domingo, 31 de março de 2013

31 DE MARÇO DE 1964: O MOVIMENTO QUE SALVOU O BRASIL DO TOTALITARISMO COMUNISTA

31 DE MARÇO DE 1964: A REVOLUÇÃO QUE SALVOU O BRASIL DO TOTALITARISMO COMUNISTA.
Por Aluízio Amorim no blog www.aluizioamorim.blogspot.com

Neste domingo de Páscoa, 31 de março de 2013, o Brasil decente constituído por cidadãos honestos, trabalhadores, democratas e que repudiam todas as formas de totalitarismo e exaltam a liberdade comemoram os 49 anos da Revolução de 31 de março de 1964, que livrou a Nação brasileira das garras do comunismo.

O movimento vitorioso levado à frente pelas Forças Armadas brasileiras que seus detratores qualificam de "golpe", teve um gigantesco respaldo da sociedade civil brasileira. E numa época em que não havia a as facilidades da comunicação como a internet e as redes sociais os brasileiros decentes realizaram no dia 19 de março de 1964 a grande Marcha da Família Com Deus, reunindo na capital paulista 500 mil pessoas que se manifestaram pela lei e pela ordem e contra a transformação do Brasil numa república comunista do tipo cubano, conforme mostra de forma detalhada o vídeo acima.

Portanto, ainda que tentem reescrever a história há documentos abundantes que comprovam este fato inelutável da conspiração comunista então em curso.

Os que acusam hoje as Forças Armadas de golpistas e criam comissão dita da verdade são os mesmos daquela época e seus caudatários deste século. Como em 1964 eles continuam conspirando contra a democracia e a liberdade e, portanto, continuam a merecer a repúdio de todos os brasileiros de bem.

Todos os anos, nesta época, quando os brasileiros do bem, do respeito à lei, à ordem e à paz, comemoram o histórico movimento que salvou o Brasil do comunismo, as vivandeiras vermelhas se alvoroçam para lançar a infâmia justamente contra os heróis da Pátria, contando para isso com o acolhimento da grande imprensa brasileira que se tornou o valhacouto dos esbirros do movimento comunista internacional especializados em distorcer informações e mentir de forma absurda na tentativa de reescrever a história e, sobretudo, de macular as Forças Armadas, as polícias e todo o aparato de segurança que nos países democráticos e civilizados têm normalmente o apoio de seus cidadãos.
Não existe democracia sem respeito à lei e à ordem; a liberdade não sobrevive num ambiente de anarquia, ainda que maquiado com base nos cânones do pensamento politicamente correto, verdadeira máquina de triturar a verdade pelo transformismo dos conceitos.

Há meio século do episódio glorioso de março de 1964 e relebrando os confins desse tempo se pode analisar com mais frieza e objetividade aquele acontecimento e compreender que não poderia ter sido diferente face à cruel investida dos inimigos da liberdade. Ou a Nação reagia ou sucumbia ao golpe comunista.

A opção por reagir foi acertada em todos os sentidos. E não há um só argumento que derrube esta interpretação dos fatos. Portanto, quem possui a mínima inteligência jamais poderá discordar dessa verdade: a Revolução de Março de 1964 salvou o Brasil da desgraça comunista. Os subversivos em armas não almejavam outra coisa que não fosse a implantação de uma ditadura comunista. A sociedade brasileira pressentiu que o mal se agigantava e, na célebre Marcha da Família com Deus pela Liberdade, encarregou as Forças Armadas de agir em defesa da democracia e da liberdade.

A despeito de todas as teorias conspiratórias com as quais os esquerdismo delirante continua doutrinando de forma criminosa as novas gerações, a intervenção militar em 1964 mudou para sempre a história do Brasil promovendo a emergência do desenvolvimento social e econômico que permite hoje o protagonismo internacional brasileiro. Até então o Brasil era apenas um país de viés econômico agro-pastoril dos mais atrasados do mundo e, por isso, sujeito às investidas dos aventureiros da desgraça totalitária.

Complementando este post, transcrevo na íntegra o texto da nota emitida pelo Clube Militar:

À NAÇÃO BRASILEIRA: 31 DE MARÇO
A História do Brasil registra a participação decisiva das Forças Armadas Nacionais em todas as ocasiões em que, por clamor popular ou respeito à legislação vigente, se fizeram necessárias as suas intervenções, para assegurar a integridade da Nação ou restabelecer a ordem, colocada em risco por propostas contrárias à índole ou ao modo de vida do Brasileiro.
As Forças Armadas não chegaram agora ao cenário nacional. Estiveram presentes desde o alvorecer da Pátria! Lutaram nas guerras para a consolidação da Independência e garantiram a integridade territorial por ocasião das tentativas separatistas nos primórdios da emancipação! Quando o mundo livre se viu ameaçado pelo totalitarismo nazi-fascista, seus marinheiros, soldados e aviadores souberam combater com dignidade, até o sacrifício, quer na campanha naval do Atlântico Sul, quer nos campos da Itália ou nos céus do Vale do Pó!
Certamente esta é uma das principais razões pela qual a população brasileira atribui às Forças o maior índice de credibilidade, entre todos os segmentos nacionais que lhe são apresentados.
Não foi com outro entendimento que o povo brasileiro, no início da década de 1960, em movimento crescente, apelou e levou as Forças Armadas Brasileiras à intervenção, em Março de 1964, num governo que, minado por teorias marxistas-leninistas, instalava e incentivava a desordem administrativa, a quebra da hierarquia e disciplina no meio militar e a cizânia entre os Poderes da República.
Das consequências dessa intervenção, em benefício da Nação Brasileira, que é eterna, há evidências em todos os setores: econômico, comunicações, transportes, social, político, além de outros que a História registra e que somente o passar do tempo poderá refinar ou ampliar, como sempre acontece.
Não obstante, em desespero de causa, as minorias envolvidas na liderança da baderna que pretendiam instalar no Brasil, tentaram se reorganizar e, com capital estrangeiro, treinamento no exterior e apoio de grupos nacionais que almejavam empalmar o poder para fins escusos, iniciaram ações de terrorismo, com atentados à. vida de inocentes que, por acaso ou por simples dever de ofício, estivessem no caminho dos atos delituosos que levaram a cabo.
E que não venham, agora, os democratas arrivistas, arautos da mentira, pretender dar lições de democracia. Disfarçados de democratas, continuam a ser os totalitários de sempre. Ao arrepio do que consta da Lei que criou a chamada “Comissão da Verdade”, os titulares designados para compô-la, por meio de uma resolução administrativa interna, alteraram a Lei em questão limitando sua atividade à investigação apenas de atos praticados pelos Agentes do Estado, varrendo “para debaixo do tapete” os crimes hediondos praticados pelos militantes da sua própria ideologia.
É PARA AQUELES CUJA MEMÓRIA ORA SE TENTA APAGAR DA NOSSA HISTÓRIA E QUE, NO CUMPRIMENTO DO DEVER OU EM SITUAÇÃO DE TOTAL INOCÊNCIA, MILITARES OU CIVIS, FORAM, CRIMINOSAMENTE ATINGIDOS PELOS INIMIGOS DA NAÇÃO, QUE OS CLUBES NAVAL, MILITAR E DE AERONÁUTICA, REPRESENTANDO SEUS MILHARES DE SÓCIOS, OFICIAIS DA ATIVA E DA RESERVA E SEUS FAMILIARES, RENDEM, NESTA DATA, SUA HOMENAGEM E RESPEITO!

Rio de Janeiro, 31 de Março de 2013

GEN EX RENATO CESAR TIBAU DA COSTA
Presidente do Clube Militar

VALTE RICARDO ANTONIO DA VEIGA CABRAL
Presidente do Clube Naval
TEN BRIG-DO-AR IVAN MOACYR DA FROTA
Presidente do Clube de Aeronáutica

Tags: Renato Cesar Tibau da Costa, Ivan Moacyr da Frota, Ricardo Antonio da Veiga Cabral, 31 de março de 1964, forças armadas, comunismo, socialismo, marcha da família, governo do PT, governo militar, ditadura socialista, terroristas comunistas, história

O QUE O CAPITALISMO NÃO É

O que o capitalismo não é
Escrito por DIOGO COSTA**e publicado no site www.ordemlivre.org em 28/03/2013

Foi Karl Marx quem cunhou o depreciativo termo “capitalista” para identificar um sistema econômico que havia recebido de Adam Smith uma expressão mais descritiva e bonita: “sistema de liberdade natural”. A origem negativa do termo é um dos motivos pelos quais a discussão sobre o capitalismo necessita de um esclarecimento. Seja para atacá-lo ou defendê-lo, é importante entendermos primeiro o que o capitalismo não significa.

O capitalismo não é exclusivamente “capitalista”.
A acumulação de capital é um fato existente em qualquer sociedade, independentemente de sua estrutura política e econômica. Max Weber já dizia em A ética protestante e o espírito do capitalismo que “a ganância pelo ouro é tão antiga quanto a história do homem”. E que onde o capitalismo era mais atrasado encontrava-se “o reino universal da absoluta falta de escrúpulos na busca dos próprios interesses por meio do enriquecimento”. No entanto, as pessoas ainda encaram o capitalismo como um ordenamento moral, um modo de vida em que a acumulação de riqueza é o bem superior. Mas a defesa do capitalismo não significa a defesa de um homo economicus cuja única preocupação na vida é ganhar dinheiro. Há muitas coisas mais importantes do que a acumulação de capital, como a família, a religião, a arte e a cultura. E isso realça a importância da economia de mercado. É verdade que no livre mercado há mais oportunidade para aquele que pretende enriquecer, mas nele o filósofo também tem mais oportunidade de aprender e o artista tem mais oportunidade de se expressar. E é por meio do livre mercado que o filantropo, a pessoa que deseja ajudar o próximo, dispõe de mais recursos para fazer assistência social, e, através do sistema de preços livres, pode utilizar seus recursos de forma mais eficiente.

O capitalismo não é a burocracia internacional.
As pessoas de esquerda costumam identificar pelo termo “neoliberal”, tanto as reformas modernizadoras que diminuem a participação do Estado na economia, quanto as organizações inter-governamentais como o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional. Como neoliberalismo e capitalismo são termos intercambiáveis no discurso vulgar, o FMI e o Banco Mundial aparecem como braços operadores do capitalismo internacional. Essa confusão também costuma ser feita por pessoas de direita que, definindo-se por sua oposição sem reservas à esquerda, acabam defendendo instituições burocráticas como se fossem partes integrantes do sistema capitalista. Nesse caso, a esquerda tem razão em denunciar a arrogância de agências internacionais, que nada mais são do que uma forma de planejamento central de larga escala. Enquanto o liberal entende que a prosperidade depende da utilização do conhecimento e dos incentivos dispersos na sociedade, os burocratas internacionais acreditam que podem comandar o desenvolvimento econômico na Zâmbia ou em Guiné-Bissau de seus escritórios em Washington e Nova York. O resultado não tem sido animador. O jornalista Andrew Mwenda, de Uganda, continua sem resposta para sua pergunta sobre exemplos históricos de países que tenham realmente prosperado graças à ajuda externa. De 1975 a 2000, o continente africano recebeu em auxílio externo uma média de 24 dólares per capita por ano. Entretanto, o PIB africano per capita diminuiu a uma taxa média anual de 0,59%. Durante o mesmo período, o PIB per capita do sul asiático cresceu a uma média de 2,94%, apesar de ter recebido em auxílio externo uma média de apenas 5 dólares per capita a cada ano. Políticas de abertura de mercado têm um efeito mais positivo do que o planejamento internacional financiado por impostos. Na verdade, em vez de criar economias de mercado ativas e autônomas, as políticas do Banco Mundial diminuem a dependência dos governos por sua própria população, já que a receita não vem dos tributos extraídos do desenvolvimento econômico doméstico, mas das negociações com outros burocratas. O poder da população é transferido para essas organizações, criando uma cultura de dependência em que a miséria local apenas aumenta o poder de barganha dos governos que recebem auxílio externo. O resultado é a perpetuação da miséria.

O capitalismo não é a política norte-americana. 
Apesar de os Estados Unidos historicamente terem tido um de seus pilares no livre mercado, grandes contribuições para a compreensão do capitalismo foram feitas em outros países. Sem contar que, ultimamente, o governo americano tem feito um ótimo trabalho de difamação do nome do livre mercado. O crescimento nos gastos da atual administração superam a de qualquer outro presidente desde o democrata Lyndon Johnson, criador do programa assistencialista da Great Society. George W. Bush foi o primeiro presidente americano a assinar um orçamento de mais de 2 trilhões de dólares. E também foi o primeiro presidente americano a assinar um orçamento de mais de 3 trilhões de dólares. Um aumento que inclui gastos significativos na previdência social e saúde pública, além dos gastos bélicos. As recentes aventuras no Oriente Médio também não podem ser consideradas políticas pró-capitalistas. A própria guerra e a permanência no Iraque são um experimento socialista de escala internacional, que já custou mais de 1 trilhão de dólares e cerca de 30 mil vidas. Liberais defensores do capitalismo não acreditam que nações são violentamente construídas por meio da política, mas que se desenvolvem espontânea e pacificamente. É o socialismo que defende a prosperidade planejada. E o que o governo americano tem feito no Iraque é um planejamento de longo alcance.

O capitalismo não é a defesa irrestrita das grandes corporações. 
Os defensores do livre mercado entendem que os negócios podem tanto servir quanto prejudicar a população em geral. Em um sistema intervencionista, toda empresa que quer aumentar o seu lucro tem duas opções: investir em produtividade, para competir pelos consumidores, ou investir em lobby, para competir pelos favores políticos. A competição para servir à sociedade é capitalismo, a competição para servir ao governo é mercantilismo. São os mercantilistas que defendem legislações protecionistas de corporações contra a competição estrangeira e doméstica. Os liberais defendem um mercado aberto, em que a manutenção de um negócio depende do oferecimento de serviços e produtos que satisfaçam ao consumidor.

O capitalismo não é a perpetuação das elites
São os oponentes do capitalismo que, ao defender maior concentração de poder nas mãos de políticos e burocratas, constroem um sistema corrupto e estático, no qual há pouco espaço para a mobilidade social e pouca oportunidade para o desenvolvimento da criatividade humana. Há doses de capitalismo em diferentes sociedades do mundo, mas não há uma sociedade onde a economia seja puramente livre, e nem o Brasil está entre as economias mais livres do mundo. Na verdade, de acordo com o ranking de liberdade econômica publicado anualmente pelo Fraser Institute, do Canadá, o Brasil encontra-se no 101º lugar entre 168 países examinados, empatado com Paquistão, Etiópia, Bangladesh e Haiti. No Brasil, há excesso de burocracia para a entrada e a permanência no mercado, uma legislação trabalhista rígida, que empurra os trabalhadores para a informalidade e uma legislação tributária que já foi considerada pelo Fórum Econômico Mundial como a mais complexa de todo o mundo. Os oponentes do livre mercado insistem no controle governamental da economia para resolver os problemas que foram criados pelo próprio governo. Defender o livre mercado é defender a estrutura de um sistema econômico dinâmico em que se estimula a produção de riquezas e se permite a mobilidade social.

O capitalismo não é a defesa do tratamento desigual das pessoas
Há diversas formas de tornar as pessoas mais iguais. Os igualitários normalmente não pretendem torná-las mais iguais em conhecimento ou em beleza, mas em recursos, pelo menos em alguns recursos que consideram fundamentais. É bem verdade que o livre mercado não se baseia na igualdade de recursos. Mas isso não significa um tratamento desigual das pessoas. A igualdade liberal, da qual floresce o capitalismo, é a igualdade de direitos, a igualdade perante a lei. Isso significa que as questões de justiça e o uso da sua liberdade no mercado não dependem de quem você é, mas do que você faz. O capitalismo é um sistema econômico de cooperação mútua, apoiado em uma estrutura de direitos na qual prevalece a igualdade jurídica entre as pessoas. As pessoas no livre mercado não são iguais em “distribuição de renda”, mas são iguais em liberdade.

Por fim, capitalismo não é socialismo. 
O capitalismo não é uma imposição do governo, nem o mercado é uma ideologia em que a teoria necessariamente precede a prática. O capitalismo é simplesmente o que ocorre quando as pessoas têm liberdade para fazer trocas, apoiadas em direitos de propriedade bem definidos. É o socialismo que necessita da mobilização social para alcançar um objetivo comum entre todas as pessoas. O socialismo precisa da pregação e da concentração de poder na autoridade manipuladora. O socialismo é a politização da vida econômica, é um discurso interminável do Fidel Castro, é a transformação de tudo o que é belo e espontâneo no dirigismo rígido da política. O livre mercado é apenas o conjunto de ações de agentes humanos livres sobre a alocação de recursos escassos. Se os propósitos desses agentes são morais, a ordem gerada será igualmente moral. E é quando nós conseguimos sinceramente compreender e avaliar o capitalismo que passamos a ter o discernimento para defendê-lo ou atacá-lo.

* Publicado originalmente em 22/12/2008.
**Diogo G. R. Costa é professor de relações internacionais no Ibmec-MG e coordenador do OrdemLivre

sábado, 30 de março de 2013

Sobre beijos inclusivos do Papa Francisco e sobre tapas e beijos de artistas da Globo. Ou: Sobre a intolerância dos esquerdistas e da Gaystapo

Sobre beijos e tapas
Por Reinaldo Azevedo no blog www.veja.abril.com.br/blog/reinaldo/

A semana termina sob o signo do beijo. Falemos, então, de beijos. E também de tapas. Vejam esta imagem.

Acima, o então cardeal de Buenos Aires, Jorge Bergoglio, beija os pés de pacientes de AIDS internados numa instituição da capital argentina na Missa de Lava-Pés de 2001. Ele preferia realizar o ritual da Quinta-Feira Santa fora das igrejas. Avancemos 12 anos.

Vocês veem aí o agora papa Francisco, em Roma, numa instituição que abriga adolescentes infratores. Ele lavou, secou e beijou os pés de 12 jovens. Repete o gesto de Jesus com os apóstolos na Última Ceia. É a primeira vez que um papa celebra a Missa de Lava-Pés fora da Basílica de São Pedro ou de São João de Latrão. Havia duas moças entre os 12 jovens, uma delas muçulmana, a exemplo de outro detento. Mulheres e muçulmanos jamais haviam participado dessa cerimônia. Falemos de outros beijos.

Essa foto vocês já conhecem. Durante uma solenidade de premiação de teatro, na segunda passada, as atrizes Fernanda Montenegro e Camila Amado trocaram um beijo na boca. Foi uma tentativa de acertar um tapa no deputado Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara. A Quinta-Feira Santa no Brasil também teve o seu beijo polêmico, que rompeu limites, como se vê abaixo.

A TV Globo fez uma megaevento para anunciar a programação de 2013. No palco, vestidas de noiva, as atrizes Fernanda Torres e Andréa Beltrão beijaram-se na boca. O evento foi gravado. A cena foi ao ar. Os presentes aplaudiram entusiasmados. O recado estava dado. Era para Feliciano. Fernandinha é filha da Fernandona.

Retomo
Quando o cardeal Bergoglio se ajoelhava diante de pacientes de AIDS e quando o agora papa repete o gesto diante de presidiários, vemos a Igreja Católica a reconhecer a plena humanidade dos que mais sofrem e dos que foram excluídos, ainda que, no caso desse segundo grupo, na origem do mal que os aflige, existam escolhas erradas, crimes e pecados. Francisco nos fala, no entanto, de um Deus que perdoa — havendo a disposição de não errar mais —, ainda que os infratores devam acertar suas contas com as leis dos homens.

A Igreja abraça, nunca rechaça; convida ao perdão e ao arrependimento em vez de condenar; acolhe em vez de excluir. Mas isso não ignifica que ela renuncie a seus fundamentos. É compreensível que, na era do pragmatismo tosco, uma religião que repudie o pecado (para ficar no vocabulário religioso), mas acolha o pecador cause certo estranhamento. Quando Francisco lava os pés dos presidiários, não está condescendendo com seus crimes. Tampouco está dizendo que as leis que os encarceraram são injustas. Ele os está abrigando na condição de filhos de Deus; ele está reconhecendo que nem o crime lhes tirou a humanidade.

