sábado, 21 de dezembro de 2013

Papai Noel racista. Ou: Ele usa roupa vermelha por que fazia propaganda da Coca-Cola

Escrito por Alexandre Borges* e publicado no site Mídia Sem Máscara
Depois de anos de trapalhadas políticas e econômicas, tanto os apoiadores de Obama nos EUA quanto os de Dilma no Bananão sabem que investir na divisão social, no discurso de ódio e na balcanização da sociedade são seus últimos recursos retóricos e nisso diferem muito pouco.

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E o alvo da semana da esquerda nos EUA foi Megyn Kelly (43), âncora da FOXNews. Seu “The Kelly File”, exibido em horário nobre de segunda a sexta, está esmagando os concorrentes em audiência e, por isso mesmo, seus inimigos abriram a temporada de caça à loura.

Num debate sobre um artigo em que a esquerdista Aisha Harris, da revista Slate, falava sobre como se sentia ofendida pela imagem de Papai Noel ser de um homem branco, Megyn comentou que essa é a imagem tradicional dele, assim como a de Jesus. Foi o que precisou para a esquerda se pintar para a guerra e sair gritando “racista! racista!”.

O comentário gerou uma torrente de ataques dos concorrentes, loucos por tirar Megyn do ar, sem falar dos humoristas chapa-branca como Jon Stewart e a turma do Saturday Night Live. Aparentemente, estão querendo dar o troco na demissão recente de Martin Bashir da MSNBC.

Megyn respondeu aos críticos na sexta dizendo que tanto ela quanto a autora do artigo disseram basicamente a mesma coisa, que a imagem tradicional de Papel Noel é de um homem branco, e que o comentário dela apenas constatava isso. Disse também que era uma observação que estava sendo usada por gente que quer sempre assumir o pior do outro.

A apresentadora trouxe para o programa um pastor negro que a defendeu, dizendo que é evidente que o comentário não tinha nada de racista e que seus críticos deveriam aprender com os exemplos de Martin Luther King e Nelson Mandela sobre como superar conflitos raciais. Megyn termina dizendo que, infelizmente, teve que revelar um segredo ao público: Papai Noel não existe.

É um episódio que mostra como a esquerda americana está cada vez mais radicalizada e investindo nas velhas bandeiras dos comunistas e anti-americanos dos anos 60. Depois de anos de trapalhadas políticas e econômicas, tanto os apoiadores de Obama nos EUA quanto os de Dilma no Bananão sabem que investir na divisão social, no discurso de ódio e na balcanização da sociedade são seus últimos recursos retóricos e nisso diferem muito pouco.

É óbvio que a imagem tradicional de Papai Noel é de um homem branco, um personagem cuja figura mais conhecida vêm de campanhas publicitárias da Coca-cola desde os anos 30 (é por isso que ele veste vermelho). Já o comentário sobre Jesus foi mal colocado, um homem da Galiléia daquele tempo não se parecia em nada com o Jim Caviezel de “A Paixão de Cristo”. Foi um deslize menor e só, nada que justificasse as reações dos inquisidores. Uma reportagem do JN mostra como deveria ser a aparência real de Jesus.

Que a bela e competentíssima Megyn Kelly não se intimide com mais esse ataque. A temporada de caça a ela mal começou e não vão sossegar enquanto não tiverem sua cabeça numa bandeja.

*Alexandre Borges é diretor do Instituto Liberal.

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