quarta-feira, 2 de abril de 2014

50 anos depois de 31/03/1964, os covardes, mentirosos e assassinos defensores da ditadura socialista repetem os crimes do passado: subornam deputados, compram refinaria superfaturada, apoiam ditadura do Maduro e de Cuba, destroem a família e mentem contra tudo que é bom ao ser humano

Escrito por Milton Simon Pires* e publicado no site Mídia Sem Máscara
31 de março de 1964: Há 50 anos as Forças Armadas tomavam o poder no Brasil. Cansado como estou de escutar as reportagens, os depoimentos e os documentários, esgotado com as entrevistas daqueles que “sobreviveram” à prisão e às torturas, farto de escutar uma única versão, hoje me dirijo à esquerda, aos bravos combatentes da luta armada que mais tarde ajudaram a formar o PT e restaurar, como querem fazer crer, a normalidade da vida institucional no país.

Muito eu poderia escrever no sentido de revelar quem vocês na verdade são, no intuito de relatar o que fizeram e o que disseram que fariam. De tudo que me ocorre, tenho como mais importante deixar uma só mensagem, lançar uma só pedra que, com o peso e tamanho de uma montanha, há de os colocar no devido lugar quando as futuras gerações a vocês se referirem.

Vocês, seus mentirosos, seus covardes assassinos, jamais, em momento algum, lutaram pela democracia no Brasil. O que os movia era a intenção de implantar aqui o comunismo. 

Derrotados, vocês mudaram de tática, mas jamais de objetivo final. Cada deputado subornado, cada refinaria velha comprada no estrangeiro é a manifestação do mesmo fenômeno passado, do mesmo fanatismo hediondo que os levou a matar, roubar, fraudar e sequestrar tudo e todos de quem vocês se aproximaram. 

Deus me livre de viver num país que encontra em vocês o ideal de herói, a noção de mártir e o conceito de bravura.

Que cada criança brasileira com acesso a internet e ao Google possa, olhando fotos em preto e branco dos anos 60, encontrá-los em fotografias com Mao Zedong, Fidel Castro e Che Guevara. Que todas elas tenham acesso aos dois lados de uma história cujo único narrador hoje é a organização criminosa que vocês fundaram 16 anos depois da intervenção militar e que, com o nome de “Partido dos Trabalhadores”, arrasta o Brasil em direção à Venezuela. Que todo aquele que, comovido e assistindo ao Jornal Nacional, vendo pessoas sendo presas e tanques desfilando, lembre daqueles que perderam a vida nos atentados que vocês perpetraram no Aeroporto de Guararapes, nos bancos das grandes cidades ou nas matas do Araguaia e entenda que os militares se apropriaram do poder, e vocês do direito de contar a história do país.

Vermes como vocês, que em 68 falavam na “vontade do povo”, que em 72 diziam lutar pela “democracia”, são hoje aqueles que roubam o futuro das nossas crianças com seu gayzismo histérico ensinado nas escolas públicas; que matam os doentes nos hospitais públicos de onde roubam tudo que podem e que reduzem os policiais brasileiros à definição de bandidos fardados a ser vendida nos jornais que vocês controlam.

Vocês, seus miseráveis, não merecem homenagem alguma do país, ninguém lhes deve pedido de perdão nenhum e o lugar de vocês na história é a lata de lixo reservada aos assassinos como Stalin, Fidel e Mao que, sendo heróis de vocês, não o são do povo que desgraçadamente vocês governam.

As desculpas pedidas hoje por José Eduardo Cardozo, ministro por vocês escolhido para defender a Justiça no Brasil, nada significam para a gente simples, para o povo humilde que acredita em Deus, que reza pela família, que é contra o “casamento” gay e que nada sabe ou quer saber sobre a fraude do aquecimento global. Recomendo a vocês divulgar pesquisas sobre que “roupas usar para que uma mulher não seja violentada” e celebrar sempre a luta do passado, bandidos petistas, pois o presente não convém a vocês e o futuro não se pode fraudar.

Mesmo 50 anos depois.

Porto Alegre, 31 de março de 2014

*Milton Simon Pires é médico.

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