terça-feira, 17 de março de 2015

A NATUREZA HUMANA

Os homens são iguais entre si desde o nascimento até a morte. Porém, à medida que os dias e anos passam, os seres humanos são influenciados pelos mais variados ambientes e se tornam diferentes a ponto de um considerar-se melhor que outro e assim começam os conflitos que podem ser pacificados pelo estado, mas não com imposições de perda de liberdade ou de mudança da natureza humana.
A mudança percebida a partir do primeiro dia de vida ocorre em cada um. Você pode mudar sua personalidade a cada vez que conhece uma ideia, um objeto, uma pessoa ou que você mesmo invente algo novo. No entanto, você não muda sua natureza humana. Por isso, o indivíduo que mudou de favelado a milionário não pode querer que o filho nasça com as características que foram adquiridas pelo pai ao longo da vida.
Depois do nascimento, a evolução individual passa pelas situações de amor e ódio misturados com as características humanas da avareza, prodigalidade, luxúria, preguiça, ira, soberba, humildade, gula, inveja, admiração, ganância e outros defeitos ou virtudes que mudam aquele ser que, ao nascer, tinha os instintos básicos do ser humano resumido no ser capitalista inocente e despreparado para viver e para se reconhecer como filho de Deus. 
O erro dos evolucionistas, progressistas, socialistas, ambientalistas e outros é pretender que a evolução individual torne-se evolução coletiva. Esses indivíduos não conservadores pensam que o estado pode criar um novo homem que viveria mil anos, não precisaria de sexo para se reproduzir e que nunca mais haveria humanos portadores dos pecados originais do recém-nascido.
Discorda-se dessa visão evolucionista, pois é preferível acreditar que o homem foi criado por Deus a acreditar que o homem veio do macaco. O que se deseja é que o estado não interfira na evolução individual, no progresso material coletivo e na fluência da vida e da riqueza.
O ser humano tem livre arbítrio de escolher o caminho de vida a ser trilhado, mas sua natureza não é livre dos pecados a serem perdoados por Deus e não pelo estado, haja vista que Deus perdoa, mas o estado tira a vida e a liberdade em nome da punição dos erros humanos.
Portanto, você deve praticar suas virtudes e reconhecer sua natureza imutável criada por Deus. Uma natureza que pode evoluir individualmente, mas que precisa, antes do final da vida, reconhecer a filiação divina. Isso significa que você deve lutar por mudanças em você mesmo e não nos outros. A mudança imposta aos outros pelo estado nunca ocorre por que este não é doador de vida e nem de liberdade que são doados apenas pela criação divina.
Escrito por Navarro, Editor do Blog
Leia a seguir o texto de Uma Nova Constituição para o Brasil

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