terça-feira, 31 de janeiro de 2012

O MODELO ECONÔMICO DO PT É FASCISTA. A ELITE EMPRESARIAL ADERIU ALEGREMENTE AO BUTIM DO DINHEIRO PÚBLICO COMO NA ALEMANHA NAZISTA. A AGRESSÃO AO SECRETÁRIO ANDREA MATARAZZO FOI UMA VIOLÊNCIA FASCISTA


Notícias assustadoras. Publicado por Nivaldo Cordeiro no site www.midiasemmascara.org

O que tem em comum o editorial do jornal O Estado de São Paulo ("Agora a capital, depois o Estado"), a notícia de que o secretário da Cultura, Andrea Matarazzo, foi agredido por uma turba politicamente orientada e a de que um dos ícones do empresariado nacional, Jorge Gerdau, está emprestando seu prestígio para gerenciar os ministros da presidente Dilma Rousseff? Tudo. A adesão de Jorge Gerdau é símbolo da adesão integral do grande empresariado ao governo do PT.

A notícia de que todos os meios estão sendo empregados para eleger o candidato petista em São Paulo também, pois São Paulo tem sido o entrave ao projeto hegemônico do petismo. E o cerceamento do secretário Andrea Matarazzo é demonstração de que as turbas petistas vão mesmo usar a "ação direta" para atingir seus objetivos. Tudo como nos anos 30. O Brasil está sob o perigo da instituição de uma ordem totalitária.

Assista ao comentário em vídeo de Nivaldo Cordeiro.

O FORO SOCIAL MUNDIAL 2012 EM PORTO ALEGRE É UM GRANDE HOSPÍCIO A CÉU ABERTO; SÓ LOUCOS NÃO ENXERGAM QUE A CRISE ECONÔMICA MUNDIAL É DO SOCIALISMO

Escrito por Nivaldo Cordeiro no endereço www.nivaldocordeiro.net

Desde que Miguel de Cervantes escreveu o Dom Quixote sabe-se que a humanidade, na modernidade, embarcou em um universo paralelo que veio a ser conhecido, entre os melhores escritores, como Segunda Realidade. Em imaginação teórica os loucos criaram o "outro mundo possível", dando as costas ao real. O abandono do Direito Natural foi o primeiro gesto, assim como a elevação do Estado ao status de substituto de Deus.

Nessa marcha alucinante tudo que era sagrado foi profanado, como Marx celebrou no prólogo do Manifesto Comunista. Significa: o real foi profanado. Não mais importava o mundo como ele é, mas como deveria ser construído ao arbítrio da loucura dos revolucionários.
Um exemplo do mecanismo como essa loucura é cultivada e praticada está na realização e na temática do famigerado Foram Social Mundial, ajuntamento de esquerdistas alucinados, patrocinado por governos esquerdistas igualmente alucinados, como o do PT. Seu lema: "Crise capitalista, justiça social e ambiental".

É preciso ser muito louco para não enxergar que a crise econômica mundial ora em curso é do socialismo (= Estado gigante e distributivista). Há um evidente esgotamento do modelo socialista pela exaustão provocada pelo excesso de endividamento público, que chegou ao nível do impagável, e de cobrança exagerada de impostos. A engenharia econômica socialista, fundada no roubo tributário, encontrou seu próprio limite. O desmonte socialista está em toda parte, a começar pela Grécia. Falar em crise do capitalismo não é simples ignorância: essa gente alucinada não quer ver as coisas como elas são.

O mesmo pode ser dito do que chama justiça social. A locução é um pleonasmo, posto que toda justiça é social. Esta palavra está aí para reafirmar o programa socialista de criar privilégios para os que não querem trabalhar, às custas dos que trabalham. Insistem na locução porque ela é usada para reafirmação de sua ética de afanação do alheio. A palavra social serve de slogan para mobilizar os interessados em se apropriar do butim roubado.

E a tal justiça ambiental? Sandice pura, obviamente. Foi inventada pelos engenheiros socais que querem implantar o governo mundial. Questões climáticas não estão ao arbítrio do ser humano, mas servem de palavra de mobilização para os alucinados viventes no reino da Segunda Realidade.

O Foro Social Mundial que ora ocorre em Porto Alegre é isso, um grande hospício a céu aberto, em que uma multidão de auto-enganados é conduzida por espertalhões que manobram politicamente. Ao seu lado, os escribas e fariseus da causa alienada, a serviços das sinecuras propiciadas pelo revolucionários. Tudo temperado com dose elevada de mau-caratismo. É claro que esse ajuntamento de ignorantes e mal intencionados, numa tenda de loucos, não é coisa boa. É a anti-sala da destruição.

A PREVIDÊNCIA DO BRASIL ESTÁ FALIDA, MAS HÁ UMA SOLUÇÃO CORAJOSA: ACABAR COM A PREVIDÊNCIA GOVERNAMENTAL, GARANTIR OS PROVENTOS DOS JÁ APOSENTADOS E DEVOLVER OS VALORES RECOLHIDOS AOS AINDA NÃO APOSENTADOS

Você acredita que receberá seu salário atual como aposentadoria? Eu não acredito por que as previsões atuais são negativas. O número de benefícios da Previdência do Brasil é muito grande em relação aos valores recolhidos por aqueles que pagam ao Governo pelos mesmos benefícios.

Em 2009, no Brasil, segundo Ricardo Bergamini (http://paginas.terra.com.br/noticias/ricardobergamini), os dados da Previdência eram os seguintes:
Valores em R$ bilhões
Itens
2009
% PIB
Déficit INSS
(40,5)
(1,30)
Contribuições
181,1
5,79
Benefícios
221,6
7,09
Déficit  União
(60,2)
(1,92)
Contribuições
9,3
0,30
Benefícios
69,5
2,22
Déficit Total
(100,7)
(3,22)

Explicando o quadro (tudo conforme Bergamini), vê-se que o déficit do setor privado (INSS) foi de R$ 40,5 bilhões (1,30% do PIB) e déficit do setor público federal de R$ 60,2 bilhões (1,92% do PIB), totalizando no ano 2009 déficit de R$ 100,7 bilhões (3,22% do PIB). Vê-se também que a arrecadação do sistema de previdência geral (INSS) foi de R$ 181,1 bilhões em contribuições de empresas (5,7 milhões) e de empregados e autônomos ativos da iniciativa privada (48,1 milhões), pagando benefícios da ordem de R$ 221,6 bilhões para um contingente de 23,2 milhões de aposentados e pensionistas, com salário médio mensal de R$ 715,30 gerando déficit de R$ 40,5 bilhões (1,30% do PIB). A arrecadação do governo federal junto aos servidores foi de R$ 9,3 bilhões (Militares - R$ 1,8 bilhão; Parte Patronal da União dos funcionários civis Ativos e Inativos - R$ 1,4 bilhão e Parte dos Funcionários Civis Ativos e Inativos - R$ 6,1 bilhões) de um contingente de pessoal ativo da ordem de 1.214.786 servidores (786.061 civis e 428.725 militares), com salário médio/mês de R$ 6.690,70 pagando benefícios de R$ 69,5 bilhões para um contingente de 1.067.725 servidores aposentados e pensionistas (737.109 civis e 330.616 militares), com salário médio/mês de R$ 5.426,88 gerando déficit de R$ 60,2 bilhões (1,92% do PIB).

Bergamini diz que o assunto Previdência é debatido como se todos os aposentados e pensionistas fossem um grupo de miseráveis e pobres, não se fazendo nenhuma distinção entre os 23,2 milhões de aposentados e pensionistas do RGPS (INSS), com salário médio mensal em 2009 de R$ 715,30 e os 1,06 milhões de servidores aposentados e pensionistas da União (civis e militares) com salário médio mensal de R$ 5.426,88 (veja a prova no site http://www.investidura.com.br/biblioteca-juridica/artigos/economia/160512)

Acrescenta que na Previdência da União (Civis e Militares) existem 1.214.786 ativos para 1.067.725 inativos, ou seja: uma relação de 1,14 ativo para 1,00 inativo, que combinada com a relação de que os inativos ganham 81,11% da média dos salários dos ativos e que essas relações combinadas geram necessidades de recursos correspondentes a 71,28% dos salários dos ativos para pagar os inativos.

Bergamini ainda afirma: Essa monstruosa distorção foi gerada durante anos de demagogias e irresponsabilidades de diversos governantes, não havendo nenhuma fórmula atuarial no planeta que resolva tamanha aberração, visto que, em média, a fórmula de equilíbrio universal gira em torno de 5 ativos para 1 inativo.

Mas há uma solução que bons governos teriam coragem de adotá-la:

Acabar com a previdência governamental e devolver os valores recolhidos a título de contribuição para a Previdência aos participantes do sistema que ainda não têm direito de se aposentar. Quanto aos já aposentados, o governo deve garantir os proventos de aposentadoria até a morte. Os demais benefícios do sistema de previdência governamental também ficariam extintos. Quem quiser aposentar-se que faça o próprio plano junto aos seguradores privados ou que garantam a si próprios.

