sábado, 31 de março de 2012

A WWF FEZ ACORDO COM A TIM E NOS MANDA MENSAGENS PARA APAGARMOS LUZES DE NOSSAS CASAS. NÃO FAÇAM ISSO!! AQUECIMENTO GLOBAL É MENTIRA. O DIA MAIS FRIO DE MARÇO DOS ÚLTIMOS 56 ANOS JÁ OCORREU NO SUL DO BRASIL

Diga não à WWF. O aquecimento global é mentira. Não há nenhuma evidência de aquecimento global. Neste mês de março/2012, já ocorreu o dia mais frio em 56 anos, conforme notícia do Jornal Nacional (Globo). É muita cara de pau dizer que vivemos um aquecimento global. Porém, os ambientalistas têm coragem de gastar milhões de dólares com a TIM para nos mandar mensagens sugerindo apagar luzes de nossas casas.

Os ambientalistas querem florestas aqui no Brasil e fazendas lá nos Estados Unidos (vejam aqui) ou Europa. Brasileiros: não caiam nessa mentira dos ambientalistas financiados por ONGs internacionais. A WWF comprou nossos endereços da TIM para mandar mensagens para apagar luzes. Não façam isso. Não colaborem com a mentira.

Esses ambientalistas tiveram coragem de dizer que a tragédia ocorrida no Rio de Janeiro em 20111 (Petrópolis, Nova Friburgo) foi causada pelo desmatamento. Outra grande mentira. O que desceu serra abaixo foi mata virgem que se havia formado sobre camada de terra de até 4m sobre rocha. As fotos provam isso. Vejam as fotos a seguir. Onde havia desmatamento não houve deslizamento de terra.

O desmatamento não foi o responsável pelos deslizamentos que ocorreram no Rio de Janeiro. Também não foi o desmatamento o responsável pela tragédia de Santa Catarina. São ciclos da natureza. Atualmente, é mais possível um ciclo de esfriamento do planeta. Não caiam nessa conversa mentirosa da WWF. Eles não têm nenhum dado provando o aquecimento global.

MAIOR FRIO DOS ÚLTIMOS 47 ANOS EM SC. VEJAM AS FOTOS DE CACHOEIRAS E MORROS CONGELADOS! 
Artigo publicado por Aluizio Amorim no blog www.aluizioamorim.blogspot.com em 08/07/2011.





























TRAGÉDIA DO RIO: FOTOS DE SATÉLITE MOSTRAM QUE COBERTURA VEGETAL NÃO IMPEDE DESLIZAMENTOS. Artigo publicado no site www.aluizioamorim.blogspot.com em 03/02/2011. As fotos são do mesmo site. 

Essas fotos de satélite que acabam de ser divulgadas mostram a Região Serrana do Rio de Janeiro, local da recente tragédia. A primeira foto mostra como era a região antes da catástrofe; a segunda revela o estrago causado pelas chuvas torrenciais.


Observem que a ocorrência de deslizamentos aconteceu em vastas áreas dos morros densamente cobertas por vegetação, contrariando o que afirmam os ambientalistas que atribuem o desmatamento como causa principal de deslizamentos. Isto é um fato claro e irretorquível.

É claro que o desmatamento sem controle promove a erosão, mas as catástrofes podem ocorrer em qualquer ponto do planeta. Entretanto, só se tem notícia quando a área contígua a morros e encostas é habitada.









Tags: desmatamento, meio ambiente, mentiras dos ambientalistas, aquecimento global

DIREITOS SEXUAIS PARA CRIANÇAS DE DEZ ANOS SIGNIFICA AUSÊNCIA DE DIREITOS INFANTIS

Direitos sexuais para crianças de 10 anos?!
VIDA SIM, ABORTO NÃO
março 30, 2012 por Wagner Moura

O mundo pode até não acabar em 2012, mas pouca coisa de aproveitável vai sobrar se tanta notícia ruim se concretizar. Olha só o que eu acabo de ler no Friday Fax, o informativo dos pró-vida que atuam diretamente na ONU (o pessoal do C-Fam): ONU Poderá Reconhecer Direitos Sexuais para Crianças de Dez Anos.

Assim diz o texto de Friday Fax: A Comissão sobre População e Desenvolvimento está considerando “direitos de saúde sexual e reprodutiva” para crianças até de dez anos. Até mesmo o secretário-geral Ban Ki-Moon concorda. Numa declaração recentemente dada ele disse: “Os jovens, tanto quanto todas as pessoas, têm o mesmo direito humano à saúde, inclusive saúde sexual e reprodutiva”.

Taí: quando se acaba com o direito à vida, se acaba com todos os demais! Se a criança não tem nem o direito de nascer, quanto mais o direito à proteção contra toda perversão sexual. É muito triste e, no entanto, a ONU está propondo essa coisa terrível.

ESTADO DE DIREITO PETISTA: MST OU MOVIMENTOS SOCIAIS AMEAÇANDO A SEGURANÇA PÚBLICA NÃO É TERRORISMO, MAS SE FOREM PROPRIETÁRIOS RURAIS É TERROR

FIM DA LINHA - Comissão de Juristas, na prática, legaliza o terrorismo, desde que praticado por “movimentos sociais”. Não adianta tergiversar! É isso mesmo!
Por Reinaldo Azevedo no blog www.veja.abril.com.br/blog/reinaldo/

Se vocês recorrerem ao arquivo, encontrarão dezenas de textos deste escriba informando que o Brasil não dispõe de uma lei para punir atos terroristas. Um dos mais recentes foi publicado no dia 19 de dezembro do ano passado: O terrorismo já está entre nós, mas seguimos sem uma lei antiterror. E tudo porque a extrema esquerda seria prejudicada, coitadinha!. O PT e as esquerdas sempre se negaram a votar uma lei antiterror no Brasil porque boa parte das táticas a que recorre o MST, por exemplo, seria enquadrada como… TERRORISMO!!! A ausência da lei, também já escrevi a respeito, fez com que o Brasil prendesse — e soltasse — gente ligada à Al Qaeda. Há casos de brasileiros viajando ao exterior para fazer “curso” em células que podem ser classificadas de terroristas — como fez Mohammed Merah, aquele da França, loembram?

Pois bem! Há uma comissão de juristas fazendo propostas para a revisão do Código Penal. Ela decidiu, finalmente, propor a caracterização do crime de terrorismo. Huuummm… Fosse uma comissão de esquartejadores, talvez estivéssemos mais seguros. É aquela turma que sugeriu, na prática, a legalização do aborto, como se a matéria não tivesse alcance constitucional e pudesse ser resolvida pelo Código Penal. Para obter a autorização, bastaria que médicos e psicólogos comprovassem que a mulher não tem condições psicológicas de ter o filho. Eles também querem ampliar as possibilidades de aborto no caso de fetos com anomalias. O relator da turma, o procurador Luiz Carlos dos Santos Gonçalves, explicou em quais circunstâncias: quando ficarem evidentes “graves e incuráveis anomalias que inviabilizem sua [da futura criança] vida independente”. Quantos seriam os deficientes que hoje estão vivos, produzindo e fazendo outras pessoas felizes que se enquadrariam nesse critério? Falta a essa comissão, lamento dizer, um eixo. Está vivendo num pântano moral. Sigo adiante.

O grupo decidiu caracterizar o crime de terrorismo. É uma proposta que já chega tarde. Não fosse a esquerdopatia dominante, há muito teríamos essa lei. E que atos mereceriam essa denominação? Sempre que se impingir terror à população por meio de sequestros ou manutenção de terceiros em cárcere privado; toda vez que pessoa ou grupo recorrerem a explosivos, venenos, gases tóxicos ou conteúdos biológicos que ameacem pessoas ou possam causar danos. Mas não só isso: também seria ato terrorista sabotar ou assumir o controle de portos, aeroportos, estações de trem, de metrô ou terminais de ônibus. Tudo, em suma, que caracterize um serviço essencial ao bem-estar da coletividade — hospitais, por exemplo — estaria abrigado pela lei.

É evidente que o país precisa dessa lei! Especialmente este que está prestes a realizar uma Copa do Mundo. Certas práticas só poderiam ser coibidas no país pela Lei de Segurança Nacional, que é de 1983. Pois bem! E por que reclama esse Reinaldo Azevedo?

