terça-feira, 22 de janeiro de 2013

SEPARANDO O JOIO DO TRIGO: BREVE GUIA PARA IDENTIFICAR A IDIOTIA POLITICAMENTE CORRETA DO SÉCULO XXI

Por Aluízio Amorim no blog www.aluizioamorim.blogspot.com
Quando em 1989 o comunismo veio abaixo na ex-URSS e na ex-Alemanha Oriental, os esquerdistas do mundo inteiro ficaram aparvalhados. Experimentaram uma espécie de orfandade, uma tremenda desilusão. Com quais argumentos sairiam por aí enchendo o saco com seus discursos mentirosos e laudatórios? De que forma conseguiriam promover a lavagem cerebral dos menos avisados? Como iriam justificar para os seus alunos nas escolas e universidades que o comunismo era a única alternativa viável econômica e socialmente, quando estátuas de Stalin e Karl Marx eram detonadas nas praças soviéticas?

E, depois, quando o famigerado Muro de Berlim veio abaixo os comunistas sofreram um golpe tremendo! Como podia aquela multidão trepada no muro festejando o fim do regime?,  indagavam. De imediato os comunistas trataram de interpretar o fenômeno. Livros às pencas foram editados tentando fazer uma leitura marxista desses acontecimentos. Esses escritos funcionaram naquele período pós-comunismo, como uma espécie de lenimento para alma esquerdista dilacerada pelos fatos. Fatos são evidências e comunista detesta evidência, mormente quando elas desfazem a teoria.

Hippies, idiotia da contracultura.

Pouco tempo depois os comunistas já haviam encontrado uma alternativa para promover o fanatismo, porque sem fanatismo os esquerdistas não conseguem fazer nada. Foi então que se incorporaram de saída no Partido Verde então em ascensão na Europa. Ao mesmo tempo o pensamento políticamente que aparecera - vejam só - nos anos 60 dos século passado com o movimento denominado "contracultural", expressado nas comunidades hippies, aqueles bandos de vadios consumidores de drogas que viviam da venda de artesanatos nas ruas das grandes cidades; nos festivais de rock, na apologia das drogas como o LSD, enfim, todo aquele clima de imundice que pregava "make love not war" - estruturava-se nos anos 90 para tornar-se dominante no século XXI.

Esse caldo cultural foi a redoma que acolheu os comunistas. Nada melhor para o exercício de sua suposta pregação libertária do que um bando de idiotas sem rumo. O movimento esquerdista teve ali o seu sopro de vida.

Dito isto, passo agora a fornecer os estereótipos daquilo que se poderia denominar de neo-esquerdismo, ou seja, do comunismo do século XXI. Aparentemente pode parecer que bandos de idiotas de vários matizes não têm nada a ver com a política que é o exercício para alcançar o poder ou mantê-lo. As aparência enganam, e enganam muito mais os incautos ou os distraídos por conveniência e oportunismo, ou mesmo por simples desinformação. Mas com a televisão e a internet fica difícil desconhecer essas coisas...

O ecochatismo leva as pessoas a tomar atitudes bizarras
OS AMBIENTALISTAS OU ECOCHATOS
Esse tipo é dado a fazer trilhas, cultuar a natureza, abraçar árvores, vive com uma garrafa de água mineral nas mãos, frequenta empórios naturebas, usa roupas próprias para aventuras é antitabagista militante, pragueja contra a Coca-Cola mas às vezes não resiste. Embora seja antitabagista enaltece as qualidades terapêuticas da maconha. Alguns inclusive gostam de puxar uma erva. Normalmente vão ao super-mercado munidos de "eco-bags", ou seja, sacolas ecológicas. Do ponto de vista político, não tem erro: no Brasil votam todos no PT e seus satélites como o PSOL, e são entusiastas da deusa da floresta Marina da Selva. A deusa dos seringais se transforma então numa modo alternativo dessa gente descolada fazer de conta que não é louca pelo Lula e seus mensaleiros.

No plano internacional são todos obamistas. Acreditam piamente na farsa do aquecimento global e são contra a construção de usinas de energia elétrica, porém dão chiliques como qualquer pessoa dá no momento em que falta energia elétrica. Não abrem mão do ar-condicionado. Normalmente são vistos vestindo agasalhos no inverno e umas roupas estranhas no verão, incluindo um chapéu do tipo Indiana Jones. Costumam viajar de avião para visitar o habitat dos bugres no Peru e na Bolívia.

Bike no trânsito: ato insano.

OS CICLISTAS
Próximos aos ecochatos estão os ciclistas. Não menos agressivos e idiotas que os ecochatos, os ciclistas na verdade são um derivativo do ambientalismo. Usam aquele indefectível capacete criado para a prática do esporte ciclístico, mas que foi agora incorporado como uma indumentária do dia-a-dia. São contra os automóveis e todo tipo de transporte terrestre. Quando são contrariados ficam todos pelados. Homens e mulheres. Irados nem levam em conta que montados sem roupas em suas bikes resultarão com assaduras. No dia seguinte a esses protestos é possível ver homens e mulheres andando de pernas abertas. O ciclista militante é como todo militante esquerdista: um fanático. E gostam de passeata.

