quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Estamos sós no Universo, por obra e graças de Deus e a Terra é a manifestação única de sua Vontade

Escrito por Nivaldo Cordeiro - 8 de agosto 2015 - Um espectador engajado
A Terra é nosso jardim
Nos últimos meses, tem sido destaque na divulgação das ciências a suposta descoberta de planetas “habitáveis” fora do sistema solar. Vejo a ânsia dos nossos cientistas, físicos e biólogos, nesse desejo de ver clones da Terra, onde uma humanidade pudesse abrigar-se. Têm colhido o maior fracasso, pois nunca conseguiram achar uma mísera bactéria. A teoria da geração espontânea da vida por mero arranjo da matéria, ideia que vem desde a Grécia antiga, mostrou-se até agora uma hipótese inviável.

Uma conclusão se impõe: a Terra, a nossa Terra, é o local do Jardim do Éden criado por Deus. O criacionismo é a única maneira de dar racionalidade à vida. Entretanto, a física e sobretudo os físicos empregados nos programas espaciais desdenham da Bíblia e da Verdade Revelada. São materialistas convictos, do mesmo naipe de que foram os gregos que viveram antes da Revelação.

Se alguém quiser ver como a mente dessa gente trabalha basta ler os livros de divulgação do Carl Sagan. Recomento especialmente o livro O Pálido Ponto Azul. De tanto olhar para os espaços infinitos Carl Sagan se esqueceu de honrar o Deus de seus pais, o Deus de Abraão, Isaac e Jacó. Desse ponto de vista, sua vida dedicada à ciência foi um completo fracasso. Ter a capacidade tecnológica de enviar engenhocas eletrônicas ao espaço sideral não é façanha que substitua a realidade em si: estamos sós no Universo, por obra e graças de Deus e a Terra é a manifestação única de sua Vontade, expressão de sua bondade para conosco.

Veja-se que esses materialistas se contentariam com uma mísera bactéria, pois aí estaria provado que a vida seria resultado de arranjo espontâneo da matéria. Até mesmo regozijam-se com a descoberta mais acanhada de que pode haver água e carbono. Os relatos que têm vindo a público não têm sido animadores, mesmo dentro da hipótese minimalista.

Quando vejo o físico Stephen Hawking sentado na sua cadeira elétrica, um trono erigido para um rei do materialismo, é que percebo a cegueira dos materialistas. O físico inglês é feio, decrépito e sem futuro, ainda assim persiste no erro epistemológico. Uma fotografia sua é a expressão estética do fracasso de demonstrar que o criacionismo é crendice, quando é, na verdade, a única explicação racional.

Outra variante dessa ânsia materialista é a busca frenética pela existência e aparição de extraterrestres. O século XX consolidou muita coisa folclórica nessa área. Claro que o suposto é que há maneiras de se gerar vida fora da Terra, hipótese consistente com a ideia da geração espontânea da vida. Filmes de ficção científica são abundantes sobre o tema, alguns até bem notáveis, como 2001 – Uma Odisseia no Espaço, do Kubrick.

A crença em ETs é tão inconsistente quanto a crença na transmigração das almas. Jesus Cristo não falou em reencarnação, mas em ressurreição. Todavia, a disseminação da tese da transmigração, que é uma variante do materialismo herdado da Grécia, tem crescido e tomado conta das multidões no Ocidente. O fracasso dos defensores da transmigração é equivalente ao fracasso dos que buscam ETs e formas de vida fora da Terra.

Essa é a razão porque se vê o renascer do paganismo, da idolatria e da idiotice espiritual. A alma do Ocidente está se fechando às verdades mais elementares e mergulha em crendices dignas de pena, como a aparição de ETs, de espíritos e outras formas de animismo. Um notável regresso civilizacional.

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