Vejam que fabuloso! Tudo o que vai acima será considerado crime de terrorismo, EXCETO SE FOR PRATICADO POR MOVIMENTOS SOCIAIS E REIVINDICATÓRIOS, entenderam? Nesse caso, então, tudo bem! Deixa de ser crime de terror. A preclara comissão de juristas está nos dizendo para esquecer essa história de que todos são iguais perante a lei. Não! Certos crimes, se praticados por alguns, seria terrorismo; se praticados por outros, são “reivindicações legítimas”. Lá entre eles, considerou-se, informa o Estadão, que essa ressalva é necessária porque, caso contrário, a lei seria recusada pelo PT porque o partido é ligado a movimentos que promovem esse tipo de coisa.

Entenderam o tamanho do esculacho? Não estamos mais empenhados — eles não estão — em aprimorar o estado de direito no Brasil, mas em aprimorar o torto estado de direito petista, que libera certos crimes para alguns. Imagino que um grupo de proprietários rurais que ameaçasse a segurança pública por algum motivo — ou que disso fosse acusado — seria enquadrado no crime de “terror”. Já o MST poderia fazê-lo sem receio porque, afinal, é um “movimento social”.

Lembram-se daquele manifesto estupefaciente daquela tal Associação Juízes Pela Democracia? Escrevi a respeito. O que ela dizia mesmo? Isto:
“Não é verdade que ninguém está acima da lei, como afirmam os legalistas e pseudodemocratas: estão, sim, acima da lei, todas as pessoas que vivem no cimo preponderante das normas e princípios constitucionais e que, por isso, rompendo com o estereótipo da alienação, e alimentados de esperança, insistem em colocar o seu ousio e a sua juventude a serviço da alteridade, da democracia e do império dos direitos fundamentais.”

Traduzindo a linguagem cafona: quem diz lutar pela justiça social pode fazer o que lhe der na telha porque está acima da lei. É o espírito que anima a tal comissão. Se isso for aprovado, seremos o primeiro país do mundo a, na prática, legalizar o terrorismo — desde que praticado por boas pessoas, é claro, essas que, como é mesmo?, “vivem no cimo preponderante das normas e princípios constitucionais”

Nunca antes na história do Direito!

Começaram destruindo a lógica. Depois depredaram a história. Agora chegou a vez de estuprar as leis e de impor a desigualdade como norma.

Tags: terrorismo, movimentos sociais, Direito Penal, MST, Juízes Pela Democracia, Copa 2014

sexta-feira, 30 de março de 2012

ELES DESRESPEITAM PESSOAS IDOSAS E HONRADAS. MOTIVO: OS DESRESPEITADOS SÃO MILITARES. NINGUÉM MERECE ISSO QUE OCORRE POR QUE DIRIGENTES PETISTAS INCENTIVAM

Como exercer a democracia e o pluralismo, na visão comunista
Escrito por Aluízio Amorim & Graça Salgueiro e publicado no site www.midiasemmascara.org

A baderna ocorrida no Rio de Janeiro contra o Clube Militar, antecipa o que está por acontecer no Brasil que, sob o domínio de Lula, do PT e seus sequazes, se encaminha para transformar-se numa nova república comunista. (Navarro acrescenta: Repare a posição de cuspir do ...)

Comentário de Graça Salgueiro:
No último dia 29 de março os militares, que foram proibidos de fazer qualquer manifestação alusiva ao 31 de Março, resolveram realizar uma conferência acerca da histórica data no Clube Militar no Rio de Janeiro, uma vez que aquele clube não está subordinado às Forças Armadas por ser uma entidade civil. Entretanto, o evento foi marcado por um enorme tumulto em frente ao prédio, onde jovens que sequer eram nascidos e tudo o que sabem a respeito da ditadura lhes foi ensinado pelos mesmos antigos comunistas que queriam instalar uma ditadura comunista em nosso país e que, hoje anistiados, tornaram-se professores de escolas, universidades, articulistas da grande mídia, etc.

O texto abaixo, de autoria de Aluízio Amorim, faz uma análise acurada sobre como foi noticiado o fato pelo jornal “O Globo”, e abaixo dele pode-se assistir a um vídeo sobre a manifestação. Nele, vê-se um moleque assediando o herói nacional Coronel Lício Maciel, e outro que se deita histericamente no chão e quando levantado pela Polícia diz “meu pai foi assassinado por eles e eu tenho que reagir!”. Custa a crer que a cena não é teatral, considerando-se a pouca idade do manifestante. E em fotos publicadas por outros jornais, vê-se um moleque atrevido cuspindo no Coronel-Aviador Juarez Gomes. Todos octogenários.

Conforme venho denunciando há anos, e os leitores do Mídia Sem Máscara são testemunhas, este ato insolente e grotesco é apenas o início da perseguição visível e escancarada a que vão ser submetidos todos os militares que combateram o terrorismo e a subversão entre 1964 e 1983, e que pretende tão-somente, alijá-los do benefício da Lei de Anistia para condená-los e encarcerá-los como “bandidos”, “torturadores”, “assassinos”, como já ocorre em vários países sul-americanos.

Não foi por falta de aviso. O pior está por vir e isto foi apenas um trailer do que esta gente pretende, e não duvido que conseguirá, lamentavelmente, porque os militares não souberam se impor e acreditaram em palavra de comunista.

Por Graça Salgueiro



PT e seus satélites comunistas insultam militares e promovem a guerrilha urbana no Rio de Janeiro 
Por Aluízio Amorim

Esta matéria do site de O Globo inicia o lead afirmando que a revolução de 31 de março de 1964 implantou uma ditadura. Mas não foi isso que aconteceu. Quem viveu essa época sabe muito bem que o movimento democrático de 31 de março, que teve amplo apoio da população, foi levado a efeito pelos militares que não tiveram outra saída que não fosse intervir no processo político para restabelecer a ordem e a segurança nacional. Se fraquejassem o Brasil hoje seria uma republiqueta no estilo de Cuba.

Houve na verdade uma guerra contra canalha comunista. Essa mesma canalha que hoje domina boa parte da América Latina como se vê em Cuba, Venezuela, Equador, Bolívia, Nicarágua, Uruguai, Argentina e agora também no Peru.

Em todos esses países as liberdades civis estão sendo pisoteadas, a imprensa é perseguida, as Forças Armadas são denegridas e a lei e a ordem são escarnecidas pela bandalha comunista.

Esta ação é coordenada pelo Foro de São Paulo, organização comunista que fornece as diretrizes de ação para o desmonte das instituições democráticas em todo o continente e foi criada aqui no Brasil, em São Paulo, sob os auspícios do PT.

Em todos esses países os cidadãos vivem um estado de violência permanente, já que os comunistas abençoam os bandidos, como os narcoterroristas das FARC que fazem parte do Foro de São Paulo, organização fundada por Lula, o PT e seus sequazes, juntamente com gente do nível de Hugo Chávez e dos criminosos das FARC.

O Brasil segue o mesmo caminho dessas republiquetas, ajudado por uma imprensa servil e cupincha do movimento comunista internacional. As redações dos veículos de comunicação são todas controladas pelos comunistas. Tanto é que a grande imprensa só noticia coisas que não têm nenhum interesse. Opinam sobre o Big Brother da Rede Globo e dão notícias de novelas e bobagens correlatas.

No que se refere ao que interessa, que é a política, os jornalistas e seus veículos de comunicação tergiversam e promovem a inversão de valores numa permanente lavagem cerebral da população. Nas escolas e universidades ocorre a mesma coisa.
Instituições democráticas como as Forças Armadas e as polícias são alvo de ataques permanentes dos jornalistas comunistas que controlam toda a informação.

A baderna ocorrida no Rio de Janeiro nesta tarde contra o Clube Militar, antecipa o que está por acontecer no Brasil que, sob o domínio de Lula, do PT e seus sequazes, se encaminha para transformar-se numa nova república comunista a exemplo daquelas que listei acima.

Os comunistas há anos vêm reescrevendo a história do Brasil, falsificando-a de forma vil e sorrateira, no que são ajudados por um jornalismo mentiroso.
Chegará um momento em que toda a nova geração brasileira terá sofrido uma completa lavagem cerebral e ela mesma defenderá o fim da democracia e da liberdade.