Então isso tudo nos será assim tão estranho? Acho que não! Os que somos pais sabemos que a difícil tarefa de educar consiste em abraçar os filhos, mas não os seus erros. O exercício do amor incondicional — e não vejo como se possa ser pai e mãe de outro modo — repudia o erro, mas acolhe os errados.

“Ah, mas essa Igreja que se ajoelha é puro exercício de hipocrisia…” Será mesmo? Os governos das nações mais ricas da Terra, os potentados empresariais, as organizações não governamentais as mais poderosas, nem todos esses entes reunidos conseguem fazer o trabalho social que faz a Igreja Católica mundo afora. Se ela fosse apenas uma entidade benemerente, já seria uma expressão formidável do humanismo. Ocorre que ela convida também a uma ética que transcende a sua própria obra social. E é aí que começam os questionamentos. “Mas por que não concorda com tal coisa? Por que censura aquela outra?”. Porque tem valores derivados daquela que considera ser a verdade revelada. E não vai mudar.

É uma farsa, por exemplo, essa história de que a Igreja rejeite os gays. Ela convive com a realidade de fato. Mas não vejo como — e não há quem veja — ela possa igualar os casamentos hétero e homossexual porque isso fere o seu entendimento essencial de como deva se formar uma família. Não vai acontecer. O norte da instituição continuará a ser o de sempre. Mas não se tem notícia de que homossexuais foram expulsos de instituições católicas ou moralmente agredidos em suas dependências.

O papa que beija os enfermos, os transgressores, os que estão à margem atualiza a mensagem do Cristo. É um beijo a favor dos homens, mesmo daqueles que não comungam de sua crença — a exemplo dos dois muçulmanos convidados a participar da cerimônia.

Agora as atrizes
Alguns gostariam, para que pudessem ver confirmados seus próprios preconceitos, que eu saísse aqui a condenar as mulheres que andaram trocando beijos públicos para protestar contra o deputado Marco Feliciano. “Ah, olhem lá, o Reinaldo, aquele reacionário…” Mas eu não condeno, não! Se o Brasil inteiro sair se beijando — desde que a Comissão de Direitos Humanos e Minorias possa fazer seu trabalho sem ser atacada por um tropa de choque —, está bom para mim. Mas também não quer dizer que eu aprove.

Eu quero é ver respeitadas as instâncias da democracia e do estado de direito. Eu torço é para que a imprensa brasileira pare de tratar desordeiros como humanistas exemplares. E que se note: não são desordeiros porque defendam casamento gay ou sei lá o quê, mas porque impõem a sua vontade ao arrepio dos fundamentos democraticamente pactuados.

De toda sorte, reitero: pessoalmente, não gosto da modalidade “beijo contra”. Acho contraproducente que ele se transforme numa das expressões possíveis do insulto. Penso que nem instrui nem convence ninguém. Recebe os aplausos dos já convertidos, mas tende — e eis um grande problema — a gerar mais intolerância do que o contrário. Até porque as atrizes que representam, aí, o papel de vanguardistas não são, até onde se sabe, lésbicas. O beijo é exibido como um desafio ao padrão dos “caretas” e talvez contribua para reforçar preconceitos, em vez de amainá-los. O fato de serem heterossexuais se comportando como homossexuais introduz uma vertente de farsa e de espetacularização do confronto que, intuo, contribui pouco com a causa.

O charme principal dos que pedem a cabeça de Feliciano é sua condição de minoria supostamente ofendida pelas ideias do deputado. Então vamos ver que “minoria” é essa. O casamento gay já foi considerado constitucional pelo Supremo. Pessoalmente, já escrevi, não tenho nada contra, mas é evidente que o tribunal ignorou a letra do próprio texto e legislou em lugar do Congresso. Não há jurista digno desse nome que ignore isso, embora a maioria se cale por receio da patrulha. A mais importante emissora do país, a que tem mais telespectadores, exibiu um beijo gay de duas atrizes caracterizadas com as vestes das cerimônias católicas de casamento. Do outro lado da tela, milhões de pessoas assistiam àquela, vá lá, provocação estudada.

Ainda que minoria na sociedade, resta evidente que as reivindicações dos gays e sua visão de mundo têm amparo na Justiça e são onipresentes naquilo que já se chamou “cultura de massa”. Estão na maior emissora de TV do país, uma concessão pública — que existe, em termos estritamente legais, por autorização desse público. E o público, ora vejam!, é majoritariamente contrário ao casamento gay. Insisto: a maioria dos brasileiros que conferem legitimidade ao Supremo e autorizam as concessões de TV (por meio de procedimentos legais) é contra a decisão tomada pelo tribunal e o valor popularizado pela emissora.

Não vou entrar nas minudências de por que as coisas são assim (não neste texto), mas a democracia tem, sim, dessas coisas. E isso não é necessariamente ruim. A maioria dos brasileiros talvez seja favorável à pena de morte, por exemplo, mas a lei não passaria no Congresso e seria repudiada pelo Supremo. E acho bom que assim seja. Mas isso fica para outra hora.

O que estou dizendo, meus caros, é que os tais “beijos contra” , atenção para isto!, como parte dos esforços para retirar Feliciano da comissão, revelam, então, uma à primeira vista insuspeitada dimensão de intolerância — que vem a ser o exato oposto daquilo que proclamam.
— Olhem aqui, a gente vai beijar na boca para deixar claro que aquele cara não pode ficar lá.
— Mas não pode por quê?
— Não pode porque ele é contra casamento gay!
— Mas ele não pode mudar a decisão do Supremo!
— A gente sabe que não pode. Mas ele é contra!
— Mas ele tem o direito de ser contra!
— E a gente tem o direito de protestar contra ele!
— Mas não de impedir o funcionamento da comissão!
— Seu reacionário!
— Ah, então tá…

Há o beijo que inclui e aquele que pretende valer por um tapa. Um leva ao esclarecimento; o outro, ao obscurantismo influente.

Tags: Comissão de Direitos Humanos da Câmara, democracia, intolerância, homossexualismo, Marco Feliciano, sobre o beijo nos pés, sobre o beijo lésbico, Papa Francisco, Igreja Católica, BrasilFernanda Torres, Andréa Beltrão, Cardeal Bergoglio, Fernanda Montenegro, Missa de Lava-Pés, Camila Amado, governo do PT, fascismo de esquerda

ARNALDO JABOR, O MASTURBADOR - UM CURIOSO CASO DE PEDOFILIA INTELECTUAL - Ou: A pedofilia é menos frequente entre os padres católicos do que entre os membros de qualquer outra comunidade humana, como, por exemplo, a dos professores de educação física americanos ou a dos assistentes sociais da ONU

Arnaldo, o Masturbador – um curioso caso de pedofilia intelectual
Escrito por Felipe Moura Brasil* e publicado no site www.midiasemmascara.org
Cá na Terra, vale lembrar também aos recém-chegados, mais de 80% dos pedófilos e mais de 90% dos sacerdotes condenados por abuso sexual de menores e pedofilia são homossexuais (como talvez fosse aquele padre mágico que Jabor diz ter-lhe roubado um beijo na boca).
Trinta razões de Arnaldo Jabor para propor o fim do celibato na Igreja Católica:
(Mas se quiser pular logo para o meu artigo, pode; e se tiver paciência para ler o dele no original, também.)

1) Os padres de seu colégio sofriam o "desespero da castidade".

2) O "desespero da castidade" dos padres de seu colégio era evidente em seus "rostos angustiados" e "berros severos e excessivos".

3) Os padres de seu colégio ficavam “zonzos de desejo” diante das lindas mães dos alunos.

4) O reitor de seu colégio estendia a mão para os alunos beijarem em fila.

5) Os padres de seu colégio condenavam o “vício solitário”.

6) Os padres de seu colégio comparavam os alunos viciados a Hitler, porque matavam, nos banheiros, “milhões de pessoas que poderiam nascer”.

7) Arnaldinho Jabor não achava muito legal ser considerado um genocida “em holocaustos de banheiro”.

8) Arnaldinho Jabor “sofria” nos banheiros, acariciando o seu “passarinho” em “humilhante solidão”.

9) No colégio de Arnaldinho, “o prazer era um crime”.

10) No colégio de Arnaldinho, tudo ficava “manchado de culpa”.

11) No colégio de Arnaldinho, “a sexualidade esmagada virava uma máquina de perversões”.

12) Hoje, neste mundo tão pornográfico, “fica cada vez mais absurdo que padres leiam ‘Playboys’ no escuro dos conventos”.

13) No conclave que elegeu o Papa Francisco, todos os cardeais pareciam a mesma pessoa.

14) As “décadas de abstinência sexual” dos cardeais eram evidentes nos “sulcos de tristeza” de seus “rostos acabados”.

15) Os “sulcos de tristeza” representavam “um vazio de prazeres não vividos, um vazio de corpos não beijados”.

16) O óbvio, segundo Jabor, é que a pedofilia é fruto do celibato.

17) Se ele disser o óbvio, porém, “as respostas serão adversativas, evasivas, afirmando que os pedófilos já viriam ‘prontos’ antes da ordenação, que o fenômeno é complexo etc. e tal”.

18) No colégio de Arnaldinho, um padre que fazia mágicas o levou para conhecer seu teatro de marionetes, criticou e penteou seu cabelo, e deu-lhe um beijo na boca.

19) Os dois padres para os quais Arnaldinho confessou o episódio não lhe deram muita bola.

20) Conclusão 1 de Arnaldinho: a pedofilia era um mal inevitável para a manutenção do celibato.

21) Conclusão 2 de Arnaldinho: havia “um corporativismo espiritual a defender práticas escusas”.

22) “Todo mundo” sabia de casos semelhantes no colégio de Arnaldinho.

23) As inúmeras proibições e preconceitos ainda levaram “muitos colegas de classe” de Arnaldinho a “uma saída homossexual aflita, torturada”.

24) O celibato foi instituído não “porque os padres casados tendiam a se distrair das tarefas religiosas”, como dizia o Papa Gregório VII em 1073, mas para “impedir que viúvas e filhos herdassem bens dos sacerdotes, que deviam ser repassados à Igreja”.

25) O celibato é “uma das grandes desvantagens” da Igreja Católica perante outras religiões.

26) As vocações para seminaristas “estão diminuindo muito”, porque eles não podem “do it”.

27) Rabinos, pastores protestantes, budistas e muçulmanos — todos podem “do it”.

28) A religião está virando cabide de emprego para quem passa fome ou busca um lugar social.

29) Os pentecostais estão “botando pra quebrar em bailes gospel e shows de Jesus Funk”, e a Igreja Católica está mergulhando na Idade Média.

30) Chegou a hora de uma “teologia da libertação sexual”.
*****

Eis mais um rap autobiográfico de Arnaldo Jabor, onde qualquer coisa se mistura com qualquer coisa para justificar coisa nenhuma em nome de outra coisa. É o drama amplificado da experiência pessoal a serviço de uma causa política oculta.

Os padres supostamente sofrem, berram, condenam, pervertem-se e pervertem as crianças, beijam-nas e são beijados por elas por causa do celibato. Logo, a pedofilia é fruto do celibato. Uma coisa assim muito óbvia no universo de Jabor, onde prestar contas à realidade é uma burocracia intergaláctica a ser evitada.

Imagine o trabalho que daria pegar uma nave espacial para os Estados Unidos, por exemplo, onde a presença de pedófilos é de duas a dez vezes mais alta entre os pastores protestantes do que entre padres católicos, segundo os estudos de Philip Jenkins. Se a maioria dos pastores protestantes “do it” com suas esposas, como é que a pedofilia poderia ser fruto do celibato?

Eis um dos itens - tão aborrecido quanto tirar passaporte e visto — que Jabor teria de explicar, caso admitisse, é claro, que um dado da realidade não é uma das respostas “adversativas” ou “evasivas”, afirmando “que o fenômeno é complexo”, como ele induz os atuais e futuros habitantes de seu universo a pensar que são as únicas respostas disponíveis nas galáxias.

A diferença básica entre o universo de Jabor e a realidade é que, no primeiro, só os padres católicos são pedófilos, e na segunda a pedofilia é menos frequente entre os padres católicos do que entre os membros de qualquer outra comunidade humana, como, por exemplo, a dos professores de educação física (6 mil condenados nos EUA no mesmo período em que apenas cem sacerdotes o foram, segundo Jenkins) e a dos assistentes sociais da ONU (400 queixas de refugiados da África Ocidental só em 2001, segundo Judith Reisman; mais outras centenas, quiçá milhares a cada ano, segundo os relatórios recentes da entidade britânica Save The Children. Sim: há inúmeros casos de “sexo por comida”. Sim: aquela ONU que agora luta pelos “direitos sexuais” das crianças de 10 anos).

Cá na Terra, vale lembrar também aos recém-chegados, mais de 80% dos pedófilos e mais de 90% dos sacerdotes condenados por abuso sexual de menores e pedofilia são homossexuais (como talvez fosse aquele padre mágico que Jabor diz ter-lhe roubado um beijo na boca), o que nos leva então a mais uma diferença entre seu universo e a realidade: no primeiro, a pedofilia dos padres católicos é fruto do celibato; e, no segundo, sobretudo da infiltração de agentes das organizações gays nos departamentos de psicologia dos seminários, onde dificultam a entrada dos postulantes dotados de vocação para a coisa e forçam o ingresso em massa de homossexuais, como demonstrou o repórter americano Michael S. Rose no livro Goodbye, good men. Se a leitura — pelo menos a dos artigos do filósofo Olavo de Carvalho e do sociólogo italiano Massimo Introvigne — fosse prática comum no universo de Jabor, ele nem precisaria vir à Terra para saber alguns dos motivos reais da diminuição das “vocações para seminaristas”.

Mas em Jaborlândia pega tão mal acusar gays de qualquer coisa ruim quanto pega bem apontar um interesse financeiro por trás daquilo que lhe desagrada, seja a guerra do Iraque para garantir o controle americano sobre as reservas de petróleo, seja a instituição do celibato para preservar o patrimônio da Igreja. Quando ouço aqui os ecos desse tipo de acusação alienígena, fico imaginando mártires como Santo Inácio de Antioquia se deixando devorar pelos leões do Coliseu romano só para garantir uns trocados para sua paróquia. E penso: se Jabor acusa os EUA de entrar em guerra por petróleo, e depois, sem um pingo de vergonha, acusa Bush de destruir a economia dos EUA com a guerra; depois de acusar a Igreja de instituir o celibato para herdar os bens dos sacerdotes, quem será que ele condenaria se a Igreja tivesse falido? O Papa Gregório VII?

Ah sim, eu já ia me esquecendo: Jabor não acusa os gays, mas sugere que a homossexualidade foi uma saída “aflita, torturada” de seus colegas de classe para os preconceitos e proibições de seu colégio. Isso mesmo: viraram gays porque sofriam; e viraram gays sofridos (assim como Jabor sofria no banheiro). Ou seja: não eram necessariamente gays de verdade, apenas buscavam uma saída, sabe? No fim das contas, Jabor está admitindo que certas pessoas podem ter relações homossexuais por pura neurose, o que o tornaria um reacionário defensor — em caso de coerência terráquea — do tratamento psicanalítico para pessoas que apenas “estão” gays. Mas cadê os petistas, gayzistas e feicebuquianos para chamar Jabor de “homofóbico”? O que diriam se Marco Feliciano, Silas Malafaia ou Jair Bolsonaro insinuassem tal coisa? No universo de Jabor, vale tudo para atacar a Igreja, até cometer alguns atos falhos de militante.

Tudo porque “o prazer era um crime”, é claro. Que religião é essa afinal que faz até os Arnaldinhos da vida se sentirem culpados por acariciar seus “passarinhos” em “humilhante solidão”? Ora, precisamos de uma “teologia da libertação sexual”, para que ninguém mais se sinta culpado de nada e, tal qual Verissimo contra as indecências do BBB, Jabor possa escrever uma centena de crônicas (ou raps) denunciando a pornografia e o sexo de consumo que ele ajuda a disseminar desde os anos 60, não sem admitir, lá no meio de uma delas, que “sem o pecado ficamos insuportavelmente livres” (embora “insuportavelmente delinquentes” fosse a expressão mais correta; mas seria demais esperá-la do autor.)

A base do ódio anticristão é a aversão à culpa, de modo que quem não a suporta — quem não se aceita como pecador em busca da perfeição de Cristo, com “as imperfeições dos que vão progredindo”, como dizia Santo Agostinho — precisa aderir ao coro que demoniza a Igreja opressora e seus padres pervertidos, como se não tivesse sido o cristianismo a influência fundamental para o recuo da pedofilia na Grécia, no Império Romano, na China, na Argélia, no mundo islâmico e onde mais ela era tolerada ou legítima até alguns séculos atrás; como se os escândalos atuais de pedofilia não fossem também efeito da atuação interna e externa de seus inimigos, e como se ela não estivesse hoje impregnada em todo este mundo pornográfico dos "zonzos de desejo" justamente graças a pedófilos intelectuais como Arnaldo, o Masturbador, cujos raps, veiculados em grandes jornais, rádios e TVs, têm o poder de abduzir milhões de menininhos desinformados para um universo mental à parte, onde eles podem “do it” à vontade com seus (deles) neurônios em nome do incrível “mundo melhor” da ONU, no qual os únicos culpados são os cristãos, conservadores, reacionários que insistem em defendê-los.

Não que os menininhos sejam as únicas vítimas, é claro. No Brasil revolucionário e feicebuquiano, ainda há milhões de adultos que entram em fila alegremente para reverenciar os Arnaldinhos e beijar-lhes a mão manchada de cuspe.

*Felipe Moura Brasil é o sofrido autor do Blog do Pim, onde analisa os raps de Arnaldinho Jabor em “humilhante solidão”.

Tags: Brasil | esquerdismo | perseguição anticristã | media watch | cultura | ideologia | Estados Unidos | Igreja Católica | globalismo | movimento revolucionário | ONU, Arnaldo Jabor, Blog do Pim, Felipe Moura BrasilPapa Gregório VIISave The ChildrenJudith ReismanMichael S. Rose, Goodbye, good men, Olavo de Carvalho, Massimo IntrovignePhilip Jenkins

sexta-feira, 29 de março de 2013

O SEQUESTRO DO PAPA FRANCISCO

Encontrei o vídeo abaixo no site Deus lo Vult! O vídeo é estrelado por Michael Voris que fala em inglês,  mas há legenda em português que está transcrita a seguir. Michael Voris diz que o Papa Francisco tem todos os atrativos de um papa a ser sequestrado pelo esquerdismo politicamente correto. Observo que isso já está ocorrendo. Um dos sinais foi o excessivo noticiário no Brasil de que o nome escolhido foi Francisco em função da opção pelos pobres (Dom Claudio Humes). É esse o maior atrativo para se sequestrar o Papa Francisco. A operação está em andamento e será uma das maiores batalhas do Papa Francisco contra o deus das trevas. Leia a transcrição a seguir ou ouça diretamente no vídeo:

Olá! Sejam bem-vindos ao Vortex, onde mentiras e falsidades são detectadas e expostas.
Sou Michael Voris

Eis uma sirene em alto e bom som, luzes vermelhas brilhantes, um alerta adiantado para todos os fieis católicos. ALGUÉM VAI SEQUESTRAR O PAPA.

Como sabemos disso? Porque ele é o perfeito alvo para um sequestro  Vejam bem, ele é um jesuíta, foi ordenado na década de 1960, no ninho da Teologia da Libertação na América do Sul, durante os calmos dias da revolução social e da rejeição à mensagem da Igreja que é a da salvação da alma.

O Papa Francisco é simplesmente um alvo bastante tentador. Dificilmente os modernistas e liberais da Igreja o deixarão escapar. Eles rapidamente tentarão remodelá-lo, transformá-lo no papa DELES... o papa da Justiça Social.

