segunda-feira, 2 de setembro de 2013

PARA GARANTIR FUNCIONAMENTO DO PROGRAMA MÉDICOS ESCRAVOS, A ORGANIZAÇÃO PT FEDERALIZA SAÚDE MUNICIPAL

Para garantir seus escravos cubanos, governo do PT federaliza saúde municipal.
Por Coronel do Blog CoroneLeaks (Coturno Noturno)
É impressionante e cabe ao Ministério Público do Trabalho dar um basta nesta patranha. O número de delitos cometidos pelo governo do PT para trazer os escravos cubanos se acumula a cada dia. Ontem, o ministro-candidato Alexandre Padilha criou mais algumas leis trabalhistas. Funcionários municipais, de agora em diante, se tornarão funcionários federais, na prática, controlados pelo Ministério da Saúde. É o cúmulo da centralização. Vejam, abaixo, matéria da Folha de São Paulo:

O ministro disse que no programa lançado em julho estão previstos filtros para evitar essas trocas. Um deles é um cadastro online onde os gestores devem registrar mensalmente detalhes dos profissionais dos municípios. Sem isso, a prefeitura não recebe os recursos do governo para custear a equipe.

O gestor inscrito no programa é proibido de reduzir a quantidade de equipes cadastradas. Também não é permitido que ele troque, no sistema, um nome de médico contratado pelo do Mais Médicos."As regras do programa e os filtros no cadastro online foram feitas, exatamente, para impedir qualquer tentativa de simples substituição de médicos", disse Padilha. O ministro afirmou que esse é um compromisso assinado pelas cidades inscritas. Quem burlar será punido.

O secretário de gestão do trabalho e educação do ministério, Mozart Sales, declarou que a troca de profissionais é "inadmissível". "Os municípios que insistirem nessa questão nós vamos visitar e, se observada essa prática, os médicos serão remanejados e esses municípios serão excluídos."

Em nota, a pasta informou que as cidades "só poderão desligar médicos da atenção básica em situações excepcionais justificadas à coordenação nacional do programa, como, por exemplo, descumprimento comprovado de carga horária e/ou outra falha ética ou profissional". Padilha disse que haverá moralização da carga horária de médicos das cidades.

"Como você vai ampliar a oferta de médicos, você moraliza a carga horária de outros médicos", afirmou ele, citando a situação mostrada pela Folha de uma médica na Bahia. A reportagem apontou que ela será trocada por alguém do Mais Médicos. O gestor argumentou que ela não cumpria a carga horária.

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