Hoje foram, segundo se noticia, cerca de 300 bate-paus que assacaram contra o Clube Militar. Mais adiante serão milhares de idiotas a serviço do movimento comunista internacional.

Aí qualquer reação soará como algo insólito e fora de lugar. Democratas liberais serão taxados como exóticos doentes mentais e encaminhados para os hospícios do Estado Comunista.

E, por isso, o Brasil e todo o continente latino-americano continuarão a ser habitados por autômatos orelhudos já impossibilitados de enxergar a realidade além do próprio nariz.


http://aluizioamorim.blogspot.com.br

Tags: comunismo | Foro de São Paulo | governo do PT | ditadura | socialismo | América Latina | terrorismo | FARC

Oligarcas como Sarney nos salvaram da ditadura petista. Derrotaram o CPMF e evitaram o terceiro mandato de Lula. O PT cogitou acabar com o Senado.

O DESCENSO DA NOVA REPUBLICA
Escrito por Nivaldo Cordeiro no site www.nivaldocordeiro.net

O artigo de Marco Antônio Villa publicado hoje na Folha de São Paulo (“O assunto é democracia brasileira”) está muito bom, por recordar os fatos políticos da nossa história recente, embora eu tenha severas objeções a alguns pontos de vista nele contidos. O prólogo do artigo não poderia ser mais sombrio: “Fracassamos. Há despolitização, corrupção nos três Poderes e oligarcas como Sarney. A Nova República fez aniversário, ninguém lembrou. Havia motivo?”

Recordemos que a chamada Nova República levou ao poder “tudo isso que está aí”, Fernando Henrique Cardoso, Lula e tutti quanti. Ela representou um mergulho em uma forma degenerada de democracia, movida a ódios e a maus instintos, com propósitos nitidamente revolucionários. Estamos vendo que décadas depois ainda temos comissões de verdade sendo formadas para a vingança dos vencidos pelas armas. Vemos também que os tentáculos externos dos guerrilheiros na OEA fazem reboliço com fatos antigos, como foi noticiado hoje o caso do Herzog, como se esses colegiados tivessem jurisdição sobre o Brasil.

Mas tem coisas piores, quando comparamos a Nova República com o regime militar. A corrupção é fato maiúsculo hoje em dia, que degenerou em todos os órgãos públicos. A propina sofreu franco processo de metástase e se “democratizou”. Qualquer barnabé agora se sente à vontade para achacar o distinto público. Desafio aqui quem possa proclamar que não pagou algum tipo de propina, que não paga. E não venham me falar de corruptores, porque não é o caso. É puro e simples achaque o que acontece e quem se recusa a pagar simplesmente tem a sua vida prática prejudicada.

No regime militar havia um elemento aristocrático, típico da hierarquia castrense, que dava à autoridade pública um senso de honra, que foi perdido. Um ministro daqueles tempos jamais diria que “fomos além do limite da irresponsabilidade”. Havia pudor e senso se dever.

Marco Antonio Villa pecou por malhar os oligarcas como Sarney, como se estes fossem os responsáveis maiores pela oclocracia instalada. É claro que eles também são responsáveis, na medida em que se tornaram sócios minoritários dos novos governantes e não serviram de anteparo em defesa da Nação. Mas é preciso dizer que os responsáveis maiores foram os agentes gramscianos, como Fernando Henrique Cardoso, que laboraram noite e dia para elevar a tributação e o arbítrio do Estado sobre a vida privada dos cidadãos. E para puxar para si o monopólio do poder de Estado.

Em defesa dos oligarcas é bom que se diga que são a única força que tem segurado o assalto final dos revolucionários ao poder total. Lembremos que foram eles que derrotaram a CPMF e impediram o terceiro mandato de Lula, que seria o ensaio no rumo do totalitarismo. Basta ver o que tem havido no Senado Federal: nas coisas capitais o PT ter perdido todas, fato que tem levado aquele partido a cogitar até na descontinuidade do Senado.

É preciso responsabilizar os reais autores pela oclocracia instalada. A imprensa, infiltrada de agentes gramscianos, a classe letrada como um todo, especialmente as que compõem as universidades, e o acovardamento das lideranças empresariais, que mais e mais se tornaram clientes do poder de Estado. E os partidos políticos, todos eles socialistas em diferentes graus. Só por um milagre o totalitarismo aberto não tomou conta do país. E também é preciso responsabilizarr as novas gerações de comandantes militares, que fecharam os olhos às malfeitorias dos novos governantes. Omitiram-se.

O articulista esqueceu-se de ver que a grande tragédia do Brasil foi a vitória esmagadora da revolução gramsciana, que destruiu todas as forças da direita. A oligarquia que persistiu faz “oposição de resultados”, sempre na defensiva e sem respaldo na opinião pública qualificada. Reconstruir uma verdadeira força de oposição, fundada nas universidades e nas Igrejas, com presença marcante nos órgãos de imprensa, é o passo a ser feito imediatamente, sob pena de não haver mais tempo para resistir ao totalitarismo da democracia degenerada.

Marco Antonio Villa tem o mérito grande de levantar a questão e não deixar que o silêncio imperasse nessa ação insidiosa das forças deletérias. Infelizmente, sua crítica está incompleta, por não responsabilizar os autores da degeneração moral e política do Brasil.

quinta-feira, 29 de março de 2012

O ADVENTO DA DITADURA SECRETA NOS ESTADOS UNIDOS

O advento da ditadura secreta
Escrito por Olavo de Carvalho e publicado no site www.midiasemmascara.org

Obama deu a si mesmo poderes ditatoriais em momentos calculados para desviar as atenções e frustrar a divulgação. A precaução acabou por se revelar desnecessária: jornais e canais de TV, levando a solicitude até o último limite, não publicaram praticamente nada a respeito.

Escolados pelo precedente do Foro de São Paulo, cuja existência lhes foi ocultada durante dezesseis anos pela mídia soi disant respeitável, alguns leitores brasileiros talvez não se sintam tão espantados ao ver que o New York Times, o Washington Post, a CNN e demais organizações jornalísticas de maior prestígio nos EUA, mesmo depois do pito que levaram do Pravda, continuam sonegando ao público qualquer notícia sobre os documentos forjados de Barack Hussein Obama.

Nos dois casos, a recusa de cumprir a mais primária obrigação do jornalismo pode se explicar, de início, pela reação automática de ceticismo ante condutas que, de tão perversas, maliciosas e abjetas, parecem inverossímeis.

Quem poderia acreditar, assim sem mais nem menos, que a esquerda, desmoralizada e aparentemente moribunda após a queda da URSS, estava preparando um retorno triunfal na América Latina por meio de um acordo secreto entre organizações legais e criminosas, planejado para controlar, pelas costas do eleitorado, a política de todo um continente? Quem poderia engolir, na primeira colherada, a hipótese de que um bandidinho com identidade falsa, subsidiado por bandidões, ludibriou a espécie humana praticamente inteira e, da noite para o dia, saiu do nada para se tornar presidente da nação mais poderosa do mundo?

É mesmo difícil. Mas quando nem mesmo o acúmulo incessante de provas inquestionáveis demove do seu silêncio os profissionais que são pagos para falar, então é impossível evitar a suspeita de que o engodo não foi tramado só por políticos, mas também pelos donos de jornais, revistas e canais de TV, secundados pelo proletariado intelectual das redações.

No entanto, como qualquer pessoa com mais de quinze anos tem a obrigação de saber, não há nada que esteja tão ruim que não possa piorar. Após ocultar a maior fraude política de todos os tempos, a mídia americana passou a esconder até decretos oficiais do governo Obama, que assim são impostos a uma população desprovida do elementar direito de saber que eles existem.

Os leitores mais velhos devem se lembrar de que a nossa ditadura militar inventou, um belo dia, um treco chamado "decreto secreto", que entraria em vigor sem precisar ser publicado. Inventou-o mas, que eu saiba, não teve a cara-de-pau de chegar a usá-lo. Pois bem, graças às empresas de comunicações de Nova York e também de Washington, essa deformidade jurídica inigualável está em pleno uso na mais velha e – até recentemente – mais estável democracia do mundo.

Quando o amor fanático da classe jornalística a um político se coloca acima da Constituição, das leis, da segurança nacional e de todas as regras básicas da moralidade, não há como explicar isso pela mera preferência espontânea dos profissionais de imprensa, por mais obamistas que eles comprovadamente sejam.

Alguns jornalistas chegaram a queixar-se ao chefe da Comissão Arpaio, Michael Zullo, de que haviam recebido ameaças diretas do governo para que nada publicassem das investigações. Artigos a respeito foram misteriosamente retirados até de sites conservadores como www.townhall.com, e uma entrevista marcada com Jerome Corsi, o incansável investigador da fraude documental, foi suspensa na Fox News por ordem explícita da diretoria. Com toda a evidência, o bloqueio vem de muito alto, envolvendo tanto funcionários do governo quanto potentados da mídia.

Quando se conhece, porém, o conteúdo dos decretos ocultados, vê-se que a coisa é infinitamente mais grave do que o simples boicote organizado do direito à informação.

Em 31 de dezembro, quando o povo estava distraído festejando o Ano Novo, Obama assinou o Defense Authorization Act, que lhe dava, simplesmente, o direito de mandar matar ou de prender por tempo indefinido, sem processo nem habeas corpus, qualquer cidadão americano.

No crepúsculo da sexta-feira, 16 de março, veio uma ordem executiva (o equivalente da nossa "medida provisória", com a diferença de que não é provisória) que confere ao presidente os poderes necessários para estatizar, a qualquer momento e sem indenização, todos os recursos energéticos do país, incluindo as empresas de petróleo, mais a indústria de alimentos, e ainda para instituir quando bem deseje, sem autorização do Congresso, o recrutamento militar obrigatório.

Em suma: o homem deu a si mesmo poderes ditatoriais, e nas duas ocasiões fez isso em momentos calculados para desviar as atenções e frustrar a divulgação. A precaução acabou por se revelar desnecessária: jornais e canais de TV, levando a solicitude até o último limite, não publicaram praticamente nada a respeito, de modo que, com exceção daqueles que já voltaram as costas à mídia elegante e preferem informar-se pela internet, os americanos, tendo adormecido numa democracia, acordaram numa ditadura sem ter ideia do que havia acontecido (v. os comentários de Dick Morris em http://www.dickmorris.com/obama-assumes-dictatorial-powers/).

Não que esta seja a primeira ditadura a ocultar sua própria existência. O segredo, ensinava René Guénon, é da essência mesma do poder. As diferenças são duas: 1– Pela primeira vez na história do mundo a ditadura secreta é implantada por um ilustre desconhecido cuja identidade permanece secreta, bloqueada a todas as investigações. 2– O episódio evidencia com clareza obscena o fenômeno mundial, a que já aludi muitas vezes, do giro de 180 graus na função da grande mídia, que de veículo de informação se transmutou maciçamente, nas últimas décadas, em órgão de censura e controle governamental da opinião pública.

Publicado no Diário do Comércio.

Tags: Obama, globalismo, Estados Unidos, Nova Ordem Mundial, movimento revolucionário, esquerdismo, socialismo, desinformação

"O FEMINISMO É A PIOR COISA QUE JÁ ACONTECEU ÀS MULHERES": SUZANE VENKER

Suzanne Venker: "O feminismo é a pior coisa que já aconteceu às mulheres"

O livro de Suzanne Venker com o título de "The Flipside of Feminism" enumera alguns dados que demonstram o quão prejudicial o feminismo é para as mulheres.

PONTOS PRINCIPAIS:
1) O feminismo não emancipou a mulher. Na verdade, o feminismo prejudicou a mulher ao colocá-lo numa prisão de pensamento negativo e ao promover um beco sem saída de promiscuidade.


2) Vários estudos demonstram que as mulheres são MENOS felizes debaixo das pressuposições e prácticas culturais feministas.
3) As mulheres não devem tudo às feministas. O feminismo não conferiu às mulheres o direito de votar ou de ir para a universidade. Estes direitos já existiam ANTES da "Segunda Vaga Feminista" dos anos 60.
4) O Movimento Sufragista Feminino não era um "movimento feminista". Na verdade, as "Sufragistas" eram pró-vida, pró-família e mulheres conservadoras. As feministas actuais rejeitariam ser associadas a um grupo composto por este tipo de mulheres.
5) O feminismo roubou às mulheres a tendência natural de colocar a família e o casamento- a parte mais significativa da sua existência - no centro das suas vidas. Em vez disso, o feminismo actual envergonha as mulheres e força-as a acreditar que o materialismo da sua carreira deve ser colocado no centro da sua vida.
6) As mulheres deveriam ignorar as prescrições feministas institucionalizadas que desvalorizam a maternidade e o casamento. Elas deveriam organizar as suas vidas de modo a que coloquem a família como a experiência mais importante e significativa das suas vidas.
7) O feminismo é um movimento acabado nos EUA.

Postado por Canal Verdades: vídeos do Cavaleiro do Templo

Tags: feminismo, felicidade, casamento, família, promiscuidade

quarta-feira, 28 de março de 2012

CRISTIANISMO, ESPIRITISMO, UMBANDA, IOGA, CANDOMBLÉ, MARXISMO E SATANISMO SÃO RELIGIÕES. PORÉM, O CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA SÓ PERSEGUE A PSICÓLOGA MARISA LOBO POR QUE ELA É CRISTÃ


Marisa Lobo é uma psicóloga cristã. Pelo que vi no vídeo é competente. No entanto, tem medo de dizer que, no consultório, fala em Deus. Acredito que não fale mesmo. Mas discordo que um psicólogo não possa falar em Deus dentro do consultório e discordo mais ainda que não se possa falar em Deus para que a psicologia seja uma ciência.

O Conselho Federal de Psicologia - CFP - abriu processo administrativo para punir Marisa Lobo. Sei que processo administrativo é um tribunal de exceção. Será condenada por que é isso que os dirigentes que abriram o processo querem.

Tribunal de exceção é aquele nomeado para condenar ou inocentar alguém conforme o desejo daquele que manda nos membros do juízo de exceção criado depois de algum "fato" ter ocorrido. Neste caso, não há como escapar da condenação. Então por que negar Cristo dentro do consultório?

Os membros do CFP seguem alguma religião e a praticam da mesma maneira que a psicóloga Marisa Lobo pratica. São livres para praticar qualquer religião. Por que então perseguir a psicóloga cristã? Considero o ateísmo exigido pelo CFP como uma faceta do satanismo. Satanismo é uma religião oposta ao cristianismo. Marxismo é uma religião satânica e é possível que essa seja a religião dos membros do CFP que a perseguem. Se Cristo é Deus, então o satanista nega a existência de Deus. Parece mesmo que estamos chegando ao fim dos tempos.

Para a Marisa Lobo e para aqueles que sofrem perseguição anticristã lembro a máxima do blog Cavaleiro do Templo:
Não demonstre medo diate de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.

Marisa Lobo: Que Deus te ajude. Enfrenta teus inimigos sem medo. Seja brava e justa e Deus te amará. Diga sempre a verdade, mesmo que perca o registro de psicóloga. É melhor ficar em paz com Deus que continuar com o registro negando Cristo.

Tags: cristianismo, espiritismo, umbanda, ioga, candonblé, marxismo, satanismo, ateísmoperseguição anticristã, CFP, psicologia cristã, tribunal de exceção

DESINDUSTRIALIZAÇÃO


Escrito por Paulo Brossard e publicado no Jornal Zero Hora, 26/03/2012.

Não é de hoje que se fala no excessivo peso da carga fiscal e extrafiscal que a ela se agrega. O próprio governo fala em aliviá-la, mas os dias passam e o gravame permanece com a solidez do Pão de Açúcar. Enfim, o setor industrial, ou importantes segmentos dele, aproximou-se da estagnação até entrar em declínio, caminhando para a paralisia; o resultado, visível a olho nu, é a desindustrialização, cuja gravidade é evidente. Ao lado desse fator, a invasão de produtos importados, principalmente chineses, agrava de tal maneira o quadro, que a situação se tornou alarmante. Mas só agora o governo admitiu o fenômeno e a necessidade de enfrentá-lo. Para certificá-lo, basta recordar que grandes empresas nacionais, grandes no porte e grandes em sua notável qualificação técnica e operacional, faz algum tempo, vêm deslocando seu potencial para a Ásia. In extremis, o governo deu sinal de vida. Foi preciso que o sucesso levasse a indústria nacional aos estertores para que o governo acordasse.

