sábado, 14 de novembro de 2015

O jornalismo politicamente correto está minimizando a atuação do estado islâmico nos ataques terroristas da França. O Estado Islâmico representa o islamismo, que é violento desde a origem

Escrito por Aluízio Amorim e publicado no Blog do Aluízio, sábado, novembro 14, 2015
A cobertura da grande mídia a respeito do ataque terrorista ocorrido na noite deste sábado é um troço vergonhoso, nojento e que merece ser deplorado e denunciado com todas as letras e o faço aqui e agora. Me refiro de forma especial à Rede Globo e à Folha de São Paulo, mas isto não quer dizer que são apenas esses dois veículos que estão a lamber o rabo dos islâmicos assassinos. É a maioria da grande mídia. E por que isto acontece?

Ora, porque os veículos de mídia, como não poderia deixar de ser são feitos por jornalistas. Com mais de 40 anos de profissão eu os conheço perfeitamente. Com raríssimas exceções são os jornalistas que promovem essa lavagem cerebral, toda essa desinformação e distorção dos fatos. São esses androides vagabundos, maconheiros, picaretas e mentirosos que vivem dopados pela ideologia comunista bundalelê os culpados pelo que aconteceu na noite de ontem em Paris. São eles os principais coiteiros dos islâmicos em sua cruzada contra o ocidente. São eles os produtores da "desinformação" que é a arma mais perniciosa de todas e que não está só assassinando as pessoas, está destruindo todas as bases da civilização ocidental cujos apreciáveis níveis de progresso custaram alguns séculos para serem erigidos. Sobretudo no que respeita à constituição do Estado Moderno e ao Direito racional. Aliás uma coisa está imbricada na outra.

Mas o nível de imbecilidade do jornalismo aqui no Brasil e em todo o mundo ocidental é brutal e devastador.Não consigo ouvir um minuto de Globo News, Rádio CNB ou ler veículos assemelhados, como a Folha de S. Paulo e praticamente todos os demais veículos da dita grande imprensa brasileira. É claro que também não dá para ler, ver e ouvir coisas como Le Monde, New York Times, CNN, The Guardian, Washington Post, El País, que constituem as principais ferramentas da deletéria 'engenharia social' que patrulha noite e dia o Ocidente tentando obrigar os ocidentais a tolerar um bando de assassinos fanáticos, psicopatas e seus coiteiros os comunistas travestidos de petistas, chavistas, peronistas, socialistas e obamistas abrigados pelo deletério Partido Democrata dos Estados Unidos, aliás o responsável desde Kennedy, o idiota-mór, pela ascensão do psicopata assassino Fidel Castro em Cuba.

Da grande imprensa brasileira resta apenas a seção dos editoriais do jornal O Estado de S. Paulo; parte da revista Veja e o site O Antagonista que pode ser incluído na grande mídia pelos seus autores que migraram da grande mídia para um projeto independente. 

Não estou a reivindicar a perfeição dos outros. Muito menos de mim mesmo. Eu como todos os outros jornalistas não estamos a salvo de errar. Afinal, somos humanos. Entretanto, uma qualidade obrigatória de qualquer pessoa que queira exercer o jornalismo é o mínimo de inteligência e bom caráter. E claro, não pode ser comunista, nem nazista, nem fascista, nem socialista nem islâmico nem ser militante desses grupos bundalelês como ciclistas, ecologistas, indigenistas e demais movimentos politicamente corretos. Como podem notar os estimados leitores há tantos grupos politicamente corretos que impulsionam a famigerada engenharia social que já não é possível citar todos.

Para completar e corroborar tudo que afirmei nestas linhas leiam este artigo na Folha de S. Paulo que faz a defesa do acolhimento de imigrantes.

Ainda bem que a reação da direita na Europa e, particularmente na França, já começou. Os conservadores vencerão de goleada a eleição. 

Outra notícia ótima é que esse flagelo que se abateu sobre Paris turbina a campanha de Donald Trump, do Partido Republicano. Trump não deve apenas construir um muro para conter os psicopatas latino-americanos. Ele tem usar o arsenal bélico dos Estados Unidos e fazer farelo do EPI - Estado dos Psicopatas Islâmicos.

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