Brigada ciclística do ditador fascista Benito Mussolini
Principalmente se houver um cadáver de um ciclista estirado numa rua de uma cidade vitima de uma colisão. Aí mesmo é que eles montam em suas bikes em bandos que decidem parar o trânsito de veículos infernizando a vida daqueles que trabalham. O exercício de seu fanatismo cria cenas surrealistas. É possível encontrar ciclistas em ruas de trânsito intenso. É, aliás, o local de preferência dessa nova horda de fanáticos. Mas se um ciclista se acidenta, exigem a presença imediata de ambulância. Por óbvias razões não levam o acidentado de bike ao pronto-socorro e gritam rápido! Rápido! Do ponto de vista político são iguais aos ecochatos. Votam no Lula, no Zé Dirceu e no Haddad que prometeu transformar a avenida paulista numa imensa ciclovia, proibindo o trânsito de veículos. São agressivos e pedalam suas bikes de cara feia lançando aquele olhar de reprovação àqueles que são normais, ou seja, usam o automóvel nos centros urbanos.

OS MILITANTES
Atribui-se ao falecido humorista Millor Fernandes a seguinte afirmação: O PT não é um partido político, mas uma etnia. Independente de que seja do grande humorista a célebre frase, o certo é que expressa um conceito perfeito. O militante petista se identifica de longe, por mais que ele tente esconder essa condição. Costuma ser meio arredio quando está sozinho. Usa, invariavelmente, uma bolsa a tira-colo, onde normalmente carrega seus badulaques pessoais e panfletos esquerdistas, libretos do PT, livros ensebados de Marx, Lenin e Gramsci. Muitos andam com aspecto de sujeira. Já os filhotes dos mensaleiros pretendem seguir a moda. Usam gel nos cabelos e aqueles sapatos de bicos enormes. Alguns andam engravatados mas carregando uma mochila nas costas. A barba grande é muito usada pelos militantes petistas. Já as militantes também costumam usar roupas descoladas. As mais chiques usam uns terninhos executivos, enquanto aquelas militantes mais aguerridas, normalmente vestem calça jeans e camisetas, muitas vezes do MST ou com o retrato de Che Guerava. Esses militantes estão sempre prontos para o ataque.

Com discurso decorado eles investem imediatamente contra o interlocutor que ouse se contrapor à bandalha comunista. Entretanto, fora de seu habitat, as assembléias do PT, CUT, MST, ficam meio quietos. Portanto parece às vezes que eles não existem. Mas se as pessoas prestarem bem atenção eles estão em todos os lugares. Afinal, o PT tem, segundo afirma o Ibops, 99% de apoio da população brasileira. Principalmente da "nova classe média". Se você ouvir ao seu lado em qualquer lugar alguém defendendo o tiranete Hugo Chávez, o índio cocaleiro da Bolívia, o tupamaro maconheiro do Uruguai e bruxa argentina do Botox, esteja certo, você está perto de um militante petralha.
OS POLÍTICOS
Esse é o tipo mais difícil de identificar. Normalmente não andam pelas ruas, shoppings. Concentram-se em Brasília no Congresso, no Palácio do Planalto, Ministério e nas diversas repartições e empresas públicas, como Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e órgãos públicos e assemelhados. Fazem parte da tropa de ocupacão ou aparelhamento. Normalmente andam engravatados, carregando maletas, mas também gostam de usar mochilas e sacolas a tira-colo. Também são encontrados nos aeroportos, pois vivem viajando o tempo todo, já que normalmente recebem polpudas diárias. Boa parte usa aquela barba grande indefectível ou um cavanhaque.

Os globalistas: fenômeno do século XXI.

OS GLOBALISTAS
Todo político, intelectual, empresário, jornalista, enfim, qualquer profissão em qualquer parte do planeta quando abordar questões políticas ou for de algum jeito condescendente com o ambientalismo, com os fanáticos ciclistas, com Obama e achar que o Lula é o cara, que o comunismo não existe mais, que Chávez mesmo moribundo estaria fazendo um bom governo, estaremos diante de um comunista do século XXI.

Não se engane. Se um desses tipos de alguma forma influentes e importantes no contexto social e econômico tratarem como natural regimes do tipo bolivariano, você está diante de um comunista do século XXI. Podem ser até mesmo políticos que estejam em partidos supostamente de oposição. Se não emitirem qualquer tipo de censura a esse turbilhão de idiotice e sacanagem que domina o mundo, é comunista do século XXI.

OS SUPOSTAMENTE SEM OPINIÃO
Há finalmente um outro tipo de comunista do século XXI que denota personalidade aparentemente apática. Jamais fala em política. Jamais protesta contra as iniquidades. Se fizer gracinha ou piada sobre um assunto sério de política que denuncia a vagabundagem imperante, estaremos diante de um mentiroso, um oportunista vagabundo e louco para se agarrar numa teta estatal. Esse tipo é normalmente um idiota metido a esperto.

EPÍLOGO
O que declinei acima é apenas um guia ligeiro para identificar essas personalidades digamos assim, "diferenciadas". Se você considerou de utilidade aproveite e compartilhe nas redes sociais ou envie aos seus amigos por e-mail. Abaixo deste post estão as ferramentas de compartilhamento.

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