quarta-feira, 28 de maio de 2014

Como evitar que o monstro do segundo mandato da ... ocorra? Primeiro votando só nos candidatos que não são estatistas-esquerdistas ou fisiologistas. Fora PSOL, PV, PSTU, PSDB, PMDB ... Mas aí não sobra ninguém!!! Então o jeito é praticar o voto útil que é votar em candidatos que não sejam da organização PT, evitando abortistas, gayzistas ... e... sei lá!? parece que não há solução

Democracia representativa sob a ameaça do monstro do segundo mandato de Dilma Rousseff. Nunca houve um Congresso tão sujo, tão baixo e tão corrupto para impedir os golpes que vêm por aí.
Por Coronel do Blog CoroneLeaks (Coturno Noturno)
Índios atacam policiais com flechas às vésperas da Copa do Mundo
Flechas com pontas de ferro de construção.
O presidente do PP, Ciro Nogueira (PI), beija as mãos de Dilma Rousseff em reverência. Rasga os princípios éticos da legenda, especialmente o de "zelar pela existência, pelo prestígio e pela unidade do Partido" e de " conduzir-se com lealdade e fraternidade nas relações com os companheiros". Os verdadeiros pepistas não querem o apoio à reeleição.


Dilma em jantar com o PMDB. O Congresso cujo presidente do Senado é Renan Calheiros (na foto com o filho que será candidato a governador em Alagoas) e de Henrique Alves, presidente da Câmara dos Deputados. Os dois cancelaram a sessão de instalação da CPMI da Petrobras para jantar com a presidente que está fazendo de tudo para impedir as investigações na estatal.
Edison Lobão, um dos maiores envolvidos nos escândalos da Petrobras, paparicado pela presidente: "Lobãozinho". Roberto Requião ou Roberto Histrião, como quiserem. O filho de Lobão, um boateiro envolvido em várias negociatas, candidato ao governo do Maranhão do Sarney.

É estarrecedor o que está ocorrendo com o Brasil neste momento. Apenas leiam algumas manchetes dos jornais. A primeira é que Dilma fez acordo com o PT para regulamentar o controle econômico da mídia, primeiro passo para a censura à imprensa, exatamente como está ocorrendo na América bolivariana. A segunda é que o PT quer rever a lei da Anistia, um dos pilares da redemocratização do país. Por fim, a terceira e mais grave: o governo instalou um Legislativo paralelo, ao criar e institucionalizar a Política Nacional de Participação Social (PNPS), o instrumento de democracia direta que ainda faltava ao Estado petista.

A Política Nacional de Participação Social (PNPS), oficializará a relação do governo com os "novos setores organizados" e "redes sociais", segundo assessores do Planalto. De acordo com o documento, a tarefa de articulação e promoção da participação social caberá aos seguintes fóruns: 1) conselho de políticas públicas; 2) comissão de políticas públicas; 3) conferência nacional; 4) ouvidoria pública federal; 5) mesa de diálogo; 6) fórum interconselhos; 7) audiência pública; 8) consulta pública; e 9) ambiente virtual de participação social.

A convocação de cada destes novos conselhos caberá à Secretaria-Geral da Presidência, hoje comandada pelo ministro Gilberto Carvalho, que editará portarias com as rotinas e métodos de escolha dos integrantes e periodicidade dos encontros. Logo Gilberto Carvalho, o maior incentivador de invasões de terras, de propriedades, um homem conhecido por pregar a luta de classes e o ódio na sociedade brasileira. 

O monstro do segundo mandato de Dilma Rousseff começa a ser desenhado. Censura à imprensa. Perseguição contra a "direita" e as "elites". O golpe final no Legislativo mais sujo, podre, corrupto da História do Brasil, com a instalação por canais oficiais e institucionais da democracia direta no país. Alguns dias atrás, a presidente petista declarou: "Eu queria dizer para vocês que celebrar o diálogo e a participação social significa para mim celebrar a democracia e há algumas questões que exigem a participação social para ocorrer. Não haverá reforma política se não tiver nesse processo participação social. Não haverá." 

Para Dilma, o Legislativo é dispensável, não representa a sociedade. Se houver pressão das ruas que ela, agora, vai incitar à rebeldia contra os políticos, o Congresso Nacional será um mero coadjuvante do Estado totalitário do PT.

2015 será um ano de crise econômica. Desemprego, inflação, aumentos de tarifas públicas. Reeleita, Dilma vai fazer o que qualquer esquerdista faz. Jogar a população contra a imprensa, contra as empresas, contra os políticos. Dilma não será presidente da República. Será uma ditadora de plantão. 

E o Congresso Nacional? E o Poder Legislativo? Tirando uma minoria de 20% de representantes da oposição, que luta ingloriamente contra 20% de efetivos membros do governo petista, o que sobra são 60% de deputados e senadores corruptos, podres e sujos nesta pocilga em que foi transformado o Congresso Nacional. São estes 60% que assistimos se vender diuturnamente, porcos que chafurdam migalhas, devorando os restos do poder junto com os próprios dejetos, nos jantares e almoços com a Presidência da República.

Ontem, algumas dezenas de índios pararam Brasilia. Antes de flecharem soldados diante das câmeras de TV, eles subiram na cúpula do Congresso Nacional. Os índios de Paulo Maldos, a mão oculta e sanguinária de Gilberto Carvalho, são uma destes "novos setores organizados". Assim como os sem-teto. E os sem-terra. E os sem-capital. Contra quem os deputados e senadores acham que estes grupos comandados pelo aparelho do Estado petista vão se rebelar em tempos de crise, com um governo sem ter controle da economia?

Neste semana, preocupados com as próprias panças, conchavos e negociatas, 60% dos deputados e senadores almoçaram, jantaram e tomaram café da manhã com Dilma Rousseff. Entregaram segundos na TV em troca de hospitais, universidades, emendas e dinheiro público a rodo nas suas bases. O preço que cobram hoje será cobrado de volta com juros e correção monetária a partir de 2015.

Ontem, nas redes sociais, a palavra de ordem era: "flechem o Renan!" Em breve, isto não será uma palavra de ordem do twitter. A determinação poderá vir do prédio do outro lado da rua. Não duvidem: pelas mãos do monstro que se cria com o segundo mandato de Dilma Rousseff, ela virá.

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