O papa que deixou de lado toda aquela “Tradição” – ECA! – e trouxe novos ares para refrescarem a Igreja. Deixou fora a pompa e as cerimônias de ofício! Deixou fora os apoiadores da pompa e das cerimônias, que com muita freqüência são, convenientemente, também os maiores apoiadores daquela Tradição com um imenso e maiúsculo “T”.

Veja, os liberais e modernistas na Igreja, aqueles que na verdade não acreditam no que Ela realmente é, gostam de usá-la como camuflagem para avançar sua própria agenda da assim chamada Justiça Social.

Eles derramam lágrimas de crocodilo pelos pobres, mas no final das contas não ligam muito para eles. É por isso que o Arcebispo Sheen se referia a eles como aqueles que têm Judas como o padroeiro, o “santo” padroeiro da Justiça Social.

Assim, eles FINGEM ser católicos, enquanto trabalham furiosa e freneticamente para desviar a Igreja de sua verdadeira missão: a da salvação das almas.

Eles contrapõem o trabalho terreno da Igreja ao seu trabalho espiritual de anúncio das verdades salvíticas, incluídas aí as verdades morais concernentes à sexualidade humana. Principalmente essas verdades.

E por décadas eles têm espalhado confusão, distorcendo os documentos da Igreja e até mesmo encíclicas papais, a começar pela Rerum Novarum de Leão XIII, apresentando-as como cruzada pelo Socialismo praticamente financiada pela Igreja.

E eles sempre procuraram por defensores de sua causa. E subitamente, no balcão da Basílica de São Pedro, aparece ninguém menos do que aquele que, para eles, poderia ser considerado um enviado de Deus.

Sua humildade aparente, seu passado, sua aparente fuga dos ornamentos de um cargo, são todos ingredientes perfeitos para eles criarem uma história com o tema:
ENFIM, UM PAPA DA JUSTIÇA SOCIAL.

E, naturalmente, em todo o mundo ocidental, nos antros do modernismo e da heterodoxia, as entrelinhas já estão sendo escritas. Assim sendo, divulga-se a informação de que Francisco é um homem do povo, sendo que a tácita insinuação é, obviamente, a de que seus predecessores não eram.

Vejam só! Ele anda de ônibus com o povo, não usa aqueles sapatos Prada vermelhos e cafonas, vivia em um pequeno apartamento, em lugar de um palácio, e até mesmo cozinhava suas próprias refeições em sua pequena cozinha espartana.

Essas são as entrelinhas. Já que ele rejeita toda aquela tradição, principalmente os ornamentos do cargo, então ele rejeita TODA a Tradição, como o ensinamento da Igreja a respeito da contracepção, da ordenação de mulheres e das relações entre pessoas do mesmo sexo.

Ora, é claro que nenhuma dessas palavras é sequer próxima da verdade, mas a verdade nunca foi a preferência nos trabalhos das forças demoníacas ou diabólicas.

E é por isso que precisamos lembrar o que o papa Francisco disse em sua primeira Missa, na manhã posterior a sua eleição, pois é de EXTREMA IMPORTÂNCIA:
CITO-AS: 
- Se não confessamos Jesus Cristo, está errado. Tornar-nos-emos uma ONG sócio-caritativa, mas não a Igreja, Esposa do Senhor. (...) 
- Quando não confessa Jesus Cristo, confessa o mundanismo do diabo, o mundanismo do demônio.
- Quando caminhamos sem a Cruz, edificamos sem a Cruz ou confessamos um Cristo sem Cruz, não somos discípulos do Senhor: somos mundanos, somos bispos, padres, cardeais, papas, mas não discípulos do Senhor.

São palavras SEVERAS, DURAS, EXATAS. Em primeiro lugar, ele as dirigiu diretamente aos príncipes da Igreja. São os que estavam na Missa. Em segundo lugar, elas chegam a ofuscar por sua clareza! Em terceiro lugar, a escolha do conteúdo.

Ele é o papa. Ele pode fazer uma homilia sobre o tema que quiser. Mas ele escolheu ESSE TEMA para ser o primeiro, estabelecendo assim um tema para o seu pontificado.

As palavras acima, do Papa Francisco, trazem a mensagem de que o trabalho feito na Igreja, quando separado de Sua missão de ganhar almas para Cristo a fim de que se salvem, é o trabalho do Demônio, é uma concentração no que é mundano em função do abandono do que é Sagrado.

A julgar por essas primeiras palavras do papa Francisco, fica claro que ele não é nenhum tolo. Mas, mais uma vez, isso não impedirá que os modernistas e progressistas mentirosos na Igreja, que fazem o trabalho do Demônio disfarçado de preocupação com os pobres, tentem sequestrar o papa Francisco e apresentá-lo como o papa que não se importa com a “Tradição” e que depositou todas as fichas no combate à pobreza. (Comento: Se isso ocorrer, então efetivamente terá ocorrido o sequestro do Papa Francisco)

O Santo Padre deixou claro que ele quer usar a Igreja não apenas para ajudar os pobres a saírem da pobreza, mas, PRINCIPALMENTE, e que fique bastante claro, PRINCIPALMENTE a levá-los ao Céu.

Lembrem-se SEMPRE da primeira homilia do papa Francisco.

Se os velhos hippies paz e amor na Igreja agirem conforme seu costume, então você terá de voltar a essa homilia para evitar o sequestro de um papa, do mesmo modo que eles sequestraram a mensagem do Concílio Vaticano II há 50 anos.


Sua homilia é fácil de lembrar. Foi sua PRIMEIRA homilia, e nós adicionamos um link para ela.
Deus ama você!
Sou Michael Voris.
Veja também o comentário publicado por Jorge Ferraz (admin) no site Deus lo Vult! em 27/03/2013.

Bastante oportuno e didático este programa do Michael Voris, que alguma alma caridosa fez a gentileza de legendar. Vem ao encontro de tudo quanto estamos dizendo aqui desde a eleição do Papa Francisco: há uma clara tentativa de confeccionar uma imagem falsificada do Sucessor de Pedro e apresentá-la ao mundo como se fosse o Papa verdadeiro. Este é o inimigo concreto contra o qual temos que lutar agora, este é provavelmente o maior empecilho que o Santo Padre terá para governar a Igreja de Cristo.

Citemos, como foi oportunamente lembrado no vídeo, as palavras do Papa aos cardeais na sua primeira Missa:
  • Podemos caminhar o que quisermos, podemos edificar um monte de coisas, mas se não confessarmos Jesus Cristo, está errado. Tornar-nos-emos uma ONG sócio-caritativa, mas não a Igreja, Esposa do Senhor. Quando não se caminha, ficamos parados. Quando não se edifica sobre as pedras, que acontece? Acontece o mesmo que às crianças na praia quando fazem castelos de areia: tudo se desmorona, não tem consistência. Quando não se confessa Jesus Cristo, faz-me pensar nesta frase de Léon Bloy: «Quem não reza ao Senhor, reza ao diabo». Quando não confessa Jesus Cristo, confessa o mundanismo do diabo, o mundanismo do demônio.
Não nos esqueçamos dessas palavras. Aconteça o que acontecer, não nos esqueçamos dessas palavras. E rezemos pelo Papa! Para que ele, a despeito de todas as dificuldades, consiga conduzir santamente a Barca de Pedro em meio aos mares agitados da História em que Ela precisa navegar.
* * *

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“Deus não manda o Papa que merecemos, mas aquele de que precisamos” – Luís Guilherme Pereira

Tags: Papa Francisco, esquerdismo, sequestro do Papa Francisco, Teologia da Libertação, opção pela pobreza, salvação das almas, missão da Igreja, Léon Bloy, história, Concílio Vaticano II, Encíclica Rerum Novarum, Igreja não é ONG, Arcebispo Sheen, Michael Voris, paraíso terreno, trabalho do demônio, justiça social, Dom Claudio Humes

quinta-feira, 28 de março de 2013

ABAIXO O FASCISMO ILUSTRADO! Ou: O beijo na boca e uma democracia sob tutela

Ainda o beijo na boca e uma democracia sob tutela. Ou: Abaixo o fascismo ilustrado!
Por Reinaldo Azevedo no blog www.veja.abril.com.br/blog/reinaldo/

Eu sou pelo beijo na boca. Desde que seja consensual, beijo na boca é sempre a favor. O que acho estranho é a modalidade “beijo na boca contra” — contra o deputado Marco Feliciano (PSC-SP), por exemplo, como fizeram as atrizes Fernanda Montenegro e Camila Amado. Aliás, se o Brasil sair se beijando para pressionar Feliciano a renunciar, não vejo nada demais. O que não é possível é transformar a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara num circo porque, afinal, os manifestantes não concordam com as ideias do presidente. O Brasil aboliu, a duras penas, o delito de opinião. Se boa parte da imprensa se esqueceu disso, faço questão de lembrar.

Quando o delito de opinião foi extinto, também os adversários passaram a gozar da licença de dizer o que pensam. E há pessoas que são contrárias ao casamento gay. E daí? “Casamento” não é direito natural. É um jeito que a sociedade tem de organizar as famílias. Mundo afora, as sociedades determinam o que pode e o que não pode, havendo, sim, “discriminações” aceitas como medida de prudência. Ninguém pode se candidatar à Presidência da República ou ao Senado com menos de 35 anos, por exemplo. É uma combinação. Pessoalmente, não vejo por que os gays não podem se casar. Feliciano não pensa como eu. E caberia perguntar àqueles que aderiram ao linchamento moral onde está escrito que ele está proibido de dizer o que pensa.

Essa chacrinha é vergonhosa! É típica de uma democracia que está vivendo sob tutela — sob a tutela, no caso, de grupos militantes. Um país em que os petistas João Paulo Cunha e José Genoino — condenados pelo STF por levezas como peculato, formação de quadrilha, corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro — são membros da Comissão de Constituição e Justiça está com sintomas de esclerose política, isto sim! E um deputado vira o inimigo público nº 1 dos grupos militantes e da imprensa porque se opõe ao casamento gay? Ora, tenham paciência!!! Não estou aqui demonizando protestos, não! Que os manifestantes ocupem o gramado do Congresso, a Esplanada toda; que Fernanda Montenegro beije Camila Amado e quantas outras lhe der na telha; que a turma se junte lá na ABI para dizer o que pensa. Tudo isso é do jogo democrático. O que não dá é para se comportar como tropa de choque.

