domingo, 7 de junho de 2015

SOBRE A FAMÍLIA DE DEUS. Ou: Jesus não inventou nova família. Ou: Sobre a missa do 10º domingo do tempo comum

Jesus Cristo existia antes do momento inicial de todas as vidas, criou o universo, criou os animais, colocou Adão e Eva no paraíso e os castigou pelo erro de desobedecê-lo. Jesus foi a força de Moisés que transmitiu as leis do antigo testamento e que esteve no atual Oriente Médio no trigésimo ano da era cristã para reformá-las. Ele é o espírito que, hoje, salva alguns da morte deixando outros seguirem para o inferno e que estará sempre conosco até o dia do juízo final e além.
O homem, a mulher e os animais que estavam no paraíso formavam a família que Jesus amava, mas a puniu por ter comido do fruto proibido. A história da vida humana não terminou naquela punição. Ela prosseguiu sendo escrita pelo povo judeu. Os judeus, povo eleito por Jesus, escreveram os textos constantes do antigo testamento descrevendo uma família monogâmica, centrada no amor divino e que devia permanecer unida. 

A família de Jesus não mudou: continua a ser a união de um homem, uma mulher, filhos e netos, mas alguns marxistas da CNBB que trabalham pelo profeta de Satã (Marx) insistem em convocar os católicos a pertencerem a uma nova família dizendo que a frase “Quem faz a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe” (Mc, 3, 35) significa que Jesus substituiu a família tradicional por uma nova família.

Mudar a família tradicional nunca foi objetivo de Cristo, pois ele queria salvar almas e nunca fundar um novo reinado aqui na terra. Quem quer fundar um novo reino terrestre sob os auspícios da teologia da libertação são os padres marxistas que fazem convocação para que os jovens abandonem suas famílias. O objetivo dessa convocação é o mesmo do diabo: mentir, enganar, destruir a família e matar seus filhos. 

A comprovação dessa má intenção pode ser encontrada no parágrafo final da catequese bíblico-missionária do décimo domingo do tempo comum que produziu a seguinte falácia:
(A) Ainda hoje, temos de lutar contra as forças do mal existente em nossa sociedade, as quais, pela propaganda e ideologia, tentam enganar e desviar o povo do caminho de Deus. É uma primeira premissa que fala de uma verdade fora do contexto e esconde o verdadeiro propagandista de uma ideologia maligna: o padre marxista.
(B) A palavra de Deus é a luz que nos ilumina. É uma segunda premissa que é verdadeira, mas Jesus ilumina não só pela palavra, mas também pela intervenção direta na vida do filho dele e, com certeza, quem foi iluminado por Jesus jamais concluiria essas duas premissas iniciais com a conclusão falaciosa e mentirosa da frase seguinte:
(C) Pertencer à nova família de Jesus tem seus desafios, é viver como Ele viveu e sermos agentes de libertação e de vida nova. O ideólogo marxista quis dizer que Cristo não tinha família tradicional e que vivia libertando o povo do estado capitalista (da época) e prometendo nova vida dentro do paraíso terrestre comunista.

O Jesus Cristo daquela época queria libertar o povo das garras do diabo, do ateísmo e do materialismo. O Jesus de hoje ainda quer libertar o povo do pecado, da idolatria, do materialismo dialético, do socialismo e, com certeza, dos ideólogos marxistas. Se a Igreja Católica continuar seguindo os padres excomungados (marxistas) da CNBB será extinta ou acelerará a chegada do dia do juízo final. O mesmo se diga das Igrejas Evangélicas que seguem a Teologia da Missão Integral pregando um novo reino terrestre. Os marxistas, socialistas, ambientalistas e todos os que pregam o paraíso no Planeta Terra esqueceram que Cristo disse: MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO.

Nenhum comentário: