domingo, 4 de março de 2012

O CAPITALISMO É DIVINO E O SOCIALISMO É MALDITO

No capitalismo, não há estado igualando pessoas desiguais, mas garantindo liberdade. Tudo que é produzido é seu e de Deus. No socialismo, há estado igualando pessoas e impondo a ditadura. Tudo que é produzido não é seu, mas é do estado. O capitalismo enriquece todos e distribui renda. O socialismo empobrece todos e concentra renda nos filhotes da ditadura. Isso é fato e é muito ruim.

Segundo Adam Smith, que descreveu a sociedade organizada pelo homem capitalista, o valor da mercadoria seria determinado pela lei da oferta e da procura. Veja aqui como o preço se estabelece. O custo não importaria porque não existe trabalho no valor do diamante, mas existe trabalho no fornecimento de um litro de água que não tem valor.

No estado descrito por Smith, o empresário inovador todo dia inventa um novo produto ou fabrica o mesmo produto com menor custo. Faz tudo isso porque tem liberdade de trabalhar para quem quiser na hora que quiser. Ou seja, a riqueza floresce com a liberdade econômica e o direito de propriedade.

No capitalismo, não há estado igualando pessoas desiguais, mas há um estado garantindo liberdade. Também não existe ditadura obrigando àquele que trabalha a dar tudo que produz para o estado ou para quem não trabalha. Ou seja, tudo que é produzido é seu.

A propriedade dos meios de produção estimula o trabalho porque você pode trocar o produto do seu trabalho com outro produto que deseja. Tudo isso aumenta a produção capitalista e distribui maiores quantidades de riquezas à sociedade.

No estado capitalista quem estabelece o preço é a concorrência de mercado. A concorrência obriga a que o preço seja igual apenas à soma dos custos diretos do trabalho e dos materiais. Não há necessidade de se colocar outros custos, pois tudo seria resumido ao custo do trabalho e de novos materiais agregado à mercadoria.

No estado capitalista há perseguição do lucro, mas o mesmo é eliminado pela concorrência. A grande vantagem é que não se precisa remunerar o estado castrador de individualidades e de talentos. A sociedade capitalista é produtiva, inovadora, redutora de custos, de preços e produtora de riquezas cada vez maiores que beneficiam a todos.

Outra diferença é que no estado capitalista é possível colocar valor nos materiais extraídos da natureza. Quanto maior o preço do material, menor o consumo e assim a natureza pode ser mais protegida pela imposição de um imposto sobre a extração dos materiais da natureza. No estado socialista não há propriedade da terra e, por isso, não é possível o imposto ambiental.

Quase não há diferença entre o preço do estado capitalista e preço do estado socialista. Veja aqui como o preço se estabelece no estado socialista. Uma diferença é que no estado capitalista todos trabalham muito, mas são felizes porque todo produto é de quem trabalha. No estado socialista, não há vontade de trabalhar porque o produto do trabalho é do estado.

Segundo Marx, que propôs um estado socialista antes do comunista, o valor da mercadoria seria determinado exclusivamente pelo custo direto do trabalho nela inserido. Todos os demais custos seriam custos do governo produtor, os quais não teriam sentido em entrar no custo da mercadoria. O lucro, o prejuízo e todos os valores que excedessem ao custo direto do trabalho seriam apropriados ou assumidos pelo estado.

Porém, o governo socialista monopolista da produção passou a ser improdutivo e ineficiente. Faltava-lhe a iniciativa do empresário inovador. Parece que não seria um estado injusto, pois não havia a exploração do trabalhador pelo capitalista, mas a realidade mostra que é o inverso disto.

No estado socialista não havia mercado estabelecendo preços. O preço era determinado pela soma dos custos diretos do trabalho. Não havia necessidade de se colocar outros custos, pois tudo era resumido ao custo do trabalho agregado à mercadoria. Não existia lucro, pois o único empresário era o governo socialista que deveria redistribuir a produção, mas não distribui porque a produção é pequena e o ditador é um ganancioso que quer tudo para ele. Parece o ...

Os custos ambientais também ficariam fora do preço porque nenhum material extraído da natureza teria valor, haja vista que toda matéria do planeta seria do estado. Ou seja, tudo seria só dele ou do monstro estatal.

Esse sistema socialista inventado como o oposto do comportamento capitalista faliu, mas o governo interventor na economia, gastador e favorecedor de empresários ineficientes ainda existe. É o caso do pagamento de preço de monopólio (preço com BDI), costume ilegal nas licitações públicas brasileiras. Ou seja, o estado petista atual usa a liberdade capitalista para impor ao cidadão o socialismo.

O capitalismo libera, progride e enriquece, mas o socialismo prende, regride e empobrece. Um é a descrição do homem criado por Deus e o outro é ação do maligno querendo destruir a criação divina. Ou seja, o capitalismo é divino e o socialismo é maldito

Tags: Deus e capitalismo, Deus e socialismo, comunismo e religião, socialismo e religião, marxismo e Deus

Um comentário:

Valto disse...

TEXTO MAIS BEM CORRIGIDO: Seria bom que o autor do presente artigo, pensasse bem, antes de encher o peito para falar em nome de Deus e para divinizar o Capitalismo.
Se o autor não fosse tão precipitado, veria que a história prova que Adam Smith pecou em muitos aspectos nas suas teorias sobre o "individualismo fraternal". A liberdade por si só não garante dignidade. De que adianta ser livre quando não se tem o que comer? Os negros que o digam: na abolição da escravatura, o que parecia à primeira vista uma conquista revelou-se, na verdade, uma “maldição”, pois não se tinha para onde ir, nem posses para sobreviver. Passaram a conviver com um novo tipo de escravidão, contra a qual é mais difícil de lutar. Se alguém mais forte não estiver do lado dos mais fracos, como estes irão sobreviver na selva do individualismo? Será que alguém que só consegue olhar para o seu próprio umbigo, conseguirá enxergar quem a priori não lhe trará nenhum benefício, só problemas.
Talvez a saída para os mais fracos seria “usar da liberdade que possuem” e roubar para conseguir sobreviver por conta própria.
Não sei se o autor fala de Deus porque acredita realmente em Deus, mas supondo que ele seja cristão e tenha a Bíblia como um livre em que deposita sua fé, seria bom que ele gastasse uns minutinhos para ler o Capítulo 2, versículos de 42 a 47, do Livro dos Atos dos Apóstolos. Se preferir basta clicar no link a seguir: http://www.bibliaonline.com.br/acf/atos/2
Quem sabe depois disso, ele não saiu por aí categoricamente afirmando qual regime é de Deus, qual é do Diabo.