sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

INDÚSTRIA ABORTISTA EXPLORA SENTIMENTOS NORMAIS DA MULHER QUE SE SENTE EM DÚVIDA SOBRE O MOMENTO CERTO DE SER MÃE. Ou:

Aborto forçado pela exploração dos sentimentos normais
Escrito por ABORTION IS THE UNCHOICE e publicado no site www.midiasemmascara.org

Como a indústria abortista se aproveita da frequente confusão de sentimentos sobre a gravidez para vender o aborto

Uma postagem de Christina Dunigan no blog Real Choice examina como a indústria abortista se aproveita de mulheres e de suas famílias utilizando os normais sentimentos ambíguos que muitas mulheres experimentam ao saber que estão grávidas para vender abortos:
  • Para muitas mulheres, aceitar (ou chegar a um acordo sobre) a gravidez geralmente envolve uma mistura de sentimentos positivos e negativos acerca do acolhimento de uma nova pessoa em suas vidas. Algumas mulheres questionam a sua disponibilidade para iniciar uma família (haverá um momento certo?). Outras podem se concentrar em suas próprias questões pessoais e/ou em seus valores familiares, à medida que lutam com o quadro inteiro de estar grávida.
  • ...eventos de mudança de vida (tais como a gravidez) frequentemente envolvem imensas experiências emocionais e de libertação (positivas e negativas) e é muito normal se sentir diferente em vários momentos, enquanto você atravessa esse período de adaptação.
  • Assim, vemos que simplesmente aceitar o fato de estar grávida é algo pelo que muitas mulheres grávidas passam. Mas, os escritos pró-escolha e o “aconselhamento” em instalações abortistas, conforme relatado por mulheres, tratam isso como uma maneira de alavancar as vendas de aborto. Utilizam afirmações como “será como se nunca tivesse acontecido” e outras garantias de que um aborto fará com que toda a situação de gravidez simplesmente desapareça.
  • Sentimentos negativos também são tratados como evidências de que a mulher continuará a rejeitar a gravidez e, por fim, rejeitará o bebê. Usam afirmações como “isso irá permitir a você ter um bebê quando estiver pronta”.
  • Afirmações como essas são enganosas e prejudiciais por três motivos:
  • 1. Tomam algo normal – necessidade de tempo para se adaptar à ideia de estar grávida, iniciais sentimentos negativos – e o tratam como uma razão para abortar. Esta fase normal da gravidez é tratada como evidência de que a mulher “não está preparada” para ser mãe.
  • 2. A pressão para o “aborto precoce” produz um estímulo para lançar-se ao aborto imediatamente, antes que a mulher tenha tido o tempo adequado para processar a notícia. Isso se assemelha a ajudar uma pessoa que acaba de sofrer uma lesão incapacitante a cometer suicídio durante a fase de choque inicial.
  • 3. Os iniciais e normais sentimentos negativos sobre a gravidez são tratados como se fossem sinais de incapacidade permanente para ser feliz com o nascimento iminente de uma criança.

De fato, a situação que Dunigan descreve é muitas vezes agravada quando entes queridos da mulher ou da garota também têm sentimentos mistos ou negativos sobre a gravidez e reagem de um modo desfavorável ou, até mesmo, pressionam ou insistem para que se realize o aborto. Conselheiros do centro de gravidez podem atestar o fato de que, dando-se tempo pra se ajustar à notícia e resolver as suas emoções, pais ou parceiros desfavoráveis ou de mentalidade abortista podem realmente mudar de opinião e apoiar o desejo da mulher de continuar a gravidez.

Infelizmente, isso não é o que acontece na maioria das instalações abortistas. Uma pesquisa com mulheres americanas e russas que fizeram abortos revelou que 64% das americanas entrevistadas relataram se sentir pressionadas por outros a abortar e que mais da metade sentiu insegurança ou que precisava de mais tempo para tomar uma decisão. Apesar desses sentimentos ambivalentes, 79% relataram não ter recebido qualquer tipo de aconselhamento sobre outras opções e 84% disseram não ter recebido orientação adequada (67% informaram não ter recebido aconselhamento antes do aborto).

Após o aborto, entre o mesmo grupo de mulheres americanas, foi relatado que:
  • 65% experimentaram sintomas múltiplos de trauma, que elas atribuíram a seus abortos,
  • 37% experimentaram pensamentos suicidas e
  • 55% sentiram algo como “parte de mim morreu” com o aborto.
É por isso que, se aproveitar das emoções de mulheres, garotas e famílias vulneráveis a fim de vender um aborto, como diz Dunigan, é “uma prática indesculpável e cruel”. As mulheres e seus entes queridos merecem melhor apoio e alternativas viáveis, não aborto.

Fonte: Abortion is the Unchoice

Tradução: José Junio Souza da Costa

Tags: aborto | esquerdismo | Estados Unidos, pesquisa sobre aborto, mulheres americanas, mulheres russas, Christina Dunigan

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