Os fatos falam por si. Entidade ligada ao setor noticiava que, nos últimos cinco anos, o trabalho na indústria nacional, em dólar, encarecera 46%, enquanto apenas 3,6% para os americanos, os preços da energia elétrica aqui subiriam 245% entre 2003 e 2011 e apenas 35,3% para os americanos; saliente-se que 34% do preço da energia corre por conta de impostos; para encerrar, a balança comercial, em 2005, acusava um superávit de R$ 9,1 bilhões em favor do Brasil e no ano passado o superávit se converteu em déficit de US$ 8 bilhões e, no momento em que escrevo, leio esta manchete em grande jornal paulista: “Brasil cresce menos que todos os países vizinhos”.

A indicar que o problema não se restringe a um setor da atividade econômica, para o aumento do consumo das famílias em 2,1% no ano passado, a produção industrial cresceu 1,6%, e considerando tão só a manufatureira, excluído o minério de ferro, o crescimento se reduz a 0,1%.

É sabido que se os custos industriais no Brasil também são pesados pelos encargos que o oneram, sem excluir os de natureza trabalhista, na China, o regime laboral é geralmente considerado de mão escrava, no entanto, foi o ex-presidente Luiz Inácio que outorgou à China o diploma de economia aberta. Não estranha, por tudo isso, que a indústria nacional tenha perdido a competitividade, assim no mercado externo, como no interno, e mesmo aqui não tem como concorrer com a estrangeira.

Não desejo falar a respeito das medidas sumariamente arroladas pelo governo. Almejo sejam excelentes. Mas, as boas medidas podem tornar-se ineficazes quando extempestivas. A oportunidade é tão importante quanto a sabedoria da providência. À margem, longe de menosprezar o efeito da concorrência externa e sem falar em outros fatores, observo que ninguém se lembra de que a alta no tocante ao petróleo, por si só, bastaria para agravar o quadro, e ela não é improvável.

Volto a insistir que de todo o exposto resulta uma evidência, o descalabro finalmente reconhecido pelo governo não surgiu de súbito, resultado de um ciclone ou de uma enchente. Ele começou no governo passado, “o maior e melhor de todos os tempos”; sua sucessora declarou que quando da crise de 1998 o Brasil não tremeu e que agora não haveria de tremer. Pode ser que sim, pode ser que não. Ficando no fato de que o país tenha chegado ao atual grau de desindustrialização, desnecessário dizer que ele é aliado do desemprego, pois não há emprego sem empresa e empresa sem competitividade é entidade moribunda.

Tags: desindustrialização, atividade econômica, governo do PT, excesso de estado, crescimento econômico

terça-feira, 27 de março de 2012

O ESTADO GRANDE IRMÃO ONIPRESENTE E INVISÍVEL JÁ ESTÁ INSTAURADO. É O IMPÉRIO DO MAL

Onipresente e invisível
Escrito por Olavo de Carvalho e publicado no site www.midiasemmascara.org

Da noite para o dia, valores e critérios explosivamente revolucionários, hostis aos sentimentos de quase toda a população, passaram a ser apresentados como se fossem a opinião majoritária e obrigatória, o padrão supremo da normalidade.
É evidente que isso não é jornalismo, é um teatro psicológico planejado para produzir mudanças comportamentais.


Ao ouvir dizer que vive numa "democracia", o cidadão comum imagina que, malgrado algumas tramas urdidas pelos políticos por trás das cortinas, o esquema de poder que domina a sociedade coincide com a estrutura visível das instituições e, em última instância, pode ser controlado mediante a pressão do clamor público ou o exercício do voto.

Algum resíduo oculto, aqui e ali, será mais cedo ou mais tarde revelado pelos bravos jornalistas que destampam as latrinas e vasculham os esgotos, expondo os ladrões e conspiradores à luz do dia para que sofram as penas da lei. Não obstante falhas ocasionais, no conjunto o sistema, aerado pelos bons ventos da liberdade de imprensa, encarna os ideais iluministas da transparência e da racionalidade.

Lamento informar que há pelo menos vinte anos esse sistema cessou de existir. O poder dos governos sobre as populações civis já é praticamente incontrolável, reduzindo cada vez mais a um mero formalismo jurídico a diferença entre democracia e ditadura. Não se trata de nenhuma “teoria da conspiração”. Conspirações existem, mas não são elas que produzem esse estado de coisas. Ao contrário, é ele que torna viável, hoje em dia, a criação de um governo global onipotente, imunizado contra qualquer tentativa de controle popular. O fenômeno resulta da convergência de três fatores:

Primeiro: A complexidade crescente da administração pública, continuamente fortalecida pelos aportes da tecnologia e das ciências sociais, fornece aos governos instrumentos para implantar as medidas que bem desejem sem passar pelo controle legislativo e pelo debate público.

Das decisões fundamentais que alteraram a estrutura de poder no mundo nas últimas duas décadas, diluindo soberanias e transferindo a autoridade dos Estados para organismos internacionais, só uma parte ínfima chegou a ser matéria de discussão parlamentar, e a maioria nem sequer recebeu da mídia cobertura proporcional à vastidão das consequências políticas que produziu.

Segundo: A progressiva concentração dos meios de comunicação nas mãos de reduzido número de grandes grupos econômicos íntimos do poder estatal, associada à tomada das redações por uma nova geração de jornalistas ideologicamente comprometidos, transformou jornais, revistas e canais de TV, de veículos de informação e debate, em agências de engenharia comportamental e controle político.

A censura de notícias inconvenientes, a exclusão das opiniões divergentes, a promoção descarada dos ídolos da esquerda, a militância sistemática em favor dos objetivos propugnados pela revolução globalista tornaram-se quase que normas de redação.

Da noite para o dia, valores e critérios explosivamente revolucionários, hostis aos sentimentos de quase toda a população, passaram a ser apresentados como se fossem a opinião majoritária e obrigatória, o padrão supremo da normalidade. Em todo o Ocidente não há, por exemplo, um só grande jornal ou canal de TV que não trate toda oposição às propostas gayzistas e abortistas como conduta aberrante e criminosa, dando a impressão de que os novos códigos de comportamento que se deseja implantar são consensos universais milenares, só rejeitados por fanáticos e doentes mentais. É evidente que isso não é jornalismo, é um teatro psicológico planejado para produzir mudanças comportamentais. É a engenharia da complacência.

Terceiro: a queda da URSS deixou desorientadas e órfãs as massas militantes por toda parte, liberando um enorme potencial humano que, não sabendo viver sem uma "causa social" que justifique sua existência, foi facilmente remanejado para servir, agora fartamente subsidiado pela elite financeira, sob as novas bandeiras da revolução global.

Foi a vitória completa do fabianismo e do gramscismo sobre as versões mais arcaicas do movimento comunista. Com velocidade impressionante, as militâncias locais foram unificadas, criando, pela primeira vez na História, a possibilidade de mobilizações de massa quase instantâneas em escala mundial – a mais formidável máquina de pressão política e intimidação psicológica que o mundo já conheceu.

Sob o influxo desses três fatores, a velha democracia representativa tornou-se apenas a camuflagem jurídica e publicitária de novos esquemas de poder que a maioria dos cidadãos não compreende e em geral não conhece.

Graças a isso, o avanço da tirania global é hoje tão rápido, tão intenso, que para registrar a sucessão diária dos fatos que o exemplificam, seria preciso um jornal inteiro, não este pobre comentário semanal.