O ex-BBB Jean Wyllys (PSOL-RJ), um dos organizadores da bagunça no Congresso, foi eleito com pouco mais de 13 mil votos. Já tinha entrado na categoria das sub-subcelebridades, depois de micar na TV como jornalista e apresentador. Aí se aventurou na política. Foi malsucedido, sim. Seus 13 mil votos não o elegeriam vereador numa cidade média. Só está na Câmara porque se aproveitou da votação de Chico Alencar (RJ), seu colega de partido. O sistema proporcional permite essas coisas. Está lá, portanto, legalmente. Não estou contestando. E não terá dificuldade de se reeleger em 2014. Ele transformou a Câmara num BBB, atraindo para si os holofotes. A exemplo do que acontece na “ vida real, porém roteirizada” do programa de TV, estamos numa vitrine para a exposição de bonzinhos e malvados. Como falta à Casa um Pedro Bial para explicar dialética às massas (e não falo em sentido irônico, não), mostrando o que há de bonzinho no mauzinho e de mauzinho no bonzinho, a Câmara dos Deputados se transforma num BBB do Mal.

Wyllys está no seu elemento. Foi se fazendo de vítima ativa que conquistou os brasileiros no BBB. Os bucéfalos que o hostilizaram porque era gay jogaram o seu jogo, conforme ele queria. Descobriu o poder da vítima — e nada é mais eficaz (a depender do caso, também é perigoso) do que uma “vítima” no ataque. Cria-se uma coisa curiosa: por mais, então, que essa vítima disponha de todos os meios para massacrar o outro, para espezinhá-lo, para ridicularizá-lo, continua… “vítima”. Essa condição deixa de ser um estado transitório para virar uma categoria: categoria política, categoria de pensamento, categoria moral, categoria espiritual.

Quem é que tem hoje a imprensa na mão? Quem mobiliza os formadores de opinião? Quem é o dono do falso consenso (sim, um plebiscito diria o que pensa maioria)? É Feliciano? Não! Essa personagem poderosa, hoje, é Jean Wyllys — como poderoso ele se tornou na “casa mais vigiada do Brasil”. Louvo a sua esperteza, claro!, e lamento a estupidez destes dias, em que os critérios elementares do que é democracia foram esquecidos.

Vejam os jornais desta quinta. Aquele rapaz que chamou Feliciano de “racista” — o deputado lhe deu voz de prisão, o que podia, sim, fazer ali, mas ele não foi preso; é mentira! — gravou um vídeo (ver post) em que diz que aquilo só aconteceu porque ele é “negro, homossexual e pobre”. A imprensa está com ele. Acredita que o comportamento dos brucutus na comissão é correto e legítimo. Afinal, “não concordamos com Feliciano, então tudo é válido”.

Rede de desqualificação
Embora eu já tenha escrito dezenas de textos em favor do casamento gay e até da adoção de crianças, meu nome caiu na rede desqualificação e da patrulha porque estou me opondo ao linchamento do deputado, chamado pela imprensa brasileira, nos títulos, quase sempre de “pastor”. Ora, quem expulsou aquele agressor da Câmara não foi o “pastor”. Pastor pode, quando muito, pedir que alguém saia da sua igreja se estiver incomodando. Do Parlamento, não! Quem tomou a decisão foi um DEPUTADO, que é presidente da comissão, queiram ou não, gostem ou não.

Chamá-lo de “pastor” é evidência de preconceito religioso. Algum outro deputado é chamado ali por sua profissão ou atividade fora do Congresso? Não! O que se está patrulhando, de fato, é a condição religiosa de Feliciano. Não adianta tentar dourar a pílula. Os psolistas já deixaram claro que eles querem todos os membros do PSC fora da comissão. Não consta do Regimento nem da ordem democrática que os membros de uma comissão devam, de saída, abraçar um credo.

Podem me patrulhar à vontade! O que escrevo está em arquivo. Daqui a pouco alguns brucutus vão querer se reunir para decidir — em certa medida, ainda que de modo indireto, já o fazem — o que pode e o que não pode ser publicado, o que pode e o que não pode ser pensado, o que pode e o que não pode ser debatido. Rejeito e intolerância, venha de onde vier. Fernanda Montenegro deu beijo da boca de outra atriz para demonstrar sua adesão à causa. Fico a imaginar o que faria no palco para protestar contra Genoino e João Paulo na CCJ — na hipótese, claro!, de que ela seja contra isso também. Espero que sim!

Em entrevista o Radar, de Lauro Jardim, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) disse o óbvio: se Feliciano renuncia, não se elege nunca mais; se fica, pode ter um milhão de votos. O próprio Jean Wyllys certamente multiplicou o seu eleitorado a valer, não é? Há muita gente que concorda com ele, mas há ainda mais gente que concorda com Feliciano. Os dois saem como heróis de suas respectivas causas, mas é certo que o deputado do PSC está tendo uma projeção que obviamente não teria não fosse o deputado do PSOL ter empregado também como político a sua técnica para vencer o BBB.

Não lido bem com gritaria ou com hordas. Também não cedo ao fascismo politicamente correto. Boa parte do jornalismo esqueceu os princípios que norteiam uma sociedade democrática e de direito, a única que permite a existência do próprio jornalismo.

Recuso a tutela do estado. Mas recuso também a tutela de grupos de pressão.

Tags: democracia, estado de direito, Marco FelicianoJean Wyllys, Lauro Jardim, Eduardo Cunha, Fernanda Montenegro, Camila Amado, governo do PT, fascismo ilustrado, fascismo de esquerda

PROFESSOR WALTER SCHUMM PROVA QUE 58% DOS JOVENS CRIADOS POR LÉSBICAS E 33% DOS CRIADOS POR GAYS SÃO HOMOSSEXUAIS. ISTO É, HOMOSSEXUALISMO É UM COMPORTAMENTO ASSUMIDO SOB PRESSÃO DA GAYSTAPO. Vigie seus filhos e filhas

Walter Schumm: "reacionário troglodita, nazi sanguinário, porco 'homófobo' e estúpido ignorante"
Escrito por Orlando Braga e publicado no site www.midiasemmascara.org
O estudo do professor Walter Schumm destruiu completamente o argumento da Gaystapo segundo o qual “os homossexuais já nasceram homossexuais”.

Antes de tudo, convém dizer que o professor Walter Schumm não era, até há pouco tempo, um "reacionário troglodita, um nazi sanguinário, um porco 'homófobo' e um estúpido ignorante". Pelo contrário, Walter Schumm assumiu posições e postulados, num passado recente, que são hoje utilizados pelo lobby político gay para defender a adoção de crianças por pares de homossexuais. Já agora: Walter Schumm é professor na universidade do Kansas, Estados Unidos.

Um recente estudo do professor Walter Schumm demonstrou que grande parte dos jovens na casa dos vinte anos, e que foram criados por pares de lésbicas ou gays, assumem a homossexualidade. Ou melhor dizendo: 58% dos jovens criados por pares de lésbicas, e 33% dos jovens criados pares de gays, descrevem-se a si mesmos como “homossexuais”.

Ou seja, e em cálculos muito rápidos: se, por hipótese acadêmica e numa primeira geração em consideração, 5% do total das crianças de uma sociedade fossem adotadas e criadas por pares de homossexuais, a segunda geração de pares homossexuais potencialmente adotantes de crianças seria da ordem dos 9,5% do total (de crianças) — o que corresponderia a um aumento geométrico da porcentagem de homossexuais em circulação na sociedade.

Percebem agora por que razão o lóbi político da Gaystapo pretende a adoção de crianças?

Por outro lado, o estudo do professor Walter Schumm destruiu completamente o argumento da Gaystapo segundo o qual “os homossexuais já nasceram homossexuais”. É óbvio que, salvo os casos de anomalia genética (ADN), ninguém “nasce homossexual” — assim como ninguém “nasce maçon” e apesar disso a maçonaria parece existir há milhares de anos.

A partir de agora fica claro que Walter Schumm vai passar a ser um "reacionário troglodita, um nazi sanguinário, um porco 'homófobo' e um estúpido ignorante".

Orlando Braga edita o blog Perspectivas - http://espectivas.wordpress.com

Tags: movimento gay | esquerdismo | movimento revolucionário | ciência | ideologia | revolução | globalismoWalter Schumm, gaystapo, homossexualismo, nascimento homossexual, governo do PT

OS MILIONÁRIOS RUSSOS SÃO ORIUNDOS DA KGB. FICARAM RICOS PELA KGB E MORRERAM PELA KGB. ASSIM FOI O CASO DE BORIS BEREZOVSKY

O capitalismo russo e a morte de Boris Berezovsky
Escrito por Jeffrey Nyquist e publicado no site www.midiasemmascara.org

Agentes da KGB foram feitos bilionários porque a Rússia precisava de bilionários da mesma forma que uma agência de modelos precisa de modelos.

Eu estava no meio de uma entrevista com o ex-oficial da KGB Konstantin Preobrazhenskiy quando soubemos da notícia de que o "oligarca" e magnata russo Boris Berezovsky havia morrido. Não pude resistir em perguntar ao Sr. Preobrazhenskiy sobre o que ele achava da vida de Berezovsky; a resposta acabou se tornando um fascinante discurso sobre a natureza do capitalismo russo. Para contextualizar o leitor, Konstantin Georgiyevich Preobrazhenskiy trabalhou como espião da KGB no Japão entre 1980 e 1985, foi o conselheiro de Leonid Zaitsev, chefe do Diretório "T" de Inteligência Técnica no Primeiro Diretório Chefe da KGB para assuntos sobre China, Japão e Coreia.

