domingo, 15 de dezembro de 2013

O aparecimento do socialista como o joio no meio do trigo ou como assassino

O homem capitalista progride materialmente e, junto com ele, toda a sociedade se desenvolve e melhora as condições de vida de ricos e de pobres e, por inveja, o socialista filho do anjo decaído odeia o progresso conquistado com o trabalho de todos, menos o dele.

Progresso que foi possibilitado pela liderança naturalmente dada ao ser humano mais engenhoso, mais trabalhador, mais solidário e mais prestativo. O homem conservador é bom e ama suas famílias. Por isso, as quer bem constituídas desde o tataravô até o tataraneto de uma maneira que a concorrência e as flutuações de mercado são enfrentadas por cooperação familiar e fraternal.

O emprego crescente das máquinas e a divisão do trabalho provocaram conflitos de trabalho que foram explorados pelos socialistas como armas de um conflito fabricado: o conflito de classes. Marx percebeu os naturais conflitos de trabalho e se aproveitou para descrever o processo produtivo capitalista como odioso. Mais uma mentira para produzir conflitos entre trabalhadores. Na verdade, toda e qualquer produção é em benefício de todos, é para satisfazer necessidades humanas, tanto supérfluas quanto indispensáveis e todas as produções materiais e sociais são frutos da colaboração entre seres humanos sempre capitalistas.

Mas o anjo decaído, aquele que caiu do céu, aquele que quer exterminar o ser humano criado por Deus, está sempre em espreita. Ele adora explorar nossos defeitos naturais para nos matar. Perceba que dentro das leis, da moral e da religião há preconceitos que os socialistas exploram numa permanente luta diabólica pelo poder. O socialista, vivendo em nosso meio, desfrutando da riqueza criada pelos que trabalham por ela, aproveita-se de nossa convivência e nos acusa dos defeitos forjados e carregados por ele próprio.

Você, cristão, já deve ter ouvido a parábola do joio no meio do trigo:
  • Um homem semeou trigo em seu campo, mas de noite veio o inimigo e semeou o joio que apareceu um pouco antes da colheita. Devemos tirar o joio agora, perguntaram a Cristo. Ele respondeu: Não, porque ao tirar o joio vocês poderiam arrancar com ele o trigo. Deixem que cresçam juntos até a colheita. Então direis aos encarregados da colheita: Juntem primeiro o joio e o amarrem em feixes para ser queimado; depois juntem o trigo e guardem-no no meu celeiro (Mateus 13, 24-30).
Brasileiro, homem sempre capitalista, trabalhador e lutador pelo pão de cada dia, perceba que o socialista, diante do natural conflito derivado da evolução material, começou a quebrar máquinas, incendiar fábricas e a formar associações na perspectiva de eventuais rebeliões. Queria tomar o poder e ser o dono dos meios de produção por intermédio do roubo e não do trabalho honesto. E, quanto mais há progresso na indústria, no comércio e nas trocas entre homens capitalistas, mais aumenta o número de socialistas destruidores do tecido social.

O socialista insufla a luta de trabalhador contra o trabalhador. Formula as fases de uma guerra civil mais ou menos oculta e a desenvolve no seio da sociedade existente até ao momento em que a guerra se transforma numa revolução aberta e o trabalhador começa a lutar contra si mesmo dando oportunidade ao socialista de tomar o poder e implantar a ditadura dos psicopatas stalinistas, nazistas, castristas, maoístas ou de todos os ditadores socialistas.

Assim, o desenvolvimento da grande indústria produz socialistas (assassinos, mas não coveiros por que estes trabalham) que representam o maior perigo à sobrevivência do ser humano. A única coisa que podemos fazer contra esse joio no meio do trigo é reconhecê-los como aqueles que não trabalham em prol do próximo, mas sim em função de uma tomada de poder. Uma vez reconhecidos, não devemos votar neles.

É fácil reconhecê-los: são aqueles que discursam contra o lucro, contra o capital, contra a propriedade, produzem crises de confiança, desestimulam a produção e dizem que as crises são capitalistas, mas a verdade nua e crua é a crise provocada pelo socialismo existente em qualquer estado que não valorize a propriedade como base da produção social. No mundo de hoje praticamente não há sociedades predominantemente capitalistas, mas sim predominantemente socialistas responsáveis pelas crises de produção da Grécia, de Portugal, da Espanha, da Itália, da França, da Cubazuela etc.

Homem conservador lembre-se de mais uma coisa: Nós deixamos o socialista crescer como joio em nosso meio. Porém, somos filhos de Deus e, por isso, devemos deixar aqueles que não acreditam na criação divina, como na parábola cristã, viver livremente até o dia da morte e julgamento por Deus. Problema é que o deixamos viver, mas ele quer nos matar agora mesmo e sem nenhuma contemplação. Portanto, não se esqueça de que o socialista no poder não o deixará viver como nós o deixamos.  

Não vote no socialista para ser membro do governo porque o socialista no poder mata sem piedade da mesma maneira que o socialista Stalin matou vinte milhões de russos ou da mesma maneira que o socialista Mao Tsé-tung eliminou setenta milhões de chineses. Lembre-se de que o socialista no poder nos assassina igual ao socialista Hitler incinerou seis milhões de filhos de Deus depois de tê-los classificado como judeus ou como animais subumanos. Não se esqueça de que Hitler era um socialista com pouquíssimas diferenças do Lula socialista petista.

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Por Navarro

Tags: parábola do joio no meio do trigo, aparecimento do socialista, assassinos com o poder do estado, crise socialista, nosso inimigo

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