Não se passa um dia sem que se criem novas estruturas de poder, novos meios de controle social, novos instrumentos de manipulação psicológica destinados a ter um impacto brutal, não só na política e na economia, mas na vida privada e na mente de todos os seres humanos colocados sob a sua órbita. E esses fatos se desenrolam, quase todos, à margem da atenção pública, seja porque são produzidos por meios burocráticos discretos, contornando o debate, seja porque não chegam a ser noticiados, seja porque o são de maneira propositadamente deficiente, sumária e eufemística, de modo que somente uma fração mínima e inofensiva da população se dê conta do seu verdadeiro alcance e significado.
O sonho de Antonio Gramsci, o "poder onipresente e invisível", já é uma realidade em todo o mundo ocidental.

Publicado no Diário do Comércio.

POLUIÇÃO DA CHINA

Desequilíbrio “verde”: poluição chinesa impede ver a Terra, mas ONGs só querem condenar empresas no Ocidente
O texto e as fotos a seguir são do site Verde: a cor nova do comunismo. Recomendo leitura das informações sobre meio ambiente brasileiro e internacional. As ONGs ambientalistas não filtram informações ambientais conforme interesses financeiros internacionais e não conforme a necessidade de preservação do meio ambiente. Agridem o Brasil que tem a melhor política ambiental para o mundo, mas a pior para ele mesmo.
Norte da China desaparece sob poluição em 10/01/2012.
Foto: Earth Observatory/NASA
A NASA publicou uma imagem da névoa de poluição que impede qualquer visibilidade sobre a imensa planície do norte da China. A poluição é tão grave que pode ser verificada a milhares de quilômetros no espaço, noticiou “Il Corriere della Sera”.
A visibilidade na superfície ficou limitada a 200 metros, impedindo a partida normal dos voos no aeroporto da capital chinesa. 
O fato se repete com frequência. As nuvens de poluição na imensa área são geradas por centrais térmicas arquiprimitivas que funcionam queimando carvão.
A ditadura comunista já fez saber à comunidade internacional que enquanto seu desenvolvimento o exigir, nada fará para corrigir a intoxicação que prejudica seus cidadãos-escravos e o ar do planeta.
O que equivale a dizer, na filosofia de governo maoísta, que enquanto a China não consolidar sua hegemonia mundial, os outros – escravos ou não escravos – que morram intoxicados.
A primeira imagem – tirada pelo satélite Aqua, da NASA – mostra a situação em 10 de janeiro. Toda a Planície do Norte da China aparece coberta por uma névoa cinzenta de poluição.
Pouco depois, vento afasta poluição. Pequim, mar e continente
tornam-se visíveis. Foto: Earth Observatory/NASA
Também dá para ver pontos brancos: estes são de neblina normal abaixo da poluição. A segunda imagem mostra o céu no dia seguinte, quando a poluição mais pesada foi levada pelo vento.
De acordo com a NASA, a névoa é composta de “poeira, gotas líquidas e fuligem de queimar combustível ou carvão”.
As partículas de 10 micrômetros (PM10), uma das principais categorias no coquetel envenenador, entram no pulmão e causam problemas respiratórios.
As partículas de 2,5 micrômetros (PM2.5) também podem se infiltrar nos pulmões e até entrar na corrente sanguínea, causar câncer e problemas respiratórios extremos.
Na ocasião, a densidade do PM10 era de 560 microgramas por metro cúbico de ar. Nos EUA e no Brasil, 150 microgramas por metro cúbico de ar é o limite máximo.
Mas a concentração de PM2.5 é ainda pior: em 10 de janeiro ela literalmente ultrapassou a escala de medição (que vai até 500), de tão alta que era.
– Mas quem ganhou o “Oscar da Vergonha” promovido pelo Greenpeace e votado pelas ONGs ambientalistas?
– A Vale, uma empresa brasileira! Ela recebeu 25 mil votos, especialmente das ONGs Justiça nos Trilhos, Articulação Internacional dos Atingidos pela Vale, International Rivers e Amazon Watch.
A Tepco – maior empresa de energia do Japão –, a mineradora americana Freeport, o grupo financeiro Barclay's, a empresa sul-coreana de eletrônicos Samsung e a suíça de agronegócios Syngenta também foram bem votadas.
Vale tudo, sem fotos genuínas, demagogia verde apela a 'efeitos especiais'.
Cartaz da ideológica campanha contra a Vale e empresas ocidentais.


O fundo ideológico anticapitalista prevaleceu sobre qualquer honesta consideração pelo meio ambiente
Os argumentos adotados para essa espécie de linchamento virtual foram típicos da ideologia radical “verde”: “história de 70 anos manchada por repetidas violações dos direitos humanos, condições desumanas de trabalho, pilhagem do patrimônio público e exploração cruel da natureza”.
A Vale, como outras empresas visadas, pretende se defender com pesados investimentos em favor da proteção e conservação ambiental.
Ledo engano. Essas ONGs e seus principais promotores usam o meio ambiente como um pretexto para dissimular sua ideologia pró-comunista.
O meio ambiente, a natureza, a saúde, as gerações futuras são máscaras, como a pobreza foi outrora pretexto do marxismo-leninismo.
Em Pequim, os ditadores maoístas se rejubilam com os golpes assim dados contra aqueles que eles sonham um dia escravizar. E com certos “verdes” que no Ocidente apressam bem esse dia.
Tags: poluição, china, meio ambiente, ditadura de capitalistas 

segunda-feira, 26 de março de 2012

A FIXAÇÃO DE PREÇO MÁXIMO FAVORECE GRANDES EMPRESAS E A EXIGÊNCIA PRÉVIA DE DEMONSTRAÇÃO DE CUSTOS É UMA ARBITRARIEDADE CONTRA TODAS AS EMPRESAS

A fixação de preços máximos e a exigência de demonstração de custos são dois equívocos da administração pública que negam o livre mercado e afastam empresários inovadores da licitação. Os erros são cometidos por que a Administração Pública considera que o orçamento de obras da licitação é de preços máximos ou que há exigência prévia de demonstração de custos no texto da Lei de Licitações. Já escrevi sobre isso em postagens anteriores (aqui e aqui).
No entanto, a Lei apenas permite a fixação de preços máximos para algum item do orçamento da obra. Quanto ao preço mínimo, o §3º do artigo 48 da Lei permite que a comissão de licitação solicite demonstração de custos, mas somente depois de todos os licitantes serem inabilitados ou desclassificados pelos critérios do edital.
Se os licitantes corrigissem os preços desajustados, então poderiam prosseguir no processo licitatório. Mesmo assim, não seria necessário demonstrar custos de preços que não saíram dos parâmetros de preços inexequíveis ou de preços máximos previamente fixados.
O vencedor poderia ganhar a concorrência por preço maior ou menor que o orçado, bastando oferecer o menor preço entre os licitantes e lucrar por ter menores custos, sem necessidade de demonstrá-los. O caso da exigência de demonstração de custos funciona como arbitrariedade da Administração contra o licitante de menor porte.
Pode-se afirmar isso porque a tecnologia de se obter o menor custo é propriedade do licitante e se ele tiver que demonstrá-la terá sua vantagem em relação ao concorrente anulada.
Para aproveitar a livre iniciativa dos indivíduos, para garantir a isonomia e para aumentar a produção em benefício da sociedade, a Administração Pública deveria orçar conforme custo marginal mínimo sem adição de BDI, sem adição de custos indiretos, sem exigência de demonstração de custos e sem fixação de limites máximos ou mínimos.
Quanto ao orçamento da obra a ser contratada pela Administração ele só deve ter composição dos custos diretos, haja vista que não cabe ao setor público calcular os custos indiretos e BDI que só interessam aos licitantes do setor privado. O preço vencedor proposto sem composição de custos seria contestado somente se ultrapassasse limite previamente justificado e estabelecido no edital. A Administração não tem nada a ver com a composição do custo do empresário. Exigi-la só serve para mostrá-la ao concorrente. Torcemos que um dia isso seja corrigido.

Tags: preço máximo, preço de mercado, favorecimento, restrição ao mercado, preço mínimo, licitação

domingo, 25 de março de 2012

CASAL HOMOSSEXUAL QUE AGRIDE CRIANÇA ADOTADA É DEFENDIDO POR QUATRO DEFENSORES PÚBLICOS, MAS OUTROS AGRESSORES NÃO RECEBEM AJUDA DA DEFENSORIA

Mutirão da defesa seletiva: a Defensoria Pública de SP e a igualdade jurídica Escrito por Saulo de Tarso Manriquez* e publicado no site www.midiasemmascara.org

Num contexto de revolução cultural, como o que se vê no Brasil, a desconstrução e a ressignificação da igualdade jurídica correspondem a uma degradação do direito e prenunciam um novo totalitarismo.
A atuação seletiva da Defensoria Pública de São Paulo voltada a defender o “casal” gay mostra a aplicação prática de um direito sombrio que está sendo gestado na academia.


