e das universidades. As próprias áreas tecnológicas das universidades já foram contaminadas pelo pensamento politicamente correto, graças à ação dos ecochatos, ditos “ambientalistas”. Tanto é que entraram nas engenharias por meio do curso de Engenharia Ambiental. Não se fala mais de Engenharia Sanitária ou coisa que valha. Não é à toa que os “marinheiros” bóiam reluzentes nas raias da Olimpíada sobre o mar que banha o Rio de Janeiro.
Como se vê, ao banir a palavra “seca” que designa um fenômeno meteorológico que castiga o planeta de forma permanente e alternada em diversos pontos, “engenheiros sociais” e ambientalistas, procuram culpar os cidadãos ou a suposta incúria da companhia que administra os reservatórios, pela falta d’água. Diferente da “seca” a “crise hídrica” seria gerada pela ação humana, se é que me entendem.
No caso de São Paulo, esse designativo politicamente correto serve também para culpar o governo paulista que atualmente é exercido pelo PSDB. Tanto é que a idiotia politicamente correta chegou a erguer “instalações” sobre o leito seco das barragens destinadas a criar cenários para fotos e filmagens pelos veículos de mídia. 
Caso análogo refere-se à terminologia “volume morto” sempre mencionada no lugar de “reserva técnica” dos reservatórios que é o termo técnico adequado.
Na verdade, “volume morto” é aquele grupo de idiotas fazendo selfie com a Dilma. 
E para concluir: desafio todos aqueles jornalistas que aparecem na foto paparicando a Dilma a escrever um texto como este que vocês acabaram de ler a partir de uma fotografia e uma frase de três linhas.
Tenho dito!

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