segunda-feira, 5 de agosto de 2013

ALUÍZIO AMORIM MOSTRA COMO AS MANIFESTAÇÕES DE JUNHO /2013 FORAM E AINDA SÃO TELEGUIADAS POR ORGANIZAÇÃO FASCISTA DO PT

Por Aluízio Amorim no blog www.aluizioamorim.blogspot.com
Vândalo mascarado pronto para entrar em ação (Foto de Veja)
Os fatos vêm confirmando as análises que escrevi aqui no blog em relação às tais manifestações que de uma hora para outra ganharam as ruas no Brasil. Ainda mais quando a maioria dos veículos da grande imprensa brasileira começou a dar o maior destaque para essas ocorrências sem contudo ir a fundo, ou seja, verificar quem está de fato por trás da coisa. Quem orienta, quem financia, porque nada se faz sem recursos e nada acontece sem que tenha alguém ou grupo que faça acontecer.Trato neste post, portanto, de encaixar umas às outras as peças de um puzzle.

Recentemente, conforme noticiei, o secretário geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, apareceu alegre e faceiro entre os manifestantes no Rio de Janeiro. No final de 2012 ele gravou uma mensagem em vídeo para os "companheiros" avisando que em 2013 o bicho ia pegar.

Numa outra ponta, descobriu-se, por exemplo, que a Mídia Ninja, que só filma os protestos e arruaças do PT, é financiada pela ONG Fora do Eixo, de propriedade do ativista Pablo Capilé, que aparece em foto numa convenção do PT ao lado de José Dirceu e o presidente do PT Rui Falcão confirmou que essas organizações fazem parte da militância do PT.

ONG, como se sabe é um Organização Não Governamental que recebe verba governamental. Todas as ONGs sobrevivem de dinheiro público, ainda que possam auferir renda extra com eventuais trabalho. O dinheiro público drenado para as ONGs é vultoso. Calcula-se que há pelo menos umas 300 mil ONGs no Brasil, para os mais variados propósitos. Além disso, a Mídia Ninja tem sua sede numa sala da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pretende obter ajuda oficial, isto é, dinheiro público.

OPÇÃO PREFERENCIAL PELO PT
Dia desses o site R7 publicou uma entrevista com o coordenador da Mídia Ninja, o jornalista Bruno Torturra, com ampla passagem pela grande imprensa brasileira, inclusive a Rede Globo. A certa altura da entrevista face à pergunta do entrevistador, ele responde: "Pessoalmente, votei no Haddad e fiz campanha para que fosse eleito. Também votei na Dilma, no Lula duas vezes. Assinei a ata de fundação da Rede Sustentabilidade da Marina Silva, faço parte de Rede Pense Livre, apadrinhada por FHC, acho o PSOL um partido cada vez mais interessante. E não, não sou petista, nem tucano, nem Marineiro...".
Integrantes da Mídia Ninja reunidos em sala cedida pela UFRJ (Foto do site de O Globo)
Sabe-se que os protestos foram deflagrados pelo Movimento Passe Livre em São Paulo sucedendo-se, na seqüência, uma explosão anárquica nas ruas, embora em algum momento houvesse algum grupo que protestasse pacificamente contra o governo do PT, algo, como podem ter notado que já não ocorre mais. O domínio das ruas passa a ser de grupos evidentemente vinculados de uma maneira ou de outra ao PT. É como se o PT terceirizasse os protestos.

A REDE DA BARRA DE FERRO
Aquele protesto violento que cercou o Congresso Nacional em Brasília tendo na sequência vandalizadas as instalações do Itamaraty teve entre seus enfurecidos vândalos um membro da comissão provisória da Rede Sustentabilidade, o partido da Marina Silva, ex-ministra do governo de Lula, que foi pilhado com uma barra de ferro nas mãos. Acusado, admitiu o ocorrido e inclusive desligou-se da comissão da Rede.

Agora, reportagem do site da revista Veja foi às ruas para descobrir quem são os "Black Blocs", constatando que na maioria são jovens alunos dos cursos da área de Ciências Humanas das Universidades. Num dos quebra-quebras protagonizado pelos Black Blocs estava um professor universitário. É de se notar que as áreas de ciências humanas e sociais das universidades, inclusive as particulares, são verdadeiros aparelhos de doutrinação comunista da juventude. Transcrevo ao final deste análise a reportagem completa.

PERGUNTAR NÃO OFENDE
Antes é necessário que se faça algumas indagações. A primeira: onde estavam esses agitadores quando explodiram os escândalo do mensalão, dos dólares na cueca, dos cartões corporativos, do dossiê fajuto da maleta de R$ 1,750 milhão em espécie, da quebra de sigilo bancário e fiscal de líderes oposicionistas e ainda das roubalheiras ocorridas em ministérios que derrubaram vários ministros do governo do PT ou ainda o escândalo milionário que derrubou o então todo poderoso Antonio Palocci, ou ainda, o caso de Rosemary Noronha, a namorada do Lula que decorou a representação do governo federal em São Paulo com fotos gigantes do Lula e operava como lobbista valendo-se do cargo que ocupava e da proximidade com ex-presidente? Isto para ficar apenas nos escândalos, digamos assim, mais escandalosos que chegaram ao conhecimento público.
Gilberto Carvalho apareceu em vídeo de manifestação no Rio Veja AQUI

O AVISO DE GILBERTO CARVALHO
Note-se portanto, que o aviso dado em dezembro de 2012 por Gilberto Carvalho, que do nada, de repente, advertiu os "cumpanheros" que se preparassem que o bicho ia pegar em 2013, coincidentemente um ano pré-eleitoral. O alerta de Carvalho começa a ser entendido agora.

