segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

F. A. HAYEK disse que homens inescrupulosos têm mais probabilidades de êxito em sociedade que tende ao totalitarismo. Contra o totalitarismo só a fé inabalável nas tradições de nações de homens livres, retos, tolerantes e independentes. Leia o livro: O Caminho da Servidão disponibilizado em PDF

Postado em 28 de Dezembro, 2013.
Autor OrdemLivre
A clareza do argumento garante a perenidade do sucesso deste livro: numa sociedade com planejamento central, é fatal que o pequeno grupo de planejadores não possua todas as informações necessárias, causando de um lado a impressão de que a força planejadora precisa aumentar, e de outro a necessidade de uso da força física para impor o planejamento imperfeito.

O Caminho da Servidão é um dos livros políticos mais importantes do século XX.
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Composição dos capítulos do livro:
INTRODUÇÃO - 27 (31) 
Capitulo 1 - O CAMINHO ABANDONADO – 36 (38) 
A vontade humana tornou o mundo o que ele é - A base individualista da civilização moderna - Liberalismo, uma doutrina não estacionária. Mas que não foi permitida de se desenvolver e foi abandonada - A Alemanha como país que liderou o novo ponto de partida. 
Capítulo 2 - A GRANDE UTOPIA - 48 (47) 
A promessa socialista de uma nova liberdade - Mudanças no significado da palavra liberdade - As apreensões renovadas - A utopia de um socialismo democrático. 
Capítulo 3 - INDIVIDUALISMO E COLETIVISMO - 56 (55) 
O significado do socialismo - O significado de "planejamento" - A alternativa para uma economia dirigida; não um laissez-faire, mas uma estrutura racional para competição - Sistemas mistos de dirigismo central e livre iniciativa são inferiores a cada um deles isoladamente. 
Capítulo 4 - A "INEVITABILIDADE" DA PLANIFICAÇÃO – 67 (64) 
Competição impossibilitada pelas mudanças tecnológicas - As causas para o crescimento dos monopólios - Novos problemas criados pelas mudanças tecnológicas - Possibilidades tecnológicas que não podem ser percebidas num sistema de competição - A demanda de uma planificação surge em grande parte devido à estreita visão do especialista. 
Capitulo 5 - PLANIFICAÇÃO E DEMOCRACIA – 79 (74) 
Uma direção centralizada das atividades econômicas pressupõe um amplo código comum de valores - Fins individuais e sociais ~ Concordância nos métodos e discordância nos fins - À medida que a esfera de ação do governo se expande, a possibilidade de acordo diminui - A ilusão de um "controle" democrático - A 
liberdade e não a democracia como valor máximo. 
Capitulo 6 - A PLANIFICAÇAO E O ESTADO DE DIREITO - 94 (86) 
O Estado de Direito - Normas formais e substantivas - O fundamento lógico do Estado de Direito - O conflito entre igualdade formal e substantiva - A nova ameaça ao Estado de Direito - O Estado de Direito e os Direitos do Homem. 
Capítulo 7 - CONTROLE ECONÔMICO E TOTALITARISMO - 109 (98) 
Liberdade política e econômica - o desprezo ao meramente econômico - O controle sobre a produção gera o controle sobre o consumo - Planejamento e a escolha de profissão - Ordens e proibições, a única alternativa para o sistema de preços - O mito da abundância – A expansão sem precedentes do controle totalitário. 
Capítulo 8 - QUEM, A QUEM? - 122 (109) 
Liberdade c propriedade - Planificação e a distribuição de renda - Justiça distributiva - "Igualdade" - Preços "justos" e salários "equitativos" - As idéias conflitantes sobre o status apropriado - O Socialismo preparou os instrumentos de um controle totalitário - Socialismo de "classe média" - O conflito entre socialismos. 
Capítulo 9 - SEGURANÇA E LIBERDADE - 140 (123) 
Os dois tipos de segurança - Numa sociedade livre flutuações de renda são inevitáveis - Segurança de um certo status econômico só é possível numa sociedade militarmente organizada - A segurança econômica garantida para alguns aumenta a insegurança dos restantes - O significado da crescente demanda por segurança. 
Capítulo 10 - POR QUE OS PIORES CHEGAM AO PODER - 154 (134) 
Os efeitos morais do coletivismo - O menor denominador comum produz o maior grupo homogêneo - As tendências particularistas inerentes ao socialismo - A adoração do poder - Os fins sociais justificam qualquer meio - Hábitos úteis encorajados no cidadão do estado totalitário - A seleção do líder. 
Capítulo 11 - O FIM DA VERDADE – 171 (148) 
O papel da propaganda - As pessoas devem ser condicionadas a aceitar não somente os valores mas também a visão dos fatos subjacentes ao plano - Novos valores se tornam aceitáveis sob a terminologia de antigos - Nenhum campo de conhecimento pode ser deixado sem controle - Verdade e liberdade de pensamento. 
Capítulo 12 - AS RAÍZES SOCIALISTAS DO NAZISMO - 183 (158) 
O apoio socialista completou a vitória das forças antiliberais na Alemanha - Sombart - Plenge - Lensch - Spengler e Moeller van den Bruck - O socialismo como arma contra o Ocidente liberal. 
Capítulo 13 - OS TOTALITÁRIOS EM NOSSO MEIO - 197 (169) 
O alastramento dos ideais alemães - O realismo histórico mais teutônico - O totalitarismo dos cientistas - As organizações monopolistas de capital - As organizações monopolistas de trabalho. 
Capítulo 14 - CONDIÇÕES MATERIAIS E OBJETIVOS IDEAIS - 217 (185) 
A economofobia de nossa geração - Numa sociedade livre nenhum propósito pode permanentemente dominar todos os outros; nem mesmo (28) a eliminação do desemprego - A realização da maior parte de nossas esperanças depende de um rápido progresso econômico - O declínio dos ideais políticos ingleses. 
Capitulo 15 - AS PERSPECTIVAS DA ORDEM INTERNACIONAL - 233 (198) 
O conflito entre planejamento nacional e ordem internacional - A direção das atividades econômicas em escala internacional cria dificuldades políticas ainda maiores do que em escala nacional - Criaria conflitos de ideais que só poderiam ser resolvidos pelo uso da força - A autoridade internacional não pode ser restrita a assuntos de ordem econômica - A necessidade de um poder político forte mas limitado estar acima das autoridades econômicas - Os méritos do principio federalista - O Estado de Direito na esfera internacional - O perigo de ser excessivamente ambicioso. 
CONCLUSÃO - 251 (213) 
NOTAS BIBLIOGRÁFICAS – 253 (215) 
(Os números entre parênteses correspondem à paginação original do livro) (31)

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