sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Estado Islâmico, que é a verdadeira face do Islã desde a origem em 622 d.C., enterra em vala comum mulheres mais velhas não-islâmicas que não quiseram estuprar

Escrito por Daniel Greenfield, 23/11/2015, traduzido e publicado no Mídia Sem Máscara
Essas mulheres não eram consideradas úteis como escravas. Elas não seriam úteis para um jihadista buscando "adorar" a Allah por meio do estupro das não-islâmicas, autorizado pela doutrina islâmica. Então, foram assassinadas.
Esta é, infelizmente, uma conseqüência da visão islâmica sobre os não-muçulmanos e sobre as mulheres praticada pelo ISIS. Essas mulheres iazidis foram desafortunadas o suficiente para serem ambos. Elas também eram um pouco mais velhas. Então elas não tinham nenhuma utilidade para seus captores do ISIS e foram assassinadas.

Tufos de cabelos e fragmentos de ossos saiam grotescamente para fora da vala. Estima-se que quase 80 mulheres estejam enterradas nesta vala comum, com idade entre 40 e 80 anos de idade. Os corpos são de mulheres Yiazidis, assassinadas pelos açougueiros do Estado islâmico.

Enquanto o mundo orava por Paris, a mais de três mil milhas a leste outra atrocidade estava sendo revelada...

Durante o ano passado, as forças do Estado islâmico sequestraram milhares de jovens mulheres iazidis para usar como escravas sexuais. Agora sabemos o que aconteceu com aquelas que não eram consideradas "bastante atraentes" para eles.

As mulheres mais jovens da cidade foram levadas para a escravidão sexual, mas as mais velhas foram deixadas para trás e pouco tempo depois tiros foram ouvidos.


Noor (não é seu nome real) foi vendida como escrava depois que o ISIS invadiu sua aldeia na província iraquiana de Sinjar. A jovem de 22 anos diz que o militante que a pegou, a estuprou – mas não antes de tentar se justificar.

"Ele me mostrou uma carta e disse: Isso mostra que qualquer mulher capturada vai se tornar muçulmana se 10 combatentes do ISIS a estuprarem. Havia uma bandeira do ISIS e uma foto de Abu Bakr Al Baghdadi”.

Depois de abusar dela, passou-a para 11 de seus amigos, que também a estupraram.

O ato de estupro é considerado um ato de culto islâmico.

Toda vez que ele vinha me estuprar, rezava”, disse F, uma menina de 15 anos que foi capturada nas encostas do Monte Sinjar há um ano e foi vendida para um combatente iraquiano de 20 anos.

"Ele ficava me dizendo que isso é ibadah", disse ela, usando um termo das escrituras islâmicas, que significa adoração.

"Ele dizia que me estuprar é a sua oração para Allah.

Nos momentos antes de estuprar a menina de 12 anos, o combatente do Estado Islâmico levou algum tempo para explicar que o que ele estava prestes a fazer não era um pecado. Porque a menina pré-adolescente praticava uma religião diferente do Islã, o Alcorão não só lhe dava o direito de estuprá-la – mas o estimulava e encorajava, ele insistiu.

Ele amarrou suas mãos e a amordaçou. Em seguida, ele se ajoelhou ao lado da cama e prostrou-se em oração antes de deitar sobre dela.

Quando acabou, ele se ajoelhou para orar novamente, intercalando o estupro com atos de devoção religiosa.

"Eu permaneci dizendo-lhe ‘isso dói, por favor, pare’", disse a menina, cujo corpo é tão pequeno que um adulto poderia circundar a cintura com as duas mãos.

"Ele me disse que de acordo com o Islã, ele está autorizado a estuprar uma infiel. Ele disse que me estuprando, ele está chegando mais perto de Deus”, disse ela em uma entrevista ao lado de sua família em um campo de refugiados aqui, para o qual ela escapou após 11 meses de cativeiro.

Uma vez que estas mulheres não-muçulmanas não foram separadas para serem escravas, eles não seriam tornadas "muçulmanas" nem serviriam como um canal para o horrível "ato de adoração" praticado pelos supremacistas muçulmanos do ISIS. E assim o ISIS fez com elas o que faz com os não-muçulmanos. Matou-as. Assim como fez às pessoas em Paris.

Para entender isso, ajuda conhecer duas coisas sobre o Islã:

1 - Mohammed disse: "Foi-me mostrado o fogo do inferno e a maioria dos seus habitantes são mulheres."

2 - Sua ordem final foi a limpeza étnica dos cristãos e judeus. Iazidis, que são considerados ainda menores do que cristãos e judeus são consideradas politeístas e simplesmente mortos. Como o Alcorão diz: "Matar os idólatras onde quer que você os encontre".

Isso é tudo que o ISIS está fazendo. Ele inovou em algumas áreas, mas o assassinato em massa de não-muçulmanos sempre foi uma característica do Islã. O estupro em massa de mulheres não-muçulmanas sempre foi característica do Islã. A escravização de mulheres não-muçulmanas também, sempre foi uma característica do Islã. Essas mulheres não eram consideradas úteis como escravas. Elas não seriam úteis para um jihadista buscando "adorar" a Allah.

Então, elas foram assassinadas. Como incontáveis inocentes não-muçulmanos tinham sido assassinados antes delas por mais de mil anos pelos exércitos conquistadores do Islã. Até que o mundo acorde.

Publicado no The FrontPage Magazine.

Tradução: William Uchoa

Tags: islamismo | terrorismo | globalismo | religião | perseguição anticristã | jihad

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