sexta-feira, 11 de abril de 2014

Leia o artigo "REACIONÁRIOS DA FAVELA" e depois veja as apresentações do livro MENTIRAM (E MUITO) PARA MIM e o nome das mentiras contadas todos os dias para você

Recomendo leitura do livro de Flavio Quintela*: MENTIRAM (E MUITO) PARA MIM. Leia o artigo Reacionários da favela e depois os capítulos do livro. 

O nome é Gil Diniz.
Ele foi ao primeiro lançamento do meu livro, evento que aconteceu em uma das áreas mais nobres de São Paulo, num shopping cujo nome dispensa explicação: Pátio Higienópolis. Qualquer morador da capital sabe que Higienópolis é bairro de elite, é lugar de endinheirados. Chegou na livraria trajando seu uniforme de trabalho: calça azul, sapatos, e camiseta amarela com o logotipo dos Correios. Sim, a estatal que um dia serviu de estopim para o maior escândalo da história da República, o Mensalão, abriga em seus quadros pessoas de grande caráter, como Gil.

Depois de ficar um bom tempo na fila, onde rapidamente fez amizade com outros ditos reacionários, chegou com o livro em mãos e me disse, com orgulho (em azul):

Flavio, fiz de tudo para chegar aqui em tempo de comprar o seu livro e pegar o seu autógrafo. Vim direto do trabalho, moro numa favela da Zona Leste, e sou reaça!

Na mesma hora pude ver, diante de mim, a pessoa que sozinha consegue desmantelar toda a teoria mentirosa que a esquerda usa para justificar a criminalidade. Estava ali, em pé, alguém que vive em seu cotidiano tudo o que a esquerda classifica como “motivos justos para a revolta social”:
- Gil Diniz nasceu em Pernambuco, na cidade de Serra Talhada;
- Gil Diniz migrou para São Paulo com os pais, em busca de uma vida melhor;
- Gil Diniz sempre foi pobre;
- Gil Diniz mora na favela;
- Gil Diniz conhece o lado rico da cidade, inclusive o Shopping Pátio Higienópolis.

Qual é a explicação para que Gil Diniz não tenha se “corrompido pela sociedade”, tornando-se um bandido, um pária, em vez de um esforçado carteiro? Por que a esquerda gosta tanto de colocar em evidência uma minoria de pobres criminosos, quando a sua grande maioria trabalha para se sustentar e tem orgulho disso? Por que insistem em dizer que mais de 90% dos criminosos possuem origem pobre, mas se esquecem de dizer que mais de 90% dos pobres não se tornam criminosos?

A resposta é simples: para satisfazer sua necessidade de se sentir justo e menos miserável, o esquerdista, que nunca é pobre, nunca é oprimido, e geralmente desfruta dos confortos do capitalismo, precisa se culpar de alguma forma. Mas como é um covarde e não tem coragem de assumir nada sozinho, ele precisa de um grupo onde sua culpa seja compartilhada por outros que nem sequer conhece, mas que guardam com ele algum tipo de semelhança étnica e/ou social. É daí que vem essa mania de culpar a sociedade baseada no homem branco, heterossexual, cristão e de classe social média ou alta pela corrupção do caráter de todos os outros “tipos de homem”. Não houvesse tantos covardes cheios de culpa no mundo e a ideologia esquerdista jamais teria encontrado guarida.

Mas, como eu disse, basta olhar para um Gil Diniz, e tudo isso se revela como a mais cretina das mentiras. Mesmo tendo nascido no Nordeste jamais se vitimizou como um coitadinho; mesmo tendo migrado para São Paulo jamais se achou inferior aos que aqui estavam; mesmo morando na favela jamais teve vergonha de sua casa; mesmo sendo pobre jamais pensou em outra alternativa a não ser trabalhar; mesmo sendo o modelo quase perfeito para as explicações estereotipadas da esquerda jamais deixou que essa ideologia torpe o contaminasse; pelo contrário, assumiu-se um reacionário, um lutador da verdade, um homem de honra.