Quis saber dele como os bilionários da Rússia fizeram suas fortunas. A resposta não foi algo que muitos esperavam ouvir. "Até onde eu sei", respondeu Preobrazhenskiy, "Berezovsky nunca se esforçou para esconder o fato de ele ser um colaborador da KGB. Essa conduta colaborativa na União Soviética era normal entre acadêmicos de origem judaica, especialmente dentre aqueles que atuavam nas ciências naturais. A URSS era um país que vigorava oficialmente o antissemitismo e, sendo assim, era muito difícil para um acadêmico judeu conseguir um Ph.D. Entretanto, em 1983, Berezovsky se tornou Doutor em Ciências Técnicas, que é um título mais elevado que um Ph.D.! E isso foi no ano da luta de Andropov contra os dissidentes, especialmente os judeus que estavam tentando ser repatriados por Israel. Sob tais condições, um acadêmico judeu simplesmente não poderia conseguir seu doutorado sem contatar a KGB e provar sua lealdade à União Soviética".

Deveríamos estar chocados com a afirmação de Preobrazhenskiy? Como já foi explicado várias vezes nesta coluna, a queda da União Soviética não foi um evento simples e direto. A nova economia russa, o então novo clima empresarial e os novos homens de negócios não eram similares aos do Ocidente, pois eles não haviam sido escolhidos pelo mercado. Na verdade, eles foram escolhidos pela KGB. Segundo Preobrazhenskiy, "no começo dos anos 1990, Berezovsky tornou-se um dos primeiros oligarcas russos. Como? Ninguém sabe. Até onde eu sei, os oligarcas eram, em grande parte, agentes de confiança da KGB que receberam dinheiro do Partido Comunista para servirem de vacas leiteiras da KGB".

É óbvio apenas àqueles que entendem como funcionou o velho sistema soviético o fato de o novo sistema ter sido fundado pelo próprio sistema anterior. E se Boris Berezovsky era um agente da KGB antes de ser um oligarca, ele não estava só. Ele era parte de um transplante sistemático em que agentes da KGB foram feitos bilionários porque a Rússia precisava de bilionários da mesma forma que uma agência de modelos precisa de modelos. "Ou você pensa que o oligarca Vladimir Gusinsky não era um agente da KGB?" perguntou Preobrazhenskiy como se testasse minha credulidade. "Caso pense assim, então por que um dos líderes do conselho de uma das suas companhias (MOST) era um velho General do Exército chamado Philip Bobkov, que também era ex-chefe do Quinto Diretório da KGB? O Quinto Diretório estava combatendo os dissidentes — particularmente os judeus — e tinha uma lista de colaboradores judeus. Nos anos 1990 eu ainda vivia em Moscou e meus amigos me disseram que Gusinsky estava pagando para Bobkov cerca de 10 a 12 mil dólares mensais. Para quê? Poderia ser um tipo de "gratificação" para o seu recrutador da KGB".

Então Preobrazhensky começou a listar os oligarcas russos, destacando suas conexões com a KGB e suas relações especiais: "Outro famoso oligarca russo, Roman Abramovich, é um agente da KGB também. Quem me disse isso foi o falecido Alexander Litvinenko. Este era um agente da FSB que foi envenenado [com polonium-210] em 2006 na cidade de Londres. Ele me disse que a KGB recrutou Abramovich como soldado durante seu alistamento voluntário no Exército Soviético. A KGB estava apoiando todos eles: Berezovsky, Gusinsky, Abramovich e todos os demais oligarcas russos. Eis o porquê é tão difícil saber a razão da morte de Berezovsky. Na verdade, ser um colaborador da KGB não lhe dá qualquer garantia de vida! Na maior parte das vezes é o oposto: se você é um colaborador da KGB, é muito fácil para você morrer."

Evidentemente, um agente secreto teria segredos. E algumas vezes, segredos são melhores guardados nos túmulos. O que estava fazendo Berezovsky nos últimos anos de sua vida? Como ele entrou em desacordo com o Kremlin? Há um mistério em torno desse homem e esse mistério é impenetrável como a própria Rússia. "Na Rússia", disse Preobrazhensky, "poucos gostavam de Berezovsky e, aqui na América, alguns dos meus amigos pensaram que Berezovsky ainda estava do lado de Putin. Contudo, Berezovsky pôde cumprir tarefas de grande importância histórica. Foram atos que pouquíssimos mortais poderiam ter levado a cabo. Dentre eles, a ascensão de Putin, a guerra na Chechênia e a construção da estrutura política da Rússia, além de vários outros projetos empresariais impressionantes."

Em uma matéria escrita pelo Washington Post em 2000, Berezovsky argumentou que por conta da Rússia quase não ter classe média, cabia aos magnatas russos "interferir diretamente" no processo político russo e impedir os "ex" comunistas de retomarem o controle total. Mas o humilde acadêmico judeu não era páreo para o não-tão-humilde senhor da KGB, Vladimir Putin. Em 17 de julho de 2000, Berezovsky se demitiu da Duma dizendo que não queria ser parte de uma restauração autoritária. Ele usou seu império de mídia para criticar o Kremlin até que o presidente Putin avisou publicamente: "O estado tem um porrete nas mãos que, para usá-lo bem, basta um golpe na cabeça. Ainda não usamos esse porrete, apenas o brandimos... No dia que realmente ficarmos irritados, não hesitaremos em usá-lo". Esse era o sinal para o exílio de Berezovsky.

Lembro de ter conversado com a embaixadora sul-coreana na Rússia em uma conferência em abril de 2001. Eu perguntei a ela sobre suas experiências em Moscou e ela estava positivamente hipnotizada por uma pessoa: Boris Berezovsky. "Acho ele um gênio", disse ela. E de fato, ele deve ter sido um homem extraordinário. "Como cristão ortodoxo", disse Preobrazhenskiy, "gostei muito da conversão dele à ortodoxia em 1994. Eis o porquê, agora, Berezovsky está sofrendo o julgamento de Nosso Senhor Jesus Cristo, que é muito mais justo que qualquer corte humana".

Publicado no Financial Sense.

Tradução: Leonildo Trombela Júnior

Tags: Rússia | comunismo | KGB | história | socialismo | União Soviética | movimento revolucionário | globalismoKonstantin PreobrazhenskiyBoris Berezovsky, Vladimir PutimLeonid Zaitsev, Yuri AndropovVladimir Gusinsky, AbramovichPhilip BobkovAlexander Litvinenko, milionários russos, oligarcas russos, espiões russos, herdeiros do socialismo russo

CONTRA OS FALSOS RELATIVISTAS DEVEMOS RECUSAR PEREMPTORIAMENTE O DEBATE NOS TERMOS DO ESPERTALHÃO E DESMASCARÁ-LO SEM DÓ. O ESQUERDISTA NÃO É RELATIVISTA, MAS É TOTALITÁRIO

Falsos relativistas
Escrito por Olavo de Carvalho e publicado no site www.midiasemmascara.org

Durante anos o relativismo serviu de navio quebra-gelo para demolir as resistências a propostas que, por sua vez, nada tinham de relativistas, que eram, ao contrário, as mais absolutistas e intransigentes que se pode imaginar.

Um dos vícios mentais mais deploráveis, e mais comuns entre conservadores e liberais, é o de reduzir os debates públicos a discussões puramente acadêmicas, em que as “idéias” são enfocadas pelo seu conteúdo teórico tão-somente, fora dos esquemas políticos que as geraram. Assim, por exemplo, homens fiéis a valores e princípios tradicionais – filosóficos ou religiosos – já produziram milhares de refutações cabais do “relativismo”, mas nem por isso lograram deter o avanço das propostas político-sociais que vêm protegidas sob salvaguardas relativistas. Quanto mais vitoriosos no campo acadêmico, mais perdedores se tornam na luta política.

É que acadêmicos e ativistas não falam a mesma linguagem. Os primeiros não compreendem a linguagem dos segundos, mas estes compreendem a daqueles perfeitamente bem e a usam como uma camisa-de-força para aprisioná-los no campo das idéias puras, para que não percebam que, no quadro de uma estratégia política, uma idéia qualquer pode ter um significado prático inverso ao do seu conteúdo teórico. Este serve apenas como o pano vermelho com que o toureiro desvia a investida do touro.

As idéias dos ativistas quase nunca significam o que dizem. Por baixo do seu conteúdo ostensivo escondem um objetivo estratégico que, no plano histórico, virá a constituir o seu único conteúdo efetivo quando o jogo dialético das idéias e das ações tiver atingido seu resultado.

Assim, por exemplo, durante anos o relativismo serviu de navio quebra-gelo para demolir as resistências a propostas que, por sua vez, nada tinham de relativistas, que eram, ao contrário, as mais absolutistas e intransigentes que se pode imaginar.

Note-se que é impossível discutir o relativismo em teoria sem subscrevê-lo ao menos em parte e implicitamente: toda idéia que é aceita como objeto de refutação lógica adquire, ipso facto, o estatuto de doutrina intelectualmente respeitável, digna de atenção acadêmica. Bombardear o mundo acadêmico com um constante assalto relativista aos princípios e valores pode não persuadir ninguém a endossar o relativismo doutrinal, mas habitua todo mundo a praticar, com relação a ele, aquela quota de relativismo imprescindível a qualquer discussão. Com alguns anos desse tratamento, o mais dogmático dos tradicionalistas está amestrado para entrar no debate com menos disposição de vencê-lo que de provar que é “tolerante” e “aberto” – um compromisso do qual seu oponente está automaticamente dispensado.

Em vez de discutir o relativismo, é preciso exigir do relativista as provas de que adere a essa doutrina com sinceridade, de que concede aos dois lados o atenuante relativista em vez de usá-lo somente como arma provisória para diluir as resistências do adversário e em seguida impor a ele alguma exigência absolutista e intolerante, imunizada a priori contra qualquer cobrança relativista.

Qualquer um pode perceber que gayzistas, feministas, abortistas e tutti quanti nunca teriam espaço na sociedade se este não tivesse sido aberto antecipadamente pela invasão relativista, mas que, na mesma medida, entram em campo livres de qualquer obrigação relativista e armados do mais rígido absolutismo. Você conhece algum gayzista, feminista ou abortista disposto a concordar que as exigências do seu grupo têm um valor apenas relativo, que as crenças de seus adversários têm uma parcela de razão e devem ser tão respeitadas quanto as dele? Já viu algum deles reconhecer ao menos em tese o direito de combater suas propostas sem medo de represálias? No entanto, nenhum deles teria tido sequer a chance de ser ouvido com atenção e respeito se a vanguarda relativista não tivesse antes minado a intransigência dos seus adversários. Servem-se do relativismo como de uma gazua: quando a porta está arrombada, mudam instantaneamente de conversa e tratam de condenar como crime qualquer tentativa de relativizar a autoridade das suas exigências.

