quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

TODO SER HUMANO É CAPITALISTA E DIFERENTE ENTRE SI, MAS O ESTADO SOCIALISTA NÃO LHE RECONHECE DIFERENÇAS E LHE TIRA O DIREITO DE PROPRIEDADE.

O homem é proprietário de coisas desde os tempos bíblicos. Se o homem é proprietário, então ele é capitalista. Todo homem é proprietário do corpo que ocupa e do trabalho que vende. Logo, não existe ser humano que não seja capitalista.

Só a coisa pública é socialista. Seja o estado capitalista ou socialista, a coisa pública deve ser socializada porque todos são iguais proprietários da coisa pública. O homem que se diz socialista comete o engano de desejar a coisa do próximo porque considera que a propriedade do outro é igualmente dele.

Esse engano explica o insucesso do estado socialista que eliminou a propriedade e, sem querer, eliminou a vontade de trabalhar para ter coisas. O homem que vive no estado socialista tem o seguinte pensamento: Para que trabalhar se o resultado do meu trabalho não será meu ou; para que trabalhar se o estado é o único dono e deve prover-me ou; enquanto eu não for dono das minhas coisas não vou trabalhar para esse único dono do estado socialista.

Todo homem é capitalista e deve ter direito de propriedade. No entanto, ele precisa do estado para resolver conflitos que surgem pela disputa das coisas. A solução é um estado capitalista que defenda a propriedade do cidadão. Porém, as coisas do estado, os servidores e agentes públicos e os serviços prestados pelo estado são de propriedade socialista (de todos igualmente).

Mas o governante que se diz socialista age como se tudo fosse somente dele porque o estado é ele. O resultado é que as coisas do cidadão são capitalizadas em prol do dirigente socialista e o trabalho do cidadão é socializado em prol de todos. Perceberam o engano do estado socialista? Ele capitaliza as coisas do cidadão e socializa o cidadão. E quem não aceita a expropriação será preso por discordar da pretensa igualdade entre todos.

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