Por que o estado se mete na economia privada, define como cada um deve guardar seu próprio dinheiro e, ainda por cima, não garante o dinheiro sofridamente recolhido pelo contribuinte? O estado é um mal necessário e devia ser tolerado apenas para garantir liberdade, justiça e segurança. Nada mais que isso. Quando se mete na vida de cada um é sempre um desastre como agora nessa anunciada falência da previdência governamental.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

PINHEIRINHO: POR QUE O ASSESSOR DE GILBERTO CARVALHO TEM ESSA ESTROVENGA NA MÃO E EXIBE ESSE AR DE PERVERSA SATISFAÇÃO? Parece que o objetivo era mesmo usar o lombo dos pobres em benefício de uma causa política

Por Reinaldo Azevedo no blog www.veja.abril.com.br/blog/reinaldo/
Vejam esta foto:

Foi publicada na edição de sábado do Estado. Este que aparece aí é Paulo Maldos, assessor do ministro Gilberto Carvalho. Isso que ele tem na mão, que exibe por aí como um troféu nas mais variadas circunstâncias (vocês verão), é uma bala de borracha que, segundo ele, o atingiu durante a reintegração de posse do Pinheirinho.

A imagem NUNCA DIZ MAIS DO QUE MIL PALAVRAS. A imagem pode sintetizar milhões delas, que, ainda assim, precisam ser ditas e escritas para que tenhamos ainda mais clareza do objeto tratado.

Olhem a cara de Maldos.
Insatisfação?
Indignação?
Dor?
Fúria?
Rancor?
Revolta?

Não!
O nome do que se vê acima é prazer!
Se, agora, fosse o caso de evocar Freud, teria de visitar os meandros do masoquismo — o homem que se afeiçoa ao instrumento que o machuca. Mas é bom deixar o doutor de lado. Isso está mais para Marx — um Marx mixuruca, mas está. Aquele rosto que se vê ali é de vitória. Voltem lá. O que fazem aqueles olhos voltados sabe-se lá para onde? Ele posa para o fotógrafo, mas mira uma outra coisa. Nota à margem: também ele exibe aquela aliança ou anel preto, que vejo nas mãos de muitos “progressistas”. O que significa? Não tenho a menor idéia. Vai ver esquerdistas nascem com predisposição para anéis pretos… Se alguém tiver alguma explicação melhor…

Já que ninguém perguntou, então pergunto eu: o que fazia Maldos em plena madrugada de domingo, lá no Pinheirinho? “Ah, estava lá para proteger a população”, poderiam responder o militante e o ingênuo. Mas proteger do quê? “Ora, Reinaldo, da reintegração de posse!” Ah, havia a decisão da reintegração, certo?, de cumprimento obrigatório pela Polícia Militar? Então Carvalho e Maldos sabiam que ela iria acontecer, como sabiam os tais “líderes” do Pinheirinho, mas engabelaram os moradores, mantendo-os na ignorância.

Eis aí. Parece que o objetivo era mesmo usar o lombo dos pobres em benefício de uma causa política.

Ora, todo mundo sabe que uma operação de ocupação envolvendo três mil pessoas (nem 9 mil nem 6 mil) tende mesmo a ser conflituosa, especialmente quando há a disposição para reagir à ação da polícia. Ainda assim, não houve o esperado “massacre”.

Pergunto: o que distingue, nesse caso, o trabalho de Maldos do de um agitador qualquer? Em que ele se diferencia de um agente infiltrado, disposto a investir no quanto pior, melhor? Carvalho falta com a verdade de modo absoluto ao afirmar que estavam em curso “negociações”. Não estavam mais! Isso a juíza já deixou claro de modo insofismável. Elas já haviam sido encerradas. Também estava definida a incompetência da Justiça Federal para cuidar do caso.

Os moradores do Pinheirinho, em suma, estavam à mercê de oportunistas, que se prepararam para o banho de sangue que não houve. E a operação “de resistência”, àquela altura, estava sendo coordenada, como se vê, pelo gabinete de Gilberto Carvalho, assim como o de Maria do Rosário comandou a tentativa de sabotagem à retomada da área em que ficava a cracolândia — essa operação apoiada por 82% dos paulistanos.

Este Maldos ser apresentado como uma vítima ou herói do Pinheirinho é evidência da degradação intelectual de consideráveis setores do jornalismo. E não que ele tente disfarçar, não é mesmo? Ele posou (Emir Sader escreveria “pousou”) para outras fotos. Numa delas, não resiste e ri a pregas soltas, como se diria em português castiço, sempre com a estrovenga na mão.


OS CRISTÃOS EVANGÉLICOS ENTRARAM NO ALVO DE MÉDIO PRAZO DO PT-PETISMO. CUIDEM-SE OU SERÃO TAMBÉM ENGOLIDOS

O PT, que dá a oposição como liquidada, estuda agora um futuro confronto com os evangélicos
Por Reinaldo Azevedo no blog www.veja.abril.com.br/blog/reinaldo

O fato mais importante da semana passada se deu na sexta-feira, em Porto Alegre. Seu protagonista é Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência e olhos, ouvidos e mão — pesada! — de Luiz Inácio Lula da Silva no governo. Carvalho é o homem que guarda os arcanos petistas, os seus segredos, os seus porões. Depois do Babalorixá de Banânia, é quem mais conhece o partido. Transita em todas as esferas, especialmente no mundo sindical — e o sindicalismo nunca foi para pessoas de estômago fraco. O de Carvalho é de avestruz. Não por acaso, ele foi o principal articulador do PT nos eventos pós-morte de Celso Daniel. Foi quem organizou a reação do partido e determinou o papel que cada um deveria desempenhar. Tinha sido braço-direito do prefeito. Segundo irmãos de Celso, confessou-lhes que levava malas de dinheiro do esquema de corrupção de Santo André para o PT — no caso, para José Dirceu. Ambos negam, é evidente. Mas volto.

O evento mais importante foi a palestra de Carvalho a militantes de esquerda no Fórum Social de Porto Alegre. É aquele evento que contou, na sua fase palaciana, com a presença do terrorista e assassino Cesare Battisti, a quem os petistas deram guarida. Para Carvalho, no entanto, “terrorista” é a polícia de São Paulo… Esse foi o trecho politicamente mais delinqüente de sua fala, mas não foi o principal.

Depois de confessar que o governo quer criar uma mídia estatal para a chamada “classe C” — que, segundo Carvalho, não poderia ficar à mercê da mídia conservadora —, ele avançou: é preciso fazer uma disputa ideológica com os líderes evangélicos pelos setores emergentes!

Uau! Não pensem que isso é feito assim, na louca, sem teoria — nem que seja uma teoria aprendida, não exatamente lida. Esse pensamento de Carvalho tem história.

Os petistas, embora não o digam em público, consideram que a oposição está liquidada. Conversei dia desses com um intelectual petista que se mostrava, até ele, escandalizado com a incapacidade da oposição de articular o discurso conservador para se opor ao suposto “progressismo” do PT. Ele também estranhava o que vivo estranhando aqui: será o Brasil a única democracia do mundo com medo dos eleitores que estão mais à direita no espectro político? Pelo visto, sim! Lá na suas tertúlias, os petistas chegam a zombar dessa covardia.

Notem, a propósito, que os únicos momentos em que demonstram realmente alguma aflição e põem as suas hordas na rua é quando temem que a população adira ao discurso da ordem: então mobilizam seus bate-paus para confrontos com a polícia. Assim, podem sair gritando: “Fascistas!” Se e quando a oposição souber falar essa linguagem de modo eficiente e moderno, o PT pode ter problemas. Mas a aposta dos companheiros é que isso não vai acontecer. Tucanos, por exemplo, são reféns de sua “ilustração”.

A outra força
A força que o partido teme é justamente a religiosa. E, no caso, não é a Igreja Católica que os preocupa. Embora tenha cooptado o PRB — o partido da Igreja Universal do Reino de Deus, do auto-intitulado “bispo” Edir Macedo, dono da Record —, o PT sabe tratar-se de uma vistosa, mas pequena parte dos evangélicos. Seguindo os passos da teoria gramsciana, o “partido” tem de se consolidar como um “imperativo categórico”, de modo que toda ação concorra para fortalecê-lo. Mesmo os movimentos de crítica e reação hão de estar subordinados a este ente. Haver organismos, entidades, grupos ou religiões que cultivem valores fora do abrigo do partido é inaceitável.

Os “pensadores” do PT querem começar a criar as condições para limitar ou anular a influência das igrejas evangélicas especialmente nas questões relativas a costumes. O projeto petista se consolida é com a completa laicização da sociedade, sem espaço para a moral privada ou de grupo. Teses como descriminação do aborto, legalização das drogas, união civil de homossexuais, proselitismo sexual nas escolas (nego-me a chamar de “educação” o tal kit gay, por exemplo) tendem a encontrar resistência. E as vozes que lideram essa resistência costumam ser justamente as dos evangélicos. Setores da Igreja Católica também reagem, sim, mas sabemos que a Santa Madre está infestada de esquerdistas de batina (ou melhor: sem batina!).

Ora, conjuguemos as duas propostas de Carvalho, feitas no Fórum Social: ele quer o estado produzindo “informação” para a classe C justamente para disputar almas com os evangélicos. O PT chegou à fase em que acredita que pode também ser “igreja” — e seu “deus”, como se sabe, é o Apedeuta… Os petistas ainda não engoliram o recuo que tiveram de fazer em 2010, no debate sobre o aborto, por causa da pressão dos cristãos.

Os cristãos evangélicos entraram no alvo de médio prazo do PT. Cuidem-se ou serão também engolidos.