A igualdade jurídica fundamenta uma série de dispositivos legais e justifica ações positivas do Estado para garanti-la. Ela é indispensável para a justiça e para a manutenção da democracia representativa.
A Constituição Federal de 1988 consagra no seu art. 5º a igualdade de todos perante a lei e no inciso LIV do mesmo artigo estabelece que “ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal”. Para garantir que o inciso LIV do art. 5º não se restringisse às pessoas com poder aquisitivo suficiente para pagar advogados para defendê-las, a Constituição prescreveu que “o Estado prestará assistência jurídica integral e gratuita aos que comprovarem insuficiência de recursos” (art.5º, LXXIV), criando com isso a obrigação para a União e para os Estados-membros de legislarem sobre essa assistência jurídica gratuita e, na medida do possível, criarem, dentro de suas competências, Defensorias Públicas, para prestar orientação jurídica e defender, em todos os graus, os necessitados (art. 134 da Constituição).
Tendo em vista que a atuação da Defensoria Pública é custeada com dinheiro público, a instituição não pode fazer acepção entre os necessitados que deve orientar e defender. Portanto, convém mostrar e refletir sobre uma estranha atuação dessa instituição...
No dia 07 de março de 2012 o website Band.com.br noticiou que uma criança tinha sido agredida por um casal homossexual. Segue abaixo a notícia:
Uma criança foi agredida por um casal homossexual na zona norte de São Paulo. Quem levou a criança ao hospital foi a faxineira da casa.

De acordo com ela, o casal homossexual dizia que a criança morava com a mãe na Bahia e que ela tinha cedido a guarda do menino para eles.
Na última sexta feira, a trabalhadora percebeu que a criança estava com febre e como o casal não estava, a faxineira o levou para casa. Durante o banho do garoto, ele contou que estava com muita dor.
A mulher levou o menino para o hospital, onde o menino deu entrada com desidratação, desnutrição, broncopneumonia e tinha marcas de agressão pelo corpo.
[...]
A vítima passou por exames de ultrassom e raio-x, mas não tinha nenhuma lesão grave. O garoto contou para a faxineira que sofria maus tratos e abuso sexual.
A ocorrência foi registrada no 13º DP e o Conselho Tutelar foi acionado.


O que aqui se pretende destacar é um detalhe específico mostrado numa reportagem do programa Brasil Urgente do dia 10 de março de 2012, que abordou o mesmo caso, trazendo novas informações, tais como o fato do garoto maltratado ter apenas cinco anos e principalmente a designação de quatro defensores públicos para acompanhar o caso (confira aqui a matéria, a partir dos 02:00). O acompanhamento do caso por quatro defensores públicos, conforme se pode ver na reportagem, chamou a atenção do delegado, que disse:

“Em trinta e quatro anos de polícia, esse é o primeiro caso na minha carreira que eu vejo que a Defensoria Pública vem acompanhar dois indivíduos que estão sendo investigados e...com quatro integrantes [...]”.
Os estudiosos do direito costumam identificar três tipos históricos de sistemas processuais penais, a saber: o inquisitório, o acusatório e o misto. O sistema inquisitório trazia a figura do juiz inquisidor, investigador, produtor de provas, e era marcado por um déficit de contraditório e de ampla defesa. Já o sistema acusatório é caracterizado pelo actum trium personarum, ou seja, pela presença de três pólos envolvidos no processo (o acusador, o defensor e o juiz), e também pelo apego ao contraditório e à ampla defesa. Por fim, os processualistas lembram que há também um sistema misto, no qual se distinguem duas fases: uma inquisitorial e outra acusatória, sendo que a primeira é representada pelo inquérito policial (sem contraditório e ampla defesa) e a segunda pelo processo penal (com contraditório e ampla defesa).

