terça-feira, 15 de maio de 2012

O LEGADO DE CHÁVEZ: UM PAÍS DIVIDIDO E ESTRAÇALHADO PELA LOUCURA COMUNISTA!

Por Aluizio Amorim no blog www.aluizioamorim.blogspot.com

A revista colombiana Dinero realizou uma ampla reportagem intitulada Venezuela sem Chávez, face à iminente possibilidade que um desenlance fatal em razão do câncer apague para sempre o caudilho. Transcrevo como segue dois primeiros parágrafos em tradução livre do espanhol e os dois últimos. A reportagem desta revista especializada em economia mostra o resultado perverso da aventura comuno-bolivariana. A Venezuela está estraçalhada pela idiotia comunista de Hugo Chávez. Ao final há link para leitura completa em espanhol. Vale a pena ler:

A alocução televisada de Hugo Chávez no dia 30 de abril passado, fugiu do usual. Apenas capaz de reprimir as lágrimas, com o semblante abatido e voz trêmula, Chávez falou de seu desejo de voltar a "estar percorrendo as ruas da querida pátria", e se despediu após um discurso de apenas 40 minutos. Depois de ver seu presidente em cadeia semanal de televisão falando por horas em todos os canais - durante os últimos 13 anos -, os venezuelanos estão pasmados. Os piores rumores sobre um desenlace fatal da enfermidade de Cháves pareciam fazer-se realidade.

E rumores é o que há em Caracas. Um visitante pode percorrer as ruas, tomar táxis, visitar escritórios e comer em restaurantes sem ter que trocar o tema. A evolução da saúde de Chávez e seus efeitos sobre a política e a economia do país são o foco obsessivo de todas as conversas. Motoristas de taxis, senhoras da sociedade, altos executivos, todos falam como experts sobre os detalhes da saúde do caudilho, a inoperância de seus tratamento em Cuba e as dificuldades de sua convalescência.

Frota de ônibus em Caracas reflete ausência de investimentos

Caracas reflete hoje como a fotografia de uma cidade congelada nos anos 90, quando seus edifícios e seas vias eram um referente obrigatório. Hoje, com 5 milhões de habitantes, deixou de ser essa vibrante capital. Ônibus velhos e caindo aos pedaços, com uma idade média de 16 anos, dominam as ruas. O transporte público não consegue oferecer mobilidade a 1,5 milhão de pessoas que demandam seus serviços.
Ainda que em 20 anos a densidade de veículos por 1.000 habitantes passou de 161 para 267 - um dos mais altos da América Latina -, faz quase uma década que não são construídas novas ruas e estradas. O atraso em infra-estrutura é evidente e a mudança resulta urgente.
Por isso, o sucessor de Hugo Chávez não terá um só dia fácil no cargo. Receberá uma Venezuela dividida politicamente, frágil no plano econômico e envenenada pela luta de classes. São muitas as decisões difíceis que terá que tomar. No melhor dos cenários, onde a morte de Cháves seria seguida por um presidente eleito pela maioria e disposto a reativar o setor privado, uma etapa de duro ajuste espera a Venezuela.Em outro extremo, onde uma luta pela sucessão poderia derivar numa tomada violenta do poder, seria muito mais difícil a busca de soluções para os múltiplos bloqueios que afetam a economia venezuelana. Do site da revista DINERO - Clique AQUI para ler a reportagem completa EN ESPAÑOL.

Nenhum comentário: