sábado, 21 de junho de 2014

O professor que não for esquerdista trabalha e sofre muito na escola pública, mas o professor esquerdista está no paraíso dos vagabundos e os alunos serão pobres de tudo para sempre

PROFESSOR DENUNCIA A ANARQUIA E A DOUTRINAÇÃO COMUNISTA DO PT NA REDE ESCOLAR DA PREFEITURA DE SÃO PAULO
Por Aluízio Amorim no Blog do Aluízio

O texto que segue após este prólogo é um artigo de um professor de História da rede escolar da Prefeitura de São Paulo, publicado no site do Instituto Liberal. Recomendo que leiam e espalhem nas redes sociais ou enviem por e-mail para seus amigos e familiares. 
E, como já estamos, apesar do interregno da Copa do Mundo, numa campanha eleitoral, o teor deste artigo deveria ser olhado com atenção pelo Senador Aécio Neve, o postulante da Oposição mas bem avaliado nas pesquisas. Aliás, a educação ao lado da saúde e da segurança pública, estão entre os áreas que os psicopatas do PT escolheram para produzir um clima de anarquia. Claro, como em qualquer revolução comunista são esses setores que são escolhidos a dedo pelos comunistas para fragilizar as instituições democráticas e o tecido social. A educação é usada como ferramenta para doutrinação ideológica; o sistema de saúde precário faz aumentar a doença e a permanente ameaça da morte, enquanto a segurança pública é desmantelada de forma a manter numa espécie de ‘cárcere privado’, todos os cidadãos de bem que se fecham em suas casas sob o assédio do banditismo impune. 
Logrado o objetivo, ou seja, a consumação dessa fase da revolução comunista, a obediência e a sujeição dos recalcitrantes é feita por meio da permanente ameaça da fome. É quando começa a escassez dos alimentos, como já ocorre na Venezuela, onde o castro-comunismo já está quase concluindo a dita “revolução bolivariana”, eufemismo muito usado para designar simplesmente uma ditadura comunista!.
A educação é uma das ferramentas utilizadas pelos comunistas para obter o consenso das crianças, adolescentes e jovens aos desígnios da revolução comunista, de forma que num futuro breve praticamente desaparecerá qualquer atitude crítica face à crueldade do regime e de todas as iniquidades dele decorrentes. Os que protestam são sumariamente executados ou apodrecem nos calabouços do regime, como já está acontecendo na Vezuela, onde o principal líder oposicionista e centenas de estudantes apodrecem nos calabouços da polícia política de Nicolás Maduro.
Por isso é importante a leitura do artigo desse professor. Encareço aos pais das crianças, adolescentes e jovens que leiam o artigo com atenção e compartilhem à farta pelas redes sociais e denunciem os abusos que verificam nas escolas e universidades nas quais estuam seus filhos. 
E atenção! As eleições de outubro deste ano de 2014 se colocam objetivamente como um marco divisório na história do Brasil. Há duas opções: o comunismo ou a democracia e a liberdade. Lula, Dilma e seus sequazes do PT representam a tirania, a opressão e o fim da liberdade de expressão! Nesta eleição o único candidato que não é comunista e que reúne possibilidades evidentes de ser vitorioso é Aécio Neves. Não há outro candidato. Pensem nisso! É o futuro da democracia e da paz que estão em jogo no Brasil. E isto não é brincadeira!

Este desenho do cartunista venezuelano Roberto Weil resume tudo. Como podem ver, na Venezuela ocorre a mesma coisa. A única diferença é que lá nem todos os cartunistas são comunistas, enquanto no Brasil a maioria além de ser completamente idiota é militante do PT. Salvo as raras exceções como o incansável Sponholz.

R. Penny, professor de história, apresenta relato pessoal do trabalho na prefeitura de São Paulo que revela o caos e o domínio esquerdista na educação pública brasileira. Leia a seguir:
Sou professor concursado. Funcionário público. Tenho estabilidade e só posso ser exonerado se aprontar algo cataclísmico. Recebo rigorosamente em dia, sou crivado de benefícios trabalhistas, posso faltar quando quiser sem ser incomodado e não tenho de apresentar resultados. Ao final da carreira gloriosa, terei direito a aposentadoria integral.
Sobrevivi à dominação comuno-petista e à coação explícita das esquerdas terroristas na universidade.
Formei-me em história, o maior reduto “intelequitual” da corja. Não tive uma mísera aula sobre História Medieval ou uma definição político-social do Império Romano. Era apenas doutrinação marxista. Qualquer postura liberal era rechaçada de imediato pela maioria estridente.
De posse do canudo, passei num concurso, para, literalmente, buscar “endireitar” um pouco o ensino de História, atualmente agonizando nas mãos dos guevaristas.
Leciono para 6° e 7° anos do Ensino Fundamental numa escola na periferia paulistana, reduto que se considera acarinhado pelo PT por receber o assistencialismo comprador de votos do partido. Tenho quórum constante. Meus alunos não faltam nem sob chuva de enxofre com medo de perder o benefício do leite ou o bolsa-família. A presença maciça é um ponto positivo, mas seria melhor se ao menos trouxessem o material escolar (que receberam integralmente da prefeitura). Anos de permissividade e tolerância à indisciplina os tornaram imunes aos poucos mecanismos de controle que tenho. Damos o material, mas não podemos exigir que o levem. Damos o uniforme, mas não podemos impedir que entrem se estiverem sem ele, e em tempos de funk ostentação, o desfile fashion se torna inevitável. O Estatuto da Criança e do Adolescente os garante. Não há fator que posso impedir o Acesso e Permanência.
E isso os alunos aprenderam. Podem não ter aprendido a decompor frações, a enumerar a herança filosófica grega e a conjugar o futuro do pretérito, mas aprenderam que, perante a lei, são inimputáveis.
Alunos me xingam e me afrontam porque represento a autoridade que eles aprenderam nas manifestações recentes a repudiar, vendo a polícia apanhar nos protestos e ainda ser considerada a culpada por isso.Fui recentemente ameaçado de ir parar “na vala” por ter erguido minha voz com um aluno. Não sou “melhor do que ele” para querer impor minha vontade. Palmas para Paulo Freire!
Não há livros didáticos para os trinta e cinco alunos de cada sala. Por ser material compartilhado, há nas páginas pichações toscamente grafadas, com xingamentos e palavras de baixo calão, com crassos erros de ortografia.
Sou orientado a usar o livro deteriorado, mesmo sendo uma tranqueira escrita por prosélitos de Fidel. Outros materiais de apoio não podem passar disso, textos de apoio, comprados com meu dinheiro. A escola não tem condições de tirar cópias a meu bel-prazer. A verba da escola tem outros importantes destinos. Não está sujeita aos meus caprichos pedagógicos e ideológicos.
Há um laboratório de informática excelente. Não posso reclamar. O professor responsável é formado em geografia. Não tem preparo. Fez dois cursos na Diretoria Regional de Educação, ministrados por alguém que deve saber menos que ele e não consegue orientar-nos a como usar o ambiente. Os alunos usam o laboratório como lan-house. A burocracia para usar o equipamento para, por exemplo, fazer uma pesquisa em sala sobre os benefícios da Revolução Industrial é desalentadora. Querem que os alunos fiquem com a opinião do livro. Foi a Revolução do Capitalismo Perverso e Assassino.
Na sala dos professores a situação é ainda mais inominável. Num quadro de avisos um aviso de greve “eminente”. Sei que a categoria presta histórica reverência ao “grevismo”, não obstante, o erro ortográfico, em tal ambiente, deveria ser imperdoável. Não conhecem a diferença entre “iminente” e “eminente”, nem o contrassenso crasso que é um funcionário público concursado, prestador de um serviço essencial, entrar em greve para questionar o salário que aceitara ao ler o edital, prestar o concurso e tomar posse do cargo.
Recebemos “formação” diária. Oito horas-aula por semana a mais no holerite. É o momento em que os educadores se reúnem e atualizam-se. Mostram as fotos da viagem de fim de semana que postaram no “face”, fazem pedidos nas revistas “Avon” e “Natura” que proliferam-se no meio mais do que qualquer livro de pedagogia. Entre uma ação pitoresca e outra, motivos de greve são aventados, afinal, ninguém é de ferro.
O representante do sindicato aparece mais vezes na escola que o supervisor da Regional. Também cumpre seu “papel” de forma mais efetiva. Há sempre a possibilidade de um novo levante irromper se um abono, benefício ou exigência da “categoria” não for acatado.
O Conselho de Escola, como propagam orgulhosamente, é soberano. Toma as decisões que ditam o rumo das verbas. Definiu a compra de um telão para a Sala de Leitura. Agora, graças ao Conselho, os alunos entram na sala, onde há oito mil livros, para assistir comédias de gosto discutível e animações da Disney. A professora de Sala de Leitura sorri e não esconde que a situação melhorou muito. Agora ninguém tira os livros do lugar e lhe dá trabalho extra. Os oito mil livros, adquiridos às expensas dos contribuintes, estão protegidos da ação dos desavisados que poderiam cometer a temeridade de querer lê-los. Estão agora onde querem que estejam: adornando prateleiras.
Em flagrante desrespeito aos alunos frequentes, se um desaparece por seis, sete ou mesmo oito meses inteiros, devo proporcionar a ele a oportunidade de fazer um (!) trabalho de compensação que apague suas faltas. O trabalho, me explicam os superiores, não deve ser difícil demais. Apenas uma documentação para o prontuário que garanta a promoção do aluno para o ano seguinte, sem ter frequentado este. E lá vou eu, passar de ano, rumo ao Ensino Médio, um analfabeto que me imprimiu uma página da wikipedia e colocou o primeiro nome em cima, em garranchos de letra de forma, já que ele não aprendeu a cursiva e foi promovido mesmo assim.
Chega a reunião pedagógica bimestral e lá vamos nós, receber um pouco mais de “Paulo-Freirezação”. Tudo de acordo com a cartilha. Nós fingimos que ensinamos e eles fingem que aprendem.
Mas tudo bem. Temos estabilidade, aposentadoria integral e, claro, greves bienais que aumentam nossos benefícios regularmente. Do site do Instituto Liberal

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