A ESQUERDA ESTÁ TROCANDO O VERMELHO SOCIALISTA COMUNISTA PELO VERDE AMBIENTALISTA, SEM MUDAR NADA NO DISCURSO QUE NÃO TEM CONTEÚDO E NEM SUBSTÂNCIA

Publicado no site Verde: a cor nova do comunismo
IV Internacional anarco-marxista adota bandeiras verdes ambientalistas para 2012

Fórum Social (ex-Mundial): no início prevalecia o vermelho, foto Valter Campanato-ABr

Intelectuais de esquerda e agitadores engajados no passado ano de 2011 no movimento anticapitalista voltaram a se reunir no Fórum Social Temático (ex-Mundial) de Porto Alegre para reavaliar suas táticas.

Num ambiente bastante desanimado e que só se tornou possível pela polpuda verba do governo petista de Rio Grande do Sul, os representantes da extrema-esquerda mundial passaram a reafivelar a máscara “verde” para o ano 2012.

O teólogo da libertação Frei Betto apresentou como alvo futuro a “Rio+20” que acontecerá em junho.

E comentou: “do ponto de vista de chefes de Estado, temo que vai ser um fracasso”. De fato, os governos dependem muito da opinião pública, a qual está cada vez menos crédula nos medos irracionais e nos slogans do ambientalismo radical.

Os ativistas do Fórum Social criticaram, como é de praxe, o esboço preparado pelas Nações Unidas do texto a ser aprovado na “Rio+20” como resolução.

No fim: a metamorfose para o verde estava bem adiantada, foto Valter Campanato-ABr

O empresário Oded Grajew, um dos fundadores do fórum anarquista mundial, disse que o texto da ONU está “muito abaixo da expectativa” radical. Com estes termos, ele parece não descartar a possibilidade de o esboço vir a ser aproveitado em certa medida pelo anarquismo vermelho vestido de ambientalismo verde.

“Se a sociedade não pressionar, vai acontecer pouca coisa, como tem acontecido nas COPs” – disse, referindo-se aos fracassos dos radicais nas conferências sobre mudanças climáticas em Estocolmo (2009), Cancún (2010) e Durban (2011).

Mas a “sociedade” que deve “pressionar” é a dos grupelhos anarquistas reunidos em Porto Alegre. Entre eles destacavam-se os “indignados” espanhóis e militantes do “Ocupa Wall Street”, movimento que está com dificuldade financeira até para pagar a fiança de seus militantes presos pela polícia.

Eles deverão se reciclar em função da “Rio+20” guardando as bandeiras anarco-marxistas e desempacotando os cartazes verdes, uma tarefa para a qual em verdade estão já habituados.

O ambientalista Tasso Azevedo, ex-diretor do Serviço Florestal Brasileiro, afirmou que o documento oficial da ONU será muito pouco útil.

De fato, com suas sinuosidades de redação e ambiguidades matreiras, o Código Florestal poderá ser de utilidade muito maior para engessar a iniciativa privada no campo brasileiro do que as pesadas declarações da ONU.

De vermelho para verde: presidente Dilma quis contribuir.
foto Valter Campanato-ABr

Para o “teólogo” e ex-frei Leonardo Boff, o documento oficial apresentado pela ONU “são só conclamações idealistas, sem mostrar a sociedade que queremos”.

Segundo ele, “as conclamações idealistas” não apresentam problema, pois acabam sendo mais ou menos as mesmas dos extremistas do ambientalismo. A grande diferença para o “teólogo”, que prega que a presença da humanidade na Terra é insustentável, está apenas nas aplicações práticas.

O agitador italiano Cesare Battisti condenado em seu país por múltiplos assassinatos e asilado no Brasil graças ao PT compareceu de camiseta vermelha e cabelo tingido de amarelo, cores de seu protetor.

Também a presidente Dilma Rousseff e mais sete ministros tentaram animar o evento. Presidentes que no perdem oportunidade para se exibir como Hugo Chávez ou Evo Morales nem explicaram a ausência.

A ex-senadora Marina Silva exigiu que a presidente Dilma Rousseff vetasse algumas atenuações existentes no Código Florestal aprovado pelo Senado. Mas não fez objeção ao conjunto do Código, o qual, embora não seja totalmente do agrado dela e de seus companheiros de extremismo, acabaria servindo à revolução comuno-progressista.

“Peço a Deus e ao povo brasileiro que a gente se mobilize para dar sustentabilidade à presidente Dilma para que ela possa honrar isso” – apelou a senadora.

O que aquele ambiente infestado do Fórum Mundial entendeu por “Deus”? Gaia, Pachama, matéria em evolução dialética hegeliana? Difícil sabê-lo.

Agora extrema esquerda bancará interesse pelo planeta, foto Valter Campanato-ABr

O mais provável é que os presentes tenham achado que “dar sustentabilidade à presidente Dilma” significa apoiar, ainda que parcialmente, tudo quanto de revolucionário e radical está habilmente incubado no Código Florestal na atual redação.

O evento concluiu um manifesto sobre meio ambiente visando a futura intervenção na “Rio+20”. Na redação participaram a MST e a CUT, além das ONGs ecologistas radicais que pediram também a fracassada reforma agrária socialista e confiscatória.

Resumindo: a assembleia trocou o vermelho socialo-comunista pelo verde ambientalista, sem mudar nada na substância.

BURRICE COM FOME DE PASTO. A PALAVRA EXCLUÍDO USADA POR MUITOS PADRES NÃO EXISTE NO NOVO TESTAMENTO. "EXCLUÍDO" E "CAPITALISMO" SÃO JARGÕES DO MARXISMO MATERIALISTA

Escrito por Percival Puggina e publicado no site www.midiasemmascara.org

A carga simbólica da palavra capitalismo é tão negativa, malgrado se refira a um modelo comprovadamente superior ao socialismo, que até parece ter sido concebida por seus adversários, não é mesmo? E, de fato, foi!

É possível, com algum esforço, criar uma palavra e atribuir-lhe um significado universalmente conhecido. Mas é quase impossível mudar o significado de uma palavra suprimindo ou alterando seu conteúdo simbólico consolidado. Fará muita bobagem na política quem não souber isso ou, ao menos, não o intuir.

Exemplifiquemos. Você dificilmente participará de uma missa, ouvirá um sermão ou lerá um documento da CNBB sem que se depare com a palavra "excluído". Ela estará ali, para a mensagem, assim como a farinha de trigo está para a hóstia. Procure essa palavra nos quatro evangelhos e veja quantas vezes é mencionada. Já fez isso? Pois é. Nenhuma. Quando alguém, astuciosamente, substituiu a palavra "pobre" (esta sim, 25 vezes referida nos evangelhos) por "excluído", infiltrou um conteúdo ideológico na mensagem cristã. E quem não estiver prevenido receberá doses frequentes de veneno marxista em substituição ao verdadeiro ensinamento de Jesus, um ensinamento de amor ao próximo, de caridade, de zelo fraterno e de rejeição à idolatria da riqueza. Não há nos evangelhos qualquer esboço de luta de classes. Não há uma gota sequer de ódio aos ricos, mas severas advertências a quem apenas se ocupa com acumular bens onde eles são consumidos "pela ferrugem e pelas traças". Já a noção de exclusão implica a simétrica noção de inclusão e de ambas se deduz que o excluído é sujeito passivo da ação de exclusão que sobre ele exerce o sujeito ativo incluído. Vai uma bandeirinha vermelha aí?

O ensino cristão sobre os bens materiais não significa, em absoluto, nem poderia significar, uma proposta de organização da economia sem direito de propriedade, sem iniciativa privada, sem produção, sem negócios, sem remuneração e sem lucro. Num mundo com bilhões de habitantes essa seria a receita da miséria e da inanição.

Vamos em frente. Atente, leitor, para a palavra capitalismo. Volta e meia ela é usada para definir um sistema vantajoso, oposto ou em contraposição ao socialismo como sistema econômico. Ora, a carga simbólica da palavra capitalismo é tão negativa, malgrado se refira a um modelo comprovadamente superior ao socialismo, que até parece ter sido concebida por seus adversários, não é mesmo? E, de fato, foi! Esse vocábulo entrou nos dicionários na segunda metade do século 19, levada pelos textos de socialistas e anarquistas, a partir de Marx, Proudhon e outros. Portanto, usar como bandeira, proposta ideológica ou plataforma de organização da ordem econômica uma palavra com essa carga negativa, cunhada pelos próprios adversários da tese que expressa, é uma burrice com fome de pasto. Em tudo semelhante a de quem usa ingenuamente a palavra "excluído" em seus atos penitenciais, sem perceber o erro que está cometendo. Reze pelos pobres e aja em favor deles, meu irmão. Mas não caia nas redes da Teologia da Libertação!

Veja o que escreveu o Papa João Paulo II, no nº 42 de sua extraordinária encíclica Centésimo Ano (1991):

"Voltando agora à questão inicial, pode-se porventura dizer que, após a falência do comunismo, o sistema social vencedor é o capitalismo e que para ele se devem encaminhar os esforços dos Países que procuram reconstruir as suas economias e a sua sociedade? É, porventura, este o modelo que se deve propor aos Países do Terceiro Mundo, que procuram a estrada do verdadeiro progresso econômico e civil? A resposta apresenta-se obviamente complexa. Se por "capitalismo" se indica um sistema econômico que reconhece o papel fundamental e positivo da empresa, do mercado, da propriedade privada e da consequente responsabilidade pelos meios de produção, da livre criatividade humana no setor da economia, a resposta é certamente positiva, embora talvez fosse mais apropriado falar de "economia de empresa", ou de "economia de mercado", ou simplesmente de "economia livre".

Ele veio de um país comunista e sabia das coisas.

domingo, 29 de janeiro de 2012

PINHEIRINHO - SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - COM A JUÍZA MÁRCIA MATHEY LOUREIRO, O ESTADO DE DIREITO TEM FUTURO NO BRASIL. COM GILBERTO CARVALHO E DILMA, ELE SÓ TEM PASSADO!



Por Reinaldo Azevedo no blog www.veja.abril.com.br/blog/reinaldo/

Eu detesto covardes!
Eu detesto demagogos!
Eu gosto dos que gostam do estado de direito!

A juíza Márcia Mathey Loureiro, que determinou a reintegração de posse da chamada área do Pinheirinho, é corajosa. E SUA CORAGEM NÃO ESTÁ EM AFRONTAR A LEI, MAS EM SEGUI-LA.

A juíza Márcia Mathey Loureiro não afronta a Justiça que é de todos para exercer noções particulares de justiça em busca do aplauso fácil.

A juíza Márcia Mathey Loureiro gosta do estado democrático e de direito. E não se acovarda. E dá uma lição à presidente Dilma Rousseff: barbárie é o estado sem lei, presidente! E dá uma lição a Gilberto Carvalho: ação terrorista é o seqüestro da Constituição, meu senhor!

Assistam à notável entrevista concedida por ela DEPOIS da reintegração de posse do Pinheirinho. Ela não foi se esconder debaixo da cama. Ela deu a cara AO ESTADO DE DIREITO E À DEMOCRACIA, sem temer as hordas fascistóides da desqualificação. Assistam à sua entrevista. Volto em seguida.
Voltei
“Eu não poderia dizer que o particular tem de fazer as vezes do poder público e providenciar moradia pra diminuir o déficit habitacional”

Não conheço outras decisões da juíza nem seus outros juízos. Se o que vemos acima é o padrão, o Brasil que Márcia Mathey Loureiro tem na cabeça é uma democracia de direito, tanto quanto o Brasil de Gilberto Carvalho é uma ditadura, onde leis são cumpridas de acordo com as conveniências.

Sua entrevista também deixa claras todas as providências que foram tomadas para a desocupação — omitidas, como vocês sabem, pela esmagadora maioria da imprensa. Também resta evidente que a desocupação tem sido debatida desde julho. Sucessivas reuniões não resultaram em acordo, e não havia proposta nenhuma para a área — MUITO MENOS DO GOVERNO FEDERAL, como sugeriu, mais uma vez contrariando os fatos, o sr. Gilberto Carvalho.

Espalhem este post e este fato:COM MÁRCIA MATHEY LOUREIRO, O ESTADO DE DIREITO TEM FUTURO NO BRASIL. COM GILBERTO CARVALHO E DILMA, ELE SÓ TEM PASSADO!

CAUSAS DOS DESABAMENTOS DOS TRÊS EDIFÍCIOS CONTÍGUOS DA ÁREA CENTRAL DO RIO DE JANEIRO NO DIA 25 DE JANEIRO DE 2012. A FALTA DE BUROCRACIA NÃO FOI UMA DELAS


Acidentes dessa magnitude geralmente têm várias causas. Cito três principais:
1) - Idade do edifício (mais de 70 anos);
2) – Inúmeras reformas de janelas, de paredes e de pavimentos inteiros;
3) – Profissionais responsáveis negligentes ou ausentes.

Especialistas dizem que o concreto armado, material base da construção civil, endurece com o tempo. Mas isso não torna um edifício castigado pelo uso mais seguro. O concreto endurece, mas as reformas, as trocas de materiais, as ferrugens, as novas aberturas e as vibrações vão enfraquecendo a ligação entre as partes estruturais do prédio.

A falha humana é mais comum na maioria dos acidentes de pequena e de grande monta. Algum profissional pode ter falhado, mas não se pode acusar apenas um. Quando uma lâmpada queima, não se pode acusar que o último que a acionou é o responsável pela queima.

Mas existem responsabilidades que devem ser eliminadas, sob pena de se culparem inocentes, como é o caso do último que acionou o interruptor da lâmpada. Os jornais televisivos, radiofônicos e escritos apontaram que a falta de licença é uma das causas. Ora, nesse caso, se a última reforma (do nono andar) tivesse um engenheiro responsável, então ele seria o responsável pelo desabamento dos edifícios.

Felizmente, a burocracia não funcionou e a injustiça de se culpar o último que acionou o interruptor não ocorreu. É claro que existem profissionais negligentes ou de responsáveis que não pagam por esses profissionais. Parece que é o caso da reforma do nono andar.

Que não se culpe alguém que se livrou da burocracia pela queda dos edifícios. Definitivamente, não é mais burocracia que evitará a queda de velhos edifícios ou de outros acidentes. Os jornalistas que apontam essa causa não passam de defensores do corporativismo que só preserva vantagens e que não melhora nada em termos de custos ou de segurança para o consumidor.

sábado, 28 de janeiro de 2012

PREÇO DE MERCADO: TANTO QUANTO O CLIMA DA CAPITAL DO PERU (LIMA) NÃO DEPENDE DA LATITUDE OU DA ÉPOCA DO ANO, O PREÇO DE UM CARRO OU DE UMA OBRA NÃO DEPENDE DO MUNDO EXISTENTE ATRÁS DA PRODUÇÃO OU DO CUSTO INDIRETO




Fotografias de Lima - Capital do Peru – Dezembro/2006. O clima parece um oásis. É frio com temperatura média em dezembro perto de 17º. A latitude é a mesma de Salvador, mas falta praia porque a cidade está num barranco a 70m acima do nível do mar. A cidade tem quase dez milhões de habitantes e falta água porque nunca chove. No entanto, a umidade de 97% e a neblina é permanente, inclusive no mês de dezembro. O clima depende exclusivamente da corrente marítima de Humbolt que vem da Antártida e despeja umidade e ventos naqueles barrancos.

Mudando de assunto, mas fazendo uma analogia com um planeta que produz um clima local tão diferente, tenho a dizer que a indústria automobilística tem um mundo de prédios e galpões nos Estados Unidos, na Europa e no Brasil. No entanto, o carro é um produto local e único que serve de exemplo para se verificar o conceito de custo marginal e para se ter uma idéia do preço de obras e de serviços públicos.

Imagine o caso de três indústrias de automóvel que concorrem com três carros de preços fixados pelo mercado igualmente em R$ 25.000,00. Uma quarta indústria entra no mercado e oferece outro carro pelo mesmo preço. Os quatro carros só têm diferença na marca. Todos têm mesma potência, tamanho e qualidade, ou seja: são iguais.

Sugere-se ao leitor que faça a abstração da marca e considere que os carros são absolutamente iguais. Considere, por exemplo, que é exatamente o mesmo carro e de mesma marca que está sendo vendido em três lojas diferentes. Faz-se essa observação porque é factível que existam consumidores irracionais que comprariam o mesmo carro por maior preço, apenas por conta da marca.

As três primeiras fábricas estão no mercado há muito tempo e têm custos semelhantes. Porém uma quarta fábrica entrou no mercado com nova tecnologia e custos menores. Portanto, no curto prazo, a nova indústria receberá um excedente sobre os custos diretos, pois tem custos menores que o preço sinalizado pelo mercado ou menores que os custos incorridos pelas três empresas anteriores.

As três empresas anteriores, se não diminuírem custos, provavelmente terão prejuízo e deverão sair do mercado. A maioria das empresas prefere prosseguir operando sem lucro, mas sem prejuízo.

Como já descrito, o quarto e novo empresário inovador abocanhou um lucro de curto prazo, mas no momento seguinte o preço de mercado será reduzido e ele deverá correr atrás do lucro novamente.

Quando um quinto empresário entrar no mercado, o quarto estará na mesma situação das três empresas anteriores. Isto é, trabalhando sem lucro e se preparando para reduzir preço.

O que se ressalta é que os investimentos dos novos empresários não entraram no custo do novo carro que ofereceram ao mercado. O novo empresário usou capital para construir pátio de estacionamento de carros, prédio para instalar a administração central e para contratar inúmeros administradores, gerentes, encarregados e engenheiros. Porém, todas essas despesas foram custos fixos de se manter o capital, as quais não entraram no preço do carro, pois o preço do carro já estava estabelecido pelo mercado.

O empresário também gastou com materiais e contratou mão-de-obra. Esses gastos foram custos variáveis, haja vista que os materiais (pneus, bancos, lataria, rodas, volante etc.) e a mão-de-obra foram direta e exclusivamente aplicados na fabricação do carro.

Qual é o custo da unidade a mais de carro fabricada? É a somatória dos custos da mão-de-obra e dos materiais aplicado numa única unidade. No caso, somente custos diretamente incorridos na fabricação da unidade adicional. Não entraram custos de administração central, impostos diretos e pátio de estacionamento.

Os impostos indiretos são custos diretos, pois estão embutidos no preço tanto da mão-de-obra quanto dos materiais adquiridos. A magnitude dos custos indiretos ou fixos não modifica o preço já fixado pelo mercado. O empresário não deve colocar custos indiretos no preço, sob pena de perder a concorrência.