Para dizer a verdade, raramente ou nunca se vê um relativista genuíno, sincero, que continue relativista quando isto já não convém à sua política, ou que conceda ao adversário as mesmas salvaguardas relativistas sob as quais se abriga. Praticamente todo relativismo em circulação hoje em dia é falso, é pura armadilha.

É estúpido perder tempo discutindo o conteúdo abstrato de uma teoria na qual seu porta-voz mesmo não acredita, de uma teoria que ele simplesmente emprega como ferramenta provisória para abrir caminho para um projeto político inteiramente diverso e até oposto. Se uma teoria é apenas camuflagem, é óbvio que ela não tem nenhum conteúdo em si mesma, que seu único sentido real é a proposta na qual pretende desembocar tão logo o adversário abra a guarda.

Nesses casos, a coisa inteligente a fazer é recusar peremptoriamente o debate nos termos em que o espertalhão o coloca e, em vez disso, desmascarar logo a proposta política subjacente, junto com o ardil que a prepara e camufla.

É claro que a passagem do rodeio relativista à exigência totalitária não é repentina, mas sempre gradual e, idealmente, insensível. Mas, quando o processo se completa, é tarde para denunciar retroativamente a desconversa relativista que o preparou.

Publicado no Diário do Comércio.

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quarta-feira, 27 de março de 2013

NACIONALIDADE DE MADURO, DITADOR DA VENEZUELA, PODE SER COLOMBIANA

Como agente cubano, Maduro ousa fazer o que nem Chávez se atreveu
Escrito por Graça Salgueiro e publicado no site www.midiasemmascara.org

Lembro uma coisa que Olavo de Carvalho sempre afirmou com relação ao PT mas que serve também para a Venezuela, pois todos pertencem ao Foro de São Paulo (FSP): é que estes, uma vez chegando ao poder, não iriam mais sair porque não são partidos políticos comuns como os demais, mais organizações, com metas, projetos e estratégias bem elaboradas não para “vencer eleições” mas para tomar o poder.

Faltando menos de um mês para as eleições presidenciais na Venezuela, o Notalatina volta ao tema já abordado nas duas edições anteriores porque cada vez com maior ousadia, Nicolás Maduro já não esconde sua filiação à ilha caribenha e aos ditadores Castro. Sua tática é usar o nome do falecido ditador Chávez 200 vezes por dia, chegando à absurda soma de 3.456 vezes em apenas 16 dias de campanha. Utilizando a técnica da Programação Neuro-Lingüística (PNL) que atinge as pessoas mais humildes e ignorantes que, beneficiadas pela quantidade de esmolas vindas do Governo viam em Chávez um benfeitor, um pai adorado, sem se dar conta de que em troca se tornavam seus escravos, Maduro vai inoculando no imaginário popular a idéia de que nada mudou e Chávez estará “em espírito” guiando a nação. E enquanto vão sofrendo uma brutal lavagem cerebral, Maduro vai pondo em prática os ensinamentos de agitação de massas que recebeu em Havana na década de 80.

A estrela dourada criada por Fidel Castro para usar no boné, agora reluz na lapela de Maduro, o seu "ungido" desde sempre

Maduro procura fundir Chávez e ele mesmo a Cuba. Nas fotos que ilustram esta edição de hoje pode-se vê-lo usando camisas estilo guayabera com um toque militar como Raúl e Fidel Castro, além da estrela dourada criada por Fidel para uso no boné e na lapela. Como se isto não fosse pouco, o Hino Nacional de Cuba foi tocado em cadeia de rádio e televisão como agradecimento à missão Bairro Adentro que, num convênio firmado entre Chávez e Fidel através da ALBA, mantém até o momento 32.000 médicos cubanos na Venezuela e 14.243 médicos venezuelanos formados em Cuba em 6 anos, em troca do petróleo. Sabe-se, entretanto, que tanto os médicos cubanos quanto os venezuelanos formados em Cuba, recebem mais da metade do curso em formação política na doutrinação marxista-leninista, que devem pôr em prática nas visitas domiciliares dos bairros de periferia pois a massas são os idiotas úteis que lhes garantem o poder. Vale a pena também conhecer o novo juramento desses novos médicos que, diferente do resto do mundo, não fazem o juramento de Hipócrates mas sim, juram por Chávez e pela manutenção da revolução:

“Compatriotas, doutores integrais comunitários, vocês juram diante da memória e do exemplo do Comandante Hugo Chávez... não dar descanso a seus braços e repouso às suas almas no cumprimento da tarefa sagrada de se dedicar por inteiro à luta pela saúde integral da comunidade, da saúde preventiva, com mística revolucionária e socialista para construir a pátria nova e grande? Se assim for, que Deus os abençoe e proteja. Hoje, em nome da República e da Constituição, os declaramos médicos da pátria de Bolívar. Vão pelos caminhos cumprir seu juramento, que é da alma pura, da verdade, da juventude que se formou em valores”. Quer dizer, esses “médicos” juram ser revolucionários comunistas, e não salvar vidas.

Como Fidel e Raúl Castro, Maduro agora usa uma guayabera com detalhes militares mas na cor marrom. Seria uma alusão ao uniforme caqui das SS hitleristas, já que ele faz uma saudação igual? Vejam em edições anteriores. (Foto no Palácio de Miraflores da Reuters)

Na edição passada o Notalatina publicou a primeira parte da entrevista concedida por “Hernando” ex-agente de inteligência do Departamento América, órgão pertencente ao Ministério de Interiores (MININT), onde ele fala sobre o passado de Maduro e por quê ele é o ungido da ditadura cubana. Nesta edição de hoje apresentamos as duas partes restantes. No vídeo 2, “Hernando” esclarece que quando Fidel Castro resolveu apoiar Chávez foi porque as coisas assim se apresentaram na Venezuela. Chávez já era presidente e a oportunidade não podia ser desperdiçada. Agora que Chávez já não existe mais, o caminho ficou livre para emplacar Maduro, o verdadeiro eleito e preparado pelos Castro. Uma revelação bombástica que ele faz nesse vídeo é que Maduro é a pessoa que tem mais aproximação com as FARC, o ELN e TODA e extrema-esquerda latino-americana porque os conheceu em Havana. Vejam abaixo:
No vídeo 3 ele conta que quando ainda o mundo não conhecia Maduro, em Cuba ele andava com oficiais da Inteligência porque a ditadura necessitava dele para treinamento no exterior. Diz ainda que dentro do chavismo, e inclusive nas Forças Armadas, todos sabiam que Maduro era inamovível e que seria o substituto nato de Chávez, daí que não foi surpresa sua nomeação e falsas as acusações de intrigas entre ele e Diosdado Cabello. Este vídeo é IMPORTANTÍSSIMO e INSISTO que assistam para saber como age a ditadura castrista no mundo, pois o que este ex-agente fala diz respeito a nós também, uma vez que o governo brasileiro tem laços estreitíssimos com Cuba, há agentes treinados dentro do nosso país, na embaixada, nas universidades, e espalhados por lugares do nosso território onde sequer imaginamos.
Nesse vídeo ele também deixa claro que a oposição NÃO VAI VENCER AS ELEIÇÕES, porque havia muita coisa a fazer para “depurar” mas, com o curto prazo de um mês e desconhecimento de como é o processo, a Mesa de Unidade Nacional (MUD) não tem a menor chance de vencer. E lembro uma coisa que Olavo de Carvalho sempre afirmou com relação ao PT mas que serve também para a Venezuela, pois todos pertencem ao Foro de São Paulo (FSP): é que estes, uma vez chegando ao poder, não iriam mais sair porque não são partidos políticos comuns como os demais, mais organizações, com metas, projetos e estratégias bem elaboradas não para “vencer eleições” mas para tomar o poder. E comunistas quando traçam suas metas não têm pressa. Há projetos que aguardam mais de 30 anos para mostrar seus resultados, como o próprio FSP, e agora com a chegada do agente cubano Nicolás Maduro na Venezuela. Eles são organizados e pacientes, uma lição que deveria nos servir para algo.

Agora, desde janeiro tem circulado uma notícia pelas redes sociais e que, como continua circulando, resolvi publicá-la apenas como registro pois não tenho nenhuma comprovação de sua veracidade. Diz-se que Maduro não é venezuelano e sim colombiano, e insistem para que a MUD intime o CNE a solicitar a certidão de nascimento original dele, que seja examinada por peritos e, em caso dele não apresentar (ou fazer como Obama), que se solicite os bons ofícios da Chancelaria Colombiana para investigar a informação. Fizemos na ocasião uma busca pelo Google e lá aparece sempre Caracas como seu local de nascimento, entretanto, leiam o que diz a nota que está circulando:

“Sabiam por que quando nomearam Maduro como presidente nunca mostraram onde nasceu, nem a seus pais? Por que? Porque resulta que Maduro não é venezuelano, é colombiano. Nascido em Cúcuta, Estado no Norte de Santander, no bairro Carora. Sua mãe colombiana ainda vive no mesmo bairro, sua casa está em muito mal estado e o senhor Maduro tem pena de falar de sua mãe. Seu pai morreu, era de Aruba. Estudou até o 6º grau, esteve em maus passos, desde muito pequeno trabalhou como cobrador de ônibus de fronteiras. Esteve preso na Colômbia e aos 18 anos fugiu sem documentos para Caracas. Conheceu Chávez na prisão que o nacionalizou, lhe deu o título de bacharel (equivalente ao 2º grau) e o colocou no metrô - onde desfalcou a caixa de poupança dos trabalhadores. Que tal?”.

Bem, creio que como isto está ganhando muita força e difusão, e citam até o bairro onde mora a suposta mãe de Maduro, a oposição tem a obrigação de investigar e cobrar do CNE que cumpra com o seu papel. Por hoje é só. Fiquem com Deus e até a próxima!

http://notalatina.blogspot.com.br/

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