O Código de Processo Penal brasileiro (CPP) adotou o sistema misto. Em que pese alguns juristas sustentarem que com a Constituição o sistema tornou-se plenamente acusatório, o inquérito nunca deixou de ser um procedimento inquisitorial, de natureza administrativa e não processual (1).
No ordenamento jurídico pátrio uma pessoa só poderá ser condenada se for devidamente processada. Acontece que, em regra, antes de se iniciar uma ação penal contra uma pessoa, é realizado um inquérito policial, no qual, reitere-se, não há contraditório nem ampla defesa. Isso não significa dizer que um advogado nada pode fazer pelo seu cliente nessa fase. A atuação de um advogado no inquérito pode ser significativa. No entanto, o acompanhamento do inquérito por um advogado só efetivamente ocorre quando esse é pago para isso. Defensores públicos não costumam atuar durante o inquérito. Um sujeito investigado pela polícia ser acompanhado por um defensor público é um fenômeno raro. Embora a Defensoria Pública, hipoteticamente, sempre tenha podido acompanhar investigados pela polícia, a realidade é que a instituição só costuma aparecer em cena na ação penal (processo).
No entanto, a Lei Complementar nº 132/2009 (LC 132), transformou a possibilidade de uma atuação mais ampla da Defensoria Pública durante o inquérito policial numa verdadeira função institucional.
A LC 132 informou diretamente a elaboração da Lei nº 12.403/2011, que trouxe mudanças ao CPP, dentre as quais o §4o do art. 289-A, que diz que se o preso autuado não informar o nome de seu advogado, a Defensoria Pública deverá ser comunicada. Cumpre destacar que o § 4º do art. 289-A traz somente o vocábulo “preso”, sem distinguir o tipo de prisão que deve ser comunicada à Defensoria Pública. Assim, a função de acompanhar inquéritos é reforçada quando se trata de investigado preso.
Mas quais foram e quais serão as consequências da função de acompanhar inquéritos atribuída à Defensoria Pública pela LC 132 e pela Lei nº 12.403/2011? Passou a ser comum a presença de defensores públicos nas delegacias para acompanhar a investigação de suspeitos? As inovações não esbarram na falta de estrutura e de recursos? Embora faltem estudos sobre os efeitos concretos da formalização dessa nova função da Defensoria Pública, o fato é que o simples espanto do delegado diante da presença de defensores públicos acompanhando um inquérito policial permite dizer que, na prática, ainda é incomum ver defensores públicos frequentando delegacias.
É previsível que para o caso em tela as inovações legislativas supramencionadas venham a ser invocadas para dizer que a Defensoria Pública do Estado de São Paulo está apenas cumprindo suas funções institucionais, mormente pelo fato de os suspeitos terem sido presos preventivamente, mas o que justifica tanto cuidado para com esse “casal”?
Apesar da raridade, não deve ter sido a primeira vez que a Defensoria Pública atua num inquérito policial, mas será que alguma outra vez a instituição demonstrou tamanho zelo?
A presença de quatro defensores públicos para acompanhar a investigação dos suspeitos homossexuais é um fruto tardio dos “avanços” (2) institucionais e legislativos verificados no Brasil e no Estado de São Paulo.
Paralelamente à elaboração do PNDH-II (3) (mas antes da implementação do mesmo), o Estado de São Paulo, sob a gestão do então governador Geraldo Alckmin (PSDB), tornou-se o primeiro Estado da federação a promulgar uma lei destinada especificamente a penalizar administrativamente a prática de discriminação em razão de orientação sexual: a Lei Estadual nº 10.948/2001. Com o objetivo de implementar essa lei, firmou-se, em 24 de outubro de 2007, um acordo entre a Defensoria Pública de São Paulo, a Secretaria de Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado e a Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual da Prefeitura de São Paulo.
Dessa forma, no Estado de São Paulo, dois gays investigados serem assistidos por um defensor público é algo absolutamente previsível e potencialmente justo, pois tal assistência pode ser destinada a todos os suspeitos que não possam pagar por um advogado. Entretanto, quando se vê quatro defensores acompanhando um inquérito policial não há como não sentir um estranhamento e não sentir a necessidade de refletir sobre o caso.
O acompanhamento dos gays por quatro defensores transcende o exercício das funções da Defensoria Pública e vai além até mesmo do acordo que a instituição firmou com a Secretaria de Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado e a Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual da Prefeitura de São Paulo. Trata-se de uma atuação voltada a proteger não os gays investigados pelo fato de serem investigados, mas sim a proteger os investigados pelo fato de serem gays. Não obstante, é lícito cogitar que a atuação da Defensoria Pública de São Paulo destina-se também proteger a agenda do movimento gay dos impactos negativos que a eventual condenação de um “casal” gay pode trazer. Ademais, a atuação da Defensoria Pública de São Paulo se mostra assentada num amplo programa de resignificação dos direitos humanos e de modificação e esvaziamento do campo semântico que lastreia a democracia brasileira.
Ser assistido por um defensor público quando não se tem recursos para custear um advogado é um direito de todo cidadão, seja ele heterossexual, homossexual, bissexual, etc. Ser assistido por quatro defensores públicos já é ser beneficiado por um desvio de finalidade; é ter para si um privilégio; é ser favorecido por uma afronta à igualdade jurídica.
Por meio do PNDH-II tucano, do PNDH-III petista, do PLC 122/2006 e da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) elaborada pela Comissão Especial de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), osGLBTT[...] estão paulatinamente se tornando uma classe de pessoas diferenciadas, uma espécie de supercasta de sujeitos que não podem ser simplesmente protegidos pelas leis em vigor no país - que já preveem punição aos que cometem homicídio, agressão física, ou ofendem a honra de alguém (arts. 121, 129, 138 e ss. do Código Penal) -, mas devem ter uma proteção especial, ainda que às expensas dos direitos e liberdades civis dos demais cidadãos.
A simples existência de projetos como o PLC 122/2006 já evidencia a desconstrução da noção histórica de igualdade jurídica. A atuação da Defensoria Pública de São Paulo no presente caso do “casal” gay só vem a mostrar que uma nova perspectiva de igualdade jurídica, já ressignificada pela revolução cultural, está sendo implementada.
No atual cenário acadêmico, a igualdade jurídica é vista com um desdém pedantesco. Há até quem diga que ela é uma mera formalidade destinada a ocultar as desigualdades reais e que, portanto, não vale muita coisa. Apesar disso, os engenheiros sociais sabem que não é possível acabar com a igualdade jurídica. Pega mal tirá-la do papel. É mais fácil ressignificá-la.
O caso que aqui se abordou significa muita coisa para ideia de igualdade jurídica no âmbito do sistema penal, pois ele indica uma preferência da Defensoria Pública de São Paulo pelo público gay, pois mesmo sendo raríssimo se ver defensores públicos cuidando de sujeitos investigados pela polícia, foram mobilizados nada menos que quatro defensores para orientar e defender o “casal”. Contudo, o caso não pode ser visto apenas dentro âmbito penal. Quando inserido num contexto marcado pelo surgimento de programas que constroem novos direitos humanos sob novas perspectivas e pela criação de leis que visam cercear a liberdade de expressão e a liberdade religiosa dos cristãos, o caso assume uma importância ímpar para a manutenção do que resta de liberdade e democracia no Brasil.
Mexer com a igualdade jurídica implica subverter o campo semântico (4) que define a democracia representativa contemporânea.
Na lição de Robert Alan Dahl, uma democracia só existe e se desenvolve se há uma lógica da igualdade que permita que os membros de uma comunidade se reconheçam como iguais (5). A lógica da igualdade não versa de outra igualdade senão a jurídica. Sem a igualdade jurídica, a titularidade do poder, o fundamento da democracia, resta distorcido.
Num contexto de revolução cultural, como o que se vê no Brasil, a desconstrução e a ressignificação da igualdade jurídica correspondem a uma degradação do direito e prenunciam um novo totalitarismo, no qual só os grupos escolhidos pelo Estado terão representação política, amparo legal, participação no espaço público e, doravante, quem sabe, assistência jurídica gratuita em mutirão.
A atuação seletiva da Defensoria Pública de São Paulo voltada a defender o “casal” gay mostra a aplicação prática de um direito sombrio que está sendo gestado na academia. Por ser uma atuação muito escandalosa, talvez a instituição não se arrisque a repeti-la. Se a defesa seletiva em mutirão se tornará ou não uma tendência só o tempo poderá dizer.
De qualquer forma, é preciso que todos fiquem vigilantes para que esse tipo de atuação da Defensoria Pública seja denunciada e criticada publicamente.
Uma das funções implícitas da Defensoria Pública é assegurar a igualdade jurídica aos mais desfavorecidos. Dar suporte à revolução cultural não é exercício de função destinado a promover a igualdade; é desserviço à justiça e à democracia.

Notas:
1 - Processo e procedimento são coisas distintas.
2 - O vocábulo ‘avanço’ é mantra usado de forma fetichista pelos engenheiros sociais e seus seguidores.
3 - O PNDH – II – tucano - já trazia propostas voltadas ao combate à “homofobia” (v.g. propostas 241 e 244 do programa).
4 - A definição de um termo como a democracia implica a definição de outros termos a ela conexos. Uma definição de democracia tem de comportar a cadeia de significados que a caracterizam.
5 - DAHL, Robert Alan. Sobre a democracia. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2009, p. 20.

*Saulo de Tarso Manriquez é mestre em Direito pela PUC-PR.

GOVERNO DO PT DEU 250 BILHÕES DE REAIS PARA RICOS E 76 BILHÕES PARA POBRES. VOCÊ CLASSE MÉDIA PAGOU A CONTA E SOFRE COM INTERFERÊNCIAS DO PT NA SUA FAMÍLIA (HOMOSSEXUALISMO) E NA SUA FÉ (ABORTO)

Bolsa Empresa x Bolsa Família. Publicado no blog CoroneLeaks (Coturno Noturno)
Os empresários exercitando o "espírito animal" com Dilma.


O governo petista, nos últimos seis anos, distribuiu R$ 97,8 bilhões em subsídios a empresas. Destinados, principalmente, para meia dúzia de grandes grupos. Já o BNDES, nos últimos três anos, deu para esta mesma categoria privilegiada empréstimos da ordem de R$ 149,5 bilhões. Salvou bancos quebrados. Pagou a conta de empresas doentes como a Sadia. Garantiu o pasto das boiadas da JBS. Apenas em subsídios e empréstimos chegamos à extraordinária soma de quase R$ 250 bilhões para a Bolsa Empresa, muito mais do que os investimentos realizados. Já para a Bolsa Família, durante os oito anos de sua existência, completados em novembro passado, o governo do PT destinou R$ 76 bilhões. Para os pobres, menos de um terço do que para os ricos. Na semana que passou, Dilma recebeu os mesmos beneficiados de sempre, um grupo de empresários que nadam em dinheiro público como cartéis, bancos e empreiteiras, pedindo mais investimentos, pedindo que o empresário fosse tomado de "espírito animal". Novos subsídios serão concedidos na sua volta da Índia. Para os mesmos. A Bolsa Empresa é uma estratégia tão esperta quanto a Bolsa Família. A curto prazo, tem lá as suas vantagens eleitorais. No entanto, a indústria está dando sinais de fadiga e as obras do petismo não aparecem. Nada do que é anunciado com pompa e circunstância se concretiza. Trem-bala, Ferrovia Norte-Sul, transposição do São Francisco, o primeiro navio que encalhou depois de ser entregue, aeroportos, portos, o que deveriam ser obras são meras ficções mercadológicas. Quase 30.000 escolas rurais fecharam nos últimos seis anos. Nenhuma creche das 6.000 prometidas foram construídas. As obras da Copa capengam. Os dois únicos setores que seguram a economia são a agropecuária e a mineração. O primeiro está ameaçado pela burrice do governo federal em não aprovar o Código Florestal. O segundo por novos impostos criados pelos estados. Como diz J.R.Guzzo em seu artigo semanal para a Veja, "nada do que o governo manda resolver, ou quase nada, consegue ser resolvido". Mas a Bolsa Empresa e a Bolsa Família vão mantendo as ilusões.