Acresce-se a isso tudo o fato de que um dia depois dos protestos surgirem a Dilma já convocava o Passe Livre para uma audiência e na seqüência enviava uma mensagem ao Congresso que determinava [nem poderia fazer isso legalmente, já que é atribuição do Legislativo] a convocação de um plebiscito com vistas a uma reforma política.

E, como revelei aqui no blog, enquanto Dilma enviava a mensagem do plebiscito como se fosse uma novidade, uma resposta concreta aos protestos, o PT já tinha pronta uma campanha marketing completa e bem acabada, coisa de marketeiros profissionais, justamente para propagandear a tal reforma política de interesse do PT, na verdade um 'golpe de Estado' no mais puro estilo bolivariano de conformidade com o que preconiza o Foro de São Paulo que está reunido em São Paulo neste momento devendo encerrar nesta segunda-feira o seu evento.

O FORO DE SÃO PAULO
Deve-se, também assinalar, que - mais uma vez coincidentemente - o tratamento dispensado à reunião comunista do Foro de São Paulo pela grande mídia foi como o de um evento político normal, o que convenhamos, não corresponde à verdade. O Foro de São Paulo, como tantas vezes já me referi aqui no blog, é uma organização comunista que pretende transformar as Nações latino-americanas em Repúblicas Socialistas. O fundador desse ninho golpista foi Lula e Fidel Castro, em 1990. Deve-se registrar ainda que um avião da Força Aérea Venezuelana pousou em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, onde desovou de forma misteriosa um grupo de homens. Havia na aeronave militares e civis.

Os Black Blocs, a ONG Fora do Eixo, a Mídia Ninja e o Passe Livre, como não poderia deixar de ser, claro, nem tocaram no assunto. Concentraram-se no portão de entrada do Governo do Estado de São Paulo, cobrando do governador Geraldo Alckmin o desaparecimento de um homem numa favela do Rio de Janeiro. Importaram um problema ligado ao governo do Rio de Janeiro, estranhamente de um aliado do PT, para pichar os muros do Palácio do Governo paulista e depredar mais de uma dezena de agências bancárias.

Na reportagem que transcrevo abaixo, uma constatação: os vândalos que causaram um enorme prejuízo aos estabelecimentos bancários foram presos em flagrante e depois liberados, mas só poderá ser aberto inquérito se os Bancos se queixarem à polícia. Não é um caso estranho esse? Aliás já havia notado isso. As empresas bancárias simplesmente se fecham em copas cada vez que a CUT emporcalha suas fachadas com adesivos. Claro, quem acaba pagando por esses prejuízos são as pessoas sérias, que têm conta bancária, que usam os serviços bancários e pagam caro por eles. São as pessoas que trabalham, que recebem seus salários através da rede bancária.

Seria uma espécie de recompensa dos bancos ao governo do PT por favores prestados? Sim, isso é o que parece. Leiam a reportagem abaixo. Você leitor, que provavelmente tem conta em bancos, vai pagar por esses prejuízos por meio das taxas absurdas que lhe serão discretamente cobradas pelos bancos. Dentro da lei, é claro. Dentro das normas do Banco Central, aparelhado e administrado pelo PT. Portanto, se as pessoas honestas, que trabalham e que usam os bancos terão de algum jeito de pagar pelo prejuízo, via taxas bancárias, toda essa história está mal explicada. Ou melhor: muito bem explicada ao longo deste texto que infelizmente teve que ficar meio longo. Sorry pelo trocadilho. Mas é isso aí. Agora leiam a reportagem de Veja e verifiquem se esses vândalos que surgiram de repente não são teleguiados do PT? Segue a reportagem de Veja:

OS MASCARADOS DO PT
Quinta-feira, 20h40, correria na Avenida Paulista. Cercados por uma barreira de policiais por todos os lados, dezenas de jovens com o rosto coberto e roupas pretas partem em direção à drogaria Onofre, na esquina com a Rua Bela Cintra. Conseguem abrir distância do cordão de policiais, tentam atacar a farmácia, mas um grupamento da Polícia Militar os impede. Os arruaceiros recuam ante os golpes de cassetete e começa um confronto. Dois morteiros são jogados em meio ao caos. Seis pessoas são algemadas e levadas pelos policiais até a viatura da Força Tática.