Mas para lutar ao lado da verdade é necessário instrução, estudo, esforço e coragem. E nada disso faltou ao nosso amigo, que além de trabalhar o dia todo como carteiro e cuidar de sua família – sim, ele é casado e tem dois filhos pequenos – ainda cursa História em uma faculdade particular, à noite, e arruma tempo para dar aulas como professor eventual. Seus esforços para cultivar a intelectualidade e se tornar elite num país de ignorantes são tão incompreensíveis a um esquerdista como o são os milenares kanji’s a um falante da língua portuguesa. É muito mais fácil que o esquerdista acredite em fantasmas e bichos-papões do que em um representante legítimo das “classes oprimidas” que escolhe abrir mão do coitadismo e das esmolas governamentais para alcançar, por esforço próprio, o sucesso.

Parabéns Gil Diniz! Precisamos de mais homens como você.

*Flavio Quintela é autor do livro “Mentiram (e muito) para mim

Veja o texto da orelha do livro, escrito por Rodrigo Constantino:
Quem nunca teve um professor socialista na vida, que desde cedo difundiu mentiras tentando influenciar sua visão de mundo? Eu me lembro perfeitamente do meu, de história, chamado Guilherme. Foi o primeiro grande mentiroso que tentou me enganar com a ladainha marxista.

Flavio Quintela, neste pequeno grande livro, começa com sua própria experiência escolar para discorrer sobre as várias mentiras que escutou ao longo da vida: o conceito de “mais valia”, fazendo ricos se sentirem exploradores; a ideia de que não existem mais direita e esquerda, mentira que atende apenas aos interesses esquerdistas; a falácia de que o PSDB seria um partido de direita (aquela que nem existe mais, não custa lembrar); o ataque às intenções da direita, como se todos os conservadores fossem “fascistas”, “xenófobos” ou “homofóbicos”; a inversão de que o legado da civilização ocidental é a opressão do homem branco, em vez de a ampla liberdade conquistada com forte influência dos valores judaico-cristãos; a noção de que o nacional-socialismo de Hitler tem mais a ver com a direita conservadora do que com a esquerda revolucionária; a visão de que todo bandido é uma vítima da sociedade; etc.

Enfim, é mentira “a dar com o pau”. Como lutar contra tantos falsários? Ora, fazendo isso que o Flavio está fazendo. Afinal, como o autor reconhece, o indivíduo faz diferença. E se os honestos se calarem, os mentirosos terão o caminho livre para disseminar mais e mais mentiras. Isso não podemos permitir!


E também o prefácio, escrito por Paulo Eduardo Martins:

Na Era da Mediocridade, onde se vê a consagração dos idiotas e a supremacia dos cretinos, a busca pela verdade por aqueles que se recusam a fazer parte do time supracitado requer não apenas autonomia intelectual, percepção e sensibilidade, essas coisas todas que fazem a pessoa enxergar os fatos como eles são. Requer além de tudo coragem para dizê-la.

Coragem é um pressuposto para fazer de alguém um lutador, e na tal Era da Mediocridade dizer a verdade é entrar numa luta. O que deveria ser motivo de aplauso é encarado pela mentalidade predominante como uma afronta, um escárnio.

Acostumados a pregar sem encontrar contestação, ficam atordoados quando se deparam com a argumentação da nova intelectualidade que começa a surgir no país, resultado direto do trabalho do professor Olavo de Carvalho. É um grupo ainda pequeno, mas bem treinado e que bate forte com a mão direita.

A reação do establishment esquerdista é duríssima e conta com um repertório de golpes que não observa nenhum tipo de regra e persegue simplesmente o seu objetivo: destruir completamente aquele que ousou desmontar a sua fraude intelectual. É isso: o cenário cultural brasileiro foi transformado em um ringue.

Flavio Quintela é um desses jovens que resolveram entrar no ringue e lutar. Apresenta-se ao público muito bem preparado com o seu Mentiram (e muito) para mim, obra em que, como o leitor verá em seguida, ataca diversas das mentiras fundamentais cravadas na mente do brasileiro, ao longo de décadas, pelo festejado trio formado por medíocres, idiotas e cretinos.

