terça-feira, 10 de abril de 2012

A ESQUERDA É AMORAL OU TEM MORAL TOTALITÁRIA.

Demóstenes e Felipe Garcez: dois casos recentes que mostram o extremo oposto moral entre direita e esquerda
Escrito por Luciano Ayan e publicado no blog Cavaleiro do Templo

Se alguém questiona o motivo pelo qual a religião política é a MAIS PERIGOSA de todas as religiões da face da terra, várias respostas podem surgir:
Eles fazem apologia e tolerância ao crime, aumentando a impunidade de marginais
Eles apóiam regimes totalitários, e vivem dia e noite lutando para que o nosso país se torne assim também
Eles vivem apoiando a quebra da lei, fingindo que “os movimentos sociais” estão acima da lei
Passam o tempo todo apoiando projetos de mudança apoiados em neuroses, e não na realidade

De fato, a listagem de motivos é muito extensa.

Mas o principal motivo para julgarmos a religião política como a MAIS PERIGOSA (embora os anteriores já sejam suficientes para demonstrar a sua periculosidade) é o fato de que todo esquerdista, envolvido em sua neurose utópica, considera-se puro. Para ele, o problema está nos outros (grupos gregários, ou grupos ideológicos, o que dá no mesmo), jamais nele.

É a partir desse momento que o esquerdista perde TODO O REFERENCIAL de auto-censura. E, por isso, a partir daí todos os seus atos estão a priori justificados.

Dois exemplos recentes comprovam perfeitamente essa tese.

O senador Demóstenes foi banido do DEM após ter sido denunciado por ligação com o contraventor Cachoeira. Embora eu tenha visto um ou outro direitista apoiando-o no início das denúncias, quando elas se tornaram um fato incontestável, a grande maioria dos conservadores mostrou profunda decepção com Demóstenes. Não raro se viam expressões como “que pena, lá se foi um conservador, este não nos representa mais”.

Entretanto, quando o mesmo ocorre com um político de esquerda, a totalidade dos esquerdistas desse grupo tenta esconder os fatos, como no exemplo do Mensalão e a turma de José Dirceu. Vá em qualquer fórum marxista e note a ausência absoluta de críticas ao comportamento de líderes da esquerda QUANDO estes são pegos em atos de corrupção. Aliás, no caso de terroristas, como no exemplo de Cesare Battisti, tivemos até apoio irrestrito a um assassino.

Quando alguém da direita se envolve em corrupção, os próprios conservadores o atacam. Quando alguém da esquerda faz o mesmo, os esquerdistas começam a negar o fato e atacar os outros. No caso de esquerdistas de perfil marxista, por exemplo, basta citar algum caso de corrupção da turma deles e gritarão “Olha a Privataria Tucana! Fala da Privataria Tucana aí!”. (Aliás, se algum esquerdista me diz isso, eu lhe digo de volta “Grandes [sic] merda, pois os tucanos são esquerdistas também, eu não os apoio”)

Outra evidência desta tese foi a cusparada do comunista Felipe Garcez em um militar octogenário em um evento em homenagem ao golpe de estado militar de 1964.

Como a tese prevê, todos os esquerdistas de perfil marxista apoiaram em uníssono a ação de Felipe Garcez. Alguém poderia dizer: “Mas não é uma extrema covardia um jovem de 25 anos cuspir na cara de um idoso octogenário?”. O marxista responderia que “ele é um oponente à sua causa”. E aí, como sempre, tudo fica a priori justificado.

É por isso que quando um regime comunista assume o poder de forma totalitária, a matança segue em quantidades absurdas. Mas não existem os padrões morais tradicionais contra o assassinato? Ou mesmo a empatia presente em todas as espécies animais? Estes seriam elementos que reduziriam a vontade humana de trucidar seus oponentes indefesos, certo? Errado, pois quando um grupo assume que todos os seus atos estão justificados a priori, não há problemas em matar alguém. Logo, os genocídios da Rússia, China, Alemanha Nazista e Camdodja não são uma aberração do esquerdismo, mas a consequência lógica da aplicação do esquerdismo com sucesso. (E sucesso pleno, para o esquerdista, é quando o poder ocorre de forma totalitária)

Em resumo, o principal motivo para lutarmos contra a religião política (esquerda) é que ela gera uma consequência inevitável em seus adeptos: a justificação apriorística de todos atos cometidos pelo seu grupo contra os “opositores da causa”.

Postado por Canal Verdades: vídeos do Cavaleiro do Templo

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