segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

A RELIGIÃO DO HOMEM CONSERVADOR

Marx, o principal redator do manifesto comunista, era um anticristão, mais que isso, era um satanista. Antes de escrever o manifesto comunista, um brado de gigantescas maldições contra a humanidade, escreveu isto:
  • 1-Os vapores infernais elevam-se e enchem meu cérebro até o enlouquecimento e meu coração seja totalmente mudado. Vê esta espada? O príncipe das trevas vendeu-a para mim.
  • 2-Pois ele marca o compasso e dá os sinais. Cada vez mais ousado, eu me entrego à dança da morte.
  • 3-Ergue-se da minha alma tão claro como o ar, tão forte como meus próprios ossos. Contudo meus braços são possuídos de força para agarrar e triturar a humanidade com a força de um furacão.
  • 4-Arruinado, arruinado. Meu tempo esgotou-se. O relógio parou, a casa do pigmeu desmoronou. Breve apertarei a eternidade ao peito e breve bradarei gigantescas maldições sobre a humanidade. (Veja aqui).
Sim, não é necessária uma grande perspicácia para compreender que as idéias, concepções e as noções dos homens, numa palavra, a sua consciência, mudam com toda a mudança sobrevinda nas suas condições de vida, nas suas relações sociais e na sua existência social, mas isso não quer dizer que o homem deixará de ser capitalista ou conservador.

Sim, a história das idéias demonstra que a produção intelectual se transforma com a produção material, mas as idéias dominantes em qualquer época não foram sempre idéias de uma suposta classe dominante. Cristo venceu todo o império romano sem nunca ter pertencido a algum grupo social dominante. 

Sim, quando se fala de idéias que revolucionam toda uma sociedade, exprime-se apenas o fato de que no seio da velha sociedade se formaram os elementos de uma sociedade nova, mas isso nunca significa eliminação da propriedade como condição de existência, muito menos de mudança do capitalismo para o socialismo.

Sim, quando o mundo antigo estava no seu declínio, as velhas religiões foram vencidas pela religião cristã e sim também quando no século XVIII, o homem conservador, sempre adepto da livre concorrência e da cooperação, venceu o feudalismo, mas esse fatos não significam que o homem capitalista travou uma luta de morte contra o cristianismo para restaurar as antigas religiões anticristãs que acompanham o socialista. Ao contrário, o homem conservador, cristão por excelência, sofre o combate maligno e mortífero das religiões e culturas atrasadas da antiguidade. Quem acompanha o socialista é justamente o paganismo existente antes de Cristo.

Sem dúvida, pode-se dizer que o homem conservador é a descrição do homem cristão e que a religião, a moral, a filosofia, a política e o direito mantiveram-se constantes no meio das transformações que lhe são subjacentes, mas o socialista filho do anjo decaído quer criar nova verdade, nova religião, nova moral e um novo sistema político em que ele seja dono do ser humano que seria transformado em escravo da máquina estatal. Só que esse "novo homem" socialista seria o retorno às misérias, às injustiças e às desvalorizações da mulher existentes antes de Cristo.

Mas então o muçulmano (islamista) não é capitalista? Conclusão errada porque todo ser humano é capitalista, mas a religião muçulmana impõe uma ditadura ao seu súdito e o homem conservador só progride com liberdade dada por Deus e o estado não dá liberdade a ninguém. Portanto, a religião do homem conservador é a cristã e o islamista é ser humano submetido a uma ditadura.

Recusamos enfaticamente que a história de todas as sociedades que existiram até hoje seja a história dos antagonismos de classes ou da exploração de uma parte da sociedade pela outra, haja vista que a luta pela vida é uma questão individual em que, de vez em quando, um líder aflora e mobiliza a cooperação de outros para lutar contra uma injustiça ou até mesmo para praticar uma injustiça. Mas essa não é a regra cristã que prega a paz, a liberdade, a verdade e a vida em abundância.

O manifesto conservador é pela conservação da vida, da liberdade, da propriedade e da religião cristã. O oposto manifesto comunista explicitamente declara ser uma ruptura radical com as relações de propriedade tradicionais, com o cristianismo e com a liberdade tradicionais e, acrescentamos: é uma proposta satânica de extinção do ser humano.

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Por Navarro

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