Em um dos capítulos, Quintela trata de acabar com a mentira fundamental que serve de pilar de sustentação para todas as outras, aquela que diz que “a verdade não existe”. De forma rápida e direta, a relativização da verdade é esmigalhada, e assim o autor convida o leitor a ocupar um local da platéia em que ele consegue ver a luta do melhor ângulo possível. Nesse ambiente, torna-se um VIP.

A verdade não está na cabeça de cada um e o PSDB é um canhoteiro com classe. É assim! Flavio golpeia e desmonta as principais falácias estabelecidas com tamanha precisão e impiedade que chega a cometer um breve deslize: as divisões do livro são chamadas de capítulos, quando seria mais adequado chamá-las de rounds.

De nocaute em nocaute, Mentiram (e muito) para mim é daquelas obras que estabelecem um marco; um antes e depois na vida de quem se dispõe a sair de sua cômoda convivência com as mentiras estabelecidas para confrontá-las com a verdade, sem medo de descobrir qual é o seu próprio papel nessa história. É um trabalho capaz de fazer o sujeito tirar o sorvete da testa ou até parar de babar na gravata. Pegue o lenço e boa leitura.


E por último, veja a lista de capítulos da obra:

CAPÍTULO I – COMEÇAM A MENTIR DESDE MUITO CEDO PARA NÓS: A MAIS-VALIA
CAPÍTULO II – A MENTIRA MAIS VORAZ: A DE QUE A PRÓPRIA VERDADE NÃO EXISTE
CAPÍTULO III – MENTIRAM DE NOVO: A FESTA DA DEMOCRACIA BRASILEIRA
CAPÍTULO IV – MENTINDO SOBRE IDEOLOGIA: NÃO EXISTE MAIS DIREITA OU ESQUERDA
CAPÍTULO V – MENTIRINHA: O PSDB É UM PARTIDO DE DIREITA
CAPÍTULO VI – AMPLAS MENTIRAS: A MALDADE DA DIREITA
CAPÍTULO VII – MENTINDO SOBRE HITLER: O NAZISMO É DE EXTREMA DIREITA
CAPÍTULO VIII – MENTIRA DE LOBO MAU: NEM TODA ESQUERDA QUER O COMUNISMO
CAPÍTULO IX – CÍNICOS MENTIROSOS: O COMUNISMO AINDA NÃO EXISTIU NA TERRA
CAPÍTULO X – A MENTIRA DO BONZINHO: O ESQUERDISTA SE PREOCUPA COM OS POBRES E OPRIMIDOS
CAPÍTULO XI – MENTIRA QUE NINGUÉM MAIS AGUENTA: BANDIDO É VÍTIMA DA SOCIEDADE
CAPÍTULO XII – NEM O DIABO ACREDITA NESTA MENTIRA: SOU UM CRISTÃO SOCIALISTA
CAPÍTULO XIII – A MENTIRA MAIS CONTADA DE TODAS: O GOLPE MILITAR DE 1964
CAPÍTULO XIV – AUTOENGANO OU MENTIRA PROPOSITAL: A MÍDIA É DIREITISTA
CAPÍTULO XV – ALGO QUE EXALA MENTIRA: O SISTEMA EDUCACIONAL BRASILEIRO
CAPÍTULO XVI – MENTIRA EM LETRAS GÓTICAS SOBRE PELE DE CARNEIRO: DIPLOMA
CAPÍTULO XVII – MENTIRAS QUE ATRAVESSAM GERAÇÕES: DÍVIDA HISTÓRICA
CAPÍTULO XVIII – MENTIRA TRIPLA: O BOLSA-FAMÍLIA FOI CRIADO PELO PT, É BOM E TIRA AS PESSOAS DA MISÉRIA
CAPÍTULO XIX – MENTIRA BOBA? NEM TANTO: DEUS É BRASILEIRO
CAPÍTULO XX – VERDADES

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