quinta-feira, 17 de maio de 2012

NATUREZA DESMENTE MITO DA DESERTIFICAÇÃO DA AMAZÔNIA E CARÊNCIA DE ÁGUA DOCE. AMBIENTALISTAS SE OMITEM

Natureza desmente mito da desertificação da Amazônia e carência de água doce. Verdes se omitem
Publicado por Luis Dafaur no site Verde: a cor nova do comunismo

O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) diz que o rio Negro pode chegar a 30,13 metros, superando em 39 centímetros a maior enchente registrada, em Manaus, em 2009

Hoje a enchente do Rio Negro atingiu o máximo recorde histórico desde que existem medições, informa aimprensa nacional.

O rio Negro, em Manaus (AM), atingiu na manhã da quarta-feira 16 de abril a marca de 29,78m, batendo o recorde da cheia história de 2009, quando foi registrado 29,77m. Trata-se de recordes sucessivos.

A Marinha e as autoridades públicas estão fazendo quanto podem para mitigar os danos causados por este imenso fenômeno natural, especialmente auxiliando a população local mais atingida.

Aguardamos notícias dos habituais alarmistas que anunciam a desertificação da Amazônia e a diminuição irreversível da água doce no planeta.

Líderes alarmistas como Al Gore e suas ONGs, de campanhas como a da Fraternidade da CNBB, poderiam praticar louváveis gestos humanitários em favor dos flagelados pelo excesso de água doce na proporção da atual calamidade.

Entretanto, o jet-set midiático-político-eclesiástico verde internacional tão aberto aos problemas do planeta não parece ter ligado para o acontecimento nem para as vítimas.

Mistérios da "religião" verde...

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