Como já visto, preço de mercado é igual ao custo direto. Isso implica que a Administração Pública não pode pagar custos indiretos ou quaisquer custos que não sejam gastos diretos e exclusivos da obra ou dos objetos adquiridos. Se o fizer, não terá o respaldo da Lei de Licitações e nem dos princípios constitucionais da livre iniciativa e da concorrência.

Como se vê, o mundo existente atrás da produção do carro não determina a formação do preço que depende apenas do custo direto aplicado na unidade a mais produzida.

Veja Vídeo: Simulação de uma Explosao Nuclear. Você já imaginou a bomba atômica na mão de tiranos como Ahmadinejad, Chávez e de outros esquerdistas como há no Brasil?

HOLOCAUSTO-IMAGENS TRISTES E CHOCANTES DA MAIOR TRAGÉDIA DA HISTÓRIA. Os socialistas, comunistas e esquerdistas que consideram todos iguais querem fazer o mesmo com aqueles que pensam diferente deles

O PROPÓSITO E OS LIMITES DO GOVERNO. Ou: O governo deve garantir vida, liberdade, propriedade e direitos naturais. Nada além disso

Por Lino M. Gill*.  Publicado no site www.ordemlivre.org

Em 1776, quando os pais fundadores dos EUA declararam a indepêndencia, eles elaboraram um documento que insipirou milhões ao redor do mundo desde então. Consideramos até hoje uma forma única de governo para o qual osFounding Fathers escolheram ariscar “suas vidas, suas fortunas e sua honra sagrada” contra os ingleses, militarmente superiores.

A passagem definitiva na Declaração da Independência é: “Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens são criados iguais, dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis, que entre estes estão a vida, a liberdade e a busca da felicidade. Que a fim de assegurar esses direitos, governos são instituídos entre os homens, derivando seus justos poderes do consentimento dos governados”.

Em menos de 60 palavras, os Founding Fathers estabeleceram que:

- Nossos direitos – melhor entendidos como “liberdades” — são dados a nós por um poder maior do que o governo. Não importa a sua crença sobre criação ou evolução, você deve reconhecer que o governo não nos deu a vida e nossos direitos.

- O legítimo propósito do governo é proteger os direitos das pessoas. Assim como o governo não nos deu a vida, não nos dá os nossos direitos.

- Os poderes do governo são limitados a apenas aqueles que lhes são dados pelo povo.

“A questão toda era mostrar como o governo pode surgir legitimamente, não assumir a sua existência”, escreve o scholar Roger Pilon, em “Purpose and Litmits of Government” publicado pelo Cato Institute.

As percepções de Roger Pilon são particularmente úteis porque, como um libertário, ele não promove uma agenda religiosa-conservadora. No entanto, ele reconhece que a visão comum dos Founders das “leis naturais” constituem a pedra angular para tudo que se segue:

“Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas…”

Os signatários da Declaração não negociaram ou se comprometeram em definir a “verdade”. Eles concordaram que algumas verdades fundamentais eram óbvias. Por exemplo:

“…que todos os homens são criados iguais, dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis, que entre estes estão a vida, a liberdade e a busca da felicidade.”

E que cada um de nós existe por causa do mesmo processo criativo, então os direitos que cada um de nós têm são necessariamente iguais. Tais direitos são melhor entendidos como livres de interferência, seja pelo governo ou por outras pessoas. A liberdade não abrange apenas a oportunidade de fazer escolhas, mas a responsabilidade por essas escolhas. Liberdade não significa que se a minha escolha parece “superior” eu posso dobrar o direito dos outros de utilizá-la conforme minha vontade, nem significa que quando eu fizer uma escolha irresponsável, eu posso restringir a liberdade dos outros para impor as consequências dos meus atos.

“…Que a fim de assegurar esses direitos, governos são instituídos entre os homens, derivando seus justos poderes do consentimento dos governados.”

Uma vez que os Founders estabeleceram um amplo universo de direitos, eles discutiram o governo e seu único propósito: o de proteger esses direitos. Novamente, é importante compreender “direitos” como as liberdades — não como um direito tomado à custa de direitos alheios.

Quando o governo legitimamente protege a nossa liberdade, ele simplesmente faz o que nós temos o direito de fazer a nós mesmos. Por outro lado, o governo não age legitimamente se protege meus direitos tirando a vida, liberdade ou propriedade de outra pessoa.

Ocasionalmente, os direitos de duas pessoas podem entrar em conflito; não se pode exercer plenamente a liberdade sem prejudicar os outros. Os Founders concluíram que, nestas circunstâncias, os limites entre direitos contrastantes devem ser elaborados pelo povo a quem serve o governo. No entanto, a doutrina do consentimento não habilita a regra da maioria para negar as liberdades inalienáveis de uma minoria.

Infelizmente, este conceito de vastas liberdades individuais e áreas ocasionais de poder do governo tem pouca semelhança com o modelo de governo federal atual, tanto nos EUA quanto no Brasil, e é por isso que é tão importante o conhecimento sobre a fundamentação do governo limitado.

Para mais sobre Roger Pilon, acesse sua biografia e suas obras no site do Cato Institute.

Lino M. Gill* é graduando em Ciências Econômicas na Universidade de Brasília e atualmente é estagiário do OrdemLivre na sede da Atlas Network, em Washington, D.C.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

PREÇO DE MERCADO É IGUAL AO CUSTO DIRETO. O administrador público não pode incluir no preço custos não diretos tais como lucros, custos contábeis do empresário ou pagar por preços superfaturados. Mas pagam



A foto é de San Sebastian - Praia do Atlântico Norte da Espanha – Junho 2009

Já disse repetidas vezes que o preço de mercado é igual ao custo de se fazer uma unidade a mais de mercadoria ou serviço. O objetivo deste blog não é provar exaustivamente determinado conceito, mas repeti-lo por ser muito importante.

A demonstração exaustiva está nos livros de Microeconomia. Quem consultar constatará que o equilíbrio de mercado ocorre no ponto que a quantidade ofertada é igual à quantidade demandada. Nesse ponto, o preço é igual ao custo marginal, que é igual à renda marginal, que é igual ao preço de mercado e que é igual ao custo direto. Sugere-se ao leitor consultar o livro Economia Avançada de Geraldo Sandoval GOES. Brasília: Vestcon, 2000. p. 94/95.

Portanto, no cálculo do preço de mercado, tanto faz se é a primeira ou a última unidade de serviço, mercadoria ou obra. O que importa é que toda empresa construtora de obras, de carros ou de serviços tem custos diretos e custos fixos e que somente os custos diretos formam o preço.

No mercado em concorrência, quando se fala em calcular o preço de venda de qualquer coisa, o leitor pode ficar seguro que:
- o custo variável é igual ao custo direto;
- o custo direto é igual ao custo marginal;
- o custo marginal é igual ao preço de mercado;
- os três custos têm conceitos diferentes, mas são iguais em valor no mercado de concorrência pura;
- quaisquer deles representam o preço de venda do produto ou serviço no mercado equilibrado.

Os custos fixos ou indiretos não entram no preço da unidade a mais produzida. Se a empresa colocar custos fixos no preço da obra, produto ou serviço a ser fornecido, então ela perderá a concorrência porque estará praticando preço acima do mercado.

Se o lucro, despesas e custos indiretos não entram no custo marginal e este é igual ao preço de mercado, então se pergunta: A Administração Pública pode aplicar a Lei de Licitações incluindo custos não diretos no preço de mercado? Claro que não! Mas coloca.

O administrador público pode, sem permissão expressa na lei, usar dinheiro público para pagar por custos que não fazem parte do preço? Claro que não! Mas usa.

O administrador público pode alegar a contabilidade do empresário que aponta custos indiretos, incluindo lucro, para pagar custos fora do preço? Claro que não! Mas alega.

Na cidade de San Sebastian (Espanha), os preços por metro quadrado de apartamento chegavam a R$ 100.000,00/m² em junho de 2009. Poderia a Administração Pública brasileira pagar o mesmo preço por metro quadrado de um prédio público construído em cidade com semelhante preço? Claro que não! Mas paga.

A resposta da Economia é negativa para as quatro perguntas anteriores. De vez em quando me pergunto: Por que a Administração Pública comete tantos erros contra o homem capitalista e contra si mesma? Tenho um palpite, mas ele não supõe que todo ser humano é corrupto como fazem os esquerdistas, os petistas, os marxistas e outros que são a maioria da atual Administração Pública brasileira.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

CUSTOS DO EMPRESÁRIO QUE NÃO DEVEM ENTRAR NO PREÇO DE MERCADO. OU: DESPESAS FINANCEIRAS, IMPOSTOS DIRETOS, ADMINISTRAÇÃO CENTRAL, SEGUROS E LUCRO NÃO DEVEM SER CUSTOS COMPONENTES DO PREÇO DE MERCADO.



Foto de Shopping de Lisboa-Portugal-2009. Homenagem ao grande navegador Vasco da Gama.

Economia e Contabilidade são ciências diferenciadas pelo objetivo principal. A Economia está preocupada com os custos formadores do preço que é a principal informação do mercado. A Contabilidade está preocupada com os custos do empresário que decidirá se entra no mercado para vender com lucro por aquele preço informado pelo mercado.

Na Contabilidade, os custos que são totalmente associados ao processo operacional são considerados diretos, enquanto custos que necessitam de rateio pelos diversos produtos produzidos são considerados indiretos. A Contabilidade anota o lucro como uma despesa indireta porque deve anotar toda e qualquer variação de valores

As despesas indiretas são gastos associados ao resultado do exercício e que, na maioria das vezes, estão completamente desvinculados dos preços dos produtos, tais como despesas financeiras, impostos diretos, administração central, seguros etc.