Todos os seis, entre eles dois menores, foram detidos e passaram a madrugada da última sexta-feira nas celas do 78º DP, nos Jardins. Foram enquadrados por lesão corporal, resistência à prisão e favorecimento. Além deles, outros sete foram detidos pela PM por volta das 23 horas depois que a passeata dispersou na noite de quinta-feira. Eles foram acusados de dano qualificado, pichação e ato infracional. Segundo a PM, uma denúncia chegou por ligação telefônica: os vândalos estariam depredando três agências bancárias na Rua Augusta e destruindo seis caixas eletrônicos. Com o grupo, a PM apreendeu uma marreta de borracha, sprays, barras de ferro e objetos usados em depredação, máscaras contra gás lacrimogêneo e óculos de segurança. Na manhã desta sexta, os treze foram liberados. Só será aberto inquérito se os bancos apresentarem queixa da depredação.
Mascarados depredam agência bancária: clientes pagam prejuízo depois por meio de taxas. Por isso os bancos não reclamam. (Foto de Veja).
O grupo de anarquistas mascarados que tem vandalizado a capital paulista se autodenomina “Black Bloc” e começou a agir à margem da onda de protestos que sacudiu o país em junho. Quando as passeatas perderam fôlego, passou a organizar seus próprios quebra-quebras pelas redes sociais. No Facebook, é possível encontrar páginas dos anarquistas de preto agendando mobilizações em São Paulo, no Rio de Janeiro e nas principais capitais do país. Em geral, os padrões são idênticos e terminam com um rastro de destruição de estabelecimentos comerciais e do patrimônio público. Os mascarados bradam contra os governadores de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB). Também cobram informação sobre o desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza, na Favela da Rocinha, no Rio.

Perfil - Apesar da presença de menores de idade, a ampla maioria dos encapuzados é composta por jovens na faixa dos 20 anos, estudantes universitários de cursos como História e Ciências Sociais - da pública USP às particulares PUC, FMU e FAAP. São brancos e de classe média, com alguma familiaridade com pensadores da esquerda política - a lista de detidos inclui um professor universitário. Usam calças e casacos pretos. A indumentária também inclui lenços no rosto, mochilas nas costas e tênis, embora alguns prefiram um calçado mais forte: “Cara, estou sem meu coturno hoje”, disse um manifestante em tom de preocupação, na noite de quinta-feira.

Nesta quinta, horas antes do grupo se reunir em frente à prefeitura paulistana para um novo ato, o Ministério Público se manifestou a favor da libertação de cinco manifestantes que seguiam detidos após o protesto de terça-feira. Eles foram soltos nesta sexta, por determinação da Justiça. Na ocasião, as câmeras de TVs flagraram cenas lamentáveis de violência explícita, com o apedrejamento de agências bancárias, viaturas da Polícia Militar e uma concessionária de carros na Avenida Rebouças – um modelo branco foi pichado um símbolo anarquista. Ao defender a liberação, ocorrida nesta sexta, os promotores endossaram a defesa dos advogados, segundo quem os detidos não se conheciam e agiram autonomamente - a intenção é evitar a acusação de formação de quadrilha. "Há vídeos mostrando que estavam sozinhos, sem praticar vandalismo, quando foram presos", disse o advogado dos detidos, Luis Guilherme Ferreira ao jornal O Estado de S.Paulo

A PM enquadrou os baderneiros por dano qualificado contra uma viatura, desacato à autoridade, resistência à prisão e formação de quadrilha. Na ocasião, foram detidos o publicitário e artista plástico Thiago Frias, de 31 anos; os estudantes Francisco de Campos Lopes e Nicolas Gomes de Deus, ambos de 20; Bruno Torres Mendes Soares e a estudante Andresa Macedo dos Santos, ambos de 19. Os quatro primeiros passaram três dias no Centro de Detenção Provisória de Pinheiros. Andresa, no CDP de Franco da Rocha.

Tática - O termo "black bloc" (bloco negro, em inglês) se refere a uma tática de promover atos de vandalismo e depois se misturar à multidão, empurrando a massa para comportamentos similares. O método foi usado na década de 1990 por anarquistas europeus - surgiu na Alemanha nos anos 1970 e foi replicado em outros países. Em sua página no Facebook, o "Black Bloc SP" usa uma citação do ativista anarquista italiano Enrico Malatesta e ataca políticos.

O grupo líder forma uma linha com cerca de quinze pessoas, braços entrecruzados, que marcham à frente das faixas de protesto. Para se agrupar, a palavra de ordem é: “Bloco!”. Pelo menos cinco dos líderes dão o tom dos gritos de ordem e definem o itinerário a ser seguido. A comunicação é feita por gestos.

“Não temos um coletivo organizado por trás, por isso ainda cometemos erros, nos dispersamos muito, mas vamos aprendendo na rua, na prática”, disse na quinta-feira um rapaz que afirmou ser anarquista há “alguns anos”, mas não quis se identificar.

O grupo de anarquistas de preto que saiu às ruas da capital paulista nas últimas semanas é significativamente menor que as multidões de junho. Mais: se as passeatas que reuniram milhares ainda são um caso a ser estudado na história recente do país, os atos promovidos pelo "Black Bloc" se configuram em um caso - cada vez mais claro - de polícia. Do site da revista Veja

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