sexta-feira, 27 de julho de 2012

VISITA AO MAIOR CAJUEIRO DO MUNDO EM NATAL/RN

No dia 25/07/2012, visitei o maior cajueiro do mundo. Estando no tamanho normal, a árvore ocupa área horizontal de 20 a 60m2. No entanto, no ano de 2012, o maior cajueiro do mundo, localizado em Parnamirim, município da região metropolitana de Natal, capital do Rio Grande do Norte, ocupava 8.500m2 e continuava expandindo-se a ponto de começar a invadir a rodovia Rota do Sol que passa ao lado.

O cajueiro não pode ser podado por lei municipal, mas isso é um problema sério, haja vista que as margens do cajueiro estão ocupadas por ruas e rodovia. No entanto, os galhos do cajueiro não respeitam nada ao redor. Vai crescendo e invadindo a rodovia e aos terrenos limítrofes. Já se fala em construir passarelas sobre a rodovia que deem passagem aos galhos da árvore monstra.

O maior cajueiro do mundo produz de 70 a 80 mil cajus por ano, o que equivale a duas toneladas e meia. A colheita dá-se nos meses de novembro, dezembro e janeiro. Os visitantes dos outros meses não veem os frutos, mas ninguém se importa por que a visita é só pela curiosidade.

O cajueiro teria sido plantado em 1888 por um pescador chamado Luís Inácio de Oliveira que morreu aos 93 anos, sob as sombras do cajueiro (Fonte Wikipedia)

Dizem que o crescimento da árvore é explicado pela conjunção de duas anomalias genéticas. Primeiro, em vez de crescer para cima, os galhos da árvore crescem para os lados; com o tempo, por causa do próprio peso, os galhos tendem a se curvar para baixo, até alcançar o solo. Observa-se, então, a segunda anomalia: ao tocar o solo, os galhos começam a criar raízes, e daí passam a crescer novamente, como se fossem troncos de uma outra árvore. A repetição desse processo causa a impressão de que existem vários cajueiros, mas na realidade trata-se de dois cajueiros. O maior, que sofre da mencionada anomalia, cobre aproximadamente 95% da área do parque; existe também um outro cajueiro, plantado alguns poucos anos antes, que não sofre da anomalia.

O tronco principal divide-se em cinco galhos; quatro desses galhos sofreram a alteração genética, e criaram raízes e troncos que deram origem ao gigantismo da árvore. Apenas um dos galhos teve comportamento normal, e parou de crescer após alcançar o solo; os habitantes do local apelidaram esse galho de "Salário Mínimo". As raízes do cajueiro podem chegar a 10m de profundidade.

Em 1955, a histórica revista O Cruzeiro batizou o cajueiro de "O Polvo" e definiu o fenômeno como uma "sinfonia inacabada" de "galhos lançados em progressão geométrica". À época, a planta tinha 2.000 m² de área. Em 1994, o cajueiro entrou para o Guiness Book. (Fonte Wikipedia)

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