terça-feira, 25 de agosto de 2015

Não estamos lutando contra a corrupção. Estamos lutando contra um regime voltado para a instalação de um totalitarismo socialista travestido de capitalismo de estado semelhante à ditadura chinesa

Quem disse que a questão é meramente a corrupção petista?
O amigo Maurício Noblat mandou um novo Facebook que vale a menção:

Mas que p…. será que ninguém se toca que não é contra corrupção que se está protestando? Se está protestando contra um regime voltado para a instalação de um totalitarismo socialista, maquiado de Capitalismo de Estado, numa aliança entre comunistas radicais e grande empresariado, com projetos de se criar uma união de repúblicas socialistas latino americanas.
Nisso tudo, quem se f…. é o indivíduo, que passa a não valer nada. Vira mera estatística. É o pequeno e médio empresário, reduzidos a camelôs. Artistas/escritores/intelectuais se tornam prostitutos do Estado. No fim todos ficam igualados na miséria econômica, moral, espiritual e intelectual.
Não é contra a corrupção que se está contra (até porque ela é algo pontual que se enfrentará até o fim dos tempos em todos os países da Terra- na URSS stalinista crime contra o Estado gerava pena de morte e homicídio pena de 20 anos de reclusão) . É contra o que foi descrito acima.
Panfleto contra corrupção vai fazer corrupção se tornar mais grave que homicídio. Cai a ficha. Reflitam e estudem antes de espalhar bandeiras ao vento. Corrupção se combate sempre. No momento, a corrupção não é a causa e sim o meio de perpetuar o grande esquema do pacto mórbido que a América Latina fez em torno de regimes totalitários e que o brasileiro ratificou quando achou bonitinha a ideia de colocar o primeiro operário como presidente. Aí começou toda a tragédia. O processo de cooptação do empresariado, dos intelectuais, artistas, mídia, etc.. é idêntico ao que ocorreu na Alemanha nos anos 30. Então, corrupção hoje é instrumento, é meio e não fim.


Gostei muito deste argumento!

Na verdade, eu diria mais. No momento em que usamos o frame “a questão não é só a corrupção, nunca foi”, a pessoa que caiu na conversa “ah, mas é tudo faria do mesmo saco, né?”, se for honesta, ao menos muda seu foco de atenção durante a interação.

Ela inexoravelmente perguntará: “Mas então qual é o problema?”. Aí é só explicar a diferença entre atos de corrupção pontuais – que são um problema, infelizmente sempre tendo ocorrido com os partidos antes do PT -, e uma ação orquestrada de corrupção em escala jamais vista, e tudo isto sendo apenas a ponta do iceberg, uma vez que o objetivo da corrupção petista é transformar-nos em um país socialista. Daí em diante basta dizer: “Em termos de destruição econômica, você não viu nada ainda. Perto do que eles querem, e se derem sequência vão conseguir, você está no paraíso…”.

Aí é que a pessoa será obrigada a aceitar que estava em confusão moral. Repita-se: isto se a pessoa for intelectualmente honesta, o que é o caso de muitos neutros, visto que esta argumentação não vale contra petistas, pois exatamente é o que eles querem. Contra petistas, não há diálogo, mas embate político. Precisamente por este motivo qualquer interação contra petistas só deve ocorrer em debates abertos, para expô-los em toda sua crueldade para a plateia.

Por esta ótica, é correto julgar que “a questão vai muito além da corrupção… esta é só a ponta do iceberg” é um frame muito mais forte do que focar só em corrupção. Resumidamente: ao falarmos em corrupção, estamos jogando o PT na vala comum dos demais partidos, quando a mensagem deveria ser a de que o PT é pior do que qualquer outro partido da história da política nacional.

Em outras palavras, a questão é muito mais do que a corrupção. E as pessoas devem começar a ficar realmente zangadas se descobrirem o que está por trás da corrupção petista.

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