É fácil de constatar que a Contabilidade está voltada para verificar todos os custos e despesas do empresário e a apurar o lucro contábil, enquanto que a Economia está voltada para a formação do preço de mercadorias e serviços.

Para a Economia, os custos indiretos assim como as despesas indiretas são considerados custos fixos, os quais não entram na formação do preço porque não são aplicados diretamente na unidade a ser produzida.

Percebe-se, com facilidade, que os conceitos contábeis e econômicos são quase iguais, mas a aplicação deles é completamente diversa. Isto é, o empresário consciente e eficiente considera todos os custos contábeis como condicionantes da atividade produtiva. Porém, na hora de fixar o preço do produto, ele considera somente custos que entram diretamente no custo da unidade a mais produzida.

Por exemplo, considere que o prédio da fotografia inicial é da Administração Central de uma grande empresa vendedora de produtos agropecuários. Se ela vendesse laranjas, então o custo de construção e manutenção desse prédio central entraria no preço da laranja? É claro que não! E se fosse o prédio de uma grande concessionária de pedágio, então o valor da taxa de pedágio deve pagar as despesas desse luxuoso prédio central? Também fica claro que não devemos pagar o luxo do "dono" do pedágio.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

CUSTOS QUE FORMAM O PREÇO DA OBRA. OU: Você já percebeu que o preço do pedágio deveria ser somente o custo dos funcionários da cobrança mais o custo de manutenção da rodovia em condições de uso? Do valor cobrado não deveria constar lucro e nem custo de construção dos prédios da praça de cobrança



A foto é de uma praça de cobrança de pedágio na BR 376 Paraná - 2010

A Ciência Econômica conceitua custos diretos (ou variáveis) como aqueles que dependem somente da quantidade produzida, basicamente salários de mão-de-obra e pagamentos de matérias primas.

Já os custos indiretos (ou fixos) são conceituados como as parcelas que se mantêm fixas e independentes da quantidade produzida, tais como aluguéis, manutenção, administração, seguros, mobilizações, depreciação de equipamentos etc.

Esses custos são derivados da necessidade de se manter o capital na posse do empresário. Equipamentos são capitais, haja vista que são trabalhos acumulados e apropriados pelo capitalista. Por isso, os equipamentos sofrem depreciação e, por conseqüência, têm custos fixos.

Porém, é importantíssimo ressaltar que a Ciência Econômica considera que somente os custos diretos são componentes do preço de mercado. Isso significa que canteiro de obras, mobilização e desmobilização de equipamentos, administração central, seguros, impostos diretos e despesas financeiras não entram no preço da unidade a mais de mercadoria ou serviço a ser produzida. Esses custos também não entram no preço da próxima obra a ser feita pela empreiteira por que, para a empreiteira, cada obra é apenas mais uma unidade a ser produzida.

O preço de uma mercadoria ou serviço é aquele que foi pago na hora do recebimento do objeto ou serviço. Se alguma coisa não pode ser colocada no valor da nota fiscal, então é porque não houve valor agregado. Se, por exemplo, o imposto direto a ser pago pelo empresário não pode ser colocado na nota fiscal, então é por que ele não faz parte do preço da mercadoria ou serviço.

Essa é a base do raciocínio econômico que não pode ser negada pela contabilidade de custos do empresário e que também não pode ser negada pela Administração Pública na hora de calcular o preço do objeto da licitação.

Você já percebeu que o preço do pedágio deveria ser somente o custo dos funcionários da cobrança mais o custo de manutenção da rodovia em condições de uso? Do valor cobrado não deveria constar lucro e nem custo de construção dos prédios da praça de cobrança.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

CUSTO DE SE MANTER A POSSE DO CAPITAL NÃO DEVE SER PAGO NAS CONTRATAÇÕES, MAS A ADMINISTRAÇÃO O PAGA E ESTIMULA A EXISTÊNCIA DO EMPRESÁRIO QUE CARREGA A EMPRESA NUMA PASTINHA


Foto praia do Paraná. Janeiro de 2007.

Capital é o somatório de meios de produção que o capitalista tem para gerenciar o processo produtivo. Recursos financeiros, equipamentos, materiais, recursos humanos, idéias, ou seja: é tudo aquilo que serve para impulsionar, motivar ou puxar a produção de algo que a sociedade queira.

O capitalista é o dono do capital. O trabalhador é dono da sua própria força de trabalho. Quem produz é o trabalhador ou o capitalista? Responde-se que são os dois. Contudo, o empresário capitalista possui muitos capitais e o trabalhador (sempre capitalista) só possui o próprio corpo.

Qual é o custo de se manter a posse do capital? É o valor que por ele é pago ou é aquilo que se gasta para mantê-lo produtivo? Responde-se que o capitalista tem custos diretos e indiretos para manter capital produzindo, mas o consumidor só paga pelos custos diretos ou só paga o preço daquilo que lhe dá benefícios diretos.

Quem paga o preço do envelhecimento do único capital do trabalhador? É ele próprio. É evidente que o trabalhador assume esse custo sozinho. Corpo envelhecido deprecia e perde valor. O trabalhador, ao invés de receber, paga para continuar com seu corpo vivo e produzindo. Logo, assim como o trabalhador assume os custos da manutenção do próprio corpo, também o dono do capital deve assumir custos de manutenção da posse dos muitos capitais que tem.

Pelo exposto, numa conclusão preliminar, pode-se afirmar que a Administração não deve remunerar custos de manutenção, de mobilização, de seguros, de segurança ou das demais despesas e custos indiretos de manutenção da posse do capital. Também não deve pagar BDI, garantir lucro ou devolver imposto direto ao empresário.

No entanto, ao contrário dessa conclusão, a Administração paga o custo de manter a posse do capital e estimula a existência do empresário que carrega a empresa numa pastinha. Ele aparece na licitação só para negociar e receber pela desistência de proposta. Caso seja vencedor, não se preocupará, haja vista que a Administração pagará todas as despesas de mobilização e de custos do capital que poderá ser tomado de empréstimo dali por diante. Tudo que for necessário para montar e fazer uma empresa funcionar será pago. Logo, conclui-se que o pagamento das despesas de manutenção da posse do capital é um absurdo.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

OS DOIS LADOS DO MERCADO EM CONCORRÊNCIA PURA E OS DOIS LADOS DE UMA LICITAÇÃO PÚBLICA SÃO OS MESMOS




Foto 1 - Sombra do Morro do Funil às 18h - Santa Catarina
Foto 2 - Feliz aniversário para você.

No mercado ou em uma licitação pública existem dois lados:
a) o lado do empresário, o qual sempre corre atrás de obter o maior lucro;
b) o lado dos consumidores (ou da Administração Pública), os quais sempre querem pagar o menor preço.

Analisando a Constituição de 1988, Jorge Alex Nunes Athias situou estado, empresário e consumidor da seguinte maneira:

Quem estabelece o preço a ser contratado na licitação é o mercado, no qual vigora a lei da oferta e da procura. Se a água é abundante, então ela tem preço próximo de zero. Se o diamante é raro, então ele tem preço próximo do infinito. Existem empresários que vendem água e outros que vendem diamantes. Ambos devem vender ao preço estabelecido pelo mercado.

Pergunta-se: Com base nos conceitos da Economia (mercado em concorrência pura), o mercado ou os consumidores levam em conta os custos da produção da água ou do diamante? Com certeza não. Mas o empresário sim. Este sim só pensa no próprio custo e no lucro. Mas essa é a essência do jogo. Os produtores pensam que vão levar o lucro. Os consumidores pensam que compram barato.

Na verdade, todos ganham no mercado em concorrência pura. Nada é barato ou caro, mas tudo depende da obtenção dos menores custos em função do maior lucro e do menor preço. É um ponto de equilíbrio mostrado correntemente pela análise microeconômica. Esse ponto também deve ser obtido pelas regras da Lei de Licitações.

Para garantir o Direito de Concorrência e a contratação pelo preço de mercado, a Administração Pública deve aplicar duas regras:
a) seguir à Lei de Licitações (Lei 8.666/93) e;
b) orçar preço de obras e de serviços públicos sem adição de despesas indiretas (BDI), sem adição de custos indiretos, sem devolução de impostos diretos e sem lucro.
a) a aplicação do RDC (Regime Diferenciado de Contratações) é um absurdo como se pode ver em outros artigos deste blog.

domingo, 22 de janeiro de 2012

PREÇO DE MERCADO EM EQUILÍBRIO É IGUAL AO CUSTO MARGINAL SEM BDI. O CONSUMIDOR NÃO PAGA POR DESPESAS OU POR CUSTOS INDIRETOS DE PRODUÇÃO


Foto no Passeio Público e Zoológico de Curitiba - 2009

As leis da Economia mostram que o mercado livre fixa o preço de mercado. Isto é, no mercado em concorrência pura, o preço dos serviços ou mercadorias é determinado pela Lei da Oferta e da Procura:
“Se o preço aumenta, a quantidade procurada diminui e a quantidade ofertada aumenta. Se o preço diminui a quantidade procurada aumenta e a quantidade ofertada diminui.”

Esse movimento de aumento e diminuição mostra que preço e quantidade são variáveis que oscilam em torno de um ponto de equilíbrio, o qual, uma vez atingido, representa o preço de mercado. O equilíbrio dá-se em um ponto em que o preço é o menor entre todos os produtos iguais oferecidos ao mercado.

