terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

SUPERTEMPESTADE SOLAR AFETA O CLIMA. OS AMBIENTALISTAS ACHAM QUE O HOMEM INFLUENCIA NO CLIMA MAIS QUE O SOL E QUE O MAR. Ou, como escreve Aluízio Amorim:

ECOCHATOS, SE ACALMEM. É MAIS UM FENÔMENO NATURAL. AGRADEÇAM AOS AMERICANOS QUE PODEM ANTECIPÁ-LO.
Por Aluízio Amorim no blog www.aluizioamorim.blogspot.com

Sol visto por um telescópio de raios X. Supertempestade ocorre a cada 200 anos, segundo especialistas. Foto do site de O Globo
Leiam esta matéria que transcrevo após este prólogo (em preto). A princípio, é apenas uma reportagem referente a um fenômeno: tempestade solar. Os menos atentos não serão capazes de verificar que é que também uma matéria essencialmente política, pois é uma prova inelutável de que o ecochatismo não passa de um delírio que marca o renascimento do antropocentrismo no século XXI.

Antes que algum ecochato ofereça uma pauta que será, evidentemente, absorvida pela idiotia jornalística, tentando lançar a culpa dessa explosão solar sobre os ombros dos pobres mortais, informo com exclusividade - isto é um furo jornalístico, hehe... - que o evento solar é mais um fenômeno natural e que independe da ação dos seres humanos. Tanto é que ocorre pelo menos a cada 200 anos. A última supertempestade ocorreu em 1859!

Ainda bem que os americanos já possuem no espaço um engenho que antecipa em 30 minutos a fantástica explosão solar que terá efeitos funestos sobre diversos equipamentos eletro-eletrônicos e correlatos.

Os "sonháticos" da Marina Silva e demais gurus do catastrofismo ecológico que se acalmem. Nem eliminando todos os seres humanos da Terra se evitará que o Sol pare de se consumir em sucessivas explosões até que desapareça. Quando isso acontecer o "aquecimento global" também terá terminado e, com ele, a vida sobre a Terra. Assim sendo, melhor é exultar o calor que ainda emana o velho astro.


O mundo terá um aviso com antecedência de apenas 30 minutos quando a supertempestade solar mais forte desde 1859 atingir a Terra, revelam cientistas. Tempestades solares que mereçam esta classificação ocorrem a cada 200 anos. Como a última causou transtornos ao nosso planeta em 1859, os cientistas já se preparam para o evento, que poderia paralisar as redes de comunicações, incluindo GPS e telefones celulares.

A Academia Real de Engenharia da Grã-Bretanha disse que a explosão de radiação maciça é inevitável e que o governo deve criar um conselho de clima espacial. A entidade iria dirigir e supervisionar a estratégia do governo para lidar com a tempestade solar, a qual poderia provocar apagões, tirar de operação um em cada 10 satélites, além de interromper a navegação de aeronaves e outros meios de transporte. Embora eventos climáticos solares aconteçam em intervalos regular, a Terra não experimentou uma supertempestade desde o início da era espacial.

Na ocasião do último evento extremo, no século XIX, a Terra foi atingida por uma onda de partículas energéticas após uma grande explosão solar. A radiação causou faíscas em postes telegráficos e incêndios. Em todo o mundo, o céu noturno foi iluminado por efeitos semelhantes aos da aurora boral. Mas naquela época não havia satélites em órbita ou microchips sensíveis no caminho das partículas.

A supertempestade solar teria sido letal para os astronautas da Missão Apollo, caso tivesse ocorrido quando eles estavam na Lua.

Atualmente, um satélite já envelhecido, chamado Advanced Composition Explorer (ACE), fornece, com cerca de 15 minutos antecedência, um aviso de Ejeção de Massa Coronal - uma enorme nuvem de plasma de partículas carregadas, a mais perigosa durante uma tempestade solar.

Os cientistas estão preocupados com o que vai acontecer se o Ace falhar. A substituição de Ace, chamado Discover, deve ser lançado pela agência espacial americana, a Nasa, apenas no ano que vem. Do site do jornal O Globo

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