quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Como combater a revolução marxista proposta por Antonio Gramsci

O grandioso plano de Antonio Gramsci
Escrito por Padre James Thornton e publicado no blog O Marxismo Cultural  00:30 
O Bom Combate
Pode parecer para alguns que a situação da nossa nação é insolúvel e que nenhuma força ou agente pode possivelmente pôr fim às estratégias insidiosas que operam para nos destruir. Apesar da história severa dos últimos 60 ou 70 anos, existe, no entanto, muito que pode ainda ser feito e muitas razões para se ter esperança. Famílias e homens e mulheres individuais ainda têm, em larga escala, a liberdade para evitar e escapar ao condicionamento alterador-de-mentes gramsciano. Eles têm o poder de se protegerem destas influências e especialmente, de proteger os mais jovens. Existem alternativas às escolas públicas, à televisão, aos filmes sem valor, à música "rock" estridente, e essas alternativas têm que ser adotadas. A propaganda e a estricnina cultural têm que ser excluídas das nossas vidas.

Aqueles que têm crianças a seu cargo têm uma responsabilidade particularmente pesada. Apesar de todos os esforços da esquerda radical e dos seus simpatizantes nas escolas e nos média para transformar os jovens Americanos em selvagens, eles não podem ter a liberdade para serem bem sucedidos visto que mentes desorganizadas - vórtices mentais do anarquismo e niilismo - não têm poder algum para resistir. Os selvagens rapidamente se tornam escravos.
As crianças e os adultos devem tomar conhecimento de conceitos basilares tais como a honestidade, a virtude, a decência, o dever e o amor a Deus e ao país através da vida de autênticos heróis nacionais - homens como George Washington, Nathan Hale, John Paul Jones, e Robert E. Lee. Semelhantemente, eles serão mais capazes de reter os valores civilizados e manter mentes sãs se forem encorajados a aprender a amar a sua herança cultural por meio de literatura grandiosa, poesia, música e arte. Os pais devem exigir aos seus filhos que mantenham o comportamento moral, o modo e os padrões dos seus antepassados. Na escola, deve-se requer aos mais jovens que adiram a padrões acadêmicos elevados. Mais importante ainda, o cristianismo deve fazer parte da vida diária.

Nós, como cidadãos, temos que exercer poderes persuasivos sobre os nossos representantes eleitos. Ao fazermos isto, a nossa mentalidade deve ser de intransigência absoluta contra os erros dos políticos. De igual modo, ao escolhermos os nossos representantes eleitos nos mais variados níveis, devemos olhar para homens e mulheres que se recusam a abdicar dos seus princípios.

Também importante, os homens e as mulheres honrados que nós formos eleger não devem abdicar dos seus valores e têm que estar cientes da estratégia gramsciana de subversão cultural; eles têm que ser capazes de reconhecer as táticas e as estratégias que estão a ser usadas para minar as instituições sobre as quais assentam as nossas liberdades. Construir esse entendimento irá, por sua vez, requerer a formação dum eleitorado com princípios e educado que irá transmitir este conhecimento aos nossos representantes - e responsabilizá-los mal eles tenham obtido um cargo eletivo.

Não devemos nunca permitir que sejamos levados a marchar de modo precipitado, como um rebanho, rumo à formação de opiniões e julgamentos estimulados e orquestrados pelo sensacionalismo da imprensa e dos outros mestres da mídia. Em vez disso, devemos resistir calmamente as suas técnicas de manipulação mental.

Levando em conta que não estamos sozinhos, devemos voltar a nossa atenção para as igrejas tradicionais, as escolas e as organizações políticas e educacionais, e disponibilizarmos a nossa voz e o nosso apoio à criação de bastiões de resistência à ofensiva gramsciana.

Finalmente, nunca devemos abandonar a nossa fé no futuro e a nossa esperança numa América e num mundo melhor. Deus, com o Seu Poder Infinito e com o seu amor sem limite por nós, nunca nos irá abandonar mas irá responder às nossas orações e recompensar os nossos esforços, desde que não percamos a nossa fé. 

O Marxismo e qualquer outra bandeira que o Estado total desfila nos dias atuais não são inevitáveis e não são a onda do futuro. Desde que nós pensemos e vivamos com o espírito indomável dos nossos antepassados, não falharemos.

CONTEÚDO DO ARTIGO "O GRANDIOSO PLANO DE ANTONIO GRAMSCI"

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