Adicionalmente, a análise matemática existente na Teoria Microeconômica prova que esse preço de equilíbrio é igual ao custo marginal. Nesse caso, o preço de mercado é igual ao custo marginal mínimo. Deve-se observar que no custo marginal não entram custos indiretos ou BDI.

Tal dedução matemática para o equilíbrio de mercado deixa os empresários em concorrência pura sem lucro. O empresário quer vender pelo maior preço e o consumidor quer comprar pelo menor preço e isto conduz o equilíbrio para o lucro zero.

O consumidor adquirente de um imóvel, por exemplo, não tem condições de saber e não quer saber dos custos do empresário. O empresário sabe dos próprios custos, mas não sabe dos custos do concorrente. Da mesma maneira, o comprador de imóvel não quer saber quais equipamentos foram usados, quais os métodos administrativos usados, se houve necessidade de um grande canteiro ou se foi usado o canteiro de outra obra, se foram mobilizadas poucas ou muitas máquinas. Ele só quer saber da área construída, da qualidade e do preço. Mais que isso, que seja o menor preço.

A Administração Pública deveria agir da mesma maneira. Deveria agir como consumidor quando compra um imóvel. Como ela quer adquirir pelo preço de mercado, as despesas e os custos indiretos deveriam ser suprimidos do orçamento base do objeto da licitação.

A Administração e o consumidor racional, teoricamente, não compram canteiro de obras, não compram administração local, não compram mobilização e desmobilização de equipamentos e não querem saber do lucro do empresário, pois só querem saber da área construída, da qualidade e de pagar o menor preço. É o mesmo que dizer que consumidores não pagam pelas despesas e custos indiretos.

O exemplo mais característico da teoria microeconômica para defender que o preço de mercado não depende dos custos de produção é a comparação entre o preço da água e o preço do diamante.

O ser humano necessita de água para matar a sede e precisa de diamante para se envaidecer. Tanto a água quanto o diamante são encontrados na natureza sem custo de produção. Porém o preço da água é próximo de zero e o preço do diamante é próximo do infinito. Isso prova que o preço forma-se pela lei da oferta e da procura e não pelos custos de produção. Só o empresário deve preocupar-se com todos os custos de produção para entrar no mercado que lhe sinaliza unicamente pelo preço.

Portanto, a Administração Pública, ao estabelecer o preço do objeto a ser comprado, não deve verificar os custos de instalação de uma fábrica para engarrafar água e nem verificar os custos de se prospectar diamantes. Deve simplesmente verificar qual é o preço de mercado. Se o preço de mercado não estiver evidenciado, então o preço poderá ser estabelecido igualando-o ao custo marginal que é o custo de se produzir uma unidade a mais.

CURIOSIDADES OU: VOCÊ SABIA QUE O CAMELO DA FRASE DE JESUS CRISTO "É MAIS FÁCIL UM CAMELO PASSAR PELO BURACO DA AGULHA QUE UM RICO ENTRAR NO REINO DOS CÉUS" NÃO É UM CAMELO E SIM UMA CORDA GROSSA?

LISTA DE COISAS QUE NÃO SABEMOS OU NÃO LEMBRAMOS...

 Os Três Reis Magos:
. O árabe Baltazar: trazia incenso, significando a divindade do Menino Jesus.
. O indiano Belchior: trazia ouro, significando a sua realeza.
. O etíope Gaspar: trazia mirra, significando a sua humanidade.

As Sete Maravilhas do Mundo Antigo:
1 - As Pirâmides do Egito
2 - As Muralhas e os Jardins Suspensos da Babilônia
3 - O Mausoléu de Helicarnasso ( ou O Túmulo de máusolo em Éfeso )
4 - A Estátua de Zeus, de Fídias
5 - O Templo de Artemisa (ou Diana)
6 - O Colosso de Rodes
7 - O Farol de Alexandria.

 As 7 Notas Musicais:
A origem é uma homenagem a São João Batista, com seu hino :
Utqueant laxis (dó) Para que possam
Resonare fibris ressoar as
Mira gestorum maravilhas de teus feitos
Famulli tuorum com largos cantos
Solve polluit apaga os erros
Labii reatum dos lábios manchados
Sancti Ioannis Ó São João

Os Sete Pecados Capitais:
(Eles só foram enumerados no século VI, pelo papa São Gregório Magno (540-604), tomando como referência as cartas de São Paulo)
. Gula
. Avareza
. Soberba
. Luxúria
. Preguiça
. Ira
. Inveja

 As Sete Virtudes:
(para combater os pecados capitais)
. Temperança.....(gula)
. Generosidade..(avareza)
. Humildade........(soberba)
. Castidade.........(luxúria)
. Disciplina.........(preguiça)
. Paciência..........(ira)
. Caridade...........(inveja)

 Os Sete dias da Semana e os "Sete Planetas":
Os dias, nos demais idiomas- com excessão da língua portuguesa , mantém os nomes dos sete corpos celestes conhecidos desde os babilônios:
. Domingo - dia do Sol
. Segunda - dia da Lua
. Terça - dia de Marte
. Quarta - dia de Mercúrio
. Quinta - dia de Júpiter
. Sexta - dia de Vênus
. Sábado - dia de Saturno

 As Sete Cores do Arco-Íris:
Na mitologia grega, Íris era a mensageira da deusa Juno. Como descia do céu num facho de luz e vestia um xale de sete cores, deu origem à palavra arco-íris. A divindade deu origem também ao termo íris, do olho.
. Vermelho
. Alaranjado
. Amarelo
. Verde
. Azul
. Anil
. Violeta

 Os Doze Meses do Ano:
- Janeiro: homenagem ao Deus Janus, protetor dos lares
- Fevereiro: mês do festival de Februália (purificação dos pecados), em Roma;
- Março: em homenagem a Marte, deus guerreiro;
- Abril: derivado do latim Aperire (o que abre). Possível referência à primavera no Hemisfério Norte;
- Maio: acredita-se que se origine de maia, deusa do crescimento das plantas;
- Junho: mês que homenageia Juno, protetora das mulheres;
- Julho: no primeiro calendário romano, de 10 meses, era chamado de quintilis (5º mês). Foi rebatizado por Júlio César;
- Agosto: inicialmente nomeado de sextilis (6º mês), mudou em homenagem a César Augusto;
- Setembro: era o sétimo mês. Vem do latim septem;
- Outubro: na contagem dos romanos, era o oitavo mês;
- Novembro: vem do latim novem (nove);
- Dezembro: era o décimo mês

 Os Doze Apóstolos:
1 - Simão Pedro
2 - Tiago ( o maior )
3 - João
4 - Filipe
5 - Bartolomeu
6 - Mateus
7 - Tiago ( o menor )
8 - Simão
9 - Judas Tadeu
10 - Judas Iscariotes
11 - André
12 - Tomé.
***Após a traição de Judas Iscariotes, os outros onze apóstolos elegeram Matias para ocupar o seu lugar.

 Os Doze Profetas do Antigo Testamento:
1 - Isaías
2 - Jeremias
3 - Jonas
4 - Naum
5 - Baruque
6 - Ezequiel
7 - Daniel
8 - Oséias
9 - Joel
10 - Abdias
11 - Habacuque
12 - Amos

 Os Quatro Evangelistas e a Esfinge:
. Lucas (representado pelo touro)
. Marcos (representado pelo leão)
. João (representado pela águia)
. Mateus (representado pelo anjo)

 Os Quatro Elementos e os Signos:
. Terra (Touro - Virgem - Capricórnio)
. Água (Câncer - Escorpião - Peixes)
. Fogo (Carneiro - Leão - Sagitário)
. Ar (Gêmeos - Balança - Aquário)

 As Musas da Mitologia Grega:
(a quem se atribuía a inspiração das ciências e das artes)
1 - Urânia ( astronomia )
2 - Tália ( comédia )
3 - Calíope ( eloqüência e epopéia )
4 - Polímnia ( retórica )
5 - Euterpe ( música e poesia lírica )
6 - Clio ( história )
7 - Érato ( poesia de amor )
8 - Terpsícore ( dança )
9 - Melpômene ( tragédia )

 Os Sete Sábios da Grécia Antiga:
1 - Sólon
2 - Pítaco
3 - Quílon
4 - Tales de Mileto
5 - Cleóbulo
6 - Bias
7 - Períandro

 Os Múltiplos de Dez:
(os prefixos usados em Megabytes, Kilowatt, milímetro...)
NOME (Símbolo) = fator de multiplicação
Yotta (Y) = 1024 = 1.000.000.000.000.000.000.000.000
Zetta (Z) = 1 021 = 1.000.000.000.000.000.000.000
Exa (E) = 1018 = 1.000.000.000.000.000.000
Peta (P) = 1015 = 1.000.000.000.000.000
Tera (T) = 1012 = 1.000.000.000.000
Giga (G) = 109 = 1.000.000.000
Mega (M) = 106 = 1.000.000
kilo (k) = 10 3 = 1.000
hecto (h) = 102 = 100
deca (da) = 101 = 10
uni = 10 0 = 1
deci d, 10-1 = 0,1
centi c, 10-2 = 0,01
mili m, 10-3 = 0,001
micro µ, 10-6 = 0,000.0001
nano n, 10 -9= 0,000.000.001
pico p, 10-12 = 0, 000.000.000.001
femto f, 10-15 = 0,000.000.000.000.001
atto a, 10 -18 = 0,000.000.000.000.000.001
zepto z, 10-21 = 0,000.000.000.000.000.000.001
yocto y, 10 -24 = 0,000.000.000.000.000.000.000.001

exa..................deriva da palavra grega "hexa" que significa"seis".
penta...............deriva da palavra grega "pente" que significa"cinco".
tera..................do grego "téras" que significa "monstro".
giga..................do grego "gígas" que significa "gigante".
mega...............do grego "mégas" que significa "grande".
hecto...............do grego "hekatón" que significa "cem".
deca.................do grego "déka" que significa "dez".
deci..................do latim "decimu" que significa "décimo".
mili...................do latim "millesimu" que significa "milésimo".
micro...............do grego "mikrós" que significa "pequeno".
nano.................do grego "nánnos" que significa "anão".
pico..................do italiano "piccolo" que significa "pequeno".

