sábado, 14 de dezembro de 2013

Sobre o constante progresso do homem conservador

A descoberta das Américas, o mercado das Índias Orientais, a multiplicação dos meios de troca e das mercadorias aceleraram a evolução material do ser humano. O feudalismo foi substituído pela manufatura industrial, o sistema de corporações medievais pela divisão internacional do trabalho, o homem evoluiu para trabalhar nas grandes indústrias e houve progresso individual do homem capitalista que conquistou o poder político de tal maneira que o governo atual deveria ser apenas um facilitador das relações humanas, jamais um estado totalitário como querem os socialistas.

Os socialistas, onde conquistaram o poder, destruíram todas as relações patrimoniais e idílicas. Todos os laços que uniam o homem à vida e à liberdade foram esmagados sem piedade para não deixar subsistir outro vínculo entre os homens senão a frieza controlada por autoritários agentes de governo. 


O socialismo acabou com o fervor religioso, com o entusiasmo cavalheiresco, fez da dignidade pessoal uma simples troca por cargos no governo, substituiu a liberdade duramente conquistada pela ditadura de um homem só. Numa palavra, o socialismo transformou a mulher cubana em geradora de fetos para exportação, transformou o coreano do norte em chorão de praça pública e adorador do deus Kim, tornou o venezuelano um escravo do colombiano Maduro e quer transformar o brasileiro num idiota.

O homem conservador deu ao médico, ao jurista, ao padre, ao poeta e a cada um do povo o seu devido valor. Garantiu ao homem e à mulher o seu legítimo direito de propriedade, mas o socialista quer retirar a dignidade de todos.

O homem capitalista demonstrou, pela primeira vez, o que pode realizar a atividade humana, criou maravilhas que ultrapassam de longe as pirâmides do Egito, os aquedutos romanos, as catedrais góticas e realizou expedições que deixaram na sombra as invasões e as cruzadas. Mas o invejoso anjo decaído inventou o socialismo para dizer que o progresso do homem conservador é ruim.

O homem conservador convive com a necessária transformação dos instrumentos de produção e, por conseguinte, das relações de produção. Nessa relação harmônica, o trabalhador capitalista invadiu o mundo inteiro porque necessita trabalhar por toda a parte, estabelecer relações produtivas por todo o universo e produzir serviços ao semelhante. Quem não quer que frutifique a solidariedade é o ganancioso socialista.

Para trabalhar em todo mercado mundial, o homem capitalista deu um caráter cosmopolita à produção e ao consumo de todos os países. Para grande desespero dos socialistas, o homem conservador era e é a descrição do ser humano divinamente criado que predomina em todas as partes do globo. Surgem necessidades novas que reclamam satisfação por produtos das regiões e climas mais longínquos e lá vai o homem capitalista trabalhar para solucionar um novo problema.

Em virtude do rápido aperfeiçoamento dos instrumentos de produção e do constante progresso dos meios de comunicação, o homem capitalista arrasta na corrente da civilização todas as nações, até as mais bárbaras. Os baixos preços das suas mercadorias constituem artilharia pesada que derruba todas as muralhas da China e faz capitular os bárbaros mais fanaticamente hostis aos estrangeiros e torna o mundo mais rico, mais livre e mais feliz.

O homem capitalista criou cidades enormes; aumentou prodigiosamente a população das cidades em comparação com a do campo, subtraindo uma grande parte da população ao embrutecimento da vida rural e, contra todo esse progresso, o socialista filho do anjo decaído, de novo, ficou com ódio da criação divina.

O homem conservador contemporâneo criou forças produtivas mais abundantes e mais grandiosas que todas as gerações passadas tomadas em conjunto. A domesticação das forças da natureza, as máquinas, a aplicação da química à indústria e à agricultura, a navegação a vapor, os caminhos de ferro, os telégrafos elétricos, a internet, a regularização dos rios - populações inteiras brotando da terra - qual dos séculos passados suspeitaria que semelhantes forças produtivas dormitassem no seio do trabalho social? Isso tudo foi construído pelo homem capitalista, presente desde sempre na natureza, mas o socialista quer destruir e atrasar todas essas forças sociais capitalistas.

As relações feudais de propriedade deixaram de corresponder às forças produtivas e travavam a produção em vez de fazê-la progredir. Era preciso quebrar essas cadeias e elas foram quebradas pelo homem capitalista. Em seu lugar estabeleceu-se a livre concorrência, com uma constituição social e política apropriada.

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Por Navarro

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