 Conversão entre unidades:
cavalo-vapor 1 cv = 735,5 Watts
horsepower 1 hp = 745,7 Watts
polegada 1 in (1??) = 2,54 cm
pé 1 ft (1?) = 30,48 cm
jarda 1 yd = 0,9144 m
angström 1 Å = 10-10 m
milha marítima =1852 m
milha terrestre 1mi = 1609 m
tonelada 1 t = 1000 kg
libra 1 lb = 0,4536 kg
hectare 1 ha = 10.000 m2
metro cúbico 1 m3 = 1000 l
minuto 1 min = 60 s
hora 1 h = 60 min = 3600 s
grau Celsius 0 ºC = 32 ºF = ?273 K (Kelvin)
grau fahrenheit =32+(1,8 x ºC

 Os Dez Números Arábicos:
Os símbolos tem a ver com os ângulos:
o 0 não tem ângulos
o número 1 tem 1 ângulo
o número 2 tem 2 ângulos
o número 3 tem 3 ângulos
etc...

As Datas de Casamento:
1 ano - Bodas de Algodão
2 anos - Bodas de Papel
3 anos - Bodas de Trigo ou Couro
4 anos - Bodas de Flores e Frutas ou Cera
5 anos - Bodas de Madeira ou Ferro
10 anos - Bodas de Estanho ou Zinco
15 anos - Bodas de Cristal
20 anos - Bodas de Porcelana
25 anos - Bodas de Prata
30 anos - Bodas de Pérola
35 anos - Bodas de Coral
40 anos - Bodas de Rubi ou Esmeralda
45 anos - Bodas de Platina ou Safira
50 anos - Bodas de Ouro
55 anos - Bodas de Ametista
60 anos - Bodas de Diamante ou Jade
65 anos - Bodas de Ferro ou Safira
70 anos - Bodas de Vinho
75 anos - Bodas de Brilhante ou Alabastre
80 anos - Bodas de Nogueira ou Carvalho

Os Sete Anões:
. Dunga
. Zangado
. Atchin
. Soneca
. Mestre
. Dengoso
. Feliz

Você Sabia ?
1 - Durante a Guerra de Secessão, quando as tropas voltavam para o quartel após uma batalha sem nenhuma baixa, escreviam numa placa imensa: " O Killed " ( zero mortos ).. Daí surgiu a expressão " O.K. ". Para indicar que tudo está bem.
Outra versão afirma que a Expressão O.K. surgiu do fato dos Ingleses marcarem as mercadorias que se destinavam ao rei com a inscrição: Of the King ou O.K.

2 - Nos conventos, durante a leitura das Escrituras Sagradas, ao se referir a São José, diziam sempre " Pater Putativus ", ( ou seja: "Pai Suposto" ) abreviando em P.P .". Assim surgiu o hábito, nos países de colonização espanhola, de chamar os "José" de "Pepe".

 3 - Cada rei no baralho representa um grande Rei/Imperador da história:
. Espadas: Rei David ( Israel )
. Paus: Alexandre Magno ( Grécia/Macedônia )
. Copas: Carlos Magno ( França )
. Ouros: Júlio César ( Roma )

 4 - No Novo Testamento, no livro de São Mateus, está escrito " é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha que um rico entrar no Reino dos Céus "... O problema é que São Jerônimo, o tradutor do texto, interpretou a palavra " kamelos " como camelo, quando na verdade, em grego, "kamelos" são as cordas grossas com que se amarram os barcos. A idéia da frase permanece a mesma, mas qual parece mais coerente?

5 - Quando os conquistadores ingleses chegaram a Austrália, se assustaram ao ver uns estranhos animais que davam saltos incríveis. Imediatamente chamaram um nativo ( os aborígenes australianos eram extremamente pacíficos ) e perguntaram qual o nome do bicho. O índio sempre repetia " Kan Ghu Ru ", e portanto o adaptaram ao inglês, " kangaroo" ( canguru ).
Depois, os lingüistas determinaram o significado, que era muito claro: os indígenas queriam dizer: "Não te entendo ".

6 - A parte do México conhecida como Yucatán vem da época da conquista, quando um espanhol perguntou a um indígena como eles chamavam esse lugar, e o índio respondeu " Yucatán ". Mas o espanhol não sabia que ele estava informando " Não sou daqui ".

7 - Existe uma rua no Rio de Janeiro, no bairro de São Cristóvão, chamada "PEDRO IVO". Quando um grupo de estudantes foi tentar descobrir quem foi esse tal de Pedro Ivo, descobriram que na verdade a rua homenageava D.Pedro I, que quando foi rei de Portugal, foi aclamado como "Pedro IV" (quarto).
Pois bem, algum dos funcionários da Prefeitura, ao pensar que o nome da rua fora grafado errado, colocou um " O " no final do nome. O erro permanece até hoje.

sábado, 21 de janeiro de 2012

A CRISE DA ECONOMIA DA GRÉCIA E DA EUROPA É UMA CRISE SOCIALISTA. SACRIFICA-SE O POVO PARA SALVAR O PRÓPRIO GOVERNO

A Grécia é um país membro da União Européia com 10,5 milhões de habitantes e um PIB per capita de 30.000 dólares anuais. O Brasil tem 190 milhões de habitantes e um PIB per capita por volta de 10.500 dólares anuais. A participação do setor público na economia é 40% em ambos os países.

Em 2009, a Grécia era a 34ª economia do mundo, com um PIB de 341 bilhões de dólares (menos que um décimo do brasileiro). A partir daquele ano, porém, o país enfrentou uma forte crise econômica. A taxa de desemprego, que em 2007 era de 8,0%, passou a 9,5% em 2009 e a 12,5% em 2010.

A Grécia é um dos países que mais se beneficiaram da união dos países europeus. Obteve um crescimento de 3,3% em sua economia após a união e vem obtendo taxas de crescimento na casa dos 4% desde o ano 2000, excedendo em mais de 1% a média da União Européia. Depois de 1993, a primeira vez que o crescimento econômico foi negativo foi em 2009.

Em abril de 2010, o governo “socialista” eleito em outubro de 2009, pediu ajuda ao Fundo Monetário Internacional – FMI – e à própria União Européia para enfrentar a crise. Em maio, anunciou um plano de austeridade, visando reduzir o déficit público.

Em troca de um pacote de ajuda da União Europeia e do FMI, no valor de 110 bilhões de euros, desembolsados ao longo de três anos, o governo grego concordou com um programa de medidas e de reformas a ser executado no mesmo período. Nesse conjunto de medidas incluíam-se:
- redução dos benefícios a funcionários públicos;
- redução de pensões e aposentados;
- redução dos investimentos públicos e das despesas de custeio do estado;
- congelamento de salários dos setores público e privado;
- 60 anos como idade mínima para aposentadoria;
- liberalização das leis trabalhistas, facilitando as demissões e abrindo à concorrência a várias profissões protegidas;
- criação de novos tributos e aumento imediato de 10% nas alíquotas sobre combustíveis, tabaco e álcool;
- elevação de 2% na alíquota do imposto sobre o valor agregado, que a partir de 1º de julho passaria a 23%.

Eu não considero que a Europa esteja em crise capitalista. Veja meu artigo "crise socialista que começou na Grécia". O interessante dessas soluções de crises socialistas é que o governo impõe sacrifício ao povo para salvar banqueiros dizendo que salvará todos.

Se a solução da crise fosse pelas regras do capitalismo, então a falência de comerciantes, banqueiros e industriais deveria ocorrer sem que o governo os socorresse. Aqueles ineficientes ou parasitas, verdadeiros culpados pela crise, perderiam as vantagens sociais. É o preço de se correr riscos para ganhar mais do que quem não é dono do próprio nariz.

Ora, se o povo será sacrificado, então que se deixem os banqueiros assumirem a parte deles. A parte sacrificada dos comerciantes, dos banqueiros, dos industriais e dos trabalhadores é a mesma para todos.

Nas crises capitalistas, cada um perde uma parte da renda. Se um comerciante vai à falência, outro o substitui e se algum banqueiro perde dinheiro, outro agente econômico ganha. Não é assim nas crises socialistas por que os poderosos do governo querem salvar os banqueiros para salvar a si próprios.

O resultado é que a crise demora muito mais para acabar e o povo sofre mais ainda por ter que sustentar parasitas do governo. O que ocorre na Grécia ocorrerá em toda a Europa e em todo país que, como o Brasil, o governo quer resolver a própria crise de excesso de intervencionismo socialista.

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